sábado, 20 de julho de 2013

Cap.14- 2ª temporada

                Joseph está prostrado de joelhos aos meus pés, segurando-me com seu firme olhar cinza, é a visão mais assustadora e preocupante que eu já vi, mais do que Leila e sua arma. A vaga imprecisão alcoólica que estou sofrendo evapora num instante, e é substituída por um formigamento no meu couro cabeludo, e uma sensação arrepiante de condenação quando o sangue drena do meu rosto. Eu inalo fortemente com o choque. Não. Não, isso está errado, tão errado e tão perturbador.

— Joseph, por favor, não faça isso. Eu não quero isso.

               Ele continua a encarar-me passivamente, sem se mover, sem dizer nada. Oh porra. Meu pobre Cinquenta. Meu coração aperta e torce. Que diabos eu fiz com ele? Lágrimas picam meus olhos.

— Por que você está fazendo isso? Fale comigo, — eu sussurro.

Ele pisca uma vez.

— O que você quer que eu diga? — ele diz suavemente, brandamente, e por um momento fico aliviada por ele estar falando, mas não desse jeito, não. Não. Lágrimas começam a escorrer pelo meu rosto, e de repente, era demais vê-lo na mesma posição prostrada que a criatura patética de Leila. A imagem de um homem realmente poderoso, que ainda menino foi horrivelmente maltratado e negligenciado, que se sentia indigno do amor de sua família perfeita, e da sua muito menos perfeita namorada... meu menino perdido... isto rompe meu coração. Perda, compaixão e desespero, tudo ondula em meu coração, e eu sinto uma
asfixiante sensação de desespero. Vou ter que lutar para trazê-lo de volta, para trazer de volta o meu Cinquenta. O pensamento de dominar alguém é terrível. O pensamento de dominar Joseph é nauseante. Isso poderia me fazer como ela, a mulher que fez isso com ele. Tremo com este pensamento, luto contra a bile em minha garganta. De jeito nenhum eu posso fazer isso. De jeito nenhum eu quero isso. Como meus pensamentos claros, posso ver apenas um caminho. Não tirando os meus olhos dos dele, eu mergulho de joelhos na frente dele. O piso de madeira é duro contra minhas canelas, e eu limpo minhas lágrimas
rudemente com as costas da minha mão. Assim, ficamos iguais. Nós estamos no mesmo nível. Esta é a única maneira de recuperá-lo. Seus olhos se arregalaram fracionados, quando olho para ele, mas, além disso, a sua expressão e postura não mudam.

— Joseph, você não tem que fazer isso, — eu imploro.
— Eu não vou fugir. Eu já lhe disse, disse e disse, eu não vou fugir. 
— Tudo o que aconteceu... foi esmagador. Só preciso de algum tempo para pensar... algum tempo para mim. Por que você sempre imagina o pior? — Meu coração aperta de novo porque sei, é porque ele é tão hesitante, tão cheio de auto-aversão.

As palavras de Elena voltam para me assombrar.

— Ela sabe como você é negativo sobre si mesmo? Sobre todos os seus problemas?


Oh, Joseph. O medo agarra meu coração mais uma vez e começo a balbuciar,

—Eu ia sugerir voltar para o meu apartamento esta noite. Você nunca me deu um tempo... tempo apenas para pensar sobre as coisas, — eu choro, e a sombra de uma carranca cruza seu rosto.
— Só o tempo para pensar. Nós mal conhecemos um ao outro, e toda esta bagagem que veio com você... Eu preciso... Preciso de tempo para pensar sobre isso. E agora que Leila... bem, seja lá onde ela está... está fora das ruas e não é mais uma ameaça... pensei... pensei... — Minha voz some e olho para ele. Ele me encara atentamente e acho que está ouvindo.

— Ver você com Leila... — Fecho meus olhos, quando a memória dolorosa de sua interação com sua ex-submissa, abala-me de novo.
— Foi um choque. Eu tive um vislumbre de como sua vida tem sido... e... — Eu olho para os meus dedos nodosos, com lágrimas ainda escorrendo pelo meu rosto.
— Trata-se de mim, não sou boa o suficiente para você. Foi uma compreensão sobre sua vida, e estou com tanto medo de você se cansar de mim, e de você me deixar... e eu acabarei como Leila... uma sombra. Porque eu o amo, Joseph, e se me deixar vai ser como um mundo sem luz. Estarei na
escuridão. Não quero fugir. Estou tão assustada que você me deixe...

Eu percebo que digo essas palavras para ele, na esperança de que esteja ouvindo, o meu verdadeiro problema. Eu só não entendo por que ele gosta de mim. Nunca entendi por que gosta de mim.

