sexta-feira, 26 de julho de 2013

Cap.18- 2ª temporada hot

                Joseph continua a dirigir passando por casas térreas, bem conservadas, de madeira, onde crianças jogam ou estão agrupadas em torno de seus aros de basquete, em seus quintais, ou andando de bicicleta e correndo na rua. Tudo parece rico e saudável com a casa aninhada entre as árvores. Será que vamos visitar alguém? Quem? Poucos minutos depois, Joseph vira bruscamente para a esquerda, e estamos diante de duas portas ornamentadas, de metal branco, fixadas em uma parede de arenito de seis metros de altura. Joseph pressiona um botão e a fechadura da porta e janelas elétricas cantarolam baixinho para dentro do batente da porta. Ele aperta um número no teclado e as portas se abrem nos dando boas vindas.  Ele olha para mim, e sua expressão mudou. Ele parece incerto, nervoso mesmo.

— O que é isso? — Eu pergunto, e eu não posso esconder a preocupação em minha voz.

— Uma ideia. — Ele diz calmamente e passa com o Saab através dos portões.


                Nós dirigimos até uma faixa arborizada, larga o suficiente para dois carros. De um lado, uma área densamente arborizada, e do outro, há uma vasta área de pastagens, onde um campo outrora cultivado foi deixado para descanso. Gramíneas e flores silvestres cresceram, criando um idílio rural, um prado, onde no fim da tarde, quase noite, a brisa suavemente ondula através da grama e o sol da tarde doura as flores silvestres. É lindo, absolutamente tranquilo, e de repente, eu me imagino deitada na grama e olhando para um céu de verão azul claro. A ideia tentadora ainda me faz sentir saudades de casa por algum motivo estranho. Que estranho. A pista faz uma curva e se abre em uma calçada abrangendo a frente de uma casa de estilo mediterrâneo, impressionante, de arenito rosa suave. É palaciana. Todas as luzes estão acesas, cada janela iluminada no crepúsculo. Há um elegante BMW preto estacionado na frente da garagem para quatro carros, mas Joseph vai mais adiante, fora do vestíbulo principal. Hmm... Eu me pergunto quem vive aqui? Por que estamos visitando? Joseph olha ansiosamente para mim, enquanto desliga o motor do carro.

— Será que você pode manter a mente aberta? — Ele pergunta.

Eu franzo a testa.

— Joseph, eu precisei de uma mente aberta desde o dia que conheci você.

Ele sorri ironicamente e balança a cabeça.

— Fez um bom ponto, Srta. Lovato. Vamos.

                    As portas de madeira escura se abrem e uma mulher com o cabelo castanho escuro, um sorriso sincero e um terno lilás forte, está esperando. Estou grata por ter mudado o meu vestido novo, azul marinho, para impressionar Dr. Flynn. Ok, eu não estou usando saltos assassinos como ela, mas ainda assim, eu não estou de jeans.

— Sr. Jonas. — Ela sorri calorosamente e eles apertam as mãos.

— Srta. Kelly, — diz ele educadamente.

Ela sorri para mim e estende a mão. O rubror do tipo “Ele é lindo, gostaria que fosse meu”, não passa despercebido.

— Olga Kelly, — ela anuncia despreocupadamente.

— Demi Lovato, — Eu murmuro para ela.

                Quem é essa mulher? Ela fica de lado, acolhendo-nos na casa. É um choque quando eu entro. O lugar está vazio, completamente vazio. Encontramo-nos num grande salão de entrada. As paredes são de prímula amarela desbotada, com marcas nas paredes, onde os quadros devem ter estado pendurados uma vez. Tudo o que resta são os antigos lustres de cristal. Os pisos são de madeira sem brilho. Há portas fechadas para ambos os lados, mas Joseph não me dá tempo para assimilar o que está acontecendo.

— Venha. — ele diz.

               E pegando a minha mão, ele me leva através da arcada em frente a nós, para um grande vestíbulo interior. É dominado por uma escada curva, com uma balaustrada de ferro intrincada, mas ele ainda não para. Ele me leva até a sala principal, que está vazia, exceto por um grande e desbotado tapete dourado, o maior tapete que eu já vi. Ah, e há quatro lustres de cristal. Agora a intenção de Joseph está clara, quando nos dirigimos através do quarto e vamos para um terraço exterior de pedra, através das portas francesas.
Abaixo de nós há meio campo de futebol de gramado bem cuidado, mas, além disso, a visão é... Uau. A vista panorâmica constante é de tirar o fôlego, impressionante mesmo: o crepúsculo sobre o som. Oh meu Deus. No horizonte se encontra a ilha de Bainbridge, bem visível nesta noite cristalina, o sol afunda lentamente no horizonte, resplandecente e brilhante, além do Parque Olympic National. Os tons vermelhos sangram no céu, os de opalas, águas-marinhas e azul celeste, fundindo com os roxos mais escuros das nuvens escassas e delgadas, além do som. É da natureza no seu melhor, uma sinfonia visual orquestrada, onde o céu se reflete nas águas profundas do som. Estou perdida com a vista, olhando e tentando absorver tanta beleza. Eu percebo que estou segurando minha respiração com reverência, e Joseph ainda está segurando a minha mão. Quando eu relutantemente desvio os olhos da paisagem, ele está olhando ansiosamente para mim.

— Você me trouxe aqui para admirar a vista? — Eu sussurro. Ele balança a cabeça, sua expressão séria.

— É impressionante, Joseph. Obrigada. — Eu murmuro, olhando para ele, mais uma vez. Ele solta a minha mão.

— Você gostaria de olhar para ela pelo o resto da sua vida? — Ele respira.

O quê? Volto meu olhar para ele, pensativo, seus olhos estão da cor cinza azulado. Creio que minha boca se abre, e balbucio algo inexpressivamente.

— Eu sempre quis viver no litoral. Eu navego para cima e para baixo em The Sound, cobiçando estas casas. Este lugar não esteve no mercado há tempo. Quero comprá-lo, demoli-lo e construir uma casa nova para nós. — Ele sussurra e seus olhos brilham translúcidos, com suas esperanças e sonhos.

Santa Mãe. De alguma forma eu permaneço erguida. Estou sonhando. Eu viver, aqui! Neste paraíso lindo! Para o resto da minha vida...

— É apenas uma ideia, — ele acrescenta, cautelosamente.

Olho em volta para avaliar o interior da casa. Quanto isto vale? Deve ser que, cinco, dez milhões de dólares? Eu não tenho ideia. Puta merda.

— Por que você quer demoli-la? — Eu pergunto, olhando para ele. Seu rosto cai um pouco. Ah, não.

— Eu gostaria de fazer uma casa mais sustentável, utilizando as mais recentes técnicas ecológicas. Elliot poderia construí-la.

                Eu olho para trás, para a sala, novamente. A Senhorita Olga Kelly está do outro lado, pairando na entrada. Ela é a corretora de imóveis, é claro. Eu observo que habitação é enorme, com segundo andar, um pouco como o quarto grande do Escala. Há uma varanda, que deve ser o desembarque do segundo andar. Há uma enorme lareira e uma linha completa de portas francesas que se abrem para o terraço. Isso tem um charme do velho mundo.

— Podemos olhar em volta da casa?

Ele pisca para mim.

— Claro. — Ele encolhe os ombros, intrigado.

