domingo, 14 de julho de 2013

Cap.8 (1/2) - 2ª temporada

Sawyer fala em sua manga novamente.

— Taylor, Sr. Jonas entrou no apartamento. — Ele recua e pega o fone de ouvido, puxando-o para fora de sua orelha, provavelmente recebendo alguns insultos poderosos de Taylor.

Oh não, se Taylor está preocupado. . .

— Por favor, deixe-me entrar. — Eu imploro.

— Desculpe senhorita Lovato. Isto não vai demorar muito. — Sawyer tinha as duas mãos em um gesto defensivo.

— Taylor e sua equipe estão entrando no apartamento agora.

               Oh. Eu me sinto tão impotente. Parada e imóvel, eu espero avidamente pelo menor ruído, mas tudo o que ouço é minha respiração. É alta e rasa, sinto meu couro cabeludo se arrepiar, minha boca esta seca, e eu me sinto fraca. Por favor, Joseph esteja bem, eu oro em silêncio. Eu não tenho ideia de quanto tempo passou, e ainda não ouvimos nada. Certamente, nenhum som é bom, pois não há tiros. Eu começo a andar ao redor da mesa na casa e examino as pinturas nas paredes para me distrair. Eu realmente nunca olhei para elas antes. Todas as pinturas figurativas, todas religiosas, a Madonna e a criança, todos os 16. O quão raro é isso? Joseph não é religioso, não é? Todos os quadros na sala grande são abstratas. Estas são tão diferentes. Elas não me distraem por muito tempo. - Onde está Joseph? Eu olho para Sawyer e ele me observa impassível.

— O que está acontecendo?

— Sem notícias, Srta. Lovato.

De repente, a maçaneta se moveu. Sawyer gira e pega uma arma do coldre em seu ombro.

Eu congelo. Joseph aparece na porta.

— Tudo certo. — Ele diz, franzindo a testa para Sawyer, que coloca a arma imediatamente e recua para trás para me deixar entrar.

— Taylor está exagerando. — Joseph resmunga enquanto estende a mão para mim.

               Eu fico o olhando boquiaberta, incapaz de me mover, devorando cada pequeno detalhe. Seu cabelo rebelde, seus olhos apertados, a mandíbula tensa, os dois primeiros botões de sua camisa desfeita. Acho que ele envelheceu dez anos. Joseph ficou carrancudo ante a minha preocupação, seus olhos escuros.

— Está tudo bem, bebê. — Ele se move em minha direção, envolvendo-me em seus braços, e beijando meu cabelo.

— Vamos lá, você está cansada. Cama.

— Eu estava tão preocupada. — Murmurei contente com seu abraço e inalando seu cheiro doce, com minha cabeça contra seu peito.
— Eu sei. Estamos todos nervosos.

Sawyer desapareceu, provavelmente foi para o interior do apartamento.

— Honestamente, suas ex-namoradas estão provando ser muito desafiadoras, Sr. Jonas. — Eu murmuro ironicamente. Joseph relaxa.

— Sim. Elas estão.

Ele me libera e toma minha mão, me leva pelo corredor ao quarto grande.

— Taylor e sua equipe estão verificando todos os armários. Eu não acho que ela está aqui.

— Por que ela estaria aqui? — Não faz nenhum sentido.

— Exatamente.

— Ela poderia entrar?

— Eu não vejo como. Mas Taylor é cauteloso demais, às vezes.

— Você já procurou no seu quarto de brinquedos? — Eu sussurro.

Joseph olha rapidamente para mim com a testa enrugada.

— Sim, ele é bloqueado, mas Taylor e eu verificamos.

Eu respiro profundamente.

— Você quer uma bebida ou qualquer coisa? — Joseph pergunta.

— Não. — A fadiga percorre meu corpo, eu só quero ir para a cama.

— Venha. Deixe-me colocá-la na cama. Você parece exausta. — A expressão de Joseph abranda.

               Eu franzo a testa. Ele não está vindo também? Será que ele quer dormir sozinho? Fico aliviada quando ele me leva para seu quarto. Eu coloco minha bolsa na cômoda e abro para esvaziar o conteúdo. Olho a nota da Sra. Robinson.