— Eu não entendo por que você me acha atraente, — murmuro.
— Você é, bem, você é você... e eu sou... Dou de ombros e olho para ele.
— Apenas não entendo. Você é lindo, sexy e bem-sucedido, bom e gentil, e humanitário.... todas essas coisas.... e eu não sou. E não posso fazer as coisas que gosta de fazer. Não posso dar-lhe o que precisa. Como pode ser feliz comigo? Como posso te manter? — Minha voz é um sussurro, quando expresso meus medos mais obscuros.

— Nunca entendi o que vê em mim. E vê-lo com ela, trouxe tudo isto de volta. — Eu fungo e limpo o nariz com as costas da minha mão, olhando para sua expressão impassível.

Oh, ele é tão irritante. Fale comigo, porra!

— Você vai ficar ajoelhado aí à noite toda? Porque vou fazer isso também, — eu estalo para ele.

                Acho que sua expressão suaviza, talvez pareça vagamente divertida. Mas é tão difícil dizer. Eu poderia alcançá-lo e tocá-lo, mas isso seria um abuso grosseiro da posição em que me colocou. Não quero isso, mas não sei o que ele quer, ou o que está tentando dizer-me. Eu apenas não entendo.

— Joseph, por favor, por favor... fale comigo, — Rogo-lhe, torcendo as mãos em meu colo. Estou desconfortável de joelhos, mas continuo ajoelhada, olhando para os seus graves, bonitos, olhos cinzentos e espero.

E espero.

E espero.

— Por favor, — peço mais uma vez.

Seu olhar intenso escurece de repente e ele pisca.

— Estava tão assustado, — ele sussurra.

                Oh, graças a Deus! Meu subconsciente cambaleia de volta para sua poltrona, enfraquecido de alívio, e toma um grande gole de gin. Ele está falando! A gratidão me inunda, e engulo, tentando conter a emoção e a nova luta com as lágrimas que ameaçam cair. Sua voz é suave e baixa.

— Quando vi Ethan chegar, eu sabia que alguém tinha entrado em seu apartamento. Tanto Taylor quanto eu, pulamos para fora do carro. Nós sabíamos, e vê-la lá com você... e armada. Eu acho que morri mil mortes, Demi. Alguém a ameaçando... todos os meus piores medos realizados. Eu estava com tanta raiva, dela, de você, de Taylor, de mim mesmo. Ele balança a cabeça revelando sua agonia. — Eu não sabia o quanto ela seria volátil. Não sabia o que fazer. Não sabia como ela iria reagir. — Ele para e franze a testa.

— E então ela me deu uma dica, parecia tão arrependida. E apenas soube o que tinha que fazer. — Ele faz uma pausa, olhando-me, tentando avaliar a minha reação.

— Vá em frente, — eu sussurro.

Ele engole.

— Vê-la nesse estado, sabendo que posso ter algo a ver com o seu colapso mental... — Ele fecha os olhos mais uma vez.
— Ela sempre foi tão maliciosa e vivaz. — Ele estremece e respira áspero, quase como um soluço. Isto é uma tortura de se ouvir, mas ajoelho-me, atenciosa, sobrepondo esta visão.

— Ela poderia ter machucado você. E teria sido minha culpa. — Seus olhos divagam, cheios de incompreendido horror, e ele fica em silêncio mais uma vez.

— Mas ela não o fez, — sussurro.
— E você não foi responsável por ela estar neste estado, Joseph. — Pisco para ele, incentivando-o a continuar.

               Então eu desperto para tudo que ele fez para me manter segura e, talvez, Leila também, porque também se preocupa com ela. Mas quanto se preocupa com ela? A pergunta permanece na minha cabeça, indesejável. Ele diz que me ama, mas foi tão duro, me jogando para fora do meu próprio apartamento.

— Eu só queria que se fosse, — murmura, com sua estranha habilidade de ler meus pensamentos.
— Queria você longe do perigo, e... Você... Apenas... Não ... Ia, — ele sibila com os dentes cerrados e balança a cabeça. Sua irritação é palpável. Ele olha para mim atentamente.
— Demetria Lovato, você é a mulher mais teimosa que conheço. — Ele fecha os olhos e balança a cabeça mais uma vez em descrença.

Oh, ele está de volta. Eu dou um suspiro longo, claro de alívio. Ele abre os olhos novamente, e sua expressão é perdida, sincera.

— Você não vai fugir? — Ele pergunta.

—Não!

Ele fecha os olhos novamente e todo o seu corpo relaxa. Quando abre os olhos, posso ver sua dor e angústia.

— Eu pensei... — Ele para.
— Este sou eu, Demi. Todo eu... e sou todo seu. O que devo fazer para que perceba isto? Para fazer com que veja que a quero de qualquer maneira que possa te ter. Que eu te amo.
— Eu também te amo, Joseph, e vê-lo assim é... — Eu engasgo e minhas lágrimas começam de novo.
— Pensei que tinha magoado você.

— Magoado? Eu? Ah, não, Demi. Exatamente o oposto. — Ele estende a mão e pega a minha.
— Você é minha tábua de salvação, — sussurra, e beija meus dedos antes de pressionar a palma da mão contra a dele.

