quarta-feira, 31 de julho de 2013

Cap.22- 2ª temporada ÚLTIMO (1/3)

Antes do capítulo: Pra quem não entendeu a Miley achou uma troca de email deles que fala do contrato, e nesse contrato vocês lembram o que tem né? Que a Demi seria obrigada a fazer o que o Joe quisesse e etc...
E pra quem queria o sexo anal, bom... como posso explicar? Lá vai... o "buraco" da Demi é muito pequeno, ia machucar ela jfdndfm Joe é super cuidadoso, não ia deixar isso acontecer, por isso não rolou e ele só "alargou" ela com os dedos... enfim, olha o que vocês me fazem explicar kkkkkk  

Agora o capítulo...



Toda a cor foi drenada do meu rosto, quando o meu sangue se transforma em lanças de gelo e o medo dispara pelo meu corpo. Instintivamente eu fico entre ela e Joseph.

— O que foi? — Joseph murmura, seu tom é cauteloso.

Eu o ignoro. Eu não posso acreditar que Miley está fazendo isso.

— Miley! Isso não tem nada a ver com você. — Eu brilho venenosamente para ela, a raiva substituindo o meu medo. Como ela ousa fazer isso? Não agora, não hoje. Não no dia do aniversário de Joseph. Surpreendida pela minha resposta, ela pisca para mim, seus olhos verdes arregalam.

— Demi, o que foi? — Joseph diz mais uma vez, seu tom agora é mais ameaçador.

— Joseph, você pode só ir, por favor? — Pedi a Deus.

—Não. Mostre-me. — Ele estende a mão, e sei que ele não vai aceitar a discussão, quando sua voz é fria e dura. Relutantemente eu dou-lhe o e-mail.

— O que ele fez para você? — Miley pergunta, ignorando Joseph. Ela parece tão apreensiva. Eu coro, quando uma miríade de imagens eróticas voa rapidamente pela minha mente.

— Isso não é da sua conta, Miley. — Eu não posso manter a exasperação da minha voz.

— Onde você conseguiu isso? — Joseph pergunta, com a cabeça inclinada para um lado, com o rosto inexpressivo, mas sua voz... tão ameaçadoramente suave. Miley ruboriza.

— Isso é irrelevante. — Com seu olhar de pedra, ela continua apressadamente.
— Ele estava no bolso de um casaco, que eu suponho seja seu, que eu encontrei na parte de trás da porta do quarto de Demi. — Confrontado o olhar ardente de Joseph Jonas, o olhar de aço de Miley escorrega um pouco, mas ela parece recuperar e faz uma carranca para ele.

Ela é um farol de hostilidade em seu colante e brilhante vestido vermelho. Ela parece magnífica. Mas o que diabos ela estava fazendo com as minhas roupas? Geralmente é o contrário.

— Você contou para alguém? — A voz de Joseph é como uma luva de seda.

— Não! Claro que não, — Miley dispara, afrontada. Joseph acena com a cabeça e parece relaxar. Ele se vira e vai em direção à lareira. Sem dizer nada, Miley e eu assistimos a ele pegar um isqueiro da lareira, atear fogo ao e-mail e liberá-lo, deixando-o flutuar lentamente em chamas na lareira, até consumir-se
totalmente. O silêncio na sala é opressivo.

— Nem mesmo Elliot? — Eu pergunto, voltando minha atenção para Miley.

— Ninguém, — Miley diz enfaticamente, e pela primeira vez ela olha perplexa e machucada.
— Eu só quero saber se você está bem, Demi, — ela sussurra.

— Eu estou bem, Miley. Mais do que bem. Por favor, Joseph e eu estamos bem, realmente bem e isso é notícia velha. Por favor, ignore isso.

— Ignorá-lo? — Diz ela.
— Como posso ignorar isso? O que ele fez para você? — E seus olhos verdes estão cheios de preocupação sincera.

— Ele não fez nada para mim, Miley. Honestamente, eu estou bem.

Ela pisca para mim.

— Sério? — Ele pergunta.

Joseph envolve um braço em volta de mim e puxa-me para perto, sem tirar os olhos de Miley.

— Demi consentiu em ser minha esposa, Miley, — ele diz calmamente.

— Esposa! — Miley guincha, com os olhos arregalados, incrédula.
— Nós vamos nos casar. Nós vamos anunciar nosso noivado esta noite, — Ele diz.

— Oh! — Miley olha para mim. Ela está atordoada.
— Eu deixo você sozinha por dezesseis dias e isso que acontece? É muito repentino. Então ontem, como eu disse... — ela olha para mim, perdida.
— Onde que o e-mail se encaixa em tudo isto?

— Não encaixa, Miley. Esqueça, por favor. Eu o amo e ele me ama. Não faça isso. Não estrague a sua festa e a nossa noite, — eu sussurro. Ela pisca e, inesperadamente, seus olhos estão brilhando com as lágrimas.

— Não. Claro que não. Você está bem? — Ela pergunta suavemente.

— Eu nunca estive tão feliz, — eu sussurro. Ela chega para frente e agarra a minha mão, sem levar em conta o braço de Joseph ao meu redor.

— Você realmente está bem? — Ela pergunta, esperançosa.

— Sim. — Eu sorrio para ela, a minha alegria retorna. Ela está de volta em jogo. Ela sorri para mim, a minha felicidade refletindo sobre ela. Eu saio do abraço de Joseph e ela abraça-me, de repente.

— Oh, Demi, eu estava tão preocupada quando li isso. Eu não sabia o que pensar. Você vai me explicar? — Ela sussurra.

— Um dia, não agora.

— Ótimo. Eu não vou contar a ninguém. Eu te amo tanto, Demi, como minha própria irmã. Eu apenas pensei... Eu não sabia o que pensar. Sinto muito. Se você está feliz, então eu estou feliz. — Ela olha diretamente para Joseph e repete seu pedido de desculpas. Ele acena para ela, seus olhos estão glaciais e sua expressão não muda. Oh merda, ele ainda está zangado.

— Eu realmente sinto muito. Você está certa, não é da minha conta, — ela sussurra para mim.

Uma batida na porta assusta Miley e eu. Denise abre a porta e enfia a cabeça.

— Tudo bem, querido? — Ela pergunta a Joseph.

— Tudo bem, senhora Jonas, — Miley disse imediatamente.

— Está tudo bem, mãe, — diz Joseph.

— Ótimo. — Denise entra.
— Então você não vai se importar se eu der em meu filho um abraço de aniversário — Ela sorri para nós duas. Ele abraça-a com força e degela imediatamente.

— Feliz aniversário, querido, — ela diz baixinho, fechando os olhos em seu abraço.
— Estou tão feliz que você ainda está conosco.

— Mãe, eu estou bem. — Joseph sorri para ela. Ela puxa para trás, olha para ele de perto e sorri.

— Estou tão feliz por você, — ela diz e acaricia seu rosto.

Ele sorri para ela, o seu sorriso de mil megawatts. Ela sabe! Quando ele contou a ela?

— Bem, crianças, se vocês já terminaram o seu tête-à-tête, há uma multidão de pessoas aqui para verificar se você está realmente inteiro, Joseph e para lhe desejar um feliz aniversário.

— Eu estarei lá.

Denise olha ansiosamente para Miley e para mim, parecendo tranquilizada por nossos sorrisos. Ela pisca para mim, enquanto mantém a porta aberta para nós. Joseph estende a mão para mim e eu a aceito.

— Joseph, eu realmente peço desculpas, — Miley diz humildemente.

Humilde em Miley é algo para se ver. Joseph acena para ela e nós seguimos para fora. No corredor, eu olho ansiosamente para Joseph.

— Sua mãe sabe sobre nós?

— Sim.

— Oh. — E pensar que a nossa noite poderia ter sido derrubada pela tenaz senhorita Cyrus. Tremo só de pensar nas ramificações que o estilo de vida de Joseph revelaria para todos. Caralho.

— Bem, esse foi um começo interessante para a noite. — Eu sorrio docemente para ele. Ele olha para mim e está de volta seu olhar divertido. Graças a Deus.

— Como sempre, Srta. Lovato, você tem um dom para eufemismo. — Ele leva a minha mão aos lábios e beija os meus dedos à medida que caminhamos para a sala, para uma rodada súbita, espontânea e ensurdecedora de aplausos.

Droga. Quantas pessoas estão aqui? Eu examino a sala rapidamente: todos os Jonas, Ethan com Mia, Dr. Flynn e sua esposa, eu assumo. Mac que veio do barco, um homem alto, bonito, Afro-americano, eu me lembro de tê-lo visto no escritório de Joseph, na primeira vez que encontrei com ele, Lily, a amiga cadela de Mia, duas mulheres que eu não reconheço, e... Ah, não. Meu coração afunda. Aquela mulher... Sra. Robinson. Gretchen se materializa com uma bandeja de champanhe. Ela está em um vestido decotado preto, sem tranças, ruborizada e vibrando suas pestanas para Joseph. O aplauso morre e Joseph aperta minha mão, enquanto todos os olhos se voltam para ele com expectativa.

— Obrigado a todos. Parece que eu vou precisar de uma dessas. — Ele pega dois copos da bandeja de Gretchen e dá-lhe um breve sorriso. Eu acho que Gretchen vai expirar ou desmaiar. Ele entrega um copo para mim. Joseph levanta seu copo para o resto da sala, e imediatamente todos fazem o mesmo. Liderando o cumprimento está a mulher do mal, em preto. Será que ela nunca usa qualquer outra cor?

— Joseph, eu estava tão preocupada. — Elena lhe dá um abraço breve e beija ambas as faces. Ele não me deixa ir, apesar de eu tentar libertar a minha mão.

— Eu estou bem, Elena, — murmura Joseph friamente.

— Por que você não me ligou? — Seu apelo é desesperado, com os olhos em busca dos dele.
— Eu estive ocupado.

— Você não checou as minhas mensagens?

Joseph se mexe desconfortavelmente e me puxa para mais perto, colocando o braço em volta de mim. Seu rosto permanece impassível, enquanto ele considera Elena. Ela não pode mais ignorar-me, então ela acena com a cabeça polidamente em minha direção.

— Demi, — ela ronrona.
— Você está linda, querida.

— Elena, — eu ronrono de volta.
—Obrigada.

Eu chamo a atenção de Denise. Ela franze a testa, olhando para nós três.

— Elena, eu preciso fazer um anúncio, — Joseph diz, olhando para ela desapaixonadamente.

Seus claros olhos azuis ficam nublados.

— Claro. — Ela finge um sorriso e dá um passo para trás.

— Todo mundo, — Joseph chama. Ele espera por um momento, até que o burburinho na sala morra e todos os olhos estão mais uma vez sobre ele.

— Obrigado por terem vindo hoje. Eu tenho que dizer que eu estava esperando um jantar de família tranquilo, por isso, esta é uma agradável surpresa. — Ele olha incisivamente para Mia, que sorri e lhe dá um pequeno aceno. Joseph balança a cabeça em exasperação e continua.

— Ros e eu, — ele refere-se à mulher de cabelos vermelhos que estava por perto, com uma pequena loira borbulhante,
estivemos próximos do fim ontem.

Oh, essa é a Ros que trabalha com ele. Ela sorri e levanta seu copo para ele. Ele acena para ela.

— Então, eu estou especialmente feliz por estar aqui, hoje, para compartilhar com todos vocês, uma notícia muito boa. Esta linda mulher, — ele olha para mim,
— a Senhorita Demetria Devonne Lovato, consentiu em ser minha esposa e eu gostaria que vocês fossem os primeiros, a saber.

Há arquejos de assombro geral, torcida estranha, e, em seguida, uma salva de palmas! Puxa, isso está realmente acontecendo. Eu acho que estou da cor do vestido de Miley. Joseph agarra meu queixo, levanta e beija-me rapidamente.

— Em breve, você será minha.

— Eu já sou, — eu sussurro.

— Legalmente, — ele murmura para mim e me dá um sorriso perverso.

               Lily, que está em pé ao lado de Mia, olha cabisbaixa; Gretchen parece que comeu algo desagradável e amargo. Quando eu olho ansiosamente em volta, para a multidão reunida, eu avisto Elena. Sua boca está aberta. Ela está surpreendida e horrorizada, e eu não posso evitar nem um pouco, com o pequeno, mas intenso sentimento de satisfação por vê-la muda. Que diabos ela está fazendo aqui, afinal?
Paul e Denise interrompem os meus pensamentos não caridosos, e logo estou sendo abraçada e beijada, passando ao redor de todos os Jonas.

— Oh, Demi, eu estou tão feliz que você vai ser da família, — Denise transborda.
— A mudança em Joseph... Ele está... feliz. Sou muito grata a você. — Eu coro, envergonhada por sua exuberância, mas secretamente feliz, também.

— Onde está o anel? — Mia exclama, enquanto me abraça.
— Um... — Um anel! Caramba. Eu não tinha pensado sobre um anel. Olho ansiosamente para Joseph.

— Nós vamos escolher um, juntos — Joseph olha furioso para ela.

— Oh, não me olhe assim, Jonas! — Ela o repreende, então envolve seus braços em volta dele.
— Estou tão feliz por você, Joseph, — ela diz. Ela é a única pessoa que conheço que não se intimida com o olhar ameaçador de Jonas. Esse olhar me mantém acovardada... Bem, certamente está acostumada.

— Quando você vai casar? Você definiu uma data? — Ela irradia para Joseph.

Ele balança a cabeça, sua exasperação palpável.

— Não faço ideia, e não, nós não temos. Demi e eu precisamos discutir tudo isso, — ele diz, irritado.

— Eu espero que você tenha um grande casamento, aqui, — ela irradia entusiasmo, ignorando seu tom cáustico.

— Nós provavelmente vamos voar para Las Vegas amanhã, — ele rosna para ela, e ele é recompensado com uma careta de Mia Jonas. Revirando os olhos, ele se vira para Elliot, que lhe dá o seu abraço de urso, o segundo em poucos dias.

— É isso aí, mano — Ele bate nas costas de Joseph.

A reação da sala é esmagadora, e em alguns minutos eu me encontro de volta ao lado de Joseph com o Dr. Flynn. Elena parece ter desaparecido e uma Gretchen mal-humorada recarrega as taças de champanhe. Ao lado do Dr. Flynn está uma mulher notável. Jovem, com longos cabelos escuros, quase pretos, repartidos e encantadores olhos castanhos.

— Joseph, — Flynn diz, estendendo a mão. Joseph sacode alegremente.

— John. Rhian. — Ele beija a mulher de cabelos escuros em sua bochecha.