                 O rosto da senhorita Kelly se ilumina como na noite de Natal, quando voltamos. Ela está ansiosa para nos levar para um passeio e fazer-nos o discurso lengalenga de corretora. A casa é enorme: doze mil metros quadrados em seis hectares de terra. Assim como esta sala principal, há a copa, sala de jantar, cozinha para a família, em anexo... Família! Uma sala de música, biblioteca, estúdio e, para meu espanto,
uma piscina interior e sala de ginástica com sauna seca e a vapor. Lá embaixo, no porão, há uma sala de cinema, caramba, e uma sala de jogos. Hmm... Que tipo de jogos que podemos jogar aqui? A Srta. Kelly aponta todos os tipos de recursos, mas, basicamente, a casa é bonita e foi, obviamente, a casa de uma família feliz. Está um pouco gasta agora, mas nada que algumas reformas não possam curar. À medida que seguimos a Senhorita Kelly, subindo as magníficas escadas principais, para o segundo andar, mal posso conter a minha excitação... Esta casa tem tudo que eu poderia desejar em uma casa.

— Você não poderia fazer a casa ser mais ecológica e autossustentável?

Joseph pisca para mim, perplexo.

— Eu teria que perguntar ao Elliot. Ele é o especialista em tudo isso.

                A Senhorita Kelly nos leva a suíte principal, onde as janelas enormes e altas se abrem para uma varanda, a vista é mais espetacular ainda. Eu poderia sentar na cama e olhar para fora o dia todo, observando os barcos a vela e a mudança do clima. Há cinco quartos adicionais sobre este andar. Puxa crianças. Eu empurro o pensamento às pressas para o lado. Eu tenho muito tempo para processar isso. A
Senhorita Kelly está ocupada, sugerindo a Joseph como o terreno poderia acomodar um estábulo e um cercado. Cavalos! Imagens terríveis de minhas poucas aulas de equitação piscam em minha mente, mas Joseph não parece estar escutando.

— O cercado seria onde o prado é no momento? — Eu pergunto.

— Sim, — A Senhorita Kelly diz alegremente.

               Para mim, o prado se parece com um lugar para deitar na grama alta e fazer piqueniques, não para algum demônio de quatro patas de Satanás passear. De volta à sala principal, a Senhorita Kelly discretamente desaparece, e Joseph leva-me mais uma vez para o terraço. O sol se põe e as luzes das cidades na península Olímpica estão brilhando do outro lado do som. Joseph puxa-me em seus braços e puxa meu queixo para cima com o dedo indicador, olhando fixamente para mim.

— Devo comprar? — Ele pergunta, sua expressão é ilegível.

Concordo com a cabeça.

— Eu queria ver se você iria gostar antes de comprar.

— A vista?

Ele acena com a cabeça.

— Eu amo esta vista, e eu gosto da casa como está.

— Você gosta?

Eu sorrir timidamente para ele.

— Joseph, me ganhaste no prado.

               Seus lábios se abrem, enquanto ele inala acentuadamente, em seguida, seu rosto se transforma com um sorriso, e suas mãos estão, de repente, mergulhadas no meu cabelo e sua boca na minha.

...

De volta ao carro como nós dirigimos para Seattle, o estado de espírito de Joseph melhorou consideravelmente.

— Então, você vai comprá-la? — Eu pergunto.

— Sim.

— Você vai vender Escala?

Ele franze a testa.

— Por que eu faria isso?

— Para pagar... — Minha voz falha, é claro. Eu coro.

Ele sorri para mim.

— Confie em mim, eu posso pagar.

— Você gosta de ser rico?

— Sim. Mostre-me alguém que não goste. — ele diz sombriamente.

Ok, saia desse assunto rapidamente.

— Demetria, você vai ter que aprender a ser rica, também, se você disser que sim. — ele diz em voz baixa.

— A riqueza não é algo que eu aspirava Joseph. — Eu franzo a testa.

— Eu sei. Eu amo isso em você. Mas então você não está com fome. — ele simplesmente diz. Suas palavras são preocupadas.

— Aonde vamos? — Pergunto brilhantemente, mudando de assunto.

— Vamos celebrar. — Joseph relaxa.

Oh!

— Comemorar o quê, a casa?

— Esqueceu-se? Sua função de editora.

— Oh sim. — Eu sorrir. Inacreditavelmente, eu tinha esquecido.

— Onde?

— No meu clube.

— O seu clube?

— Sim. Um deles.

                O Mile High Club está no septuagésimo sexto andar da Columbia Tower, mais alto até do que o apartamento de Joseph. É muito novo e tem a mais estonteante vista de Seattle.

— Cristal, senhora? — Joseph me entrega um copo de champanhe gelada, enquanto eu sento em uma banqueta do bar.

— Por favor, obrigada, senhor. — Enfatizo a última palavra provocante, golpeando meus cílios para ele, deliberadamente.

Ele olha para mim e escurece seu rosto.

— Você está flertando comigo, Srta. Lovato?

— Sim, Sr. Jonas, eu estou. O que você vai fazer sobre isso?

— Eu tenho certeza que posso pensar em alguma coisa. — ele diz, em voz baixa.
— Venha, nossa mesa está pronta.

À medida que nos aproximamos da mesa, Joseph me para, com a mão no meu cotovelo.

— Vá e tire suas calcinhas. — ele sussurra.

Oh? Um delicioso arrepio percorre minha espinha.

— Vá. — ele comanda tranquilamente.


                 Para, o quê? Eu pisco para ele. Ele não está sorrindo, ele está sério. Cada músculo abaixo da minha cintura aperta. Eu lhe entrego minha taça de champanhe, viro bruscamente nos meus calcanhares, e vou para o banheiro. Merda. O que ele vai fazer? Talvez este clube seja apropriadamente chamado. Os banheiros são altos, de moderna concepção em madeira, tudo escuro, de granito preto, e luzes de halogênio estrategicamente colocadas. Na privacidade da privada, eu sorrio enquanto desfaço-me da minha calcinha. Mais uma vez estou grata por que mudei para o vestido azul-marinho. Eu pensei que era a roupa adequada para conversar com o bom Dr. Flynn, eu não esperava que a noite fosse tomar este curso inesperado. Eu já estou animada. Por que ele me afeta tanto? Eu me ressinto um pouco com a facilidade que tenho em cair sob o seu feitiço. Agora eu sei que não vamos passar a noite falando sobre todas as nossas questões e eventos recentes... Mas como posso resistir-lhe? Verificando minha aparência no espelho, estou com os olhos brilhantes e corada com o entusiasmo. Questões pendentes. Eu respiro fundo e volto para o clube. Quero dizer, não é como se eu não tivesse estado sem calcinha antes. Minha deusa interior está coberta por um boá de plumas rosa e diamantes, suportando seu material em sapatos fodidos. Joseph levanta-se educadamente quando eu volto para a mesa, sua expressão é ilegível. Ele parece estar no seu habitual, perfeito, frio, calmo e auto controlado. Claro, agora eu sei que é diferente.

— Sente-se ao meu lado. — ele diz. Eu deslizo para o assento e me sento.
— Pedi para você. Espero que não me importe. — Ele me dá o meu copo pela metade de champanhe, me olhando atentamente e sob seu escrutínio, meu sangue esquenta de novo. Ele repousa suas mãos sobre as coxas. Eu estou tensa e aperto as pernas ligeiramente.

O garçom chega com um prato de ostras em gelo picado. Ostras. A memória de nós dois na sala de jantar privada no Heathman enche minha mente. Nós estávamos discutindo seu contrato. Oh cara. Percorremos um longo caminho desde então.

— Eu acho que você gostou das ostras na última vez que você tentou. — Sua voz é baixa, sedutora.

— Apenas provei uma vez e faz tempo. — Eu estou ofegante, a minha voz me expôs. Seus lábios se contorceram com um sorriso.

— Oh, Srta. Lovato, quando você vai aprender? — Ele diz.

Ele toma uma ostra do prato e levanta a outra mão de sua coxa. Eu recuo na expectativa, mas ele pega uma fatia de limão.