                 Com seus olhos arregalados e cheios de medo, gentilmente puxa minha mão e a coloca em seu peito sobre o coração, na zona proibida. Sua respiração se acelera. Seu coração está batendo frenético, debaixo da cicatrizes em meus dedos. Ele não tira os olhos dos meus; sua mandíbula está tensa, os dentes cerrados. Eu suspiro. Oh meu Cinquenta! Ele está me deixando tocá-lo. E é como se todo o ar em meus pulmões tenha evaporado, sumido. O sangue está batendo em meus ouvidos, quando o ritmo do meu coração eleva-se para combinar com o seu. Ele solta minha mão, deixando-a no lugar sobre seu coração. Eu flexiono levemente os dedos, sentindo o calor de sua pele sob o tecido fino de sua camisa. Ele está segurando a respiração. Eu não posso suportar isto. Movo minha mão.

— Não, — ele diz de forma rápida e coloca a mão mais uma vez sobre a minha, pressionando os dedos contra ele.
— Não faça.

               Incentivada por essas duas palavras, chego mais perto para que os nossos joelhos se toquem, e tento levantar minha mão para que saiba exatamente o que pretendo fazer. Seus olhos arregalam, mas não me impede. Gentilmente começo a desfazer os botões de sua camisa. É complicado com uma mão. Eu flexiono os dedos debaixo da sua mão e ele solta, permitindo-me usar as duas mãos para abrir sua camisa. Meus olhos não deixam os seus, quando puxo sua camisa, revelando seu peito. Ele engole, e seus lábios se separam à medida que sua respiração acelera, e sinto o pânico crescer, mas não se afasta. Ele ainda está no modo de submisso? Eu não tenho ideia. Devo fazer isso? Eu não quero magoá-lo, fisicamente ou mentalmente. A visão dele assim, oferecendo-se para mim, foi uma chamada para despertar. Aproximo-me, e pairo minha mão sobre seu peito, e olho para ele... pedindo sua permissão. Muito sutilmente ele inclina a cabeça para um lado, armando-se em antecipação ao meu toque, e a tensão irradia dele, mas desta vez não é de raiva, é de medo.

Hesito. Posso realmente fazer isso com ele?

— Sim, — ele exala, de novo com a estranha habilidade para responder às minhas perguntas não ditas.

                Estendo meus dedos em seus pelos do peito e suavemente os acaricio abaixo do seu esterno. Ele fecha os olhos, e seu rosto vinca como se estivesse experimentando uma dor intolerável. É insuportável de se testemunhar, então retiro meus dedos imediatamente, mas rapidamente, ele agarra minha mão e a recoloca firmemente achatada sobre seu peito nu, de modo que seus pelos fazem cócegas em minha mão.

— Não, — ele diz a voz tensa.
— Eu preciso.

               Seus olhos estão apertados fortemente. Isto deve ser uma agonia. É verdadeiramente torturante de se assistir. Cuidadosamente, deixei meus dedos correrem por seu peito até seu coração, fico maravilhada em senti-lo, com medo de que isto seja um passo muito longo. Ele abre os olhos, e estão cinza ardentes, encarando-me. Puta merda. Seu olhar está empolado, selvagem, além de intenso, sua respiração está ofegante. Ele mexe com meu sangue. Eu encolho sob seu olhar. Ele não me detém, então corro meus dedos por seu peito novamente, e sua boca fica preguiçosa. Ele está ofegante, e eu não sei se é por medo, ou qualquer outra coisa. Quero beijá-lo por tanto tempo, que me inclino sobre meus joelhos e seguro seu
olhar por um momento, fazendo minha intenção perfeitamente clara. Então me dobro, e suavemente beijo acima de seu coração, sentindo o calor, a pele cheirosa debaixo de meus lábios. Seu gemido estrangulado me comove tanto, que me sento em meus calcanhares, com medo do que vou ver em seu rosto. Seus olhos estão fechados bem apertados, mas ele não se move.

— Mais uma vez, — sussurra, e eu me inclino em seu peito mais uma vez, desta vez para beijar uma de suas cicatrizes. Ele suspira, e beijo de novo e de novo. Ele geme alto, e de repente seus braços estão a minha volta, e sua mão está em meus cabelos, puxando minha cabeça dolorosamente para que meus lábios se encontrem com a boca insistente. E nós estamos nos beijando, meus dedos agarrados em seus cabelos.

— Oh, Demi, — ele exala, se retorce e me puxa para baixo no chão de modo que eu estou debaixo dele. Eu trago minhas mãos para rosto bonito, e nesse momento, sinto as lágrimas.

Ele está chorando... não. Não!

— Joseph, por favor, não chore. Eu falei sério, quando disse que nunca iria deixá-lo. Eu falei. Se lhe dei qualquer outra impressão, sinto muito... por favor, me perdoe. Eu te amo. Eu sempre te amarei.