Ela é pequena e bonita.

— Fico feliz que você ainda está com a gente, Joseph. Minha vida seria mais monótona e pobre sem você.

Joseph sorri.

— John! — Rhian Repreende, para grande diversão de Joseph.

— Rhian, esta é Demetria, minha noiva. Demi, esta é a esposa de John.

— É um prazer conhecer a mulher que, finalmente, conquistou o coração de Joseph. — Rhian sorri gentilmente para mim.

— Obrigada, — eu murmuro, envergonhada de novo.

— Essa foi uma mentira que rolou por lá, Joseph, — Dr. Flynn balança a cabeça em descrença divertida.

Joseph faz uma careta para ele.

— John, você e suas metáforas de críquete. — Rhian revira os olhos.
— Parabéns para vocês dois e feliz aniversário, Joseph. Que presente de aniversário maravilhoso. — Ela sorri para mim.

                Eu não tinha ideia que o Dr. Flynn estaria aqui, ou Elena. É um choque, e eu vasculho o meu cérebro para ver se tenho algo para lhe perguntar, mas uma festa de aniversário não parece ser o local apropriado para uma consulta psiquiátrica. Por alguns minutos, nós temos uma conversa fiada. Rhian é uma dona-de casa com dois meninos. Deduzo que ela é a razão por que o Dr. Flynn esteja nos EUA.

— Ela está bem, Joseph, respondendo bem ao tratamento. Outro par de semanas e podemos considerar um programa ambulatorial. — As vozes, do Dr. Flynn e Joseph, estão baixas, mas eu não posso ajudar ouvindo, rudemente me viro para Rhian.

— Então, está preparada para as datas e fraldas...

— Isso deve levar um tempo. — Eu coro, voltando minha atenção para Rhian, que ri docemente. Eu sei que Joseph e Flynn estão discutindo sobre Leila.

— Cumprimente ela por mim, — Joseph murmura.

— Então o que você faz, Demetria?

— Demi, por favor. Eu trabalho na indústria editorial.

               Joseph e Dr. Flynn reduzem suas vozes ainda mais, é tão frustrante. Mas eles param, quando estamos reunidos com as duas mulheres que eu não conhecia antes, Ros, e a ruiva cheia de vida que Joseph apresenta como sua parceira, Gwen. Ros é encantadora, eu logo descubro que vivem no Escala, quase em frente. Ela está cheia de elogios às habilidades de piloto de Joseph. Era sua primeira vez em Charlie Tango, e ela diz que não hesitaria em ir de novo. Ela é uma das poucas mulheres que eu conheci que não se encanta por ele... bem, a razão é óbvia. Gwen é risonha com senso de humor, e Joseph parece extraordinariamente à vontade com ambas. Ele conhece-as bem. Eles não discutem trabalho, mas posso dizer que Ros é uma mulher inteligente, que pode facilmente acompanhar ele. Ela também tem uma risada grande, gutural, de
muitos cigarros. Denise interrompe a nossa conversa para informar a todos, que o jantar está sendo servido no estilo buffet na cozinha Jonas. Lentamente, os convidados fazem o seu caminho em direção à parte de trás da casa. Mia cola em mim, no corredor. Em seu vestido rosa pálido estilo baby-doll, espumante e saltos assassinos, ela se eleva sobre mim como uma fada da árvore de Natal. Ela está segurando dois copos de coquetel.

— Demi, — ela sussurra conspirando. Olha para cima, para Joseph, que me libera com um olhar ‘boa sorte, ela é impossível de lidar’, e eu entro na sala de jantar com ela.

— Aqui, — ela diz maliciosamente.
—Este é um dos martinis especiais de limão do meu pai, muito mais agradável do que champanhe. — Ela me dá um copo e olha ansiosamente enquanto eu tomo um gole para provar.

— Hmm... delicioso. Mas forte. — O que ela quer? Ela está tentando me embebedar?

— Demi, eu preciso de alguns conselhos. E eu não posso perguntar a Lily, ela tem um julgamento sobre tudo. — Mia revira os olhos, em seguida, sorri para mim.
—Ela tem inveja de você. Acho que ela estava esperando que um dia ela e Joseph pudessem ficar juntos. — Mia começa a rir com o absurdo e eu rio também.

Isto é algo que terei de lidar por um longo tempo com as outras mulheres que querem o meu homem. Eu empurro o indesejável pensamento da minha cabeça e me distraio com o assunto em mãos. Eu tomo mais um gole do meu Martini.

— Vou tentar ajudar. Diga.

— Como você sabe, Ethan e eu nos conhecemos recentemente, graças a você. — Ela sorri para mim.

— Sim. — Onde diabos ela está indo com isso?

— Demi, ele não quer namorar comigo. — Ela fez beicinho.

— Oh. — Eu pisco para ela, surpresa, eu acho que, talvez ele só não queira isso com você.

— Olha, isso parece tudo errado. Ele não quer namorar porque sua irmã está saindo com meu irmão. Você sabe, ele pensa que é algum tipo de incesto. Mas eu sei que ele gosta de mim. O que posso fazer?

— Oh, eu vejo, — eu murmuro, tentando ganhar algum tempo. O que posso dizer?
— Você pode concordar em serem amigos e dar-lhe algum tempo? Quer dizer, você acabou de conhecê-lo.

Ela ergue a sobrancelha e eu coro.

— Olha, eu sei que realmente acabei de conhecê-lo, mas Joseph... — Eu faço uma carranca para ela, não sei o que quero dizer.

— Mia, isso é algo que você e Ethan terão que trabalhar juntos. Poderia tentar o caminho da amizade.

Mia sorri.

— Você aprendeu aquele olhar de Joseph.

Eu coro.

— Se você quer um conselho, pergunte a Miley. Ela pode ter alguma introspecção sobre como seu irmão se sente.

— Você acha? — Mia pergunta.

— Sim. — Eu sorrio encorajadora.

— Legal. Obrigada, Demi. — Ela me dá outro abraço e olha animadamente e de forma impressionante, dado os seus saltos altos, para a porta, sem dúvida, procurando por Miley. Eu tomo mais um gole do meu Martini, e estou prestes a segui-la, quando sou parada em meu caminho.

Elena voa para a sala, com o rosto tenso, cheio de raiva e determinação. Ela fecha a porta silenciosamente atrás dela e faz uma carranca para mim.

Oh droga.

— Demi, — ela zomba.

Conclamo todo o meu autocontrole, um pouco confusa, com dois copos, de champanhe e o coquetel letal, que eu carrego na minha mão. Eu acho que todo o sangue foi drenado do meu rosto, mas eu organizo tanto o meu subconsciente como a minha deusa interior, a fim de aparecer calma e serena, enquanto eu puder.

— Elena. — Minha voz é baixa, mas constante, apesar da minha boca seca.

Por que esta mulher me assusta tanto? E o que ela quer agora?

— Gostaria de oferecer-lhe meus sinceros parabéns, mas eu acho que seria inapropriado. — Seus penetrantes e frios olhos azuis olham friamente para os meus, cheio de ódio.

— Eu não necessito que me deseje suas felicitações, Elena. Estou surpresa e desapontada por vê-la aqui.

Ela arqueia uma sobrancelha. Acho que ela está impressionada.

— Eu não tinha pensado em você como uma adversária digna, Demetria. Mas você me surpreende a cada esquina.

—Eu não pensei em você de modo algum, — Eu minto, friamente. Joseph ficaria orgulhoso.
— Agora, se você me der licença, tenho coisas muito melhores
para fazer do que perder meu tempo com você.

— Não tão rápida senhorita, — ela sussurra, encostada na porta, bloqueando-a.
— Que diabos você pensa que está fazendo, consentindo em se casar com Joseph? Se você pensa por um minuto que você pode fazê-lo feliz, você está muito mal.

— O que eu estou consentindo com Joseph não é da sua conta. — Eu sorrio com doçura sarcástica. Ela me ignora.

— Ele tem necessidades, necessidades que você não pode sequer começar a satisfazer, — ela se alegra.

— O que você sabe de suas necessidades? — Eu rosno. Meu senso de indignação incendeia brilhante, queimando dentro de mim, quando a adrenalina surge através de meu corpo. Como ousa essa puta de merda pregar para mim?

— Você não é nada mais que uma doente molestadora de crianças, se dependesse de mim, eu a jogaria no sétimo círculo do inferno e iria embora sorrindo. Agora saia do meu caminho ou eu tenho que fazê-lo?

— Você está cometendo um grande erro aqui, senhora. 

— Ela balança um longo dedo fino, perfeitamente cuidado, para mim. — Como você se atreve a julgar o nosso estilo de vida? Você não sabe nada, e você não tem ideia de onde você está se metendo. E se você acha que ele vai ser feliz com uma pequena e tímida interesseira como você...
É isso aí! Eu jogo o resto do meu Martini de limão na cara dela, encharcando-a.




COMENTEM....

A DEMI JOGOU O MARTINI NA CARA DA ELENA KKKKKKKKKK
O que será que vai acontecer? dividi o último em 3 partes... Elena causandoooo, agora vocês já tem uma ideia do que a Denise vai fazer?
Comentários respondidos, espero que vocês estejam gostando... e até amanhã gatonas!
ps: nao me façam explicar sexo anal novamente kkk bjs

terça-feira, 30 de julho de 2013

Cap.21- 2ª temporada hot PENÚLTIMO

Joseph para do lado de fora da sala de jogos.

— Você tem certeza disso? — Ele pergunta, seu olhar está aquecido e ansioso.

— Sim, — eu sussurro, sorrindo timidamente para ele.

Seus olhos suavizam.

— Qualquer coisa que você não quer fazer?

Estou sem rumo com a sua pergunta inesperada, e minha mente fica sobrecarregada. Um pensamento me ocorre.

— Eu não quero que você tire fotos de mim.

Ele acalma, e sua expressão, assim como ele, endurece. Ele deixa a sua cabeça cair para um lado e me olha especulativamente. Oh merda. Eu acho que ele vai me perguntar o porquê, mas felizmente ele não faz.

— Ok, — ele murmura.

               Na sua testa há sulcos, quando ele abre a porta, então fica de lado para conduzir-me para o interior do quarto. Eu sinto seus olhos em mim, enquanto ele segue-me para dentro e fecha a porta. Colocando a caixa de presente na cômoda, ele pegou o iPod, abriu as portas de vidro fumê do suporte, colocou-o no lugar e ligou-o, as ondas de música começaram a sair das caixas de som nas paredes. Ele aperta alguns botões, e depois de um momento, o som de um trem do metrô ecoa dentro do quarto. Ele digita mais, até que a lenta batida eletrônica e hipnótica enche o ambiente. Uma mulher começa a cantar, eu não sei quem ela é, mas sua voz é suave e rouca e o ritmo é medido, deliberadamente... erótico. Oh meu Deus. É música para fazer amor. Joseph se vira para mim quando estou no meio da sala, meu coração dispara, meu sangue canta em minhas veias, pulsando, ou assim eu sinto, no compasso sedutor da música. Ele caminha casualmente até mim e pega no meu queixo para que eu não morda o meu lábio.


— O que você quer fazer, Demetria? — Ele murmura, plantando um beijo suave e casto no canto da minha boca, os dedos ainda segurando meu queixo.

— É o seu aniversário. O que você quiser, — eu sussurro. Ele traça o polegar ao longo do meu lábio inferior, com a testa enrugada, mais uma vez.

— Estamos aqui porque você acha que eu quero estar aqui? — Suas palavras são mansas, mas ele me observa atentamente.

— Não, — eu sussurro.
— Eu quero estar aqui também.

Seu olhar escurece, crescendo mais ousado, enquanto ele avalia a minha resposta. Depois do que parece uma eternidade, ele fala.

— Oh, há tantas possibilidades, Srta. Lovato. — Sua voz é baixa, animada.

—Mas vamos começar com você ficando nua. — Ele puxa o cinto do meu roupão para que ele caia, revelando a minha camisola de seda e, em seguida recua e senta-se calmamente no braço do sofá Chesterfield.

— Tire a roupa. Lentamente. — Ele me dá um olhar sensual, desafiador.

               Eu engulo compulsivamente, pressionando minhas coxas juntas. Eu já estou úmida entre minhas pernas. Minha deusa interior está despida e em pé na fila, pronta e esperando, me implorando para jogar. Eu puxo o manto longe de meus ombros, com meus olhos nunca deixando os dele, dou de ombros, deixando cair ao chão. Com fascinação quente nos olhos cinza, ele corre o dedo indicador sobre os lábios, enquanto olha para mim. Deslizando as alças finas da minha camisola pelos meus ombros, eu olho para ele por um momento, em seguida, libero-a. Minha camisola ondula suavemente pelo meu corpo e cai aos meus pés. Estou nua, e praticamente ofegante e oh, tão pronta. Joseph faz uma pausa por um momento, e fico maravilhada com a apreciação francamente carnal em sua expressão. Ele levanta, faz o seu caminho para a caixa e pega a sua gravata cinza prata, a minha favorita. Ele puxa-a por entre os dedos, enquanto se vira e caminha casualmente para mim, com um sorriso brincando em seus lábios. Quando ele está na minha frente, eu espero que ele peça as minhas mãos, mas ele não faz.

— Eu acho que você está mal vestida, Srta. Lovato, — ele murmura.

               Ele coloca a gravata em volta do meu pescoço, e, lentamente, mas habilmente amarra, no que eu suponho, é um nó Windsor. Quando ele aperta o nó, escova os dedos na base da minha garganta e dispara eletricidade através de mim, me fazendo suspirar. Ele deixa a parte mais larga da gravata longa, longa o suficiente para que a ponta encosta em meus pelos pubianos.

— Você parece bem poderosa agora, Srta. Lovato, — ele diz e se inclina para me beijar suavemente nos lábios. É um beijo rápido, e eu quero mais, o desejo enrosca desenfreadamente pelo meu corpo.

— O que faremos com você agora? — ele diz, e depois pega a gravata, puxa bruscamente, assim eu sou forçada para frente em seus braços.

                Suas mãos mergulham no meu cabelo e puxam minha cabeça para trás, e realmente me beija, duro, sua língua é implacável e impiedosa. Uma de suas mãos anda solta pelas minhas costas e para o meu traseiro. Quando ele se afasta, ele está ofegante e olhando para mim, com seus olhos cinzentos fundidos, e eu sou deixada querendo, ofegante, meu juízo completamente disperso. Tenho certeza que meus lábios estarão inchados após o seu ataque sensual.

— Vire-se, — ele ordena suavemente e eu obedeço. Puxando meu cabelo livre da gravata, ele rapidamente o trança e amarra. Ele puxa a trança, por isso a minha cabeça se inclina para cima.

