quinta-feira, 25 de julho de 2013

Cap.17- 2ª temporada parte 2


—Mas certamente não é tão simples.

— Por que não? — Dr. Flynn dá de ombros bem-humorado.

— Bem... as razões porque ele faz isto.

— Demi, este é o ponto. Em termos de solução de terapia focada, isto é simples. Joseph quer ficar com você. Para fazer isso, ele precisa renunciar aos aspectos mais extremos deste tipo de relacionamento. Afinal, o que você está pedindo não é absurdo ...é?

Eu coro. Não, isto não é absurdo, é?

— Eu acho que não. Mas eu me preocupo que ele pense que sim.

— Joseph reconhece que agiu adequadamente. Ele não é louco. — Dr. Flynn suspira.
— Em poucas palavras, ele não é um sádico, Demi. Ele é um brilhante jovem, irritado, assustado, que recebeu uma mão de cartas de merda quando nasceu. Todos nós podemos superar nossos anseios, e analisar o que, como e o porquê da morte, Joseph pode seguir em frente e decidir como quer viver. Ele encontrou algo que funcionou por alguns anos, mais ou menos, mas desde que conheceu você, isto não funciona mais. E, como consequência, ele está mudando seu modus operandi. Você e eu temos que respeitar sua escolha e apoiá-lo nisso.

Eu fico embasbacada com ele.

— Essa é minha tranquilização?

— Melhor impossível, Demi. Não existem garantias nesta vida. — Ele sorri.
— E essa é minha opinião profissional.

Eu sorrio também, fracamente. Piadas de médico... puxa.

— Mas ele pensa em si mesmo como um alcoólatra em recuperação.

— Joseph pensa sempre o pior de si mesmo. Como eu disse, é parte de sua auto-aversão. Está em sua maneira de ser, não importa o quê. Naturalmente, ele está ansioso sobre como fazer essa mudança em sua vida. Ele está expondo-se a todo um mundo de dor emocional, que aliás, teve um gostinho quando você o deixou. Naturalmente ele está apreensivo. — O Dr. Flynn pausa.
— Não quero salientar o quão importante o papel que você tem em sua conversão, seu Damasceno em sua estrada para Damasco. Mas você tem. Joseph não estaria neste lugar se não tivesse a conhecido. Pessoalmente não acho que um alcoólatra é uma analogia muito boa, mas se isto funciona para ele por enquanto, então acho que devemos dar-lhe o benefício da dúvida. 

Dê a Joseph o benefício da dúvida. 

Eu fico emburrada com o pensamento.

— Emocionalmente, Joseph é um adolescente, Demi. Ele contornou essa fase em sua vida totalmente. Ele canalizou todas suas energias para ter sucesso no mundo dos negócios, e teve, além de todas as expectativas. Seu mundo emocional tem que jogar esconde-esconde.

— Então, como posso ajudar?

Dr. Flynn ri.

— Basta continuar fazendo o que você está fazendo, — ele sorri para mim.
—Joseph está de pernas para o ar. É uma delícia de se ver.

Eu coro, e minha deusa interior está se abraçando com alegria, mas algo me incomoda.

— Posso perguntar mais uma coisa?

— Claro.

Eu respiro fundo.

— Parte de mim acha que se ele não estivesse despedaçado não iria... querer-me.

As sobrancelhas do Dr. Flynn eleva-se com surpresa.

— Isso é uma coisa muito negativa de se dizer sobre si mesmo, Demi. E, francamente, isto diz respeito mais sobre você do que sobre Joseph. Isto não é absolutamente nada com sua auto-aversão, mas eu estou surpreso por isto.

— Bem, olhe para ele... e depois olhe para mim.

O Dr. Flynn franze o cenho.

— Eu olho. Vejo um jovem atraente, e vejo uma mulher jovem e atraente. Demi, por que você não se considera atraente?

Ah, não... Eu não quero que isso seja sobre mim. Olho para meus dedos.

Há uma batida forte na porta que me faz pular. Joseph volta para a sala, olhando para nós dois. Eu ruborizo e olho rapidamente para Flynn, que está sorrindo com benevolência para Joseph.

— Bem-vindo, Joseph, — ele diz.

— Eu acho que o tempo acabou, John.

— Quase, Joseph. Junte-se a nós.

                Joseph senta-se ao meu lado neste momento, e coloca a mão possessivamente no meu joelho. Sua ação não passa despercebido para o Dr. Flynn.