Ele paira sobre mim, olhando para baixo em meu rosto, e sua expressão é tão dolorosa.

— O que é?

Seus olhos arregalam.

— Qual é o segredo que faz você pensar que eu vou fugir para as montanhas? Isso que faz você tão determinado a acreditar que eu irei? — Eu imploro, a minha voz trêmula. 

— Diga-me, Joseph, por favor...

                    Ele se senta, embora desta vez cruze as pernas e eu sigo seu exemplo, as pernas estendidas.
Vagamente me pergunto, se nós podemos sair do chão? Mas não quero interromper sua linha de pensamento. Ele finalmente confia em mim. Ele me olha, e parece completamente desolado. Oh merda, isto é ruim.

— Demi... — Ele faz uma pausa, procurando as palavras, sua expressão de dor...

Oh? Onde diabos isso vai dar?

Ele respira fundo e engole.

— Eu sou um sádico, Demi. Eu gosto de chicotear pequenas garotas de cabelos castanhos como você, porque todas vocês parecem com a prostituta viciada em crack, minha mãe biológica. Tenho certeza que você pode adivinhar o por quê. — Ele diz apressado, como se estivesse com a sentença em sua cabeça por dias e dias e está desesperado para se livrar dela.

Meu mundo para. Ah, não.

Isto não é o que eu esperava. Isso é ruim. Muito ruim. Olho para ele, tentando entender as implicações do que acaba de dizer. Isso explica por que todas temos a mesma aparência. Meu pensamento imediato é de que Leila estava certa:

— O Mestre é escuro.

Lembro-me da primeira conversa que tive com ele sobre suas tendências, quando estávamos no Salão Vermelho da Dor.

— Você disse que não era um sádico, — eu sussurro, tentando desesperadamente entender... Achar alguma desculpa para ele.

— Não, eu disse que era Dominante. Se eu menti para você, foi uma mentira por omissão. Sinto muito. — Ele olha rapidamente para baixo em suas unhas bem cuidadas.

Acho que está mortificado. Mortificado sobre mentir para mim? Ou sobre o que ele é?

— Quando você me fez essa pergunta, eu tinha imaginado uma relação muito diferente entre nós, — ele murmura. Eu posso dizer pelo seu olhar que está apavorado. Em seguida, isto me atinge como uma bola de demolição. Se ele é um sádico, ele realmente precisa de toda aquela merda de chicotadas e açoitamento.

Oh porra. Eu coloco minha cabeça em minhas mãos.

— Então é verdade, — sussurro, olhando para ele.
— Eu não posso dar o que você precisa. — Então é isto, e isto quer dizer que realmente somos incompatíveis.

O mundo começa a despencar aos meus pés, desmoronando em torno de mim, enquanto minha garganta aperta em pânico. É isso. Nós não podemos fazer isso. Ele franze a testa.

— Não, Não, Não. Demi. Não. Você pode. Você me dá o que preciso. — Ele cerra os punhos.
— Por favor, acredite em mim, — murmura suas palavras num apelo apaixonado.

— Eu não sei em que acreditar, Joseph. Isto é tão fodido, — sussurro, minha garganta está rouca e dolorida, como se fechasse, sufocando-me com lágrimas não derramadas.

Seus olhos estão arregalados e luminosos, quando olha para mim de novo.

— Demi, acredite em mim. Depois que puni você e você me deixou, meu mundo mudou. Eu não estava brincando quando disse que iria evitar de me sentir assim de novo. — Ele olha para mim com súplica de dor.
— Quando disse que me amava, foi uma revelação. Ninguém nunca disse isto para mim antes, e era como se tivesse colocado algo para descansar, ou talvez você o tenha deixado descansar, eu não sei. Dr. Flynn e eu ainda estamos em uma discussão profunda sobre isso.

Oh. Chamas de esperança rapidamente crescem em meu coração. Talvez nós fiquemos bem. Eu quero que fiquemos bem. Não quero?

— O que isso tudo significa? — Eu sussurro.

— Significa que não preciso disso. Não agora.

O quê?

— Como você sabe? Como você pode ter tanta certeza?

— Apenas sei. O pensamento de feri-la... de qualquer forma real... é repugnante para mim.

— Eu não entendo. E sobre as amarras e os espancamentos e toda a foda pervertida?

Ele passa a mão pelo cabelo e quase sorri, mas suspira tristemente.

— Estou falando sobre a merda pesada, Demetria. Você precisa ver o que posso fazer com uma vara ou um chicote.

Minha boca despenca, chocada.

— Eu prefiro não.

— Eu sei. Se quiser fazer isso, então tudo bem... mas se não quiser eu entendo. Não posso fazer toda aquela merda com você, se não quiser. Disse uma vez antes, você tem todo o poder. E agora, desde que voltou, não sinto esta compulsão, de qualquer jeito.

Eu fico embasbacada com ele por um momento, tentando entender tudo isso.