— Você tem o cabelo bonito, Demetria, — ele sussurra e beija minha garganta, provocando arrepios, subindo e descendo pela minha espinha.

— Você apenas tem que dizer pare. Você sabe disso, não é? — Ele sussurra contra minha garganta.

Concordo com a cabeça, com os olhos fechados e saboreio seus lábios em mim. Ele me vira mais uma vez e pega o final da gravata.

— Venha, — ele diz, puxando delicadamente, levando-me até a caixa, onde o resto do conteúdo estava em exibição.

— Demetria, esses objetos. — Ele levanta o plugue anal.


— Este é um tamanho muito grande. Com um ânus virgem, você não quer começar com isso. Queremos começar com isso. — Ele levanta o dedo mindinho, e me engasgo, chocada. Dedos... lá? Ele sorri para mim, e o pensamento desagradável do punho anal, mencionado no contrato, me veio à mente.

— Só o dedo, um só, — ele diz baixinho com aquela estranha habilidade que ele tem de ler a minha mente. Meus olhos dardejam os seus. Como ele faz isso?

— Esses grampos são viciosos. — Ele pega os grampos de mamilos.
— Vamos utilizá-los. — Ele coloca um diferente par de pinças no peito.

Eles se parecem com gigantescos grampos pretos, com pequenas jóias penduradas.

— Eles são ajustáveis, — Joseph sopra, sua voz misturada com preocupação gentil.

               Eu pisco para ele, com olhos arregalados. Joseph, meu mentor sexual. Ele sabe muito mais sobre tudo isso do que eu. Eu nunca vou alcançá-lo. Eu franzo a testa. Ele sabe mais do que eu sobre muitas coisas... Exceto cozinhar.

— Certo? — ele pergunta.

— Sim, — eu sussurro e minha boca seca.
—Você vai me dizer o que você pretende fazer?

— Não. Vou fazer isso conforme vamos indo. Esta não é uma cena, Demi.

— Como devo me comportar?

Sua testa aperta.

— Do jeito que você quiser.

Oh!

— Você estava esperando o meu alter ego, Demetria? — Ele pergunta, com seu tom de zombaria e vagamente confuso, ao mesmo tempo. Eu pisco para ele.

— Bem, sim. Eu gosto dele, — eu murmuro. Ele sorri, seu sorriso privado e corre o dedo na minha bochecha.

— Sabe, — ele respira e corre o dedo no meu lábio inferior.
— Eu sou o seu amante, Demetria, não o seu Dominador. Gosto de ouvir o seu riso, seu riso de menina. Eu gosto de você relaxada e feliz, como você estava nas fotos de José. Essa é a menina que caiu no meu escritório. Essa é a garota por quem me apaixonei.

Santo Deus. Minha boca cai, é uma recepção de flores que aquece o meu coração. É alegria, pura alegria.

— Mas tendo dito tudo isso, eu também gosto de fazer coisas rudes com você, Srta. Lovato, e o meu alter ego conhece um truque ou dois. Então, faça como eu disse e se vire. — Seus olhos brilham perversamente, e a alegria se move bruscamente para o sul, agarrando-me com força e apertando cada tendão abaixo da minha cintura.

Faço o que me disse. Atrás de mim, ele abre uma das gavetas e um momento depois, ele está diante de mim novamente.

— Venha, — ele ordena e me puxa pela gravata, levando-me para a mesa.

                À medida que caminhamos, passando pelo sofá, vejo pela primeira vez que todos os bastões haviam desaparecido. Isso me confunde. Estavam lá ontem, quando eu entrei? Eu não me lembro. Será que Joseph tirou-os? A Sra. Jones? Joseph interrompe minha linha de pensamento.

— Eu quero que você se ajoelhe em cima disso, — ele diz, quando estamos em cima da mesa.

              Ah, ok. O que ele tem em mente? Minha deusa interior não pode esperar para descobrir, ela já pulou em cima da mesa e está olhando para ele com adoração. Ele gentilmente me ergue sobre a mesa, e eu dobro as pernas debaixo de mim e me ajoelho na frente dele, surpresa com a minha própria graça. Agora estamos olhos nos olhos. Ele passa as mãos pelas minhas coxas, agarra meus joelhos, puxa minhas pernas e ergue-se diante de mim. Ele parece muito sério, com os olhos escuros, semiabertos... lascivos.


— Braços atrás das costas. Vou algemar você.

               Ele pega um par de algemas de couro do bolso de trás e se aproxima de mim. É isso. Aonde ele vai me levar desta vez? Sua proximidade é inebriante. Este homem vai ser meu marido. Alguém pode cobiçar um marido assim? Eu não me lembro de ter lido sobre isso em qualquer lugar. Eu não posso resistir a ele, e eu corro os meus lábios entreabertos ao longo de sua mandíbula, sentindo a barba por fazer, uma combinação estonteante, espinhosa e macia, sob a minha língua. Ele acalma e fecha os olhos. Sua respiração vacila e ele puxa para trás.

— Pare. Ou isso vai ser muito mais rápido do que qualquer um de nós quer, — ele adverte. Por um momento, acho que ele pode estar com raiva, mas depois ele sorri, e seus olhos estão aquecidos com a diversão.

— Você é irresistível, — Eu amuo.

— Eu sou agora? — ele diz secamente.

Concordo com a cabeça.

— Bem, não me distraia, ou eu vou amordaçá-la.

— Eu gosto de distraí-lo, — eu sussurro, olhando teimosamente para ele, e ele levanta a sua sobrancelha para mim.

— Ou espancá-la.

              Oh! Eu tento esconder meu sorriso. Houve um tempo, não muito tempo atrás, em que eu teria sido subjugada por esta ameaça. Eu nunca teria tido a coragem de beijá-lo, espontaneamente, enquanto ele estivesse nessa sala. Percebo agora, eu já não sou intimidada por ele. É uma revelação. Sorrio maliciosamente, e ele sorri para mim.

— Comporte-se, — ele rosna e vai para atrás, olhando para mim e coloca as algemas de couro em meus pulsos. E a advertência está lá, implícita em suas ações. Eu tento ficar contrita e acho que fui bem sucedida. Ele se aproxima de mim novamente.

— Assim está melhor, — ele respira e inclina-se para atrás de mim, mais uma vez com as algemas.

               Eu resisto em tocá-lo, mas inalo o glorioso perfume de Joseph, ainda fresco do chuveiro da noite passada. Hmm... Eu deveria engarrafar isso. Eu espero que ele algeme os meus pulsos, mas ele coloca cada algema acima dos meus cotovelos. Isso me faz arquear as costas, empurrando meus seios para frente, apesar de meus cotovelos não estarem de maneira nenhuma juntos. Quando termina, ele faz a volta para me admirar.

— Sente-se bem? — Ele pergunta.

Não é a mais confortável das posições, mas eu estou tão ligada na antecipação, para ver aonde ele vai com isso que aceno brevemente, enfraquecida pela necessidade.

— Bem. — Ele puxa a máscara do bolso de trás.
— Eu acho que você já viu o suficiente agora, — ele murmura.

               Ele desliza a máscara sobre a minha cabeça, cobrindo meus olhos. Minha respiração para. Uau. Por que eu não ser capaz de ver é tão erótico? Eu estou aqui, amarrada e ajoelhada sobre uma mesa, esperando, a doce e quente antecipação que pesa no fundo da minha barriga. Eu ainda posso ouvir, porém, o ritmo melódico e constante da musica continua. Ela ressoa através do meu corpo. Eu não tinha notado antes. Ele deve tê-la repetido. Joseph caminhou para longe. O que ele está fazendo? Ele se move novamente e abre uma gaveta, em seguida, fecha-a novamente. Um momento depois, ele está de volta, e eu o sinto na minha frente. Há um pungente e rico cheiro almiscarado no ar. É delicioso, quase de dar água na boca.

— Eu não quero estragar a minha gravata favorita, — ele murmura. Ele lentamente a desamarra e a retira.

                Eu inalo drasticamente à medida que a ponta da gravata viaja pelo meu corpo, me fazendo cócegas em seu rastro. Arruinar sua gravata? Eu escuto intensamente, para determinar o que ele vai fazer. Ele está esfregando as mãos. Os dedos, de repente, escovam sobre meu rosto, até a minha mandíbula e depois para o meu queixo. Meu corpo salta a atenção para o seu toque e um arrepio delicioso passa por mim. Sua mão flexiona sobre o meu pescoço, derrama um óleo com cheiro doce na mão e desliza suavemente pela minha garganta, através da minha clavícula, e até meu ombro, com os dedos massageando suavemente. Oh, eu estou recebendo uma massagem. Não é o que eu esperava. Ele coloca uma mão no meu ombro e a outra começa uma viagem de provocação lenta em toda a minha clavícula. Eu gemo baixinho enquanto ele faz o seu caminho em direção aos meus seios, cada vez mais doloridos, ansiando pelo seu toque. É tentador. Eu arqueio o meu corpo ainda mais para o seu toque hábil, mas suas mãos deslizam para os meus lados, lentas, medidas, no tempo da batida da música, e cuidadosamente evitam os meus seios. Eu gemo, mas eu não sei se é de prazer ou frustração.

— Você é tão linda, Demi, — ele murmura, sua voz é baixa e rouca, sua boca está junto ao meu ouvido.

               Seu nariz segue ao longo da minha mandíbula, enquanto ele continua a me massagear, embaixo dos meus seios, em toda a minha barriga, para baixo... Ele beija fugazmente em meus lábios, então ele corre o nariz no meu pescoço, minha garganta. Caramba, eu estou em chamas... sua proximidade, suas mãos, suas palavras.

— E logo você vai ser minha mulher, para ter e manter, — ele sussurra.

Oh meu Deus.

— Para amar e cuidar.

Caramba.

— Com meu corpo, vou te adorar.

Eu jogo a minha cabeça para trás e gemo. Seus dedos atravessam os meus pêlos pubianos, por cima do meu sexo, e ele esfrega a palma de sua mão contra o meu clitóris.

— Sra. Jonas, — ele sussurra, enquanto a palma da mão esfrega contra mim.

Eu gemo.

— Sim, — ele respira, e a palma da mão continua a me provocar.
— Abra sua boca.

Minha boca já está aberta, estou ofegante. Abro mais, e ele escorrega um objeto grande de metal frio entre meus lábios. Com a forma de chupeta de bebê gigante, ele tem pequenos riscos ou esculturas, e posso sentir uma corrente no final. É grande.

— Chupe, — ele comanda suavemente.
—Eu vou colocar isso dentro de você.

Dentro de mim? Dentro de mim onde? Meu coração cambaleia em minha boca.

— Chupe, — ele repete e detém a palma de sua mão.

Não. Não pare, quero gritar, mas minha boca está cheia. Suas mãos untadas deslizam para trás, no meu corpo e, finalmente, pelos meus seios negligenciados.

— Não pare de chupar.

Delicadamente, ele rola meus mamilos entre os polegares e indicadores, e eles endurecem e alongam sob o seu toque especialista, enviando ondas sinápticas de prazer por todo o caminho para a minha virilha.

— Você tem belos seios, Demi, — ele murmura e meus mamilos endurecem ainda mais, como resposta.

Ele murmura a sua aprovação e eu gemo. Seus lábios se movem para baixo do meu pescoço, para o seio, dando mordidas suaves, sugando mais e mais para baixo, em direção ao meu mamilo, e de repente eu sinto o aperto do grampo.

— Ah! — Eu deturpo meu gemido através do dispositivo na minha boca.

Santa Mãe, o sentimento é requintado, cru, doloroso, prazeroso... oh, o aperto. Gentilmente, ele lava o mamilo com a língua e enquanto faz isso, ele aplica o outro grampo. A mordida do segundo grampo é igualmente dura... mas tão bom. Eu gemo alto.

— Sinta-o, — ele sussurra.

Oh, eu sinto. Eu sinto. Eu sinto.

— Dê-me isso. — Ele puxa suavemente a chupeta de metal da minha boca, eu o libero.

Suas mãos trilham mais uma vez pelo meu corpo, em direção ao meu sexo. Ele lubrificada novamente as suas mãos. Elas deslizam em torno de me traseiro. Eu suspiro. O que ele vai fazer? Eu estou tensa, de joelhos, enquanto ele passa os dedos entre minhas nádegas.

— Calma, devagar, — ele respira perto da minha orelha e beija meu pescoço, enquanto seus dedos atacam-me e provocam-me.

O que ele vai fazer? Sua outra mão desliza para baixo da minha barriga para o meu sexo, manipula-me mais uma vez. Ele facilita os dedos dentro de mim, e eu gemo alto, agradecida.

— Eu vou colocar isso dentro de você, — ele murmura.
— Não aqui. — Seus dedos trilham entre minhas nádegas, o óleo se espalha.
— Mas aqui. — Ele move os dedos de volta, dentro e fora, acertando a parede da frente da minha vagina.

Eu lamento e meus mamilos retidos incham.

— Ah.

— Calma agora. — Joseph remove os dedos e desliza o objeto para dentro de mim. Ele acaricia o meu rosto e me beija, sua boca invadindo a minha, eu ouço um clique muito fraco. Instantaneamente, o objeto dentro de mim começa a vibrar, lá embaixo! Eu suspiro. A sensação é extraordinária, além de qualquer coisa que eu já senti antes.

— Ah!

— Calma, — Joseph me acalma, sufocando meus suspiros com sua boca.

Suas mãos se movem para baixo e puxam delicadamente sobre os grampos. Eu grito bem alto.

— Joseph, por favor!

— Calma, querida. Aproveite.

Isso é demais, é uma super estimulação, em todos os lugares. Meu corpo começa a subir, e de joelhos, eu sou incapaz de controlar o acúmulo. Oh meu Deus... Serei capaz de lidar com isso?

— Boa menina, — ele acalma.

— Joseph, — eu clamo, soando desesperada, mesmo para os meus próprios ouvidos.

— Calma, sinta isso, Demi. Não tenha medo. — Suas mãos estão agora em minha cintura, me segurando, mas não consigo me concentrar em suas mãos, no que está dentro de mim e nas pinças, também. Meu corpo está construindo, construindo para uma explosão, com as vibrações incessantes e a doce tortura em meus mamilos. Inferno. Vai ser muito intenso. Suas mãos se deslocam de meus quadris, abaixo e ao redor, lisas e oleadas, tocam, sentem, amassam minha pele, amassando o meu traseiro.