— Aprender o quê? — Eu pergunto. Caramba, meu pulso está disparado.

Seus dedos longos e hábeis delicadamente espremem o limão sobre a ostra.

— Coma. — ele diz, segurando a concha próxima de minha boca. Eu separo meus lábios, e ele gentilmente coloca a concha no meu lábio inferior.
— Incline a cabeça para trás lentamente. — ele murmura. Eu faço o que ele pede e a ostra desliza na minha garganta. Ele não me toca só a casca.

Joseph toma outra para ele, em seguida, alimenta-me com outra. Continuamos esta rotina tortuosa até que todas as 12 se foram. Sua pele nunca se conecta com o minha. Ele está me deixando louca.

— Ainda gosta de ostras? — Ele pergunta quando eu engulo a última.

Concordo com a cabeça, corando, eu desejo o seu toque.

— Bom.

               Eu me contorço na cadeira. Por isso é tão quente? Ele põe a mão casualmente em sua própria coxa de novo, e eu derreto. Agora. Por favor. Toque-me. Minha deusa interior está de joelhos, nua, exceto por sua calcinha, mendigando. Ele passa a mão para cima e para baixo em sua coxa, levanta-a, em seguida, coloca-a de volta onde estava. O garçom complementa nossos copos de champanhe e retira nossos pratos.
Momentos depois ele está de volta com o nosso prato principal, robalo, eu não acredito nisso, servido com aspargos, batata sauté e molho holandês.

— Seu prato favorito, Sr. Jonas?

— Definitivamente, Srta. Lovato. Apesar de acreditar que era bacalhau no Heathman. — Sua mão se move para cima e para baixo em sua coxa. Minha respiração pula, mas ele ainda não me toca. É tão frustrante. Eu tento me concentrar em nossa conversa.

— Eu me lembro de que estávamos em uma sala de jantar privada, em seguida, discutindo um contrato.

— Dias felizes, — ele diz, sorrindo.
— Desta vez espero conseguir transar com você. — Ele move a mão para pegar a faca.

Aah!

Ele pega uma porção de seu robalo. Ele está fazendo isso de propósito.

— Não conte com isso. — Eu resmunguei com um muxoxo e ele olha para mim, divertido.

— Falando de contratos — Ele acrescenta.

— O NDA. Rasgue-o. — Ele simplesmente diz.


Que!

— O quê? Sério?

— Sim.

— Você tem certeza que eu não vou correr para o Seattle Times, com uma exposição? — Eu provoco.

Ele ri e é um som maravilhoso. Ele parece tão jovem.

— Não. Eu confio em você. Eu vou lhe dar o benefício da dúvida.

Oh. Eu sorriu timidamente para ele.

— Idem. — Eu respiro.

Seus olhos se iluminam.

— Estou muito feliz por você estar usando um vestido. — Ele murmura. E o desejo se choca através de meu sangue já superaquecido.

— Por que você não me tocou, então? — Eu chio.

— Sentindo falta do meu toque? — Ele pergunta sorrindo. Ele está se divertindo... Bastardo.

— Sim. — Eu fervo.

— Coma. — ele ordena.

— Você não vai me tocar, não é?

— Não. — Ele balança a cabeça.

O quê? Eu suspiro em voz alta.

— Apenas imagine como você se sentirá em casa quando chegarmos. — Ele sussurra.

—Eu não posso esperar para chegar em casa.

— Será culpa sua se eu entrar em combustão no chão do septuagésimo sexto andar. — Eu resmungo entre os dentes.

— Oh, Demetria. Nós encontraremos uma maneira de apagar o fogo. — Ele diz, sorrindo e provocante, para mim.

               Irritada, eu cavo o meu robalo, e minha deusa interior estreita os olhos na contemplação tranquila e desonesta. Nós podemos jogar este jogo também. Eu aprendi o básico durante a nossa refeição no Heathman. Eu dou uma mordida no meu robalo. Derrete na boca, delicioso. Eu fecho meus olhos, saboreando o gosto. Quando eu abro-os, eu começo a minha sedução de Joseph Jonas, muito lentamente puxando minha saia para cima, expondo mais as minhas coxas. Joseph faz uma pausa momentânea, uma garfada de peixe fica suspensa no ar. Toque-me. Depois de um momento, ele retorna a comer. Eu levo uma mordida de robalo, ignorando-o. Então, coloco a minha faca de lado e corro meus dedos até o interior das minhas coxas, tocando levemente minha pele com a ponta dos dedos. É uma distração até mesmo para mim, especialmente porque eu estou desejando o seu toque. Joseph faz uma pausa mais uma vez.

— Eu sei que você está fazendo. — Sua voz é baixa e rouca.

— Eu sei que você sabe Sr. Jonas, — Eu respondo suavemente.
— Esse é o ponto. — Eu pego um talo de aspargo, olho de soslaio para ele por baixo dos meus cílios, em seguida, mergulho os aspargos no molho holandês, girando a ponta mais e mais.

— Você não está me pagando com a mesma moeda, Srta. Lovato. — Sorrindo ele estende o braço e se distancia de mim, surpreendente e irritantemente decidido a não tocar em mim novamente. Não, isso não está certo, isso não vai de acordo com o plano. Aah!

— Abra a boca — Ele ordena.

                 Eu estou perdendo essa batalha de vontades. Olho para ele novamente, e seus olhos brilham. Separando meus lábios uma fração, eu corro minha língua em meu lábio inferior. Joseph sorri e os seus olhos escurecem ainda mais.

— Abre mais. — Ele respira, com os lábios separando para que eu possa ver a sua língua.

               Eu gemo e mordo meu lábio inferior, em seguida, eu faço o que ele pede. Eu ouço sua ingestão aguda de ar, ele não está tão imune. Bom, finalmente estou atingindo-o. Minha deusa interior, de espreguiçadeira, sacode o punho no ar. Mantendo os olhos fixos nos seus, eu tomo outro aspargo em minha boca, e chupo, suavemente... Delicadamente... Até o final. O molho holandês é de dar água na boca. Eu mordo, gemendo baixinho, em apreciação. Joseph fecha os olhos. Sim! Quando ele abre novamente, suas pupilas estão dilatadas. O efeito sobre mim é imediato. Eu gemo e estendo a mão para tocar a sua coxa. Para minha surpresa, ele usa a outra mão para agarrar o meu pulso.

— Oh, não, você não vai fazer isso, Srta. Lovato. — Ele murmura baixinho.

Levantando a minha mão para a sua boca, ele gentilmente escova meus dedos com os lábios, e eu me contorço. Finalmente! Mais, por favor.

— Não toque — Ele me censura suavemente, e coloca a minha mão de volta no meu joelho. É tão frustrante, este breve contato é insatisfatório.

— Você não joga limpo. — Eu amuo.

— Eu sei. — Ele pega sua taça de champanhe para um brinde, e eu espelho as suas ações.

— Parabéns pela sua promoção, Srta. Lovato. — Nós batemos os copos e eu
coro.

— Sim, foi um pouco inesperado. — Eu murmuro. Ele franze a testa, como se um pensamento desagradável passasse pela sua mente.

— Coma. — Ele ordena.
— Eu não vou levar você para casa até que tenha terminado sua refeição, e então podemos realmente comemorar. — Sua expressão é tão aquecida, tão crua, tão imponente. Estou derretendo.

— Eu não estou com fome. Não de comida.

Ele balança a cabeça, se divertindo, mas aperta os olhos para mim do mesmo jeito.

— Coma, ou eu vou colocá-la em meus joelhos, bem aqui, e nós vamos entreter os outros clientes.