— Aqui. — Eu passo para Joseph.
— Eu não sei se você quer ler isso. Eu quero ignorá-lo.

Joseph verifica brevemente apertando sua mandíbula.

— Eu não tenho certeza de que ela possa preencher os espaços em branco. — Ele diz com desdém. — Eu preciso falar com Taylor. — Ele olha para mim.
—Deixe-me abrir seu vestido.

— Você vai chamar a polícia sobre o carro? — Eu pergunto enquanto me virava.

Ele coloca meu cabelo de lado, passa os dedos suavemente nas minhas costas nuas, e puxa o meu zíper para baixo.

— Não. Eu não quero os policiais envolvidos. Leila precisa de ajuda, não da intervenção da polícia, e eu não quero eles aqui. Nós apenas temos que redobrar os nossos esforços para encontrá-la. — Ele se inclina e planta um beijo suave no meu ombro.

— Vá para a cama. — Ele ordena e se vai.

               Eu fico olhando para o teto, esperando ele retornar. Tanta coisa aconteceu hoje, tanto para processar. Por onde começar? Eu acordo assustada e desorientada. Eu dormi? Piscando para a luz fraca
do corredor eu olho através da porta do quarto entreaberto, e noto que Joseph não esta comigo. Onde ele está? Olho para cima. No pé da cama vejo uma sombra. Uma mulher, talvez? Vestida de preto? É difícil de dizer. No meu estado confuso, eu ligo a luz da cabeceira, em seguida, volto a olhar, mas não havia ninguém lá. Sacudo a cabeça. Eu imaginei? Sonhei? Sento-me e olho ao redor da sala, um mal-estar vago e traiçoeiro me agarra, mas eu estava completamente sozinha. Esfrego meu rosto. Que horas são? Onde está Joseph? O alarme diz que é duas e quinze da manhã. Saio meio grogue da cama e vou procura-lo, desconcertada com minha imaginação hiperativa. Eu estou vendo coisas agora. Deve ser uma reação aos
acontecimentos dramáticos da noite. A sala principal estava vazia, a única luz que emana era das três
lâmpadas em forma de pêndulo acima da mesa de café da manhã. Mas a porta esta entreaberta, e o ouço no telefone.

— Eu não sei por que você está ligando a esta hora. Não tenho nada a dizer. . . Bem, você pode me dizer agora. Você não tem que deixar uma mensagem.

Eu fico imóvel atrás da porta. Com quem ele está falando?

— Não, escute. Eu lhe pedi, e agora eu estou lhe dizendo. Deixe-a sozinha. Ela não tem nada a ver com você. Você entendeu?

Ele soa agressivo e irritado. Eu hesito em bater.

— Eu sei o que você faz. Mas quero dizer, Elena, deixe-a em paz! Preciso dizer pela terceira vez? Você está me ouvindo?... Bom. Boa noite. — Ele bate o telefone na mesa.

Oh merda. Eu bato provisoriamente na porta.

— O quê? — Ele rosna, e eu quase quero correr e me esconder.

               Ele se senta em sua mesa com a cabeça entre as mãos. Ele olha para cima, sua expressão feroz, mas seu rosto suaviza imediatamente quando ele me vê. Seus olhos estão arregalados e cautelosos. De repente, ele parece tão cansado e meu coração aperta. Ele pisca, e seus olhos descem para minhas pernas e logo retoma para cima. Eu estou vestindo uma de suas camisetas.

— Você deve vestir cetim ou seda, Demetria. — Ele respira.
— Mas, mesmo na minha camiseta você está linda.

Oh, um elogio inesperado.

— Senti sua falta. Venha para a cama.

               Ele sai lentamente da cadeira ainda na sua camisa branca e calça preta. Mas agora seus olhos estão brilhando e cheio de promessas. . . Mas há um traço de tristeza, também. Ele está na minha frente, olhando atentamente, mas não me toca.

— Você sabe o que você significa para mim? — Ele murmura.
  — Se alguma coisa acontecer com você, por minha causa. . . — Sua voz tensa e suas sobrancelhas se contraem, e deixa transparecer a dor que atravessa seu rosto e se torna quase palpável. Ele parece tão vulnerável, seu medo muito aparente.