— Tão bela, — ele murmura e de repente, ele gentilmente empurra um dedo oleado dentro de mim... lá! Em meu traseiro. Porra. Parece estranho, cheio, proibido... mas oh... tão... bom. E ele se move lentamente, facilitando a entrada e saída, enquanto seus dentes passam pelo meu queixo erguido.

— Tão bonita, Demi.

                Eu estou suspensa no alto, no alto de uma ravina, ampla e larga, eu estou subindo e depois caindo vertiginosamente, ao mesmo tempo, mergulhando para a Terra. Eu não posso esperar mais, eu grito enquanto as convulsões sacodem o meu corpo e o clímax tem uma plenitude avassaladora. Quando o meu corpo explode, eu não sou nada, apenas sensação, em todos os lugares. Joseph tira uma e depois a outra pinça, fazendo com que meus mamilos cantem como uma onda doce, um doce sentimento doloroso, mas é, oh, tão bom e me fez gozar. Seu dedo fica onde está, suavemente indo para dentro e para fora.

— Argh! — Eu gemo, Joseph envolve-se em torno de mim, me segurando, enquanto meu corpo continua a pulsar sem dó.

— Não! — Eu grito novamente, implorando, e desta vez ele puxa o vibrador de dentro de mim, e seu dedo também, enquanto meu corpo continua a convulsionar.

              Ele desamarra uma das algemas, para que meus braços caiam para frente. Minha cabeça cai em seu ombro, e eu estou perdida, perdida em todas essas sensações esmagadoras. Minha respiração está aos arrancos, exausta, desejo o doce e bem-vindo esquecimento. Vagamente, fico ciente de que Joseph me levanta, me leva para a cama e me coloca sobre os frescos lençóis de cetim. Depois de um momento, suas mãos, ainda lubrificadas, esfregam suavemente as costas das minhas coxas, meus joelhos, minhas panturrilhas e os meus ombros. Eu sinto movimento na cama, quando ele se estende ao meu lado. Ele puxa a máscara, mas não tenho a energia para abrir os olhos. Encontrando a minha trança, ele desfaz o laço do cabelo e se inclina para frente, beijando-me suavemente nos lábios. Só a minha respiração irregular perturba o silêncio na sala, estabilizando conforme eu flutuava suavemente de volta a Terra. A música parou.

— Tão bela, — ele murmura.

Quando consigo abrir os olhos, ele está olhando para mim, sorrindo suavemente.

— Oi, — ele diz. Eu consigo um grunhido em resposta, e seu sorriso se amplia.
— Suficientemente rude para você?

Concordo com a cabeça e dou-lhe um sorriso relutante. Caramba, mais rude que isso, eu não aguentaria.

— Eu acho que você está tentando me matar, — eu murmuro.

— Morte por orgasmo. — Ele sorriu.
— Há maneiras piores de morrer, — ele diz, mas depois faz uma careta, como se um pensamento desagradável tivesse atravessado a sua mente. Aborrece-me. Eu me aproximo e acaricio o seu rosto.

— Você pode me matar dessa forma a qualquer momento, — eu sussurro.

Percebo que ele está gloriosamente nu e pronto para a ação. Quando ele pega a minha mão e beija os meus dedos, eu me inclino e capturo o seu rosto entre as mãos e puxo a sua boca para a minha. Ele beija-me brevemente, depois para.

— Isto é o que eu quero fazer, — ele murmura e pega o controle remoto que estava embaixo do travesseiro. Ele aperta um botão e uma música suave de guitarra ecoa nas paredes.


— Eu quero fazer amor com você, — ele diz olhando para mim, seus olhos cinzentos ardendo com sinceridade, brilhando de amor. Suavemente, no fundo, uma voz familiar começa a cantar “A primeira vez que vi seu rosto”. E os seus lábios encontraram os meus.

              Enquanto eu aperto em torno dele, encontro a minha liberação, mais uma vez, Joseph se desenrola em meus braços, com a cabeça jogada para trás, enquanto ele chama pelo meu nome. Aperta-me fortemente contra o peito enquanto nos sentamos cara a cara no meio da cama enorme, eu montada nele. E neste momento, este momento de alegria, com este homem, esta música, a intensidade da minha experiência nesta manhã aqui com ele e tudo o que ocorreu durante a semana passada, me inunda de novo, não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Estou completamente subjugada com todos esses sentimentos. Estou tão profundamente, profundamente apaixonada por ele. Pela primeira vez eu tenho um vislumbre de entendimento sobre a forma como ele se sente sobre a minha segurança. Recordando a sua estreita ligação com o Charlie Tango ontem, eu estremeço só de pensar e encho os meus olhos de lágrimas. Se alguma coisa acontecesse com ele, eu o amo tanto. Minhas lágrimas caem pelo meu rosto. São tantos lados de Joseph, sua doce, áspera e gentil personalidade, seu lado rude e dominante de “eu posso foder você como quiser e você vai chegar como um trem”, suas cinquentas sombras, todo ele. Todo espetacular. Todos meus. E estou ciente de que não o conheço bem, e temos uma montanha de problemas para superar, mas sei, que nos dois, o superaremos, nós teremos uma vida inteira para fazê-lo.

— Ei, — ele respira, apertando minha cabeça entre as mãos, olhando para mim. Ele ainda está dentro de mim.

— Por que você está chorando? — Sua voz está cheia de preocupação.

— Porque eu te amo tanto, — eu sussurro. Ele meio que fecha os olhos como se drogado, absorvendo minhas palavras. Quando ele abre novamente, eles brilham com o seu amor.

— E eu a você, Demi. Você me faz... inteiro. — Ele me beija suavemente enquanto Roberta Flack termina a sua canção.

Nós falamos, falamos e falamos, sentados juntos na cama no quarto de jogo, eu estou em seu colo, nossas pernas entrelaçada uma nas outras. O lençol de cetim vermelho está enrolado em torno de nós como um casulo, eu não tenho ideia de quanto tempo se passou. Joseph está rindo de minha imitação de Miley durante a sessão de fotos no Heathman.

— E pensar que poderia ter sido ela quem viria me entrevistar. Agradeço ao Senhor por um resfriado comum, — ele murmura e beija o meu nariz.

— Eu acredito que ela teve gripe, Joseph, — Eu repreendo-o, arrastando os dedos ociosamente pelos cabelos no seu peito e maravilhada por ele tolerar isso muito bem.

— Todos os bastões se foram, — eu murmuro, recordando minha distração de mais cedo. Ele enfia o meu cabelo atrás da minha orelha, pela enésima vez.

— Eu não acho que você jamais vá passar por esse limite rígido.

— Não, eu não acho que vou, — eu sussurro com os olhos arregalados, então me encontro olhando por cima dele, para os chicotes, pás e flagelos que revestem a parede oposta. Ele segue o meu olhar.

— Você quer que eu me livre deles, também? — Ele se diverte, mas é sincero.

Não o chicote com cabo... o marrom. Ou aquele açoite de camurça, você sabe. — Eu coro.

Ele sorri para mim.

— Ok, o chicote e o açoite. Srta. Lovato, você está cheia de surpresas.

— Assim como você, Sr. Jonas. É uma das coisas que eu amo sobre você. — Eu beijo-o suavemente no canto da boca.

— O que mais você gosta de mim? — Ele pergunta e seus olhos se arregalaram.

Eu sei que é um grande negócio, para ele fazer esta pergunta. Isso me humilha e eu pisco para ele. Eu amo tudo sobre ele, mesmo os seus Cinquenta Tons. Eu sei que a vida com Joseph nunca vai ser chata.

— Isso. — Meu dedo indicador passa pelos seus lábios.
— Eu a amo, e o que sai daí também, o que você faz comigo com ela. E o que está aqui. — Eu acaricio a sua têmpora.

— Você é tão esperto, inteligente e experiente, competente em tantas coisas. Mas acima de tudo, eu amo o que está aqui. — Eu pressiono minha mão suavemente contra o seu peito, sentindo o seu coração, batendo firme.

— Você é o homem mais compassivo que eu conheço. O que você faz. Como você trabalha. É inspirador, — eu sussurro.

— Inspirador? — Ele está confuso, mas há um traço de humor no seu rosto. Então seu rosto se transforma, e seu sorriso tímido aparece quando ele está envergonhado, e quero me lançar sobre ele. Então eu faço.

Eu estou cochilando, embrulhada em cetim e Jonas. Joseph aconchega-se me deixando acordada.

— Fome? — Ele sussurra

— Hmm, faminta.

— Eu também.

Eu me inclino para olhar para ele deitado na cama.

— É seu aniversário, Sr. Jonas. Vou cozinhar alguma coisa. O que você gostaria?

— Surpreenda-me. — Ele passa a mão nas minhas costas, acariciando-me suavemente.

— Eu deveria verificar meu Blackberry para ver todas as mensagens que eu perdi ontem. — Ele suspira e começa a sentar, e eu sei que este momento especial é mais... por agora.

— Vamos para o chuveiro, — ele diz.

Quem sou eu para recusar algo no aniversário do menino?


              Joseph está em seu estúdio, no telefone. Taylor está com ele, olhando sério, mas descontraído, de jeans e uma camiseta preta apertada. Eu me ocupo na cozinha, fazendo o almoço. Eu encontrei postas de salmão na geladeira, e eu estou caçando algum limão, fazendo uma salada, e fervendo algumas batatinhas. Sinto-me extraordinariamente relaxada e feliz, no topo do mundo, literalmente. Voltando-me para a grande janela, eu olho para o céu azul glorioso. Tudo que fala... tudo é sexy... hmm. Uma garota poderia se acostumar com isso. Taylor emerge do estúdio, interrompendo o meu devaneio. Eu desligo o meu iPod e tiro os fones do ouvido.

— Oi, Taylor.

— Demi. — Ele acena com a cabeça.

— Sua filha está bem?

— Sim, obrigado. Minha ex-esposa disse que ela tinha apendicite, mas ela estava exagerando, como de costume. — Taylor revira os olhos, surpreendendo-me.

— Sophie está bem, mas ela tem um problema estomacal desagradável.

— Sinto muito.

Ele sorri.

— Será que Charlie Tango foi localizado?

— Sim. A equipe de recuperação está a caminho. Ela deve estar de volta a Boeing Field mais tarde, essa noite.

— Ah, bom.

Ele me dá um sorriso apertado.

— Será que é tudo, senhora?

— Sim, sim, claro. — Eu coro... eu nunca irei me acostumar com Taylor chamando-me de senhora? Faz-me sentir tão velha, pelo menos 30. Ele acena com a cabeça e vai para fora da sala grande. Joseph ainda está no telefone. Estou esperando as batatas cozinharem. Isso me dá uma ideia.

Buscando minha bolsa, eu pego o meu Blackberry. Há uma mensagem de Miley.

*Te vejo esta noite. Ansiosa para um loooooongo bate papo*

Eu escrevo de volta.

*Digo o mesmo*


Vai ser bom conversar com Miley. Ligo o programa de e-mail, eu digito uma mensagem rápida para Joseph.




De: Demetria Lovato
Assunto: Almoço
Para: Joseph Jonas
Caro Sr. Jonas
Estou mandando este e-mail para informar que o almoço está quase pronto.
E que tive um sexo pervertido alucinante essa manhã.
Sexo pervertido de aniversário deveria ser recomendado.
E outra coisa, eu amo você.
D x
(Sua noiva)

Eu ouço com atenção para uma reação, mas ele ainda está no telefone. Eu dou de ombros. Talvez ele esteja muito ocupado. Meu Blackberry vibra.






De: Joseph Jonas
Assunto: Trepador Excêntrico
Para: Demetria Lovato
Que aspecto foi mais alucinante?
Estou tomando notas.
Joseph Jonas , Faminto e Exausto, Depois dos Esforços Matutinos CEO, Jonas Participações e Empreendimentos Inc.
PS: Eu amo sua assinatura
Ps 2: O que aconteceu com a arte da conversação?



De: Demetria Lovato
Assunto: Faminto?
Para: Joseph Jonas
Caro Sr. Jonas
Posso chamar a sua atenção para a primeira linha do meu e-mail anterior, informando que o almoço está, de verdade, quase pronto... de modo nenhum vai ficar faminto e exausto. Com relação aos aspectos alucinantes do seu sexo excêntrico... francamente: foi Tudo. Eu estaria interessada em ler as suas notas. E eu gosto da minha assinatura entre parênteses, também.
D x
(sua noiva)
PS: Desde quando você foi tão loquaz? E você está no telefone!



Eu pressiono enviar e olho para cima, ele está em pé na minha frente, sorrindo. Antes que eu possa dizer qualquer coisa, ele circunda em torno da ilha da cozinha, varre-me em seus braços e me beija profundamente.

— Isso é tudo, Srta. Lovato, — ele diz, liberando-me, e ele caminha, de jeans, pés descalços e camisa branca para fora da calça, de volta para seu escritório, deixando-me sem fôlego.


                    Eu fiz uma salada de agrião e coentro, temperada com creme de leite, para acompanhar o salmão, e eu sirvo no balcão de café da manhã. Eu odeio interrompê-lo quando ele está trabalhando, mas agora eu estou na porta de seu escritório. Ele ainda está no telefone, com os cabelos completamente fodidos e brilhantes olhos cinzentos, um banquete visual nutritivo. Ele olha para cima, então ele me vê e não tira os olhos de mim. Ele franze um pouco, e eu não sei se é comigo ou por causa de sua conversa.

— Apenas os deixe em paz, e os deixem sozinho. Você entende, Mia? — Ele sussurra e revira os olhos.
— Bom.

Eu faço mímica de comer, e ele sorri para mim e acena.

— Eu te vejo mais tarde. — Ele desliga.
— Mais uma chamada? — Ele pergunta.

— Claro.

— Esse vestido é muito curto, — ele acrescenta.

— Você gostou? — Eu lhe dou um giro rápido. É uma das compras de Caroline Acton. Um macio vestido de verão azul-turquesa, provavelmente mais adequado para a praia, mas é um dia tão bonito em tantos níveis. Ele franze a testa e meu rosto cai.

— Você parece fantástica nele, Demi. Eu só não quero que ninguém mais a veja assim.


— Oh! — Eu faço uma careta para ele.
— Estamos em casa, Joseph. Não tem ninguém, só o pessoal.

Sua boca torce, e tanto, que ele deve estar tentando esconder a sua diversão ou ele realmente não acha que isso é engraçado. Mas, eventualmente, ele balança a cabeça, tranquilizado. Sacudo a cabeça, ele realmente está falando sério? Eu volto para a cozinha. Cinco minutos depois, ele está de volta na minha frente, segurando o telefone.