— Quando nos conhecemos, era isto o que você queria, entretanto?

— Sim, sem dúvida.

— Como pode a compulsão apenas ir, Joseph? Eu sou como alguma espécie de panacéia¹, e você está, por falta de uma palavra melhor, curado? Eu não entendo.

Ele suspira mais uma vez.

— Eu não diria curado... Você não acredita em mim?

— Acabei de achar isto, inacreditável. O que é diferente.

— Se você não tivesse me deixado, então, provavelmente, não iria me sentir assim. Você ir embora foi à melhor coisa que já fez... por nós. Isso me fez perceber o quanto a quero, apenas você, e quero dizer isto quando digo que vou aceitá-la de qualquer forma que possa ter você.

Eu olho para ele. Posso acreditar nisso? Minha cabeça dói só de tentar pensar nisto tudo, e no fundo me sinto... entorpecida.

— Você ainda está aqui. Eu pensei que você sairia porta afora agora mesmo, — ele sussurra.

— Por quê? Porque posso pensar que é um maluco, por bater e foder mulheres que se parecem com sua mãe? O que lhe deu esta impressão? — Eu silvo para ele, atacando.

Ele fica pálido com minhas palavras duras.

— Bem, não teria dito isto bem assim, mas sim, — ele diz os olhos arregalados e magoados.

               Sua expressão é séria e lamento a minha explosão. Eu franzo a testa, sentindo uma pontada de culpa. Oh, o que vou fazer? Olho para ele e ele me olha contrito, sincero... parecendo com meu Cinquenta.
E espontaneamente lembro-me da fotografia em seu quarto de infância, e naquele momento percebo porque razão a mulher parecia tão familiar. Ela se parecia com ele. Ela deve ter sido sua mãe biológica. Sua rápida rejeição a ela vem à minha mente: Nada de consequência... Ela é a responsável por tudo isso... e eu pareço com ela... Porra! Ele olha para mim, os olhos cortantes, e sei que está esperando meu próximo movimento. Ele parece genuíno. Ele disse que me ama, mas estou realmente confusa. Isso tudo é tão fodido. Ele me tranquilizou sobre Leila, mas agora sei com mais certeza do que nunca, como ela ele foi capaz de lhe dar seus chutes. O pensamento é cansativo e desagradável. Estou tão cansada de tudo isso.

— Joseph, eu estou exausta. Podemos discutir isso amanhã? Quero ir para a cama.

Ele pisca para mim surpreso.

— Você não vai embora?

— Você quer que eu vá?

— Não! Pensei que me deixaria uma vez que você soubesse.

               Todas as vezes que ele aludiu sobre deixá-lo, uma vez que eu conhecesse seus segredos mais sombrios piscam em minha mente... e agora eu sei. Merda. O Mestre é escuro. Devo ir? Olho para ele, esse louco homem que eu amo, sim amo. Posso deixá-lo? Deixei-o uma vez antes, e isso quase me quebrou... e a ele. Eu o amo. Eu sei disso, apesar desta revelação.

— Não me abandone, — sussurra.

— Oh, pelo amor de Deus, não! Eu não irei! — Grito, e isto é libertador. Pronto, está dito. Eu não estou indo.

— Sério? — Seus olhos se arregalaram.

— O que posso fazer para que você entenda. Eu não vou fugir? O que posso dizer?

Ele olha para mim, revelando seu medo e angústia novamente. Ele engole.

— Há uma coisa que você pode fazer.

— O quê? — Eu disparo.

— Case comigo, — ele sussurra.

              O quê? Será que ele realmente... Pela segunda vez em menos de meia hora meu mundo para.
Puta merda. Eu fico olhando para o homem profundamente fodido que eu amo. Eu não posso acreditar no que ele disse. Casamento? Ele está me propondo casamento? Ele está brincando? Eu não posso controlar, e um pequeno riso nervoso sai de mim. Eu mordo meu lábio para impedi-lo de se transformar numa gargalhada, em um riso histérico e falho miseravelmente. Deito no chão e me entrego ao riso, rio como nunca ri antes, berros enormes de purificantes risos cicatrizantes. E por um momento dou por mim, olhando para esta situação absurda, uma garota oprimida, dando risadinhas, ao lado deste fodido garoto bonito. Eu coloco meu braço sobre meus olhos, enquanto meu riso se transforma em lágrimas escaldantes. Não, não... isso é demais. Com o desaparecimento da histeria, Joseph suavemente levanta o braço do meu rosto. Viro-me e olho para ele. Ele está debruçado sobre mim. Sua boca torcida com diversão irônica, mas seus olhos estão em um tom de cinza ardente, talvez magoado. Ah, não. Ele gentilmente enxuga uma lágrima perdida com as costas de seus dedos.

— Você achou minha proposta divertida, Srta. Lovato?

Oh, Cinquenta! Aproximo-me, acaricio seu rosto com ternura, desfrutando a sensação da barba sob meus dedos. Deus, eu amo este homem.