— Será que você tem alguma outra pergunta, Demi? — O Dr. Flynn pergunta e sua preocupação é óbvia.

Merda... Eu não deveria ter feito essa pergunta. Sacudo a cabeça.

— Joseph?

— Não hoje, John.

Flynn concorda.

— Talvez seja proveitoso se você voltar. Tenho certeza de que Demi terá mais perguntas.

Joseph concorda, com relutância. Eu coro. Merda... ele quer se aprofundar. Joseph aperta minha mão e
me olha atentamente.

— Tudo bem? — Ele pergunta em voz baixa.

Eu sorrio para ele, balançando a cabeça. Sim, nós vamos para benefício da dúvida, cortesia do bom doutor da Inglaterra. Joseph aperta minha mão e volta-se para Flynn.

— Como ela está? — Ele pergunta em voz baixa.

Eu?

— Ela vai chegar lá, — ele diz tranquilizador.

— Ótimo. Mantenha-me informado de seu progresso.

— Irei.

Puta merda. Eles estão falando de Leila.

— Vamos sair e comemorar sua promoção? — Joseph pergunta-me incisivamente.

Eu aceno timidamente quando Joseph se levanta.

Nós nos despedimos rapidamente do Dr. Flynn, e Joseph me conduz com pressa indecorosa.


Na rua, ele se vira para mim.

— Como foi? — Sua voz é ansiosa.

— Foi bom.

Ele me olha desconfiado. Eu dobro minha cabeça para um lado.

— Sr. Jonas, por favor, não me olhe assim. Sob as ordens do médico, vou lhe dar o benefício da dúvida.

— O que significa isso?

— Você vai ver.

Sua boca retorce e seus olhos se estreitam.

— Entre no carro, — ordena ao abrir a porta do passageiro do Saab.

Ah, mudando de direção. Meu Blackberry vibra. Eu transporto-o para fora de minha bolsa.

Merda, José!

— Oi!

— Demi, oi...

Eu fico olhando para Cinquenta, que está de olho em mim, desconfiado.

— José, — murmuro. Ele me olha, impassível, mas seus olhos endurecem.

Será que acha que não percebo? Eu volto minha atenção para José.

— Desculpe não ter ligado. É sobre amanhã? — Pergunto a José, mas encarando Joseph.

— Sim, ouça, eu falei com um cara do escritório de Jonas, então eu sei onde entregar as fotos, e devo chegar lá entre cinco e seis... depois disso, estou livre.

Oh.

— Bem, na verdade estou ficando com Joseph no momento, e se quiser, ele disse que você pode ficar em sua casa.

Joseph pressiona a boca em uma linha dura. Hum, que anfitrião ele é. José fica em silêncio por um momento, absorvendo esta notícia. Eu encolho. Não tive a oportunidade de conversar com ele sobre Joseph.

— Tudo bem, — ele diz eventualmente.
— Essa coisa com Jonas, é séria?



Eu me afasto do carro e ando para o outro lado da calçada.


— Sim.

— Sério quanto?

Reviro os olhos e faça uma pausa. Por que Joseph tem que estar escutando?



— Sério.

— Ele está com você agora? É por isso que você está falando em monossílabos?

— Sim.

— Ok. Então você pode sair amanhã?

— Claro que posso. —Eu espero. Automaticamente cruzando os dedos.

— Então, onde devo encontrá-la?

— Você pode me buscar no trabalho, — eu ofereço.

— Ok.

— Vou mandar uma mensagem com o endereço.

— A que horas?

— Digamos as seis?

— Claro. Vejo você depois, Demi. Procure ir adiante com isto. Estou com saudades.

Sorrio.

— Legal. Vejo você depois. — Eu desligo o telefone e viro.

Joseph está encostado no carro me observando atentamente, sua expressão impossível de se ler.

— Como está seu amigo? — Pergunta friamente.

— Ele está bem. Ele vai me pegar no trabalho, e acho que nós vamos tomar uma bebida. Gostaria de se juntar a nós?

Joseph hesita, seus olhos  frios.

— Você acha que ele vai tentar alguma coisa?

— Não! — Meu tom é exasperado, mas abstenho-me de revirar os olhos.

— Tudo bem, — Joseph joga as mãos para cima em derrota.
— Você sai com seu amigo, e eu a vejo no final da tarde.

Eu estava esperando uma luta, e sua aquiescência fácil me desequilibra.

— Vê? Eu posso ser razoável. — Ele sorri.