                Suas palavras me fazem contorcer. Ele não ousaria! Ele contorce a sua palma. Eu pressiono a minha boca em uma linha dura e olho para ele. Pegando um talo de aspargo, ele mergulha a cabeça no molho holandês.

— Coma isso. — Ele murmura, sua voz é baixa e sedutora.

Obedeço de bom grado.

— Você realmente não comeu o suficiente. Você perdeu peso desde que eu te conheci. — Seu tom é suave.

Eu não quero pensar sobre o meu peso, a verdade é que eu gosto de ser magra. Eu engulo os espargos.

— Eu só quero ir para casa e fazer amor. — Eu murmuro desconsoladamente. Joseph sorri.

— Eu também, e nós o faremos. Coma.

               Relutantemente, eu volto para a minha comida e começo a comer. Honestamente, eu tirei a minha calcinha fora e tudo. Eu me sinto como uma criança que lhe foi negado os doces. Ele é uma provocação, uma deliciosa, quente, travessa provocação, e todo meu. Ele me questiona sobre Ethan. Como se vê, Joseph faz negócios com o pai de Miley e Ethan. Hmm... É um mundo pequeno. Estou aliviada por ele não
mencionar o Dr. Flynn ou a casa, por que eu estou achando difícil me concentrar em nossa conversa. Eu quero ir para casa. A antecipação carnal está desenrolando entre nós. Ele é tão bom nisso. Fazendo-me esperar. Definindo o cenário. Entre mordidas, ele coloca a mão sobre sua coxa, tão perto da minha, mas ele ainda não me toca só para me provocar ainda mais. Bastardo! Finalmente eu termino a minha comida, e coloco a faca e o garfo no prato.

— Boa menina, — ele murmura, e essas duas palavras prometem muito.

Eu faço uma carranca para ele.

— E agora? — Eu pergunto com o desejo agarrando minha barriga. Oh, eu quero esse homem.

— Agora? Vamos embora. Eu acredito que você tem certas expectativas, Srta. Lovato. Que eu pretendo cumprir com o melhor de minha capacidade.

Uau!

— O melhor... De sua ha... bili... dade? — gaguejo eu. Puta merda.

Ele sorri e levanta.

— Não temos que pagar? — Eu pergunto sem fôlego.

Ele derruba sua cabeça para um lado.

— Eu sou um membro daqui. Eles vão me cobrar. Vem, Demetria, depois de você. — Ele fica de lado, e eu estou para sair, consciente de que eu não estou usando calcinha.

                 Ele olha para mim, como se ele estivesse me despindo, e me glorifico com sua avaliação carnal. Ela só me faz sentir tão sexy, este homem lindo me deseja. Será que sempre vou me divertir com isso? Deliberadamente paro na frente dele, aliso o meu vestido sobre meus quadris. Joseph sussurra no meu ouvido:

— Eu não posso esperar para te levar para casa. — Mas ele ainda não me tocou.

                Na saída, ele murmura algo sobre o carro para o maître, mas eu não estou ouvindo, minha deusa interior está incandescente com antecipação. Puxa, ela poderia iluminar Seattle. Esperando pelos elevadores, estamos em companhia de dois casais de meia idade. Quando as portas se abrem, Joseph me leva pelo cotovelo e orienta-me para trás. Olho em volta, e estamos cercados por escuros espelhos de vidro fumê. Quando os outros casais entram, um homem de terno marrom que não faz jus entra e cumprimenta Joseph.

— Jonas, — ele acena com a cabeça educadamente. Joseph concorda em troca, mas está em silêncio.


                Os casais estão na nossa frente, de frente para as portas do elevador. Eles são obviamente amigos e as mulheres conversam em voz alta, excitadas e animadas após a sua refeição. Eu acho que eles estão todos um pouco embriagados. Quando as portas se fecham, Joseph brevemente se abaixa ao meu lado para amarrar o cadarço. Estranho, os cadarços não estão desfeitos. Discretamente, ele coloca a mão no meu tornozelo, assustando-me, e ele se levanta com a mão percorrendo rapidamente a minha perna, patinando deliciosamente sobre a minha pele, Ah, certo. Eu tenho que sufocar a minha exclamação de surpresa, quando sua mão atinge meu traseiro. Joseph se move atrás de mim. Oh meu Deus. Eu engasgo com as pessoas à nossa frente, olhando para as costas das suas cabeças. Eles não têm ideia do que estamos fazendo. Passando o braço livre em volta da minha cintura, Joseph puxa-me para ele, segurando-me no lugar enquanto seus dedos exploram. Céus... Aqui? O elevador viaja suavemente para baixo, parando no quinquagésimo terceiro andar, para deixar as pessoas, mas eu não estou prestando atenção. Estou focada em cada pequeno movimento que os seus dedos fazem. Circulando ao redor... Agora avançando,
buscando, embaralhando de volta. Novamente eu sufoco um gemido, quando seus dedos encontram o seu
objetivo.

— Sempre está pronta, Srta. Lovato. — Ele sussurra, enquanto ele escorrega um dedo longo dentro de mim. Eu me contorço e ofego. Como ele pode fazer isso com todas estas pessoas aqui?
— Fique quieta e tranquila, — ele adverte, murmurando em meu ouvido.

                Estou corada, quente, querendo, presa em um elevador com sete pessoas, seis delas alheias ao que está ocorrendo no canto. Seu dedo desliza para dentro e fora de mim, novamente e novamente. Minha respiração acelera. Caramba, é constrangedor. Quero dizer-lhe para parar... E para continuar... E parar. Eu caio contra ele, e ele aperta o braço em volta de mim, sua ereção está contra meu
quadril. Nós paramos novamente no quadragésimo quarto andar. Oh... Quanto tempo essa tortura iria continuar? Dentro... Fora... Dentro... Fora... Sutilmente eu esfrego-me contra o seu dedo persistente. Depois de todo esse tempo sem me tocar, ele escolhe agora! Aqui! E isso me faz sentir tão... Devassa.

— Silencio. — Ele respira aparentemente não afetado ainda pela presença de mais duas pessoas a bordo.


                O elevador está ficando lotado. Joseph nos move mais para trás, de modo que nós agora estamos pressionados no canto, segurando-me no lugar e me torturando mais. Ele fuça meu cabelo. Tenho certeza de que parecemos um jovem casal apaixonado, acariciando no canto, se alguém pudesse ficar incomodado para virar e ver o que estávamos fazendo... E ele facilita um segundo dedo dentro de mim.
Porra! Eu gemo, e eu estou grata que o bando de pessoas em nossa frente, ainda está conversando, totalmente alheias. Oh, Joseph, o que você está fazendo comigo. Eu inclino a minha cabeça contra o seu peito, fechando os olhos e me entregando aos seus dedos implacáveis.

— Não goze. — Ele sussurra.
— Eu quero isso mais tarde. — Ele afunilou a mão na minha barriga, pressionando ligeiramente para baixo, enquanto ele continua a sua doce perseguição.

               O sentimento é excelente. Finalmente o elevador chega ao primeiro andar. Com um barulho alto as portas são abertas, e quase que instantaneamente os passageiros começam a sair. Joseph lentamente desliza os dedos para fora de mim e beija as costas da minha cabeça. Viro-me e olho para ele, ele sorri, acena com a cabeça, em seguida, novamente o Sr. Terno Marrom Mal Confeccionado, retorna o seu aceno de reconhecimento, enquanto ele sai do elevador com sua mulher. Eu mal percebo, concentrando-me em ficar de pé e tentando controlar minha respiração ofegante. Puxa, me sinto dolorida e desprovida. Joseph libera-me, deixando-me ficar em meus próprios pés, sem inclinar-me sobre ele. Girando, eu olho para ele. Ele parece fresco e sereno, em sua habitual compostura. Hmm... Isto não é tão justo.