— Sr. Jonas... Joseph. Seu senso de oportunidade é, sem dúvida... — Eu o olho enquanto as palavras me faltando.

Ele sorri para mim, mas seus olhos me mostra que está magoado. É decepcionante.

— Você está me rechaçando, Demi. Quer se casar comigo?

Sento e me inclino sobre ele, colocando as mãos sobre os joelhos. Olho para seu rosto adorável.

— Joseph, eu conheci a sua ex-submissa com uma arma, fui jogada para fora do meu apartamento, tenho você vindo Cinquenta sobre mim...

Ele abre a boca para falar, mas levanto minha mão. Ele obedientemente se cala.

— Você acaba de revelar algumas informações, realmente chocantes sobre si mesmo, e agora me pede para casar com você.

Ele move a cabeça de um lado para o outro, como se considerando os fatos. Ele está se divertindo. Graças a Deus.

— Sim, acho que é um resumo fiel e exato da situação, — diz secamente.

Sacudo a cabeça para ele.

— O que aconteceu com a gratificação atrasada?

— Eu superei isto, e agora sou um firme defensor da gratificação instantânea. Carpe diem, Demi, — ele sussurra.

— Olhe Joseph, eu o conheço por cerca de três minutos, e não há muito mais que preciso saber. Eu bebi demais, estou com fome, estou cansada e quero ir para a cama. Preciso considerar a sua proposta, assim como pensei sobre o contrato que você me deu. E... — pressiono meus lábios para mostrar o meu desagrado, mas também para aliviar o clima entre nós — esta não foi uma proposta muito romântica.

Ele inclina a cabeça para um lado, e em seus lábios está um sorriso sarcástico.

— Sensata como sempre, Srta. Lovato, — suspira, sua voz misturada com alívio.
—Então isto não é um não?

Eu suspiro.

— Não, Sr. Jonas, isto não é um não, mas não é um sim também. Você só está fazendo isso porque está com medo, e não confia em mim.

— Não, estou fazendo isto porque, finalmente encontrei alguém com quem quero passar o resto da minha vida.

Oh. Meu coração para de bater e eu derreto por dentro. Como é que no meio das piores situações ele pode dizer as coisas mais românticas? Minha boca se abre em estado de choque.

— Eu nunca pensei que isto fosse acontecer comigo, ele continua, sua expressão claramente radiante e atenuada pela sinceridade.

Eu fico embasbacada, procurando as palavras certas.

— Posso pensar nisso... por favor? E pensar sobre tudo o que aconteceu hoje? No que você acabou de me pedir? Pediu-me paciência e fé. Bem, devolvo para você, Jonas. Eu preciso disto agora.

Seus olhos buscam os meus e depois de um momento, ele se inclina e enfia meu cabelo atrás da minha orelha.

— Posso viver com isso. — Beija-me depressa nos lábios.
— Não é muito romântico, hein? — Ele levanta as sobrancelhas, e eu dou-lhe um balançar de minha
cabeça, admoestando.

— Corações e flores? — Pergunta em voz baixa.

Concordo com a cabeça e ele me dá um leve sorriso.

—Você está com fome?

— Sim.

— Você não comeu. — Seus olhos estão gelados e sua mandíbula endurecida.

— Não, eu não comi. — Sento-me sobre os calcanhares e o encaro passivamente.
— Ser jogada para fora do meu apartamento, depois de testemunhar o meu namorado interagindo intimamente com sua ex-submissa, suprimiu consideravelmente meu apetite. — Olho para ele e coloco minhas mãos fechadas em meus quadris.

Joseph sacode a cabeça e levanta-se graciosamente. Ah, finalmente podemos sair do chão. Ele oferece sua mão para mim.

— Deixe-me conseguir-lhe algo para você comer, — ele diz.
— Eu não posso simplesmente ir para a cama? — murmuro cansada, enquanto coloco minha mão na dele.

Ele me puxa para cima. Eu fico rígida. Olhando para mim, sua expressão suaviza.

— Não, você precisa comer. Venha. — O Joseph mandão está de volta, e é um alívio.

Ele me leva para a área da cozinha, me levando em direção a um banquinho de bar, enquanto se dirige para a geladeira. Olho para meu relógio. Caramba, quase onze e meia, tenho que me levantar para o trabalho pela manhã.

— Joseph, eu realmente não estou com fome.

Ele ignora-me diligente, enquanto investiga a geladeira enorme.

— Queijo? — Ele pergunta.

— Não a esta hora.

— Pretzels?

— Na geladeira? Não, — eu disparo.

Ele se vira e sorri para mim.

— Você não gosta de pretzels?

— Não às onze e meia. Joseph, eu vou para a cama. Você pode vasculhar dentro de sua geladeira pelo o resto da noite, se quiser. Estou cansada, e tive um dia muito interessante. Um dia que gostaria de esquecer. — Escorrego do banco e ele franze a testa para mim, mas agora não me importo. Eu quero ir para a cama, estou exausta.