Minha boca retorce. Vamos ver sobre isso.

— Posso dirigir?

Joseph pisca para mim, surpreso com meu pedido.

— Prefiro que você não o faça.

— Por que, exatamente?

— Porque eu não gosto de ser conduzido.

— Você conseguiu esta manhã, e você parece tolerar Taylor dirigindo você.

— Eu confio em Taylor conduzir-me implicitamente.

— E em mim não? — Eu coloco minhas mãos em meus quadris.
— Honestamente, sua mania por controle não conhece limites. Eu dirijo desde que eu tinha quinze anos.

Ele encolhe os ombros em resposta, como se isso não tivesse importância alguma. Oh, ele é tão irritante! Benefício da dúvida? Bem, dane-se isso.

— Este carro é meu? — Eu exijo.

Ele franze a testa para mim.

— É claro que o carro é seu.

— Então me dê às chaves, por favor. Eu o dirigi apenas duas vezes, e só do
trabalho e para o trabalho. Agora você está tendo toda a diversão. — Estou em completo apuros. Os lábios de Joseph contorcem com um sorriso reprimido.

— Mas você não sabe para onde estamos indo.

— Tenho certeza que você pode esclarecer-me, Sr. Jonas. Você fez um ótimo trabalho com isto até agora.

Ele olha para mim espantado então sorri, seu sorriso tímido totalmente novo desarma-me e tira meu fôlego.

— Excelente trabalho, é? — Ele murmura.

Eu coro.

— Na maior parte, sim.

— Bem, nesse caso. — Ele me entrega as chaves, retorna para a porta do motorista, e abre-a para mim.

— Esquerda aqui, — Joseph ordena, e nos dirigimos para o norte em direção à I-5.
— Inferno...calma, Demi. — Ele agarra no painel.

Oh, pelo amor de Deus. Reviro os olhos, mas não me volto para olhá-lo. Van Morrison canta no fundo sobre o sistema de som do carro.

— Devagar!

— Estou devagar!

Joseph suspira.

— O que Flynn disse? — Eu ouço a ansiosa lixiviação em sua voz.

— Eu lhe disse. Ele disse-me que deveria lhe dar o benefício da dúvida. — Droga, talvez devesse ter deixado Joseph dirigir. Assim eu poderia observá-lo. De fato... Faço sinal para encostar.

— O que você está fazendo? — Ele dispara, alarmado.

— Deixando você dirigir.

— Por quê?

— Assim, eu posso olhar para você.

Ele ri.

— Não, não, você queria dirigir. Então, você dirige, e eu vou olhando para você.

Eu olho feio para ele.

— Mantenha seus olhos na estrada! — Ele grita.

Meu sangue ferve. Certo! Eu encosto freando, pouco antes de um semáforo e saio intempestiva do carro, batendo a porta, e fico na calçada, de braços cruzados, fulminando-o. Ele sai do carro.

— O que você está fazendo? — Ele pergunta com raiva, olhando para mim.

— Não. O que você está fazendo?

— Você não pode estacionar aqui.

— Eu sei disso.

— Então, por que você parou?

— Porque estou com você latindo ordens. Ou você conduz ou se cala enquanto dirijo!

— Demetria, volte para o carro antes de receber uma multa.

— Não.

               Pisca para mim, totalmente perdido, em seguida, passa as mãos pelos cabelos, e sua raiva se transforma em perplexidade. Ele parece tão cômico, de repente, e não posso deixar de sorrir para ele. Ele franze a testa.

— O quê? — Ele estala mais uma vez.

— Você.

— Ah, Demetria! Você é a mulher mais frustrante do planeta. — Ele joga as mãos no ar.

— Certo... dirija você. — Eu pego as bordas de seu casaco e puxo-o para mim.
— Não, você é o homem mais frustrante do planeta, Sr. Jonas.

Ele olha para mim, seus olhos escuros e intensos, serpenteia os braços em volta da minha cintura e me abraça, me segurando perto.

— Talvez nós tenhamos sidos feitos um para o outro, então, — ele diz baixinho e inala profundamente, seu nariz no meu cabelo. Eu envolvo meus braços ao redor dele e fecho os olhos. Pela primeira vez desde esta manhã, sinto-me relaxar.

— Oh... Demi, Demi, Demi, — ele suspira, os lábios contra meu cabelo.