— Ray quer falar com você, — ele murmura, seus olhos estão desconfiados.

Todo o ar sai do meu corpo ao mesmo tempo. Tomo o telefone e cubro o bocal.

— Você disse a ele! — Eu murmuro. Joseph acena com a cabeça, e seus olhos estão arregalados, com uma aparência evidente de angústia.

Merda! Eu respiro fundo.

— Oi, pai.

— Joseph acaba de me perguntar se ele pode se casar com você, — Ray diz.

Oh Merda. O silêncio se estende entre nós, enquanto eu desesperadamente penso no que dizer. Ray, como de costume permanece em silêncio, não me dando nenhuma pista sobre a sua reação a esta notícia.

— O que você disse? — Eu digo primeiro.

— Eu disse que queria falar com você. É meio de repente, você não acha, Dems? Você não o conhece muito. Quero dizer, ele é um cara legal, sabe tudo de pesca... mas tão cedo? — Sua voz é calma e comedida.

— Sim. É repentino... um minuto. — Apressadamente, eu deixo a área da cozinha, longe do olhar ansioso de Joseph e sigo em direção a janela grande. As portas da varanda estão abertas, eu saio para a luz do sol. Eu não consigo caminhar até a borda. É muito alto.

— Eu sei que é repentino e tudo, mas... bem, eu o amo. Ele me ama. Ele quer casar comigo e não vai haver ninguém mais para mim. — Eu coro pensando que esta é provavelmente a conversa mais íntima que já tive com o meu padrasto.

Ray está silencioso na outra extremidade do telefone.

— Você disse a sua mãe?

— Não.

— Dems... Eu sei que ele é um tipo rico e elegível, mas casamento? É um passo tão grande. Você tem certeza?

— Ele é o meu ‘felizes para sempre’, — eu sussurro.

— Uau. — Ray diz depois de um momento, seu tom mais suave.

— Ele é tudo.


— Dems, Dems, Dems. Você é uma jovem mulher tão obstinada. Peço a Deus, que você saiba o que você está fazendo. Passa-me de volta para ele, tá?

— Claro, pai, você vai entrar comigo no casamento? — Peço suavemente.

— Oh, querida. — Sua voz está rachando, e ele está quieto por alguns momentos, a emoção em sua voz traz lágrimas aos meus olhos.

— Nada me daria mais prazer, — ele diz finalmente.

Oh, Ray. Eu te amo tanto... Eu engulo, para não chorar.

— Obrigada, papai. Vou entregar de volta para o Joseph. Seja gentil com ele. Eu te amo, — eu sussurro.

Acho que Ray está sorrindo do outro lado da linha, mas é difícil dizer. É sempre difícil dizer quando se trata de Ray.

— Com certeza, Dems. E venha visitar esse velho e traga esse Joseph com você.

Eu marcho de volta para a sala, chateada com Joseph por não me avisar e entrego-lhe o telefone, minha expressão deixa-o saber o quão chateada eu estou. Ele está alegre quando pega o telefone e volta para o seu estudo. Dois minutos depois, ele reaparece.

— Eu tenho a bênção um pouco relutante de seu padrasto, — ele diz com orgulho, de fato, tão orgulhosamente, que me faz rir e ele sorri para mim. Ele está agindo como se ele estivesse apenas negociando uma grande fusão ou aquisição nova, que, eu suponho, que em um nível, ele tem.

— Porra, você é uma boa cozinheira, mulher. — Joseph engole seu último bocado e levanta seu copo de vinho branco para mim. Eu floresço com o seu elogio, e me ocorre que vou começar a cozinhar para ele nos fins de semana. Eu franzo a testa. Gosto de cozinhar. Talvez eu devesse ter feito um bolo para o aniversário dele. Eu verifico o meu relógio. Eu ainda tenho tempo.

— Demi? — Ele interrompe meus pensamentos.
— Por que você me pediu para não tirar sua foto? — Sua pergunta me surpreende ainda mais, porque sua voz é incrivelmente suave.

Oh... merda. As fotos. Olho para o meu prato vazio, torcendo os dedos no meu colo. O que posso dizer? Eu prometi a mim mesma não mencionar que eu tinha encontrado a sua versão de ‘Esposas dos Leitores’.

— Demi, — ele pressionou.
— O que foi? — Ele me faz saltar, sua voz comanda-me a olhar para ele. Quando eu acho que ele não me intimida?

— Eu achei as suas fotos, — eu sussurro.

Seus olhos se arregalaram em choque.

— Você já esteve no cofre? — ele pergunta, incrédulo.

— Cofre? Não. Eu nem sabia que você tinha um cofre.

Ele franze a testa.

— Eu não entendo.

— Em seu armário. A caixa. Eu estava procurando coisas para o meu presente, e a caixa estava sob seu jeans... aquele que você normalmente usa na sala de jogos. Exceto hoje. — Eu ruborizo.

Ele olha para mim, horrorizado, e nervosamente passa a mão pelo seu cabelo, enquanto processa essas informações. Ele esfrega o queixo, perdido em pensamentos, mas ele não pode ocultar o incômodo perplexo em seu rosto. Bruscamente, ele balança a cabeça, exasperado, mas divertido também e um tênue sorriso de simpatia aparece no canto da sua boca. Ele junta as mãos na frente dele e se concentra em mim mais uma vez.

— Não é o que você pensa. Eu tinha esquecido tudo sobre elas. Essa caixa foi movida do seu lugar. Essas fotografias estavam no meu cofre.

— Quem a moveu? — Eu sussurro.

Ele engole.

— Só há uma pessoa que poderia ter feito isso.

— Oh. Quem? E o que você quer dizer com, ‘não é o que eu penso’?


Ele suspira e inclina a cabeça para um lado, e eu acho que ele está envergonhado. Então, ele deve estar! Meu subconsciente rosna.


— Isso vai soar frio, mas elas são uma apólice de seguro, — ele sussurra, protegendo a si mesmo para a minha resposta.

— Apólice de seguro?
— Contra uma eventual exposição.

A moeda cai e agita desconfortavelmente, voltas e voltas, na minha cabeça vazia.


— Oh, — eu murmuro, porque eu não consigo pensar em mais o que dizer.

Eu fecho meus olhos. É isso. Este é o fodido Cinquenta Tons, aqui, agora.

— Sim. Você está certo, — eu murmuro.
— Isso soa muito frio. — Eu começo a limpar os nossos pratos. Eu não quero saber de mais nada.

— Demi.

— Será que elas sabem? As garotas... as subs?

Ele franze a testa.

— Claro que sabem.

Oh, bem, isso é alguma coisa. Ele estende a mão, me agarrando e puxando-me para ele.

— Essas fotos deveriam estar no cofre. Elas não são para uso recreativo. — Ele para.
—Talvez elas fossem, inicialmente, quando elas foram tiradas. Mas, — Ele para, me implorando.
— Elas não significam nada.

— Quem as colocou em seu armário?

— Só pode ter sido Leila.

— Ela sabe a combinação de seu cofre?

Ele encolhe os ombros.

— Não me surpreenderia. É uma combinação muito longa, e eu uso muito raramente. É um número que eu tinha escrito e não mudei. — Ele balança a cabeça.
— Eu me pergunto o que mais ela conhece e se ela levou alguma coisa de lá. — Ele franze a testa, em seguida, volta sua atenção para mim.
— Olha, eu vou destruir as fotos. Agora, se você quiser.

— Elas são as suas fotos, Joseph. Faça com elas o que quiser, — eu murmuro.

— Não é para ser assim, — ele diz, pegando a minha cabeça entre as suas mãos e segurando o meu olhar no seu.
— Eu não quero essa vida. Eu quero a nossa vida, juntos.

Caraca. Como ele sabe que, sob o meu horror sobre essas fotos está o fato de que eu sou paranoica?

— Demi, eu pensei ter exorcizado todos os fantasmas, esta manhã. Eu me sinto assim. Você não?

Eu pisco para ele, recordando a nossa manhã muito, muito agradável, romântica e totalmente suja em sua sala de jogos.

— Sim, — eu sorrio
— Sim, eu sinto isso também.

— Bom. — Ele se inclina e beija-me, dobrando-me em seus braços.
— Eu vou rasgá-las, — ele murmura.
— E então eu tenho que ir trabalhar. Desculpe, querida, mas eu tenho uma montanha de atividades para fazer esta tarde.

— Legal. Eu tenho que ligar para a minha mãe. — Eu faço uma careta.
 — Então eu vou fazer algumas compras e assar um bolo.

Ele sorri e seus olhos brilham como um menino pequeno.

— Um bolo?

Concordo com a cabeça.

— Um bolo de chocolate?

— Você quer um bolo de chocolate? — Seu sorriso é contagiante.

Ele acena com a cabeça.

— Vou ver o que posso fazer, Sr. Jonas.

Ele me beija mais uma vez.




Dianna fica atordoada, em silêncio.


— Mãe, diga alguma coisa.

— Você não está grávida, está, Demi? —Ela sussurra com horror.

— Não, não, não é nada disso. — Meu coração parte com a decepção, e eu fico triste por ela pensar isso de mim. Mas então eu me lembro com um sentimento de naufrágio, que ela estava grávida de mim quando ela casou com meu pai.

— Sinto muito, querida. Isso é tão súbito. Quero dizer, Joseph é um grande partido, mas você é tão jovem, e você deve ver um pouco do mundo.

— Mãe, você não pode simplesmente ficar feliz por mim? Eu o amo.

— Querida, eu só preciso me acostumar com a ideia. É um choque. Eu poderia dizer na Geórgia que havia algo muito especial entre vocês dois, mas o casamento...?

Na Geórgia, ele queria que eu fosse sua submissa, mas não vou dizer isso a ela.

— Você definiu uma data?

— Não.

— Eu gostaria que seu pai estivesse vivo, — ela sussurra. Ah, não... não isso. Não isso, agora.

— Eu sei, mãe. Eu teria gostado de conhecê-lo, também.

— Ele só segurou você uma vez, e ele estava tão orgulhoso. Ele achava que você era a garota mais bonita do mundo. — Sua voz é de uma calma mortal, como um conto familiar muitas vezes recontado... novamente. Ela, em breve, estará em lágrimas.

— Eu sei, mãe.

— E então ele morreu. — Ela funga, e eu sei como isso acaba, faz tempo.

— Mãe, — eu sussurro, querendo alcançar o telefone e abraçá-la.

— Sou uma mulher velha e boba, — ela murmura e ela funga novamente.
—Claro que estou feliz por você, querida. O Ray sabe? — Ela acrescenta, e parece ter recuperado seu equilíbrio.

— Joseph pediu minha mão para ele.

— Oh, que doce. Bom. — Ela soa melancólica, mas ela está fazendo um esforço.

— Sim, foi, — eu murmuro.

— Demi, querida, eu te amo tanto. Estou feliz por você. E você deve nos visitar, ambos.

— Sim, mamãe. Eu também te amo.

— Bob está me chamando, eu tenho que ir. Deixe-me saber a data. Nós precisamos planejar... você quer um grande casamento?

Grande casamento, droga. Eu nem sequer pensei nisso. Grande casamento? Não. Eu não quero um grande casamento.

— Eu não sei ainda. Assim que decidir, vou avisar.

— Ótimo. Você tome cuidado agora e fique segura. Vocês dois precisam ter algum divertimento... há tempo de sobra para as crianças, mais tarde.

Crianças! Hmm... e lá está isso de novo, uma referência não tão velada, ao fato de que ela me teve tão cedo.

— Mãe, eu realmente não arruinei a sua vida, não foi?

Ela arqueja.

— Ah, não, Demi, nunca pense isso. Você foi a melhor coisa que já aconteceu para o seu pai e para mim. Eu só queria que ele estivesse aqui para vê-la, tão crescida e se casando. — Ela está melancólica e sentimental novamente.

— Eu gostaria disso também. — Sacudo a cabeça pensando sobre o meu pai mítico.
— Mãe, eu vou deixar você ir. Vou ligar em breve.

— Amo você, querida.

— Eu também, mãe. Tchau.

A cozinha de Joseph é um sonho para trabalhar. Para um homem que não sabe nada sobre culinária, ele parece ter tudo. Eu suspeito que a Sra. Jones adora cozinhar também. A única coisa que eu preciso é um pouco de chocolate de alta qualidade para a cobertura. Deixo as duas metades do bolo em um prato para
esfriar, pego a minha bolsa, e boto a minha cabeça em torno da porta do estúdio de Joseph. Ele está se concentrando em sua tela de computador. Ele olha para cima e sorri para mim.

— Eu só estou indo até a loja para pegar alguns ingredientes.

— Ok. — Ele franze a testa para mim.

— O quê?

— Você vai colocar um jeans ou algo assim?

Oh, vamos lá.

— Joseph, são apenas pernas.

Ele olha para mim, sem alegria. Esta vai ser uma luta. E é seu aniversário. Desvio o olhar para ele, me sentindo como uma adolescente errante.

— E se estivéssemos na praia? — Eu tomo um rumo diferente.

— Nós não estamos na praia.

— Será que você se oporia se estivéssemos na praia?

Ele considera isto por um momento.

— Não, — ele diz simplesmente.

Reviro os olhos novamente e sorrio maliciosamente para ele.

— Bem, então imagine que estamos. — Eu me viro e ando para a entrada.

               Aperto o botão do elevador antes que ele brigue comigo. Quando as portas se fecham, eu aceno para ele, sorrindo docemente enquanto ele assiste, impotente, mas felizmente com diversão em seus olhos apertados. Ele balança a cabeça em desespero, então eu já não posso vê-lo. Oh, isso foi emocionante. A adrenalina está batendo nas minhas veias, e meu coração parece que quer sair do meu peito. Mas enquanto o elevador desce, meu espírito também. Merda, o que eu fiz? Eu tenho um tigre na minha cola. Ele vai ficar com raiva quando eu voltar. Meu subconsciente está olhando para mim sobre seus óculos de meia-lua, uma vara de salgueiro na mão. Merda. Eu penso sobre a pouca experiência que tenho com os homens. Eu nunca vivi com um homem antes, bem, exceto Ray e por alguma razão ele não conta. Ele é meu pai... bem, o homem que eu considero o meu pai. E agora eu tenho Joseph. Ele nunca realmente viveu com ninguém, eu
acho. Vou ter que perguntar a ele, se ele ainda estiver falando comigo. Mas eu penso que realmente devo usar o que gosto. Lembro-me de suas regras. Sim, isso deve ser difícil para ele, mas ele com certeza pagou por este vestido. Ele deveria ter especificado melhor para a vendedora da Neimans. Nada muito curto!
Esta saia não é curta, é? Eu verifico no grande espelho do hall de entrada. Porra. Sim, é bastante curta, mas eu fiz uma escolha agora. E sem dúvida eu vou ter que enfrentar as consequências. Pergunto-me o que ele vai fazer, mas primeiro eu preciso de dinheiro. Olho para o meu recibo da ATM34: $ 51,689.16. Isso são cinquenta mil dólares a mais! Demetria, você vai ter que aprender a ser rica, também, você disse sim. E assim começa. Eu pego meus míseros cinquenta dólares e faço o meu caminho para a loja. Quando volto, vou direto para a cozinha, e eu não posso deixar de sentir um frisson de alarme. Joseph ainda está em seu estúdio. Caramba, agora já é metade da tarde. Eu decido que minha melhor opção é enfrentá-lo, ver o quanto de dano eu causei. Eu olho com cautela em torno da sua porta do escritório. Ele está no telefone, olhando pela janela.