— Macarrão com queijo? — Ele segura uma tigela branca tampada com papel alumínio. Parecendo tão promissor e cativante.

— Você gosta de macarrão com queijo? — Eu pergunto.

Ele acena com entusiasmo, e meu coração se derrete. Parecendo tão jovem de repente. Quem teria pensado? Joseph Jonas gosta de comida de criança.

— Você quer? — Ele pergunta, parecendo esperançoso. Eu não posso resistir-lhe e estou com fome.

Concordo com a cabeça e dou-lhe um sorriso fraco. Seu sorriso de atendimento é de tirar o fôlego. Ele tira a folha da tigela e a instala no microondas. Eu sento de volta no banco, e vejo a beleza que é o Sr. Joseph Jonas, o homem que quer se casar comigo, movendo-se graciosamente e com facilidade em torno de sua cozinha.

— Então você sabe como usar o microondas, afinal? — Eu provoco suavemente.

— Se vier empacotado, eu normalmente posso fazer algo com isto. É com comida de verdade que eu tenho problemas.

Não posso acreditar que este é o mesmo homem, que estava de joelhos na minha frente nem meia hora antes. Ele é usualmente tão volúvel. Ele coloca os pratos, talheres e os jogos americanos sobre a bancada do café da manhã.

— É muito tarde, — eu murmuro.

— Não vai trabalhar amanhã.

— Eu tenho que ir trabalhar amanhã. Meu chefe está indo para Nova York. Joseph olha feio.

— Você quer ir para lá neste fim de semana?

— Chequei a previsão do tempo, e parece que vai chover, — eu digo, balançando a cabeça.

— Ah, então o que quer fazer?

O microondas apita anunciando que o jantar está aquecido.

— Só quero superar um dia de cada vez no momento. Toda esta excitação é... cansativa. — Eu levanto uma sobrancelha para ele, que judiciosamente ignora.

                  Joseph coloca a tigela branca entre as guarnições de nossos lugares e se senta ao meu lado. Fixando-se profundamente em seus pensamentos, distraído. Eu sirvo o macarrão em nossos pratos. Cheira divinamente, e fico com água na boca em antecipação. Estou com fome.

— Desculpe-me por Leila, — ele murmura.

— Por que você está se desculpando? — Mmm, o macarrão tem um gosto tão bom quanto o cheiro. Meu estômago resmunga agradecido.

— Deve ter sido um choque terrível para você, encontrá-la em seu apartamento.

Taylor o checou mais sedo. Ele está muito chateado.

— Eu não culpo Taylor.

— Nem eu. Ele está à sua procura.

— Verdade? Por quê?

— Eu não sabia onde estava. Você deixou sua bolsa, seu telefone. Não podia sequer encontrá-la. Aonde você foi? — Ele pergunta. Sua voz é suave, mas há uma tendência ameaçadora em suas palavras.

— Ethan e eu, fomos apenas a um bar do outro lado da rua. Assim eu podia ver o que estava acontecendo.

— Entendo. — A atmosfera entre nós muda sutilmente.

Não é mais leve. Ok, bem... dois podem jogar esse jogo. Vamos apenas jogar isso de volta para você, Cinqüenta. Tentando soar indiferente, querendo acalmar minha curiosidade ardente, mas temendo a resposta, pergunto,

— Então o que você fez com Leila no apartamento?

Eu lhe observo, e ele congela com sua garfada de macarrão suspensa no ar. Oh não, isso não é bom.

— Quer realmente saber?

Um nó aperta no meu estomago e meu apetite desaparece.

— Sim, — eu sussurro. Você quer? Você realmente quer? Meu subconsciente lança sua garrafa vazia de gin no chão, sentando em sua poltrona, olhando para mim com horror.

A boca de Joseph aperta em uma linha, e ele hesita.

— Nós conversamos, e dei-lhe um banho. — Sua voz é rouca, e ele continua rapidamente, quando não dou nenhuma resposta.

— E a vesti com algumas de suas roupas. Espero que não se importe. Mas ela estava imunda.

Puta merda. Ele a banhou?

                O que é uma coisa inadequada de se fazer. Titubeio, olhando para meu macarrão não consumido. A visão disto agora me dá náuseas. Tente racionalizar isto, meu subconsciente se prepara. Essa parte legal,
intelectual de meu cérebro sabe que ele só fez isso porque ela estava suja, mas isto é muito difícil. Minha ciumenta e frágil auto-estima não pode suportar isto. De repente, quero chorar, não sucumbir às lágrimas elegantes, que gotejam com decoro pelo meu rosto, mas uivam para a lua chorando. Respiro fundo para suprimir o impulso, mas minha garganta está seca e desconfortável pelas lágrimas não derramadas e soluços.

— Era tudo o que eu podia fazer, Demi, — ele diz em voz baixa.