— Pronta? — Ele pergunta.

                Seus olhos brilham perversamente, enquanto ele escorrega primeiro o seu indicador, em seguida, seu dedo médio em sua boca e chupa-os.

— Extremamente refinado, senhorita Lovato. — Ele sussurra. Eu quase convulsiono no local.

— Eu não posso acreditar que você fez isso. — Murmuro, e eu estou praticamente chegando a rebentar pelas costuras.

— Você ficaria surpresa com o que posso fazer, Srta. Lovato. — ele diz.

Estendendo a mão, ele enfia uma mecha de cabelo atrás da minha orelha, um leve sorriso trai a sua diversão.

— Eu quero te levar para casa, mas talvez a gente só vá tão longe quanto á distância para chegar ao carro. — Ele sorri para mim, enquanto ele pega a minha mão e me leva para fora do elevador.

O quê! Sexo no carro? Não podemos simplesmente fazê-lo aqui no mármore frio do piso do átrio... Por favor?

— Venha.

— Sim, eu quero.

— Srta. Lovato, — Ele adverte-me com falso horror divertido.

— Eu nunca fiz sexo num carro. — Eu murmuro. Joseph para e coloca esses mesmos dedos sob o meu queixo, inclinando a cabeça para trás e olhando para mim.

— Estou muito contente por ouvir isso. Eu tenho que dizer que eu ficaria muito surpreso, para não dizer zangado, se você tivesse.

Eu coro, piscando para ele. Claro, eu só tive relações sexuais com ele. Eu faço uma careta para ele.

— Não é isso que eu quis dizer.

— O que você quer dizer? — Seu tom é inesperadamente duro.

— Joseph, era apenas uma expressão.

— A famosa expressão. Eu nunca fiz sexo em um carro. Sim, isso simplesmente comum.

Eita... Qual é o seu problema?

— Joseph, eu não estava pensando. Pelo amor de Deus, você apenas... Hum, fez isso comigo em um elevador cheio de gente. Meu juízo está disperso.

Ele levanta as sobrancelhas.

— O que eu fiz para você? — Ele desafia.

Eu faço uma carranca para ele. Ele quer me fazer dizer.

— Você me excitou, foi um grande momento. Agora me leve pra casa e me foda.

Sua boca se abre, ele ri surpreso. Agora ele parece jovem e despreocupado. Oh, é bom ouvi-lo rir. Eu amo isso, porque é tão raro.

— Você é uma romântica nata, Srta. Lovato. — Ele pega a minha mão, e dirigimo-nos para fora do prédio para onde o manobrista está com o meu Saab.

— Então você quer sexo em um carro. — Joseph murmura, enquanto liga a ignição.

— Francamente, eu teria ficado feliz com o piso do átrio.

— Confie em mim, Demi, eu faria isso. Mas eu não gostaria de ser preso esta hora da noite, e eu não quero foder você em um banheiro. Bem, hoje não.

O quê!

— Você quer dizer que havia esta possibilidade?

— Oh sim.

— Vamos voltar.

                   Ele se vira para olhar para mim e ri. Seu riso é contagiante, logo nós dois estamos rindo, de maneira maravilhosa, catártica, com a cabeça jogada para trás. Estendendo a mão, ele coloca a no meu joelho, acariciando-o suavemente com dedos longos e hábeis. Eu paro de rir.

— Paciência, Demetria. — Ele murmura e puxa para o tráfego de Seattle.

                   Ele estaciona o Saab na garagem do Escala e desliga o motor. De repente, nos limites do carro, a atmosfera entre nós muda. Com a antecipação devassa, eu olho para ele, tentando conter meu coração palpitante. Ele se vira para mim, encostado na porta, com o cotovelo apoiado no volante. Ele puxa o lábio inferior com o polegar e o dedo indicador. Sua boca é tão perturbadora. Eu quero isso para mim. Ele está me observando atentamente, com seus olhos escuros. Minha boca fica seca. Ele sorri um sorriso lento e sexy.

— Se vamos transar no carro, em alguma ocasião, o lugar é da minha escolha. Agora, eu quero tomá-la em qualquer superfície possível do meu apartamento.

É como se ele estivesse dirigindo-me para abaixo da minha cintura... Minha deusa interior executa quatro arabescos e uma dança basca.

— Sim. — Caramba, eu soo tão ofegante, desesperada.

              Ele se inclina para frente uma fração. Eu fecho meus olhos, esperando o seu beijo, pensando... Finalmente. Mas nada acontece. Depois de um momento, eu abro meus olhos para encontrá-lo olhando para mim. Eu não consigo descobrir o que ele está pensando, mas antes que eu possa dizer qualquer coisa, ele me distrai mais uma vez.

— Se eu te beijar agora, não vamos fazê-lo no apartamento. Venha.

               Aah! Esse homem poderia ser mais frustrante? Ele sai do carro. Mais uma vez, esperamos o elevador, meu corpo vibra com antecipação. Joseph segura minha mão, correndo o dedo ritmicamente em meus dedos, cada toque ecoando através de mim. Oh, eu quero as suas mãos sobre mim. Ele me torturou por muito tempo.

— Então, o que aconteceu com a gratificação instantânea? — Murmuro enquanto esperamos.

Joseph sorri para mim.

— Não é apropriada para todas as situações, Demetria.

— Desde quando?

— Desde esta noite.

— Por que você está me torturando assim?

— Olho por olho, Srta. Lovato.

— Como estou torturando você?

— Acho que você sabe.

Eu olhei para ele e sua expressão era difícil de ler. Ele quer a minha resposta... É isso.

— Estou com a gratificação adiada, também. — Eu sussurro, sorrindo timidamente.

Ele puxa minha mão inesperadamente, e de repente eu estou em seus braços. Ele pega o cabelo na minha nuca, puxando-o com cuidado para inclinar a minha cabeça para trás.

— O que posso fazer para você dizer sim? — Ele pergunta com fervor, me jogando fora do equilíbrio mais uma vez. Eu pisco para ele, para sua adorável, séria e desesperada expressão.

— Dê-me algum tempo? Por favor. — Eu murmuro.

               Ele geme e, finalmente, ele me beija, longa e duramente. Então estamos no elevador, e nós somos as mãos e bocas, línguas e lábios, dedos e cabelos. Desejo espesso e forte, corre através do meu sangue, obscurecendo toda a minha razão. Ele me empurra contra a parede, prendendo-me com os seus quadris, uma mão no meu cabelo, a outra no meu queixo, segurando-me no lugar.

— Você é minha. — Ele sussurra.
— Meu destino está em suas mãos, Demi.

                  Suas palavras são inebriantes, e no meu estado superaquecido, quero arrancar suas roupas. Eu empurro o paletó, quando o elevador chega ao apartamento, ele cai no chão da entrada. Joseph me prende a parede do elevador, o casaco cai no chão e sua mão percorre a minha perna, seus lábios nunca deixam os meus. Ele ergue o meu vestido.

— A primeira superfície é aqui, — ele respira e de repente, me levanta.
—  Enrole suas pernas em volta de mim.

                Eu faço como ele disse, e ele se vira e me coloca em cima da mesa da entrada, então ele está de pé entre as minhas pernas. Eu percebo que o vaso de flores de sempre, está faltando. Huh? Colocando a mão no bolso do jeans, ele pega um envelope de preservativo e entrega para mim, abrindo a braguilha.

— Você tem noção do quanto você me incendeia?

— O quê? — Eu coloco.
— Não... Eu...