— E o especialista da Eurocopter virá na tarde de segunda-feira?... Bom. Basta manter-me informado. Diga a eles que eu vou precisar de suas conclusões iniciais, na segunda-feira à noite ou na manhã de terça-feira. — Ele desliga e gira a cadeira de volta, mas acalma quando ele me vê, sua expressão é impassível.

— Oi, — eu sussurro. Ele não diz nada, e meu coração cai livre em meu estômago. Cautelosamente eu entro em seu estúdio e ao redor da mesa onde ele está sentado. Ele ainda não disse nada, seus olhos nunca deixando os meus. Eu fico na frente dele, sentindo-me em Cinquenta Tons de tola.

— Estou de volta. Você está bravo comigo?

Ele suspira, estende a mão para mim e me puxa para seu colo, cruzando os braços em volta de mim. Ele enterra seu nariz no meu cabelo.

— Sim, — ele diz.

— Sinto muito. Eu não sei o que deu em mim. — Eu enrolo em seu colo e inalo o seu cheiro celestial, de Joseph, sentindo-me segura, independentemente do fato de que ele está zangado.

— Nem eu. Use o que você gosta, — ele murmura. Ele passa a mão até  minha perna nua, pela minha coxa.
—Além disso, este vestido tem suas vantagens. — Ele se inclina para me beijar, e quando nossos lábios se tocam a paixão, ou a luxúria ou uma necessidade profunda se lança através de mim, inflamando o desejo no meu sangue. Seguro a sua cabeça em minhas mãos, prendo meus dedos em seu cabelo. Ele geme quando o seu corpo responde, e ele avidamente mordisca o meu lábio inferior, minha garganta, minha orelha, sua língua invadindo minha boca, e antes que eu esteja mesmo ciente, ele abre as calças, puxando-me montada em seu colo e entra em mim. Eu pego o encosto da cadeira, meus pés mal tocam o chão... e começamos a mover-nos e gemer.

xxx




— Eu gosto da sua versão de desculpas, — ele respira no meu cabelo.

— E eu gosto da sua, — eu rio, aninhando-me contra o seu peito.
— Já acabou?

— Cristo, Demi, você quer mais?

— Não! Seu trabalho.

— Vou acabar em cerca de meia hora. Eu ouvi sua mensagem em meu correio de voz.

— Foi de ontem.

— Você parecia preocupada.

Eu o abraço firmemente.

— Eu estava. Quando você não respondeu.

Ele beija o meu cabelo.

— Seu bolo deve ficar pronto em meia hora. — Eu sorrio para ele e desço de seu colo.
— Anseio por ele. Cheira delicioso, evocativo mesmo, enquanto ele estava assando.

Eu sorrio timidamente para ele, sentindo um pouco de autoconsciência, e ele reflete a minha expressão. Caramba, nós somos realmente tão diferentes? Talvez sejam suas primeiras memórias de cozinha. Inclinando-me, lhe dou um beijo rápido no canto da boca e faço meu caminho de volta para a cozinha. Eu estou toda preparada quando o ouço sair de seu estúdio, e eu acendo a vela dourada solitária em seu bolo. Ele me dá um sorriso de orelha a orelha e observo como ele caminha em direção a mim, e eu suavemente canto Feliz Aniversário para ele. Então, ele se inclina e sopra, fechando os olhos.

— Eu fiz o meu desejo, — ele diz, enquanto os abre novamente, e por algum motivo o seu olhar me faz corar.

— A cobertura ainda está mole. Eu espero que você goste.

— Eu não posso esperar para prová-lo, Demetria, — ele murmura, e ele faz aquele som que parece tão insolente. Eu corto uma fatia para cada um, e nós comemos com garfos pequenos.

— Mmm, — ele geme em agradecimento.
— É por isso que eu quero casar com você.

E eu rio com alívio... ele gostou.


xxx


— Pronta para encarar a minha família? — Joseph desliga a ignição do R8. Estamos estacionados na garagem de seus pais.

— Sim. Você vai dizer a eles?

— Claro. Estou ansioso para ver suas reações. — Ele sorri maliciosamente para mim e sai do carro.

São sete e meia, e apesar de ter sido um dia quente, há uma brisa fresca na noite soprando para fora da baía. Eu puxo meu envoltório em torno de mim e saio do carro. Eu estou vestindo um vestido de cocktail verde esmeralda que encontrei esta manhã enquanto eu estava vasculhando o armário. Ele tem um cinto largo combinando. Joseph pega a minha mão, vamos para a porta da frente. Paul abre antes mesmo que ele possa bater.

— Joseph, olá. Feliz aniversário, meu filho. — Ele pega a mão oferecida por Joseph, mas o puxa para um abraço breve, surpreendendo-o.

— Er... obrigado, pai.

— Demi, que adorável vê-la de novo. — Ele me abraça, também, e nós o seguimos para dentro da casa.

Antes de pôr o pé na sala, Miley vem correndo pelo corredor em direção a nós dois. Ela olha furiosa.

Oh não!

— Vocês dois! Eu quero falar com vocês. — Ela rosna em seu tom de voz ‘é melhor você não criar uma porra de confusão comigo’. Olho nervosamente para Joseph, que encolhe os ombros e decide ser condescendente, enquanto a seguimos para a sala de jantar, deixando Paul confuso no limiar da sala. Ela fecha a porta e se vira para mim.

— Que porra é essa? — Ela sussurra e sacode um pedaço de papel para mim. Completamente perdida, eu o pego e olho rapidamente. Minha boca seca.

Puta merda. É a minha resposta por e-mail para Joseph, discutindo o contrato.





Continua... 

Penúltimo capítulo.... Miley achou os email e agora? Já tinha dado a dica que ela Denise e Elena vão causar nos últimos... O que será que a Miley vai fazer? Será que isso vai acabar com Jemi?

Quem se arrisca a dizer o que a Denise e a Elena vão fazer? 

Quero pedir um favor, cada seguidora comenta aqui o tipo de fic que gosta.. tipo, romantica, hot, drama etc..
Quem escolher hot, defina eles.. hot fofo, hot selvagem, hot com sadomasoquismo, enfim... me digam e isso influenciara no futuro do blog!!!! 


Vocês estão gostando? Divulguem bastante o blog e obrigada pelos comentários, meninas que tem blog... comentem aqui o link do blog de vocês!!!

Divulgação: http://tati-joeedemi.blogspot.com.br/

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Cap.20- 2ª temporada hot

— Você vai se casar comigo? — Ele sussurra, incrédulo.

Eu concordo com a cabeça nervosamente, corada e ansiosa, sem acreditar muito na sua reação, este homem que eu pensei que tinha perdido. Como ele não poderia entender o quanto eu o amo?

— Diga, — ele ordena suavemente, seu olhar é intenso e quente.

— Sim, eu vou me casar com você.

                Ele inala bruscamente e se move de repente, me agarrando e me balançando e rodando, bem a maneira Cinquenta. Ele está rindo, jovem e despreocupado, irradiando alegria jubilosa. Eu pego em seus braços para me apoiar, sentindo a ondulação de seus músculos sob meus dedos, e sua risada contagiante deixa-me tonta, confusa, uma garota total e completamente apaixonada por seu homem bonito. Ele me coloca para baixo e me beija. Duro. Suas mãos estão em ambos os lados do meu rosto, sua língua é insistente e persuasiva... excitante.

— Oh, Demi, — ele respira contra os meus lábios, e é uma alegria que me deixa tonta. Ele me ama, disso eu não tenho nenhuma dúvida, e eu saboreio o gosto deste homem delicioso, esse homem que eu pensei que nunca poderia ver novamente. Sua alegria é evidente, os olhos brilhando, seu sorriso jovial e o seu
alívio é quase palpável.

— Eu pensei que tinha perdido você, — eu sussurro, ainda deslumbrada e sem fôlego pelo seu beijo.

— Querida, vai precisar mais do que um 135 com defeito para me manter longe de você.

— 135?

— Tango Charlie. Ele é o helicóptero 135 da Eurocopter, o mais seguro na sua classe. — Alguma emoção sem nome, mas escura, cruza brevemente o seu rosto, me distraindo. O que ele não está me dizendo? Antes que eu possa perguntar, ele me acalma e olha para mim, franzindo a testa, e por um momento eu acho que ele vai me dizer. Eu até pisco diante de seus olhos cinzentos especulativos.

— Espere um minuto. Você me deu isso antes de vermos Flynn, — ele diz, segurando o chaveiro. Ele parece quase horrorizado.

Oh querido, onde ele está indo com isso? Concordo com a cabeça, mantendo uma cara séria. Sua boca se abre. Eu dou de ombros me desculpando.

— Eu queria que você soubesse que tudo o que Flynn dissesse não faria diferença para mim.

Joseph pisca para mim, incrédulo.

— Então tudo ontem à noite, quando eu estava implorando por uma resposta, eu já a tinha? — Ele está consternado. Concordo com a cabeça novamente, tentando desesperadamente avaliar sua reação. Ele olha para mim com admiração estupefata, mas, em seguida, aperta os olhos e torce a boca com ironia divertida.

— Toda essa preocupação, — ele sussurra ameaçadoramente. Sorrio para ele e dou de ombros mais uma vez.
— Ah, não tente ficar toda terna comigo, Srta. Lovato. Agora, eu quero... — Ele passa a mão pelos cabelos, então balança a cabeça e muda de rumo.

— Eu não posso acreditar que você me deixou na mão. — Seu sussurro é atado com descrença. Sua expressão muda sutilmente, os olhos brilhando perversamente, a boca torcendo em um sorriso carnal.

Céus. A emoção corre através de mim. O que ele está pensando?

— Eu creio que alguma retribuição esta a caminho, Srta. Lovato, — ele diz em voz baixa.

Retribuição? Oh merda! Eu sei que ele está jogando, mas eu dou um passo cauteloso de volta para ele, de qualquer maneira.

Ele sorri.

— É esse o jogo? — Ele sussurra.
— Porque eu vou pegar você. — E seus olhos ardem com uma intensidade luminosa e brincalhona.
— E você está mordendo seu lábio, — ele diz ameaçadoramente.

                Todas as minhas entranhas se apertam ao mesmo tempo. Oh meu Deus. Meu futuro marido quer jogar. Eu dou mais um passo para trás, em seguida, me viro e corro, mas em vão. Joseph me agarra, e em um só golpe fácil, enquanto eu guincho de prazer, surpresa e choque. Ele ergue-me por cima do ombro e vai para o fundo do corredor.

— Joseph! — Eu sibilo, ciente de que José está lá em cima, embora eu tenha dúvida se ele pode nos ouvir. Eu me equilibro segurando na sua parte inferior das costas, em seguida, em um impulso corajoso, eu o golpeio por atrás.

Ele golpeia-me de volta.

— Ai! — Eu gemo.

— Hora do chuveiro, — ele declara, triunfante.

— Ponha-me para baixo! — Eu tento não parecer desaprovadora. A minha luta é inútil, seu braço está firmemente fixado sobre minhas coxas e por algum motivo eu não consigo parar de rir.

— Cômoda nestes sapatos? — ele pergunta divertido, quando abre a porta de seu banheiro.

— Eu prefiro que eles toquem o chão. — Tento rosnar para ele, mas não é muito eficaz, quando não posso manter o riso em minha voz.

— Seu desejo é meu comando, Srta. Lovato. — Sem me colocar para baixo, ele tira os meus sapatos e deixa-os cair com um barulho no chão de azulejos.

Parado pela vaidade, ele tira o seu Blackberry descarregado do bolso, as chaves, a carteira, o chaveiro. Eu só posso imaginar como me pareço no espelho, por este ângulo. Quando ele termina, caminha diretamente para o seu chuveiro enorme.

— Joseph, — eu xingo alto, sua intenção agora é clara.

                  Ele bota a água no máximo. Caramba! Água gelada jorra sobre a minha bunda, e eu grito, em seguida, paro, pensando mais uma vez que José está acima de nós. Está frio e eu estou completamente vestida. A água fria molha o meu vestido, minha calcinha e meu sutiã. Estou encharcada e eu não consigo parar de rir.

— Não! — Eu guincho.
— Ponha-me no chão! — Eu golpeio-o novamente, desta vez mais duro, e Joseph coloca-me para baixo, fazendo-me deslizar pelo seu corpo, agora encharcado.

               Sua camisa branca está colada ao seu peito e a calça de seu terno está encharcada. Estou encharcada também, lavada, tonta e sem fôlego, e ele está sorrindo para mim, olhando assim... tão incrivelmente quente. Ele fica sóbrio, com os olhos brilhando, segura meu rosto de novo, colando seus lábios nos meus. Seu beijo é suave, acalentado e totalmente perturbador. Eu me importo, não por que estou totalmente vestida e toda molhada no chuveiro com Joseph. Mas só por que nós dois estamos debaixo da água. Ele está de volta, ele está seguro, e ele é meu. Minhas mãos se movem instintivamente para sua camisa, que se agarra a cada linha e tendão do peito, revelando o pelo amassado por baixo da umidade
branca. Eu arranco a beira da camisa para fora da calça, e ele geme contra a minha boca, mas seus lábios não deixam os meus. Enquanto eu desabotoo sua camisa, ele puxa o meu zíper, deslizando lentamente o fecho para baixo, no meu vestido. Seus lábios se tornam mais insistentes, mais provocativos, sua língua
invadindo minha boca e meu corpo explode de desejo. Brigo duramente com a camisa, abrindo-a. Os botões voam por toda parte, ricocheteando nos azulejos e desaparecendo no chão do chuveiro. Enquanto eu retiro a camisa molhada de seus ombros e para baixo em seus braços, eu o pressiono contra a parede, prejudicando suas tentativas de me despir.