— Nada vai acontecer comigo. — Eu lhe tranquilizo, com minha voz calma. Eu chego e acaricio seu rosto, correndo os dedos através da barba. É inesperadamente suave.

— Sua barba cresce rápido. — Eu sussurro incapaz de esconder o encantamento da minha voz a este belo homem fodido que está diante de mim.

               Traço a linha de seu lábio inferior, em seguida, arrasto meus dedos em sua garganta, até a mancha de batom fraco na base do pescoço. Ele olha para mim, ainda não me tocando, seus lábios se separaram. Eu corro o meu dedo indicador ao longo dessa linha, e ele fecha os olhos. Sua suave respiração se acelera. Meus dedos alcançam a borda de sua camisa, até chegar ao botão apertado da sua blusa.

— Eu não vou tocar em você. Eu só quero desfazer sua camisa. — Eu sussurro.

               Seus olhos arregalados me olham com alarme. Mas ele não se move, e não me impede. Muito lentamente eu solto o botão, segurando o material longe de sua pele, e movo provisoriamente o botão para o lado, repetindo o processo lentamente, concentrando-me no que estou fazendo. Eu não quero tocá-lo. Bem, eu quero. . . Mas não vou. No quarto botão, reaparece uma linha vermelha, e eu sorrio timidamente para ele.

— De volta ao território familiar. — Eu traço a linha com os meus dedos antes de desfazer o último botão. Abro sua camisa e me movo para seus punhos, tirando as negras abotoaduras de pedra polida, uma por vez.

— Posso tirar sua camisa? — Eu peço. Minha voz baixa.

               Ele acena com a cabeça, os olhos ainda arregalados, enquanto eu alcanço e puxo sua camisa sobre os ombros. Ele libera as mãos, ficando nu na minha frente, da cintura para cima. Com sua camisa tirada, ele parece recuperar o seu equilíbrio. Ele sorriu para mim.

— E minhas calças, Srta. Lovato? — Ele pergunta, levantando uma sobrancelha.

— No quarto de dormir. Eu quero você na cama.

— Você quer agora? Srta. Lovato, você é insaciável.

— Eu não posso imaginar o por que. — Eu agarro sua mão, tirando-o de seu estudo, e o levo para seu quarto.
O quarto está frio.

— Você abriu a porta da varanda? — Ele pergunta, franzindo a testa para mim quando chegamos a seu quarto.

— Não. — Eu não me lembro de fazer isso. Lembro-me de olhar por todo o quarto quando eu acordei e a porta estava definitivamente fechada.

Oh merda. . . Todo o sangue sumiu do meu rosto, e eu olho para Joseph com a minha boca ficando aberta.

— O quê? — Ele parou me encarando.

— Quando eu acordei. . . Havia alguém aqui. — Eu sussurrei.
— Eu pensei que fosse minha imaginação.

— O quê? — Ele olha horrorizado e corre para a porta da varanda, olha lá fora, e então volta para dentro do quarto e tranca a porta atrás dele.
— Você tem certeza? Quem? — Ele perguntou com voz firme.

— Uma mulher, eu acho. Estava escuro. Eu tinha acabado de acordar.

— Se vista. — Ele rosna pra mim no seu caminho de volta.
— Agora!

— Minhas roupas estão lá em cima. — Eu choramingo.

Ele abre uma das gavetas e puxa um par de calças de moletom.

— Coloque estas. — Elas eram muito grandes, mas eu não quis discutir com ele.

Ele tira uma camiseta também, e rapidamente puxou-a sobre sua cabeça. Agarrando o telefone da cabeceira, aperta dois botões.

— Ela ainda está aqui, porra. — Ele sussurra ao telefone.

Aproximadamente três segundos depois, Taylor e um dos caras da segurança, entram no quarto de Joseph. Ele fala brevemente o que aconteceu.

— Quanto tempo atrás? — Questiona Taylor, me encarando todo profissional. Ele ainda estava usando sua jaqueta. Será que este homem nunca dorme?

— Cerca de dez minutos. — Eu murmuro por algum motivo me sinto culpada.

— Ela conhece o apartamento como a palma de sua mão. — Diz Joseph.