                Eu aperto meus braços em torno dele, e nós ficamos imóveis, aproveitando um momento de tranquilidade inesperada, na rua. Libertando-me, ele abre a porta do passageiro. Subo e sento-me calmamente, observando-o caminhar ao redor do carro. Reiniciando o carro, Joseph entra no tráfego, cantarolando distraidamente com Van Morrison. Uau. Eu nunca o ouvi cantar, nem mesmo no chuveiro, nunca. Eu franzo a testa. Ele tem um tom de voz encantador. Hum... ele já me ouviu cantar? Ele não teria lhe pedido para casar com ele se tivesse! Meu subconsciente tem os braços cruzados e está usando xadrez Burberry... Oh. A canção acaba e Joseph sorri tolamente.

— Você sabe, se tivéssemos sido multados, o documento deste carro está em seu nome.

— Bem, que bom que fui promovida, posso pagar a multa, — eu digo presunçosamente, olhando para seu perfil encantador. Seus lábios contraem.

Outra canção de Van Morrison começa a tocar, quando ele pega a rampa de acesso para I-5, em direção ao norte.

— Aonde vamos?

— É uma surpresa. O que mais Flynn disse?

Eu suspiro.

— Ele falou sobre FFFSTB ou algo assim.

— SFBT. A opção mais recente de terapia, — resmunga.

— Você já tentou outras?

Joseph bufa.

— Bebê, tenho sido submetido a todas elas. Cognitivismo, Freud, o funcionalismo, Gestalt, o behaviorismo... o nome que você der a isto, ao longo dos anos já o fiz, — ele diz e seu tom revela sua amargura. O rancor em sua voz é angustiante.

— Você acha que esta última abordagem vai ajudar?

— O que Flynn disse?

— Ele disse para não me debruçar sobre o seu passado. Concentrar-me no futuro, aonde você quer estar.

Joseph acena com a cabeça, mas dá de ombros ao mesmo tempo, sua expressão cautelosa.

— O que mais? — Ele persiste.

— Ele falou sobre seu medo de ser tocado, embora chamasse de outra
coisa. E sobre os seus pesadelos e sua auto-aversão. — Eu o olho, e na luz da noite, ele está pensativo, mastigando o polegar enquanto dirige. Olha rapidamente para mim.

— Olhos na estrada, Sr. Jonas, — Eu aconselho, minha sobrancelha erguida para ele.

Ele parece divertido, e um pouco irritado.

— Você falando demais, Demetria. O que mais disse?

Eu engulo.

— Ele não acha que você seja um sádico, — sussurro.

— Sério? — Joseph diz em voz baixa e franze a testa. A atmosfera no carro despenca.

— Ele disse que esse termo não é reconhecido em psiquiatria. Desde a década de noventa, —murmuro, rapidamente tentando resgatar o clima entre nós.

O rosto de Joseph escurece, e ele exala lentamente.

— Flynn e eu temos opiniões diferentes sobre isso, — diz calmamente.

— Ele disse que você pensa sempre o pior de si mesmo. Eu sei que é verdade, — murmuro.
— Também mencionou o sadismo sexual, mas disse que era uma opção de vida, não uma condição psiquiátrica. Talvez seja por isso que esteja pensando sobre isto.

Seus olhos cinza piscam para mim novamente, e sua boca define em uma linha sombria.

— Então, com uma conversa com o bom médico a torna uma especialista, — ele diz acidamente e vira seus olhos para frente.
Oh Deus... Eu suspiro.

— Olha, se você não quer ouvir o que ele disse, não me pergunte — resmungo baixinho.

                Não quero discutir. De qualquer forma ele está certo, o que diabos sei sobre toda a merda dele?
Eu quero mesmo saber? Posso listar seus pontos marcantes, maníaco por controle, sua possessividade, seu ciúme, sua superproteção, e entendo perfeitamente aonde ele quer chegar. Posso até entender porque ele não gosta de ser tocado, eu vi as cicatrizes físicas. Só posso imaginar as mentais, e só vislumbrei seus pesadelos uma vez. E o Dr. Flynn disse...

— Quero saber o que foi discutido. — Joseph interrompe meus pensamentos enquanto dirige-se na I-5 para a saída 172, seguindo para oeste em direção ao sol, afundando lentamente.

— Ele me chamou de sua amante.

— Ele fez isto? — Seu tom é conciliador.
— Bem, ele é bem exigente a respeito de seus termos. Acho que é uma descrição precisa. Você não?

— Você pensa em suas submissas, como amantes?

A testa de Joseph aprofunda mais uma vez, mas desta vez ele está pensando. Virando o Saab suavemente para o norte mais uma vez. Para onde vamos?