— Bem, você sabe. — ele resmunga.
— O tempo todo. — Ele pega o preservativo de minhas mãos. Oh, isso é tão rápido, mas depois de tudo sua provocação é tentadora, eu o quero muito, agora. Ele olha para mim, enquanto rola o preservativo, em seguida, coloca as mãos sob as minhas coxas, espalhando mais as minhas pernas. Posicionando-se, ele faz uma pausa.

— Mantenha os olhos abertos. Eu quero ver você. — Ele sussurra e apertando minhas duas mãos com a sua, ele afunda lentamente em mim.

Eu tento, realmente, mas o sentimento é tão requintado. O que eu estive esperando, depois das suas provocações. Oh, a plenitude, este sentimento... Eu gemo e arqueio minhas costas fora da mesa.

— Abra. — Ele resmunga, apertando a mão sobre as minhas e empurrando fortemente em mim para que eu grite.

               Eu pisco os olhos abertos, e ele olha para mim de olhos arregalados. Lentamente ele se retira, em seguida, afunda-me mais uma vez, sua boca afrouxando e, em seguida, formando um Ah..., mas ele não diz nada. Vendo sua excitação, sua reação a mim, eu acendo por dentro, meu sangue arde em minhas veias. Seus olhos cinzentos queimam os meus. Ele pega o ritmo, e eu me divirto, glorifico, observo-o, vendo a sua paixão, seu amor, quando nós chegamos, junto. Eu chamo o seu nome ao explodir em torno dele, e Joseph me segue.

— Sim, Demi! — Ele clama.

              Ele cai em mim, liberando as minhas mãos e descansando a cabeça no meu peito. Minhas pernas ainda estão presas à sua volta, e sob o olhar paciente e maternal do quadro da Madonna, eu acalento a
cabeça dele contra mim, lutando para recuperar o fôlego. Ele levanta a cabeça para olhar para mim.

— Eu não terminei com você ainda. — Ele murmura e inclinando-se, beija-me.


xxx

               Eu me deito nua na cama de Joseph, sobre o peito, com a respiração ofegante. Santa mãe, sua energia não acaba? Joseph passeia seus dedos para cima e para baixo em minhas costas.

— Satisfeita, Srta. Lovato?

              Murmuro o meu parecer favorável. Eu não tenho mais energia para falar. Levantando minha cabeça, eu viro os olhos desfocados para ele e gozo com o seu olhar quente e apaixonado. Muito deliberadamente, eu inclino a minha cabeça para baixo, então ele sabe que eu vou beijar seu peito. Ele fica tenso momentaneamente, e eu lhe dou um beijo suave em seus cabelos do peito, respirando em seu exótico cheiro de Joseph, misturado com suor e sexo. É inebriante. Ele rola para o lado assim que eu estou deitada ao lado dele e olha para mim.

— O sexo é assim para todos? Surpreende-me que alguém paga. — Sussurro, me sentindo, de repente, tímida.

Ele sorri.

— Eu não posso falar pelos outros, mas é muito fodidamente especial com você, Demetria. — Ele se inclina e me beija.

— Isso é porque você é fodidamente especial, o Sr. Jonas. — Eu concordo, sorrindo para ele e acariciando seu rosto. Ele pisca para mim meio sem graça.

— É tarde. Vá dormir, — ele diz. Ele me beija e, em seguida deita-se e puxa-me para ele, então ficamos em conchinha na cama.

— Você não gosta de elogios.

— Vá dormir, Demetria.

Hmm... Mas ele é muito fodidamente especial. Eita... E por que ele não percebe isso?

— Eu adorei a casa. — Murmuro.
Ele não diz nada por um momento, mas eu sinto o seu sorriso.

— Eu te amo. Vá dormir. — Ele fuça meu cabelo, e eu derivo para o sono, segura em seus braços, sonhando com sol, portas francesas e escadas largas... E um pequeno menino de cabelos de cobre correndo através de um prado, rindo e rindo enquanto eu o persigo.

xxx


— Tenho que ir querida. — Joseph me beija abaixo da minha orelha.

Abro os olhos e é de manhã. Viro-me para encará-lo, e ele está em pé, vestido, fresco e delicioso, inclinando-se sobre mim.

— Que horas são? — Oh, não... Eu não quero chegar atrasada.

— Não entre em pânico. Tenho uma reunião com café da manhã. — Ele esfrega o nariz contra mim.

— Você cheira bem. — Sussurro, estendendo-me abaixo dele, meus membros agradavelmente apertados e chiando por todos os nossos feitos ontem.

Eu envolvo meus braços ao redor de seu pescoço.

— Não vá.

Ele derruba sua cabeça para um lado e levanta a sobrancelha.

— Srta. Lovato você está tentando fazer um homem perder um dia de trabalho honesto?

Concordo com ele, sacudindo a cabeça, sonolenta, e ele sorri seu novo sorriso tímido.

— Por mais tentador que você seja, eu tenho que ir. — Ele me beija e se levanta. Ele está vestindo um terno azul-marinho, camisa branca e gravata azul marinho, e ele parece em cada polegada com um CEO... Um CEO quente.

— Até mais tarde, querida. — Ele murmura e ele está fora.


                Olhando para o relógio, eu noto que já é sete, devo ter dormido mesmo com o alarme. Bem, hora de levantar. No chuveiro, a inspiração me bate. Eu pensei em outro presente de aniversário para Joseph. É tão difícil comprar algo para um homem que tem tudo. Eu já lhe dei o meu presente principal, e ainda tenho o outro item que eu comprei na loja para turista, mas este é um presente que realmente vai ser para mim. Abraço-me com antecipação, enquanto desligo o chuveiro. Eu só tenho que prepará-lo. No closet, eu coloco um vestido vermelho escuro, com um decote quadrado e corte muito baixo. Sim, isso vai fazer o trabalho. Agora para o presente Joseph. Eu começo a vasculhar suas gavetas, à procura de gravatas. Na gaveta de baixo, eu encontro aquele jeans desbotado e rasgado, aquele que ele usa na sala de jogos, que o faz parecer tão quente. Eu o pego com cuidado, usando a mão inteira. Oh meu Deus, o material é tão macio. Embaixo dela eu acho uma grande e preta caixa de papelão plana. Ela desperta o meu interesse imediatamente. O que haverá aqui? Eu fico olhando para ela, sentindo como se eu estivesse invadindo. Retiro-a e sacudo. É pesada, como se tivesse documentos ou manuscritos. Eu não posso resistir, eu abro a tampa e rapidamente fechou-a novamente. Caraca, fotografias da Sala Vermelha. O choque me faz sentar-me em meus calcanhares, como eu tentasse limpar a imagem de meu cérebro. Por que eu abri a caixa? Por que ele guardou? Eu tremo. Meu subconsciente faz uma carranca para mim, isso foi antes de você. Esqueça-as. Ela está certa. Levantando-me, noto que suas gravatas estão penduradas no fim de sua barra para roupas. Acho a minha favorita e saio rapidamente. Eu tento dizer para mim mesma que essas fotos são de an... antes de Demi. Meu subconsciente concorda com aprovação, mas é com o coração pesado que eu
vou para a sala principal, para o café da manhã. A Sra. Jones me sorri calorosamente e depois franze a testa.

— Tudo bem, Demi? — Ela pergunta gentilmente.

— Sim. — Murmuro. Distraída.
— Você tem uma chave da... hum, sala de jogos?

Ela faz uma pausa momentânea, surpresa.

— Sim, claro. — Ela pega um pequeno molho de chaves do seu cinto.
— O que você gostaria para o café da manhã, querida? — Ela pergunta, enquanto me dá as chaves.

— Só granola. Não vou demorar muito.