— Eu estou levando Demetria para fora agora. Ela está se escondendo aqui em algum lugar. Encontre-a. Quando Gail voltará?

— Amanhã à noite, senhor.

— Ela não vai voltar até que este lugar esteja seguro. Entendeu?

— Sim, senhor. Você irá para Bellevue?

— Eu não vou levar este problema para os meus pais. Reserve-me algum lugar.

— Sim. Eu te ligo.

— Não estamos todos exagerando um pouco? — Eu pergunto.

Joseph me olha furioso.

— Ela pode ter uma arma. — Ele rosna.

— Joseph, ela estava de pé no final da cama. Ela poderia ter atirado em mim, se era isso que ela queria fazer.

                 Joseph faz uma pausa por um momento para conter seu temperamento, eu acho. Com uma voz ameaçadoramente suave ele diz:

 — Eu não estou preparado para assumir o risco. Taylor, Demetria precisa de sapatos.

               Joseph desaparece em seu armário enquanto o cara da segurança me observava. Eu não consigo lembrar seu nome, Ryan talvez. Ele olha alternadamente para o hall e as janelas de sacada. Joseph surge um par de minutos mais tarde, com uma bolsa de couro, vestindo jeans e blazer listrado. Ele coloca uma jaqueta jeans em torno de meus ombros.

— Venha. — Ele aperta minha mão com força, e eu tive que praticamente correr para acompanhar seus passos largos para o quarto grande.

— Eu não posso acreditar que ela poderia se esconder em algum lugar aqui. — Eu resmungo, olhando para as portas da varanda.

— É um lugar grande. Você não viu tudo ainda.

— Por que você não liga para ela. . . Diga-lhe que quero falar com ela?

— Demetria, ela é instável, e ela pode estar armada. — Ele disse, irritado.

— Então nós só vamos fugir?

— Por enquanto, sim.

— Supondo que ela tente atirar em Taylor?

— Taylor sabe e entende de armas. — Ele diz com desgosto.
— Ele é mais rápido com uma arma que ela.

— Ray esteve no exército. Ele me ensinou a atirar.

Joseph levanta as sobrancelhas e por um momento parece totalmente confuso.

— Você, com uma arma? — Ele disse, incrédulo.
— Sim. — Eu fico ofendida.
— Eu posso atirar Sr. Jonas, então é melhor você tomar cuidado. Não é apenas com sua ex-louca que você precisa se preocupar.

— Eu vou ter isso em mente, Srta. Lovato. — Ele responde secamente, divertido, e é bom saber que mesmo nesta situação ridiculamente tensa, posso fazê-lo sorrir.

               Taylor nos encontra no hall de entrada e me entrega minha pequena mala e minhas sapatilhas negras. Eu estou surpresa por ele ter embalado algumas roupas. Eu sorrio para ele timidamente com gratidão, e ele me devolve um sorriso rápido e tranquilizador. Antes que eu consiga me parar, eu o abraço, e ele tomado pela surpresa fica corado em ambas as faces.

— Tenha cuidado. — Murmuro.

— Sim, senhorita Lovato. — Resmungou.

Carrancudo Joseph olha para mim e depois olha interrogativamente para Taylor, que sorri muito pouco e ajusta a gravata.

— Deixe-me saber onde estou indo. — Joseph diz.

Taylor enfiou a mão no casaco, tira a carteira, e coloca nas mãos de Joseph um cartão de crédito.

— Você pode querer usar isso quando chegar lá.

Joseph concorda.

— Boa ideia.

Ryan se junta a nós.

— Sawyer e Reynolds não encontraram nada. — Ele disse para Taylor.

— Acompanhe Jonas e a Srta. Lovato para a garagem. — Ordenou Taylor.

               A garagem esta deserta. Bem, é quase três da manhã. Joseph me introduz no banco de passageiro do R8 e coloca meu estojo e sua bolsa no porta malas na frente do carro. O Audi ao nosso lado está uma bagunça, pneus cortados, tinta branca espalhada por todo ele. É arrepiante e fico grata que Joseph esta me levando para outro lugar.

— O substituto chegará à segunda-feira. — Joseph diz friamente enquanto se senta ao meu lado.

— Como ela soube que era o meu carro?

Ele olha ansiosamente para mim e suspira.