— Abotoaduras, — ele murmura, segurando seus pulsos, onde a camisa encharcada está pendurada e flácida.

                Lutando com os dedos, eu libero primeiro uma e depois a outra manga, deixando suas abotoaduras de ouro cair descuidadamente ao chão em mosaico e sua camisa segue junto. Seus olhos procuram os meus através da cascata de água, o seu olhar ardente, carnal, como a água aquecida. Eu alcanço o cós da calça, mas ele sacode a cabeça e agarra meus ombros, me girando completamente, por isso estou de costas para ele. Ele termina a longa viagem para o sul com o meu zíper, afasta meu cabelo molhado para longe do meu pescoço, e passa a sua língua pelo meu pescoço até a raiz do cabelo e de volta, beijando e chupando. Eu gemo e, lentamente, ele retira o vestido dos meus ombros e para baixo pelos meus seios, beijando meu pescoço embaixo da minha orelha. Ele desabotoa o meu sutiã e empurra-o dos meus ombros, libertando meus seios. Suas mãos agarram em concha cada um deles, enquanto murmura sua apreciação no meu ouvido.

— Tão linda, — ele sussurra.

                      Meus braços ficam presos pelo meu sutiã e vestido, que estão desprendidos abaixo dos meus seios, meus braços ainda estão nas mangas, mas minhas mãos estão livres. Eu rolo minha cabeça, dando um melhor acesso a Joseph para o meu pescoço e empurro meus seios em suas mãos mágicas. Ponho as minhas mãos atrás de mim e acolho a sua ingestão aguda de ar, quando meus dedos curiosos fazem contato com sua ereção. Ele empurra sua virilha em minhas mãos acolhedoras. Droga, por que ele não me deixou tirar suas calças? Ele faz movimentos circulares sobre meus mamilos, e quando eles endurecem e alongam sob seu toque especialista, todos os meus pensamentos sobre as suas calças desaparecem, com os picos afiados e libidinosos de prazer que atravessam a minha barriga. Eu inclino a cabeça para trás contra ele e gemo.

— Sim, — ele respira e vira-me uma vez mais, capturando a minha boca com a sua.

               Ele retira meu sutiã, vestido e calcinha, que assim, se juntam com a sua camisa, em uma pilha no chão encharcado do chuveiro. Eu pego o sabonete liquido ao nosso lado. Joseph não percebe o que estou prestes a fazer. Olhando-o diretamente nos olhos, eu esguicho algumas gotas do gel cheiroso em minha mão e a coloco na frente do seu peito, a espera de uma resposta para minha pergunta silenciosa. Seus olhos se arregalaram, então ele me dá um aceno quase imperceptível. Gentilmente coloco a minha mão sobre o seu esterno e começo a esfregar o sabão em sua pele. Seu peito sobe quando ele inspira fortemente, mas ele
permanece imóvel. Mas só um momento, com as mãos apertando os meus quadris, ele não me afasta. Ele me observa com cautela, seu olhar está mais intenso por causa do medo, mas seus lábios se abrem a medida que aumenta a sua respiração.

Isso está bom? — Eu sussurro.

— Sim. — Sua resposta, é curta, ofegante, quase um suspiro.

             Lembro-me das muitas vezes que estivemos no chuveiro juntos, mas primeiro no Olympic, é uma memória agridoce. Bem, agora eu posso tocá-lo. Eu o lavo, fazendo movimentos circulares e suaves, limpando o meu homem, movendo-me para as axilas, sobre suas costelas, no baixo ventre firme e plano, em direção ao seu caminho feliz, e ao cós da calça.

— Minha vez, — ele sussurra e pega o xampu, deslocando-nos para fora do alcance do jato de água e esguicha um pouco para o topo da minha cabeça.

              Eu acho que isso é minha sugestão para parar de lavar-lhe, então eu desloco meus dedos em sua cintura. Ele trabalha o xampu no meu cabelo, com seus longos dedos massageando meu couro cabeludo. Gemendo em apreço, eu fecho meus olhos e entrego-me à sensação celestial. Depois de todo o estresse da
noite, isto é o que eu preciso.

Ele ri e eu abro um olho para encontrá-lo sorrindo para mim.

— Você gosta?
— Hmm...

Ele sorri.

— Eu também, — ele diz e se inclina para beijar minha testa, com seus dedos continuando a massagear o meu couro cabeludo.

— Vire-se, — diz ele com autoridade.

                Eu faço o que ele pede, e seus dedos lentamente trabalham sobre minha cabeça, limpando, relaxando, amando-me enquanto o faz. Ah, isso é felicidade. Ele pega mais xampu e lava suavemente os
cabelos longos nas minhas costas. Quando ele termina, me puxa de volta para baixo do chuveiro.

— Incline a cabeça para trás, — ele ordena suavemente.

De bom grado obedeço, e ele cuidadosamente retira toda a espuma. Quando ele acaba, eu me volto mais uma vez para ele e vou direto para o cós de sua calça.

—Eu quero lavar você todo, — eu sussurro.

              Ele sorri aquele sorriso torto e levanta as mãos em um gesto que diz: “Eu sou todo seu, querida.” Eu sorrio, isso parece Natal. Eu tenho algum trabalho com seu zíper, e logo a calça e cueca se juntam ao resto de nossa roupa. Eu começo a lavar o seu corpo com uma esponja e água fresca.

Parece que você está feliz em me ver, — murmuro secamente.

— Eu estou sempre contente de ver você, Srta. Lovato. — Ele sorri para mim.

               Eu ponho sabonete na esponja, em seguida, refaço a minha jornada sobre o seu peito. Ele está mais relaxado, talvez porque eu não estou realmente tocando-o. Vou para o sul com a esponja, através de sua barriga, ao longo da trilha feliz, através de seus pelos pubianos e mais, para a sua ereção. Eu olho para ele, que me espreita com olhos semicerrados e anseio sensual. Hmm... Eu gosto desse visual. Eu largo a esponja e uso as minhas mãos, agarrando-o firmemente. Ele fecha os olhos, inclina a cabeça para trás, geme e empurra seus quadris em minhas mãos. Ah, sim! É tão excitante. Minha deusa interior ressurgiu após sua noite de balançar e chorar no canto, e ela está usando batom vermelho prostituta. Seus olhos ardentes, subitamente, travam com os meus. Ele se lembrou de algo.

— Hoje é sábado, — ele exclama, olhos brilhantes de admiração impudica, e ele agarra minha cintura, me puxando para ele e me beijando selvagemente.

Opa, mudança de ritmo!

             Suas mãos descem pelo meu liso e molhado corpo, ao redor do meu sexo, seus dedos exploram, provocando e sua boca é implacável, deixando-me sem fôlego. A outra mão dele está no meu cabelo molhado, segurando-me no lugar enquanto eu suporto toda a força de sua paixão desencadeada. Seus dedos se movem dentro de mim.

— Ahh, — Eu lamento em sua boca.

— Sim, — ele sibila e levanta-me, com as mãos debaixo do meu traseiro.
— Enrole suas pernas em torno de mim, querida. — Minhas pernas dobram em torno dele, e eu me agarro como um molusco ao seu pescoço. Ele me abraça contra a parede do chuveiro e para, olhando para mim.

— Olhos abertos, — ele murmura. 
— Eu quero ver você.

         Eu pisco para ele, meu coração martelando, meu sangue pulsando quente e pesado pelo meu corpo, o desejo, real e desenfreado surgindo através de mim. Então, ele entra em mim, oh, tão lentamente, enchendo-me, reivindicando-me, pele contra pele. Eu empurro para baixo contra ele, que geme alto. Uma vez totalmente dentro de mim, ele faz uma pausa mais uma vez, o rosto tenso, intenso.

— Você é minha, Demetria, — ele sussurra.

— Sempre.

Ele sorri vitoriosamente e se move, fazendo-me suspirar.

— E agora podemos deixar todo mundo saber, porque você disse que sim. — Sua voz é reverente, e ele se inclina para baixo, capturando a minha boca com a dele, e começa a se mover... lenta e docemente.

               Eu fecho meus olhos e inclino a cabeça para trás, enquanto arqueio meu corpo, minha vontade submeter-me a ele, escrava de seu ritmo inebriante e lento. Seus dentes passam pelo meu maxilar, meu queixo e pelo meu pescoço, quando ele pega o ritmo, me empurrando para frente e para cima, longe deste
plano terrestre, enchendo o chuveiro, no frio da noite. Apenas eu e meu homem, nos movimentando em uníssono, como um só, um completando o outro, absorvidos no outro... suspiros e grunhidos se misturam. Eu me deleito no sentimento requintado de sua posse sobre o meu corpo, como flores ao seu redor. Eu poderia tê-lo perdido... e eu o amo... Eu o amo muito, e estou de repente, vencida pela enormidade do meu amor e da profundidade do meu compromisso com ele. Vou passar o resto da minha vida amando esse homem, e com esse pensamento inspirador, eu explodo em torno dele, como uma cura, um orgasmo catártico, me faz gritar o seu nome, enquanto lágrimas correm pelo meu rosto. Ele atinge o seu clímax e derrama-se em mim. Com o rosto enterrado no meu pescoço, ele desce até o fundo, me segurando com força, beijando meu rosto, e beijando minhas lágrimas, enquanto a água quente cai sobre nós, lavando-nos,
limpando-nos.

— Meus dedos estão enrugados, — eu sopro, pós-coito e saciada, enquanto me encosto-me a seu peito. Ele leva meus dedos aos lábios e beija cada um deles.

— Devemos realmente sair desse chuveiro.

— Estou confortável aqui. — Eu estou sentada entre as suas pernas e ele está me segurando perto. Eu não quero me mover.

               Joseph murmura a sua concordância. Mas, de repente, eu estou cansada até os ossos, cansada do mundo. Tanta coisa aconteceu nesta última semana, o suficiente para um enredo de um drama de teatro e agora vou me casar. Um riso incrédulo escapa meus lábios.

— Algo divertido, Srta. Lovato? — Ele pergunta com carinho.

— Tem sido uma semana agitada.

Ele sorri.

— Sim, ela foi.
— Agradeço a Deus você está de volta, e inteiro, Sr. Jonas, — eu sussurro, sóbria com o pensamento do que poderia ter acontecido. Ele fica tenso e eu, imediatamente, me arrependo por lembrar-lhe.

— Eu estava com medo, — confessa, para minha surpresa.

— Mais cedo?

Ele balança a cabeça, sua expressão é séria.

Puta merda.

— Então você fez pouco caso só para tranquilizar sua família?

— Sim. Eu estava demasiado baixo para aterrissar bem. Mas de alguma forma eu consegui.

Droga. Meus olhos varrem os seus, e reluz mortalmente enquanto a cascata de água sobre nós.

— Quão perto esteve de cair?

Ele olha para mim.

— Perto, — ele faz uma pausa.
— Por alguns segundos terríveis, eu pensei que nunca iria vê-la novamente.

Eu abraço-o firmemente.

— Eu não posso imaginar minha vida sem você, Joseph. Eu te amo tanto que me assusta.

— Eu também, — ele respira.
— Minha vida seria vazia sem você. Eu te amo tanto. — Seus braços me apertam e ele fuça meu cabelo.

— Eu não vou nunca deixar você ir.

— Eu não quero ir, nunca. — Eu beijo seu pescoço, e ele se inclina e beija-me suavemente.

Depois de um momento, ele se mexe.

— Venha, vamos nos secar e ir para a cama. Estou exausto e você parece abatida.

Eu me inclino para trás e arqueio uma sobrancelha para a sua escolha de palavras. Ele deixa a cabeça cair para um lado e sorri para mim.

— Você tem algo a dizer, Srta. Lovato?

               Sacudo a cabeça e me levanto, instável sobre os meus pés. Eu estou sentada na cama. Joseph insistiu em secar meu cabelo, ele é bastante habilidoso no que faz. Como isso aconteceu é um pensamento
desagradável, então eu dispenso-o imediatamente. Já passou das duas da manhã, e eu estou pronta para dormir. Joseph olha para mim e reexamina o chaveiro antes de subir na cama. Ele balança a cabeça, incrédulo, mais uma vez.

— Isso é tão puro. O melhor presente de aniversário que já tive. — Ele olha para mim, seus olhos estão suaves e quentes.
— Melhor do que o meu pôster assinado por Guiseppe DeNatale.

— Eu teria dito a você anteriormente, mas como era seu aniversário... O que você pode dar a um homem que tem tudo? Então, pensei em dar-lhe... a mim.

Ele coloca o chaveiro em cima da mesa de cabeceira e se aconchega ao meu lado, puxando-me em seus braços, contra o seu peito, de modo que estamos deitados em conchinha.

— É perfeito. Como você.

Eu sorrio, embora ele não possa ver minha expressão.

— Estou longe de ser perfeita, Joseph.

— Você está rindo de mim, Srta. Lovato?

Como ele sabe?

— Talvez. — Eu rio.
— Posso te perguntar uma coisa?

— Claro, — ele fuça em meu pescoço.

— Você não ligou na volta de sua viagem a Portland. Foi realmente por causa de José? Você estava preocupado comigo, por estar aqui sozinha com ele?

Joseph não diz nada. Viro-me para encará-lo, e seus olhos estão arregalados, como posso censurá-lo.

— Você sabe o quão ridículo isso é? Quanto estresse você fez a sua família e eu passarmos? Nós todos te amamos muito.

Ele pisca algumas vezes e depois me dá um sorriso tímido.

— Eu não tinha ideia de que todos estariam tão preocupados.

Eu aperto os meus lábios.

— Quando você vai entender, nessa sua cabeça dura, que você é muito amado?

— Cabeça dura? — Suas sobrancelhas se apertam em surpresa.

Concordo com a cabeça.

— Sim. Cabeça dura.

— Eu não acho que a densidade do osso da minha cabeça é significativamente maior do que qualquer outro lugar do meu corpo.

— Eu estou falando sério! Pare de tentar me fazer rir. Eu ainda estou um pouco brava com você, no entanto, isso foi parcialmente eclipsado pelo fato de que você está em casa são e salvo, quando eu pensei... — Minha voz desapareceu, quando eu me lembro daquelas horas de ansiedade.
— Bem, você sabe o que eu pensei.

Seus olhos suavizam e ele acaricia o meu rosto.

— Sinto muito. Ok.

— Sua pobre mãe, também. Foi muito emocionante vê-lo com ela, — eu sussurro.

Ele sorri timidamente.