— Você ainda tem sentimentos por ela?

— Não! — ele diz, apavorado, fecha os olhos, sua expressão angustiada. Eu me afasto, olhando mais uma vez a minha comida repugnante. Não suporto olhar para ele.

— Vê-la assim, tão diferente, tão quebrada. Eu me preocupo com ela, é um ser humano como qualquer outra. — Ele encolhe os ombros como se quisesse livrar-se de uma lembrança desagradável.

Caramba, ele está esperando a minha simpatia?

— Demi, olhe para mim.

               Não posso. Eu sei que se fizer, vou explodir em lágrimas. Isso é muito para absorver. Estou como um transbordante tanque de gasolina, cheio, além de sua capacidade. Não há espaço para mais nada. Simplesmente não posso lidar com qualquer porcaria mais. Vou queimar e explodir, e vai ser feio se tentar. Caramba! Joseph cuidando de sua ex-submissa de tal forma tão íntima, a imagem pisca através de meu cérebro. Banhá-la, pelo amor de Deus, nua. Um duro, doloroso tremor dilacera meu corpo.

— Demi.

— O quê?

— Não faça isso. Isto não significa nada. Era como cuidar de uma criança, uma criança quebrada, destruída, — ele resmunga.

               Que diabos ele sabe sobre como cuidar de uma criança? Esta foi à mulher com que teve uma desenfreada e depravada relação sexual. Ah, isso machuca. Eu respiro fundo e firme. Ou talvez ele esteja se referindo a si mesmo. Ele é a criança danificada. Isso faz mais sentido... ou talvez não faça sentido nenhum. Oh, isso é tão fodido, e de repente, estou com os ossos esmagadoramente cansados. Eu preciso dormir.

— Demi?

Eu me levanto, levo meu prato para a pia, e raspo o conteúdo no lixo.

— Demi, por favor.

Viro-me e o enfrento.

— Apenas pare, Joseph! Apenas pare com o “Demi, por favor!" — Grito com ele, e minhas lágrimas começam a escorrer por meu rosto.

— Já tive o suficiente de toda essa merda hoje. Estou indo para a cama. Estou cansada e abalada emocionalmente. Agora me deixe em paz.

                Viro em meus calcanhares e praticamente corro para o quarto, levando comigo a memória de seu olhar estarrecido, chocado. Bom saber que posso chocá-lo, também. Retiro minhas roupas rapidamente, e depois de vasculhar sua cômoda, arrasto-me em uma de suas camisetas e encabeço para o banheiro.
Olho para mim mesma no espelho, mal reconhecendo a magra megera, de olhos vermelhos, com bochechas manchadas, olhando para mim, é demais. Eu afundo no chão e me rendo à emoção avassaladora, que não posso mais conter, soluços enormes saltando de meu peito, finalmente deixo minhas lágrimas fluírem irrestritamente.



Comentem, que tento postar amanhã... ;D
Gatonas, minhas postagens estão atualizando?

17 comentários:

  1. Ainda bem q ela não foi embora.
    Espero q se acertem de vez logo.
    E o q foi isso??? Joseph pedindo ela em casamento, foi demais.
    Esta história a cada capítulo fica melhor.
    Posta logo, please!!!

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    1. será que ela aceita?
      Obrigada por comentar

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  2. Siim , Deus e paiiiiiiii, lindo essa postagem, ai Jesus , arrazando como sempre ne Lua

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  3. Essa histotia ja ta acabando ???? :(

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    1. depende de vcs, se vcs quiserem... posso fazer a 3 temporada

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  4. oiii, suas postagens estão atualizando sim!!!! o cap ta perfeito!!

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  5. Posta logo porfavor ta perfeitooooooo

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  6. PARA TUDO'! JOSEPH JONAS PEDIU DEMETRIA DEVONNE LOVATO EM CASAMENTO??! posta logo antes que eu morras!

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  7. tadinha, é muita coisa pra ela raciocinar,ele a pediu em casamento aaah ta perfeito por favor posta logo. <3 ameeeei

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    1. isso mesmo, demi precisa de tempo! Obrigada por comentar

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  8. Eu saio do site com um Joseph aos pés da Demi, volto descubro que ele é um sádico que fode e espanca mulheres que se parecem com sua mãe biológica. Como se isso não bastasse ele pede Demi em casamento e ai a revelação de que ele deu banho em Leia, o que, sinceramente, é uma revelação perturbadora e até eu ficaria muito puta da vida.

    ESSE CAPITULO FOI UAU! PRE-CI-SO de um capítulo novo logo s2

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    1. então...... Essa fic é viciante hahaha
      vou postar daqui a pouco

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  9. Eu li e relir esse capítulo Joseph pedindo ela em casamento foi a coisa mais linda, mesmo depois de descobrir q ele é um sádico ela a ama. Como você quer que eu durma depois de um capítulo desses? isso é totalmente viciante, bjo.
    Ane

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