              Eu me sinto muito ambivalente sobre este presente agora, depois da descoberta dessas fotografias. Nada mudou, meu subconsciente late para mim, novamente, me olhando por cima de seus óculos de meia-lua. Essas fotos são quentes, minha deusa interior murmura, e mentalmente, eu faço uma carranca para ela. Sim, isso era... Muito quente para mim. O que mais ele tem escondido? Rapidamente, este museu fura o peito, pego o que preciso, tranco a porta da sala de jogos atrás de mim. O que não faria José para descobrir isso! Eu entrego as chaves de volta para a Sra. Jones e sento-me para devorar meu café da manhã, sentindo-me estranha por Joseph estar ausente. As imagens das fotografias dançam indesejáveis em torno de minha mente. Gostaria de saber quem eram? Leila, talvez?

              Enquanto me dirijo para o trabalho, eu debato se devo ou não dizer para Joseph que eu encontrei suas fotografias. Não, grita meu subconsciente, com seu rosto de Edvard Munch. Eu decidi que ela provavelmente está certa. Quando vou sentar na minha mesa, meu Blackberry vibra.


De: Joseph Jonas
Assunto: Superfícies
Para: Demetria Lovato
Eu calculo que há pelo menos 30 superfícies para explorar.
Estou ansioso por todas e cada uma delas.
Depois, há os pisos, as paredes, e não vamos esquecer da varanda. Depois,
ainda há o meu escritório...
Sinto sua falta.
X
Joseph Jonas
Fálico CEO, Jonas Participações e Empreendimentos Inc.


               Seu e-mail me faz sorrir, e todas as minhas reservas anteriores evaporam. É a mim que ele quer agora, e a memória da sex-escapada da noite passada inunda minha mente... O elevador, o hall de entrada, a cama. Fálico é certo. Pergunto-me, à toa, que equivalente feminino eu posso ser?


De: Demetria Lovato
Assunto: Romance?
Para: Joseph Jonas
Sr. Jonas, você tem ideia fixa.
Eu senti a sua falta no café da manhã.
Mas a Sra. Jones foi muito agradável.
Dx


De: Joseph Jonas
Assunto: Intrigado
Para: Demetria Lovato
Como a Sra. Jones foi agradável?
O que está fazendo Srta. Lovato?
Joseph Jonas
CEO, Jonas Participações e Empreendimentos Inc.


Como ele sabe?


De: Demetria Lovato
Assunto: Tocar Nariz
Para: Joseph Jonas
Espere e verá, é uma surpresa.
Eu preciso trabalhar... Deixe-me fazê-lo.
Amo você.
D x


De: Joseph Jonas
Assunto: Frustrado
Para: Demetria Lovato
Eu odeio quando você esconde as coisas de mim.
Joseph Jonas
Fálico CEO, Jonas Participações e Empreendimentos Inc.



                Eu fico olhando para a pequena tela do meu Blackberry. A veemência implícita em seu e-mail me pega de surpresa. Por que ele se sente assim? Não é como se eu estivesse escondendo fotografias eróticas dos meus ex-namorados.


De: Demetria Lovato
Assunto: Desejar você
Para: Joseph Jonas
É para o seu aniversário.
Outra surpresa.
Não seja tão petulante.
D x


               Ele não responde de imediato, e eu sou chamada para uma reunião, então não posso demorar com ele por muito tempo. Quando eu olho novamente para o meu Blackberry, para meu horror, percebo que já é quatro da tarde. Onde o meu dia foi? Ainda nenhuma mensagem de Joseph. Eu mando um e-mail para ele, novamente.


De: Demetria Lovato
Assunto: Olá
Para: Joseph Jonas
Você não está falando comigo?
Não se esqueça que eu estou saindo para tomar uma bebida com José, e
que ele vai ficar conosco esta noite.
Por favor, se junte a nós.
D x


               Ele não responde, e eu sinto um frisson de desconforto. Espero que ele esteja bem. Ligando para o seu celular, recebo seu correio de voz. O anúncio diz simplesmente Jonas, deixe uma mensagem em seu tom mais recortado.


— Oi... Um... Sou eu. Demi. Você está bem? Ligue-me, — eu gaguejo através da minha mensagem. Eu nunca tive que deixar uma para ele antes. Eu coro, enquanto desligo. Claro que ele vai saber que é você, idiota! Meu subconsciente revira os olhos para mim. Estou tentada a ligar para a sua assistente Andrea, mas
decido que é um passo longo demais. Relutantemente eu continuo o meu trabalho.

Meu telefone toca inesperadamente e meu coração salta. Joseph! Mas não, é Miley, minha melhor amiga, finalmente!


— Demi, — ela grita de onde ela está.

— Miley! Você está de volta? Eu senti a sua falta.

— Eu também. Eu tenho tanto para conversar. Estamos no Sea-Tac, eu e meu homem. — Ela ri em uma maneira mais como Miley.

— Legal. Eu tenho tanta coisa para dizer-lhe, também.

— Vejo você de volta no apartamento?

— Eu vou sair para beber com o José. Se junte a nós.

— José está na cidade? Claro! Mande uma mensagem de texto para dizer onde.

— Ok. — Eu falo. Minha melhor amiga está em casa. Depois de todo esse tempo!

— Você está bem, Demi?

— Sim, eu estou bem.

— Ainda com o Joseph?

— Sim.

— Ótimo. Até mais tarde!

Oh não, ela também. A influência de Elliot não conhece limites.

— Sim, até mais tarde, querida. — Eu sorrio e ela desliga.

               Uau. Miley está em casa. Como é que vou dizer a ela tudo o que aconteceu? Eu deveria escrever e então eu não se esqueceria de nada. Uma hora depois, meu telefone do escritório toca, será Joseph? Não, é Claire.


— Você deve ver o cara que quer ver você, que está na recepção. Como você conhece todos esses caras quentes, Demi?

José deve estar aqui. Eu olho para o relógio, são 5:55, e uma pequena excitação pulsa através de mim. Eu não o vejo há tanto tempo.

— Demi, wow! Você está ótima. Você cresceu. — Ele sorri para mim.

Só porque eu estou usando um vestido elegante... Caramba! Ele abraça-me com força.

— Está alta. — Ele resmunga com espanto.

— É apenas o sapato, José. Você não parece tão ruim, mesmo.

Ele está vestindo jeans, uma camiseta preta e uma camisa de flanela preta e branca.

— Eu vou pegar minhas coisas e podemos ir.

— Legal. Vou esperar aqui.

xxx


Eu pego duas Rolling Rocks no bar lotado e vou até a mesa onde José está sentado.

— Você encontrou a casa de Joseph, certo?

— Sim. Eu não estive lá. Eu só entreguei as fotos no elevador de serviço.

Para um cara chamado Taylor, que as levou para cima. Parecia um belo lugar.

— É. Você pode ver por dentro.

— Fico esperando. Saúde, Demi. Seattle combina com você.

Eu coro, enquanto batemos as garrafas. É Joseph que concorda comigo.

— Saúde. Fale-me sobre a sua amostra e como foi.

Ele sorri e conta a história. Ele vendeu quase todas, menos três fotos, isso deu para pagar o seu empréstimo de estudante e deixou-lhe algum dinheiro de sobra.

— E eu fui contratado para fazer algumas paisagens para a Secretaria de Turismo de Portland. Muito legal, hein? — Ele termina com orgulho.

— Oh José, isso é maravilhoso. Não interfere com seus estudos, não é? — Eu franzo a testa para ele.

— Não. Agora que vocês se foram e três dos caras que eu costumava sair, tenho mais tempo.