— Eu nunca a vi dessa maneira. — Ele pisca com a memória.
— Sim, foi realmente alguma coisa. Ela, normalmente, é tão senhora de si. Foi um choque.

— Viu? Todo mundo ama você. — Eu sorrio.
— Talvez agora você vá começar a acreditar nisso. — Eu me inclino para baixo e beijo-o suavemente.
— Feliz aniversário, Joseph. Estou feliz por você estar aqui para compartilhar seu dia comigo. E você ainda não viu o que eu tenho para você amanhã um... hoje. — Eu sorriso.

— Há mais? — Ele diz, espantado, e seu rosto irrompe em um sorriso deslumbrante.

— Oh sim, Sr. Jonas, mas você vai ter que esperar até lá.


              Eu acordei de repente, de um sonho ou pesadelo, e meu pulso está disparado. Viro-me em pânico e para meu alívio, Joseph está dormindo ao meu lado. Porque eu me movi, ele se agita e se mexe em seu sono, estendendo seu braço sobre mim e descansa a cabeça no meu ombro, suspirando baixinho. O quarto está inundado de luz. São oito horas. Joseph nunca dorme até tão tarde. Eu deito para trás e deixo o meu coração desacelerar. Por que a ansiedade? Deve ser o rescaldo da noite passada? Viro-me e olho para ele. Ele está aqui. Ele está seguro. Eu respiro fundo e firmo o olhar em seu rosto adorável. Um rosto que é agora tão familiar, todas as suas depressões e sombras, eternamente gravadas na minha mente. Ele parece muito mais jovem quando está dormindo, e eu sorrio porque hoje ele está um ano mais velho. Abraço a mim mesmo, pensando no meu presente. Oooh... o que ele fará? Talvez eu devesse começar lhe trazendo o café da manhã na cama. Além disso, José ainda pode estar aqui. Encontro José no balcão, comendo uma tigela de cereais. Eu não posso ajudar, mas ruborizo quando o vejo. Ele sabe que eu passei a noite com Joseph.
Por que, de repente, eu me sinto tão tímida? Não é como se eu estivesse nua ou algo assim. Estou usando meu roupão de seda comprido.

— Bom dia, José, — Eu sorrio, insolentemente.

— Ei, Demi! — Seu rosto se ilumina, genuinamente contente por me ver. Não há nenhum indício de desprezo ou provocação obscena em sua expressão.

— Dormiu bem? — Eu pergunto.

— Claro. Tem uma bela vista aqui em cima.

— Sim. É muito especial. — Como o proprietário deste apartamento.

 — Quer um verdadeiro café da manhã de homem? — Eu provoco.

— Adoraria ter algum.

— Hoje é o aniversário de Joseph, estou fazendo um café da manhã para levar-lhe na cama.

— Ele está acordado?

— Não, eu acho que ele ficou acabado ontem. — Eu olho rapidamente para longe dele e enfio a cabeça na geladeira para que ele não possa ver o meu rubor.

Caramba, é só José. Quando eu tiro os ovos e o bacon para fora da geladeira, José está sorrindo para mim.

— Você realmente gosta dele, não é?

Eu aperto os meus lábios.

— Eu o amo, José.

Seus olhos se arregalaram momentaneamente, em seguida, ele sorri.

— O que não há para amar? — Ele pergunta gesticulando em volta da grande sala.

Eu faço uma carranca para ele.

— Puxa, obrigado!

— Ei, Demi, só estou brincando.

Hmm... eu vou sempre ter este estigma sobre mim? Que eu vou casar com Joseph pelo seu dinheiro?

— Sério, eu estou brincando. Você nunca foi esse tipo de garota.

— Omelete está bom para você? — Eu pergunto, mudando de assunto. Eu não quero discutir.

— Claro.

— E eu, — Joseph diz, enquanto passeia na grande sala. Puta merda, ele está vestindo apenas o pijama, que pende dessa forma totalmente quente em seus quadris. Caramba!

— José. — Ele acena com a cabeça.

— Joseph. — José retorna seu aceno solene.

Joseph se vira para mim e sorri, quando o encaro. Ele fez isso de propósito. Eu estreitei os meus olhos para ele, tentando desesperadamente recuperar o meu equilíbrio, e a expressão de Joseph se altera sutilmente. Ele sabe que eu sei o que ele está fazendo, e ele não se importa.

— Eu ia levar o seu café da manhã na cama.

A arrogância acabou, ele envolve seu braço em volta de mim, inclina meu queixo para cima, e planta um beijo molhado em meus lábios. Muito Cinquenta!

— Bom dia, Demetria, — ele diz.

Eu quero fazer uma carranca para ele e dizer-lhe para se comportar, mas é seu aniversário. Eu coro. Por que ele é tão territorial?

— Bom dia, Joseph. Feliz aniversário. — Dou-lhe um sorriso, e ele sorri para mim.

— Estou ansioso pelo meu outro presente, — ele diz e é isso. Eu coro, até a cor do Quarto Vermelho da Dor e olho nervosamente para José, que parece ter engolido algo desagradável. Eu me afasto e começo a preparar a comida.

— Então, quais são os seus planos para hoje, José? — Joseph pergunta, aparentemente casual, enquanto ele se senta em uma banqueta do bar.

— Estou indo ver meu pai e Ray, o pai de Demi.

Joseph franze o cenho.

— Eles se conhecem?

— Sim, eles estiveram no exército juntos. Eles perderam o contato, até que Demi e eu nos encontramos na faculdade. Isso é engraçado. Eles são os melhores amigos agora. Estamos saindo em uma viagem de pesca.

— Pesca? — Joseph está genuinamente interessado.

— Sim, as melhores pescas estão nestas águas costeiras. O Salmão pode crescer bastante.

— Verdade. Meu irmão Elliot e eu conseguimos um Salmão de 34 libras, uma vez.

Eles estão falando de pesca? O que há sobre a pesca? Nunca entendi isso.

— Trinta e quatro libras? Nada mal. O pai de Demi, porém, detém o recorde. Pescou um de 43 libras.

— Você está brincando! Ele nunca falou sobre isso.

— Feliz aniversário, a propósito.

— Obrigado. Então, onde você gosta de pescar os seus peixes?

Eu estou de fora. Isso eu não preciso saber. Mas, ao mesmo tempo, estou aliviada. Veja, Joseph? José não é tão ruim. No momento em que José está para sair, ambos estão muito mais relaxados um com o outro. Joseph rapidamente se veste com camiseta e calça jeans, está descalço quando acompanha José e eu para o hall de entrada.

— Obrigado por me deixar ficar aqui, — José diz para Joseph, quando eles apertam as mãos.

— Sempre, — sorri Joseph.

José me abraça rapidamente.

— Fique bem, Demi.

— Claro. Foi tão bom ver você. Da próxima vez, vamos ter uma noite melhor.

— Eu vou me assegurar disso. — Ele acena para nós de dentro do elevador, e então ele se vai.

— Veja, ele não é tão ruim.

— Ele ainda quer sua calcinha, Demi. Mas não posso culpá-lo.

— Joseph, não é verdade!

— Você não tem ideia, não é? — Ele sorri para mim.
— Ele quer você. Há muito tempo.

Eu franzo a testa.

— Joseph, ele é apenas um amigo, um bom amigo. — E eu estou ciente de que, de repente, eu sôo como Joseph, quando está falando da Sra. Robinson.

O pensamento é inquietante. Joseph ergue as mãos em um gesto apaziguador.

— Eu não quero brigar, — ele diz em voz baixa.

Oh! Nós não estamos brigando... estamos?

— Eu também não.

— Você não disse a ele que vamos nos casar.

— Não. Achei que devia dizer a mamãe e Ray em primeiro lugar. —Merda. É a primeira vez que eu penso sobre isso, desde que eu disse que sim. Caramba, o que meus pais vão dizer?

Joseph concorda.

— Sim, você está certa. E eu... hum, eu deveria perguntar ao seu pai.

Eu rio.

— Oh, Joseph, não estamos no século dezoito.

Puta merda. O que Ray vai dizer? Só o pensamento sobre essa conversa me enche de horror.

— É tradicional. — Joseph dá de ombros.

— Vamos falar sobre isso mais tarde. Eu quero dar-lhe o seu outro presente. — Meu objetivo é distraí-lo. O pensamento sobre o meu presente está queimando um buraco em minha consciência. Eu preciso dar a ele e ver como ele reage.

Ele me dá um sorriso tímido, e meu coração salta uma batida. Enquanto eu viver, eu nunca vou cansar de olhar para esse sorriso.

— Você está mordendo o lábio, — ele diz e puxa o meu queixo.


A emoção percorre meu corpo quando seus dedos me tocam. Sem uma palavra, e enquanto eu ainda tenho um pouco de coragem, eu tomo a sua mão e conduzo-o de volta para o quarto. Eu largo a sua mão, deixando-o em pé ao lado da cama, e debaixo do meu lado da cama, pego as duas caixas de presente
restantes.

— Dois? — Ele diz, surpreso.

Eu respiro fundo.

— Comprei isso antes de, hum... do incidente de ontem. Eu não tenho certeza sobre isso agora. — Eu rapidamente entrego-o, antes que eu possa mudar de idéia. Ele olha para mim, perplexo, sentindo a minha incerteza.

— Está certa de que você quer que eu o abra?

Concordo com a cabeça, ansiosa.

Joseph tem lágrimas nos olhos e olha com surpresa para a caixa.

— Charlie Tango, — eu sussurro.

Ele sorri. A caixa contém um pequeno helicóptero de madeira com uma grande lâmina de rotor, movida a energia solar. Ele abre a caixa.

— Alimentação solar, — ele murmura.
— Demais. — E antes que eu perceba, ele está sentado na cama montando-o. Ele se encaixa de forma rápida,

Joseph segura-o na palma da sua mão. Um helicóptero de madeira azul. Ele olha para mim e me dá o seu glorioso sorriso de ‘Garoto Americano’, então vai para a janela, onde o helicóptero é banhado pela luz solar e o rotor começa a girar.

— Olhe para isso, — ele respira, examinando de perto.
— O que já podemos fazer com esta tecnologia. — Ele o mantém ao nível dos olhos, observando as
lâminas girarem. Ele está fascinado, e é fascinante ver como ele se perde em pensamentos, olhando para o helicóptero. O que ele está pensando?

— Você gostou?

— Demi, eu adoro isso. Obrigado. — Ele me agarra e beija-me rapidamente, em seguida, volta-se para assistir a rotação do rotor.

— Eu vou adicioná-lo ao planador em meu escritório, — ele diz, distraidamente, observando a lâmina girar.

Ele move a mão para fora da luz do sol, e a lâmina desacelera e acaba parando. Eu não posso evitar, o sorriso em meu rosto é de rachar, e eu quero abraçar-me. Ele adorou. Claro, ele gosta de tudo sobre tecnologias alternativas. Eu tinha esquecido isso, na minha pressa de comprá-lo. Colocando-o sobre a cômoda, ele se vira para mim.

— Isso vai me fazer companhia enquanto nós tentamos concertar o Charlie Tango.

— É recuperável?

— Eu não sei. Espero que sim. Vou sentir falta dela, de qualquer jeito. Ela? Estou chocada comigo mesma por esta pequena pontada de ciúmes que sinto por um objeto inanimado. Meu subconsciente bufa e ri. Eu o ignoro.

— O que há na outra caixa? — Ele pergunta, com os olhos arregalados, pela excitação quase infantil.

Puta merda.

— Eu não tenho certeza se este presente é para você ou para mim.

— Sério? — Ele pergunta, e eu sei que despertei o seu interesse. Nervosa, eu entrego-lhe a segunda caixa.

Ele balança suavemente e nós dois ouvimos um barulho pesado. Ele olha para mim.

— Por que está tão nervosa? — Ele pergunta, confuso. Eu dou de ombros, embaraçada e animada, eu ruborizo. Ele levanta uma sobrancelha para mim.

— Você está me intrigando, Srta. Lovato, — ele sussurra, e sua voz me atravessa, desejo e antecipação apertam a minha barriga.
— Eu tenho que dizer que estou gostando de sua reação. O que você fez? — Ele aperta os olhos
especulativamente.


Eu fico de boca fechada, enquanto eu prendo a respiração. Ele remove a tampa da caixa e tira um pequeno cartão. O resto do conteúdo está embrulhado em tecido. Ele abre o cartão, e seus olhos dardejam rapidamente para mim, ampliando com choque ou surpresa. Eu simplesmente não sei.

— Fazer as coisas rudes com você? — Ele murmura.

Eu concordo com a cabeça e engulo. Ele deixa sua cabeça cair para um lado com cautela, avaliando
minha reação, e franze a testa. Em seguida, volta sua atenção para a caixa. Ele procura através do papel de seda azul-claro e pesca uma máscara para os olhos, alguns grampos de mamilo, um plugue anal, seu iPod, a gravata cinza-prata, por último, mas não significando menos, a chave da sua sala de jogos. Ele olha para mim, sua expressão é escura, ilegível. Oh merda. Será esta uma má jogada?

— Você quer jogar? — Ele pergunta em voz baixa.

— Sim, — eu respiro.

— Para o meu aniversário?

— Sim. — A minha voz poderia soar mais baixa?

Há uma miríade de emoções em seu rosto, nenhuma das quais eu possa interpretar, mas ele se contenta com ansiedade. Hmm... Não é bem a reação do que eu esperava.

— Você tem certeza? — Ele pergunta.

— Sim, chicotes e coisas.

— Eu entendo isso.

— Sim, então. Eu tenho certeza.

Ele balança a cabeça e olha para baixo, para o conteúdo da caixa.

— Sexo louco e insaciável. Bem, eu penso que nós podemos fazer alguma coisa com este lote, — ele murmura quase para si mesmo, e então coloca o conteúdo de volta na caixa. Quando ele olha para mim de novo, a sua expressão mudou completamente. Caramba, seus olhos cinzentos queimam e sua boca
levanta em um lento sorriso erótico. Ele estende a mão.

— Agora, — ele diz, e não é um pedido. Minha barriga aperta, apertado e duro, fundo, lá no fundo.

Eu ponho minha mão na sua.

— Venha, — ele ordena, e eu o sigo para fora do quarto, o meu coração está na boca. O desejo corre liso e quente através de meu sangue, com minhas entranhas apertando com antecipação e fome. Minha deusa interior dá saltos mortais em volta da sua espreguiçadeira. Finalmente!




Eu queria dizer uma coisinha, mas vocês são muito espertas e garanto que vão entender rs... ELES VÃO CASAR DKNSBLFDSJFNDSLNF GENTE EU TO FELIZ... VOCÊS GOSTARAM?