— Não. Elas eram parceiras sexuais, — ele murmura, sua voz cautelosa novamente.
— Você é minha única amante. E quero que seja mais.

Oh... Essa palavra mágica novamente, cheia de possibilidades. Ele me faz sorrir, e por dentro abraço-me, minha deusa interior irradia alegria.

— Eu sei, — sussurro, esforçando-me para esconder minha emoção.
— Só preciso de um tempo, Joseph. Para colocar minha cabeça em torno destes últimos dias. — Ele olha para mim estranhamente, perplexo, a cabeça inclinada para o lado.

Após um instante, o semáforo que estava parado fica verde. Ele balança a cabeça e aumenta a música, e nossa discussão acaba. Van Morrison ainda está cantando, mais otimista agora, sobre está ser uma noite maravilhosa para a dança da lua. Olho para fora da janela, nos pinheiros e abetos vermelhos, polvilhados de dourado pela claridade do sol, suas longas sombras se estendem ao longo da estrada. Joseph virou em uma rua mais residencial, e estamos indo para o oeste em direção ao Sound.

— Aonde vamos? — Pergunto novamente como viramos em uma estrada. Eu pego um sina de estrada
—9th Aven. W.

Fico perplexa.


— Surpresa, — ele diz e sorri misteriosamente.



ops... o que será? comentem! 

20 comentários:

  1. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderExcluir
  2. ai, to curiosa, vai postar hoje ainda ? ou só amanha ? bom, de qualquer jeito tenta postar o mais rápido possível, estou curiosa.
    PS: sou apaixonada pela sua fic *-*

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. só amanhã!!! Já tenho o cap quase terminado...
      Obrigada <3

      Excluir
  3. Aaah como você faz isso comigo, parar logo nessa parte.... Aí Lua a vou morrer...de curiosidade kkkk ta perfeito o capítulo como sempre , sua fic e diva e vc tb , aaa posta logooo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. vcs vão adorar a surpresa....
      Obrigada por sempre comentar é importante pra mim, saber que estão gostando... amanhã tem cap

      Excluir
  4. Postaa a desespero kk qual sera a surpresa??? So vc msm Lua pra fazer isso cmg

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. hmmm... tem haver com uma vista bonita... ele levou a ela a algum lugar com uma bela vista!!

      Excluir
  5. Um dia ainda morro com essa ansiedade que você termina esses capitulos...!! Quero saber!!!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. morre nada!!!!

      Como disse pra uma seguidora, esse lugar que ele levou ela tem uma vista incrivel, ela vai se apaixonar pelo local

      Excluir
  6. Respostas
    1. todas estamos rs
      Obrigada por comentar Vick! <3

      Excluir
  7. apenas amando a fic...
    ansiosa para o proximo capítulo...
    ASS: VICIADA PORTUGUESA

    ResponderExcluir
  8. Ain meus sentimentos.. essa fic é perfeita, é forte, é picante e é profunda.
    Essa historia e os personagens sao perfeitos. <3
    Mas e ai pequena diva, vai me deixar na curiosidade? Posta logo, amo aqui <3
    Nanda, beeeeeijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Não, não vou deixar na curiosidade... daqui a pouco posto o cap...
      Obrigada pelos elogios rs

      Excluir
  9. iiii, josé.
    Quando ela vai responder o pedido?
    O que é o presente?
    Onde serão penduradas as fotos?
    E onde ele estão indo?

    Tantas perguntas...

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. se ela aceitar o pedido né?
      O presente, bom... vocês vão gostar...
      As fotos não tem lugar definido ainda..

      E o lugar é surpresa que vcs tbm vão gostar


      QUANTA PERGUNTA SOCORRO

      Excluir
  10. Vou me controlar para não fazer tantas perguntas como no capitulo anterior. My feelings você não pode parar em uma parte dessas, como eu vou dormir agora? Anciosa para saber a surpresa, o Joseph sempre surpreende e eu amo isso nele,não teve briga sobre o termo amante isso me deixou feliz e sobre essas constantes discursão de relação (dr) deles eu amo sempre acaba apimentadas no final. Super anciosa para amanhã, e terá alguma maratona esse fim de semana? estou amando cada capitulo.
    Ane
    Bjo bjo

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. As brigas deles são demais kkkkkkk eu dou risada rs

      Maratona ai eu já não sei, pq a segunda temporada está pra acabar :(

      Excluir