— Nenhuma garota quente para mantê-lo ocupado? A última vez que te vi, você tinha uma meia dúzia de mulheres penduradas em cada palavra sua. — Eu levanto uma sobrancelha para ele.

— Não, Demi. Nenhuma delas é mulher suficiente para mim. 
— Elas só fazem encenação.

— Ah, claro. José Rodriguez, o terror das mulheres. — Eu ri.

— Ei, eu tenho meus momentos, Lovato. — Ele parece vagamente magoado, e eu fico mortificada.

— Claro que você tem. — Eu o acalmo.

— Então, como está o Jonas? — Ele pergunta, com seu tom de voz mudando, tornando-se mais frio.

— Ele está bem. Nós estamos bem. — Eu murmuro.

— Sério? Se você diz...

— Sim. Sério.

— Ele não é velho demais para você?

— Oh José. Você sabe o que minha mãe diz, eu nasci velha.

A boca de José se torce ironicamente.

— Como está sua mãe? — E assim, estamos fora da zona de perigo.



— Demi!

               Eu me viro e vejo Miley com Ethan. Ela parece linda, bronzeada pelo sol, seu cabelo loiro está descolorido, bronzeada e com um radiante sorriso branco, está bem torneada e vestindo uma camisa branca e jeans branco apertado. Todos os olhos estão voltados para Miley. Eu salto do meu assento para dar-lhe um abraço. Oh como eu senti falta dessa mulher! Ela me empurra para longe dela e me mantém no comprimento do braço, examinando-me atentamente. Eu coro sob seu olhar intenso.

— Você perdeu peso. Um monte de peso. E você parece diferente. Cresceu. O que está acontecendo? — Ela diz, toda mamãe coruja, preocupada e mandona.
—Eu gosto do seu vestido. Cai-lhe bem.

— Muita coisa aconteceu desde que você partiu. Eu vou lhe contar mais tarde, quando estivermos sozinhas. — Eu não estou pronta para a Inquisição de Miley Ray Cyrus, ainda. Ela me olha desconfiada.

— Você está bem? — Ela pede gentilmente.

— Sim, — eu sorrio, mas eu estaria mais feliz sabendo de Joseph.

— Legal.

— Oi, Ethan. — Eu sorrio para ele, e ele me dá um abraço rápido.

— Oi, Demi, — ele sussurra em meu ouvido.

José franze a testa para ele.


— Como foi o almoço com Mia? — Pergunto a Ethan.

— Interessante, — ele diz misteriosamente.

Oh?

— Ethan, você conhece José?

— Nós nos encontramos uma vez. — Resmunga José, avaliando Ethan enquanto eles apertam as mãos.

— Sim, na casa de Miley em Vancouver, — Ethan diz, sorrindo agradavelmente para José.
— Certo o que vamos beber?



               Eu faço meu caminho para os banheiros, enquanto passo uma mensagem de texto para Joseph, dando a nossa localização, talvez ele se junte a nós. Não existem chamadas não atendidas dele e nenhum e-mail. Isto não parece certo, não parece ele.


— E ai, Demi? — José pergunta quando eu volto para a mesa.

— Eu não consigo falar com Joseph. Espero que ele esteja bem.

— Ele vai ficar bem. Mais uma cerveja?

— Claro.

Miley se inclina toda.


— Ethan me disse que alguma ex-namorada perseguidora e louca, estava no apartamento com uma arma?

— Bem... Sim. — Eu encolho os ombros, desculpando-se. Oh caramba, o que temos que fazer isso agora?

— Demi, que diabos está acontecendo? — Miley para abruptamente e verifica seu telefone.

— Oi, amor. — Ela diz, quando ela atende. Querido! Ela franze a testa e olha para mim.
— Claro. — Ela diz e volta para mim.
— É Elliot... Ele quer falar com você.


— Demi. — A voz de Elliot é controlada e suave, meu couro cabeludo arrepia ameaçadoramente.

— O que há de errado?

— É Joseph. Ele não voltou de Portland.

— O quê? O que você quer dizer?

— O helicóptero desapareceu.

— O Charlie Tango? — Eu sussurro, enquanto toda a respiração deixa o meu corpo.

— Não!




O JOSEPH :(((( E AGORA? FALTAM 4 CAPÍTULOS PRA 2ª TEMPORADA ACABAR....
Comentem, divulgem, leiam e recomendem a todos pois quero fechar a 3ª e ÚLTIMA temporada com chave de ouro...

Gatonas, comentários respondidos... e se vocês comentarem bastante... tento postar amanhã, pois final de semana é complicado :( Nada de maratona, sinto muito... mas estou compensando vocês com capítulos enormes, espero que entendam e estejam gostando...  bjs lua <3

21 comentários:

  1. COMO VOCÊ FAZ ISSO COMIGO??? AI MEU DEUS :"((( Espero que ele esteja bem.. Justo quando tudo estava perfeito :'(

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    1. O que será que vai acontecer? To com o coração na mão por a temporada estar acabando... vai até o cap 22 eu acho :(

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  2. Gostando muiiiiiiiiiiii...iiito... Meu, oq vai acontecer com o Joe? #AnsiosaParaTerceiraTemporada

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    1. Eu to quase chorando, gostei tanto dessa história... mas uma hora precisava acabar né? bjs

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  3. PELO AMOR DE DEUS, COMO VOCÊ FAZ ISSO COM A GENTE ???????????? posta logo, eu quero saber o que vai acontecer com o joe

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    1. Só amanhã se tiver tempo.... ou segunda!

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  4. Aii meu Deus o que houve ???? Lua como você para logo nessa parte ???? Ele ta bem ??? Ai meu Deus tenta postar amanha .... Caramba cara :/

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    1. sera que ele ta bem? hoje tem cap ai mata sua curiosidade rs

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    2. ai Lua te adoro, so vc msm pra fazer esse favor pra gente

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    3. lksndfd mais tarde, agr to arrumando a casa aaaaa :(

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  5. O que houve com o Joseph ai meu Deus, vou tentar ser uma boa leitora e não lhe encher de perguntas como no capitulo anterior, Joseph está mesmo disposto a se casar isso me deixa feliz, caramba não consigo parar de pensar no que aconteceu com ele. Entendo sobre a maratona estou anciosa para a 3• e ao mesmo tempo receiosa pois não quero que acabe, tinha prometido fazer comentarios pequenos porem não consigo.. Passa varias coisas do que tenha acontecido com Joseph e não gosto de nenhuma delas.
    bjo, Ane

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    1. ewnrwekjrne eu tbm n quero que acabe, meu coração ta quebrado

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  6. Ai meu deus, socorro.
    Eu preciso de um joseph bom, que nada aconteca com ele.
    Assim vc me mata de curiosidade!
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    bj nanda <3

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    1. eu tbm quero ele bom, maaaaaaaaas :(((
      hj mais tarde tem cap

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  7. "Meu destino esta em suas mãos, demi."
    Essa frase me cheira a casamento e um futuro feliz. Sei lá, to muito confiante que isso aconteça.

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    1. será? Muita coisa pode mudar com esse acidente

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    2. Vc esta me assustando , ele nao a quer mais?????

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    3. :( vai ser mt triste o outro capitulo ???

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    4. não posso te dizer, mas você sabe a primeira temporada eles terminaram separados... nunca se sabe

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  8. AAAAAAAAAAAA POSTA POR FAVOR
    EU LI SUA FIC EM 2 DIAS E QUANDO EU TERMINEI ESSE CAPITULO EU FIQUEI DESESPERADA PQ NAO TINHA MAIS CAPITULO :(
    POSTA POR FAVOR

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    1. 2 dias? QUE RECORDE!!! MAIS TARDEEEE, AGR TA CEDO AINDA KLNFKMD

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