— Ela tinha um Audi A3. Eu compro um para todas as minhas submissas, é um dos automóveis mais seguros da sua classe.

Oh.

— Então, não foi um presente de formatura.

— Demetria, apesar do que eu esperava você nunca foi minha submissa, por isso, tecnicamente, é um presente de formatura. — Ele sai do espaço do estacionamento e acelera para a saída.

Apesar do que ele esperava. Ah, não. . . Meu subconsciente sacudiu a cabeça tristemente. Isto é o que voltamos a todo o tempo.

— Você ainda está esperando? — Eu sussurro.

O telefone do carro vibra.

— Jonas. — Joseph fala, bruscamente.

— Fairmont Olympic. Em meu nome.

— Obrigado, Taylor. E, Taylor, tenha cuidado.

Taylor faz uma pausa.

— Sim, senhor. — Disse calmamente, e Joseph desliga.

           




DESCULPA O TAMANHO, A PORRA DO BLOG AINDA TA DE CU DOCE... SIM TO BRAVA, QUASE DESISTINDO....

27 comentários:

  1. aaaaaaaaaaaaamei =)

    nossa, muito bom esse cap !!!

    posta logoo

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    1. A Natalia do blog Jemi love forever love passou por uma situação parecida.. O dela ñ estava atualizando . Vc pode perguntar pra ela como ela resolveu ... Vai ver da certo com vc .

      O blog ... www.jemiprasemprejemi.blogspot.com.br

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    2. eu leio esse blog *o*

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    3. acho que consegui arrumar, só o google+ que deu erro, mas ok! Obrigada gatona :)

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  2. nao desista noz ammamos sua fic :3 stay strong kk <3

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  3. Vc ja tentou trocar a senha? Ai vc sai e entra novamente. Mas salva os capitulos no seu computador antes.
    To curiosa pra saber o que vai acontecer.
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    1. E por favor não desista, eu amo o seu blog.

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    2. tinha tentado de tudo, mas acho que agora vai! Obrigada baby e jaja tem cap

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  4. Não desista , eu amo o seu blog , eu leio desde do começo, so nao comento muito. Ass: iza morais

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    1. hahah ok! N vou desistir, obrigada por ler

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  5. Não desista pleaseeeeee sua fic é perfeita,sei la tente mudar a senha do e-mal de acesso ao blog ou então crie outro mais por favor não desista!!
    E postaaaa logooooooooooooooooooooooooo___♥

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    1. tinha tentado de tudo, mas nao dava nada! :( mas agr consegui só o google+ que travou e pa nem entra... enfim.. ja vou postar

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  6. naaaao pfvr nao desiste nao eu nao vivo sem essa fic pelo amor de deus kkkk vai ter parte 2 hj?

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  7. não desiste não por favor,eu amo essa fan fic é incrivel ,posta logo. <3

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    1. por favor posta, estou muito curiosa por favor, não desiste esse blog é o melhor.<3

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    2. OI! VOU POSTAR GATONA, TO ESCREVENDO... ATÉ 18HRS SAI O CAP

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  8. por favor meu nome é juçy amo a fanfics sou angolana e amo o cinquenta tons por isso imploro continua preciso ler a segunda parte do oitavo capitulo por favor posta logo

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    1. OBRIGADA!!! Vou postar daqui a pouco jucy, estou escrevendo

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  9. Olha isso o que está acontecento com vc aconteceu com a minha amiga uma semana atrás ai ela mudou o modelo do blog e deu certo tenta isso!!
    E por favor não desista e postaaaaaaaaaaa logooooooooooooooooo pleaseeeeeeeeee!!

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    1. sou horrível em mudar modelo de blog :(

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  10. AAAAA POSTA POSTA TO ENLOUQUECENDO SEM ESSA FIC HAHA

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    1. calma, daqui a pouco tem cap kjdsmnx aposto que é cami

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  11. Hey, vi no seu face q vc sofreu um acidente né?! Ja esta bem? Sou a carol r.

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    1. ACIDENTE ?? Como assim :o ?
      Qual é o face dela ?

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    2. JA ESTOU BEM!!!1 EXPLICO ISSO NO CAP QUE SAI DAQUI A POUCO

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