sexta-feira, 26 de julho de 2013

Cap.19- 2ª temporada

                Eu fico olhando para as chamas, hipnotizada. Elas dançam e tecem brilhantes chamas alaranjadas com pontas de azul cobalto, na lareira do apartamento de Joseph. E apesar do calor escapulir para fora do fogo e do cobertor envolto em torno de meus ombros, eu estou com frio. Assustadoramente fria, até os ossos. Eu estou ciente de vozes abafadas, muitas vozes abafadas. Mas elas estão no fundo, como um zumbido distante. Eu não ouço as palavras. Tudo que eu posso ouvir, tudo o que posso focar, é no silvo suave do gás que alimenta o fogo. Meus pensamentos se voltam para a casa que vimos ontem e as enormes
lareiras, lareiras reais, para queima de madeira. Eu gostaria de fazer amor com Joseph na frente de um fogo real. Eu gostaria de fazer amor com Joseph na frente deste fogo. Sim, isso seria divertido. Sem dúvida, ele poderia pensar em alguma maneira de torná-lo memorável, como todas as vezes que fizemos amor. Eu bufo ironicamente para mim, até mesmo os momentos em que estávamos fodendo. Sim, aqueles foram bastante memoráveis também. Onde está ele? As chamas crepitavam e piscavam, segurando-me cativa, mantendo-me entorpecida. Eu me concentro apenas na sua queima, beleza escaldante. Elas são sedutoras. Demetria, você me enfeitiçou. Ele disse isso na primeira vez que ele dormiu comigo, em minha cama. Ah, não... Eu envolvo meus braços em torno de mim, e o mundo cai longe de mim e a realidade sangra em minha consciência. O vazio rasteja para dentro de mim e se expande um pouco mais. O Charlie Tango está desaparecido.


— Demi. Aqui, — A Sra. Jones gentilmente me persuade, sua voz me traz de volta para a sala, para o agora, para a angústia. Ela me dá uma xícara de chá. Tomo a xícara e o pires com gratidão, o chocalho revelando as minhas mãos trêmulas.


— Obrigada, — eu sussurro, minha voz está rouca de lágrimas não derramadas e o caroço grande na minha garganta.


               Mia sentou-se em frente a mim, na parte maior do grande sofá em forma de U, de mãos dadas com Denise. Elas olham para mim, a dor e a ansiedade estavam gravadas em seus rostos bonitos. Denise parece mais velha, uma mãe preocupada com seu filho. Eu pisco desapaixonadamente para elas. Eu não posso oferecer um sorriso tranquilizador, uma lágrima sequer, não há nada, só o vazio e o vazio crescente. Eu olho para Elliot, José e Ethan, que estão ao redor do bar de café da manhã, todos os rostos estão sérios, falando baixinho. Discutindo algo em suaves vozes. Atrás deles, a Sra. Jones se ocupa na cozinha. Miley está na sala de TV, monitorando o noticiário local. Eu ouço o murmúrio fraco da grande TV de plasma. Eu não posso suportar ver a notícia, Joseph Jonas DESAPARECIDO, com seu rosto bonito na TV. Ociosamente, ocorre-me que eu nunca vi tantas pessoas nesta sala, mas eles ainda são insignificantes em comparação com o seu tamanho. Pequenas ilhas perdidas, pessoas ansiosas na casa do meu Cinquenta. O que ele pensaria sobre eles estarem aqui? Em algum lugar, Taylor e Paul estão falando com as autoridades que estão nos alimentando com gotas de informação, mas é tudo sem sentido. O fato é que ele está desaparecido. Ele está desaparecido há oito horas. Nenhum sinal, nenhuma palavra dele. A busca foi cancelada, isto é tudo que sei. Ainda está tão escuro. E nós não sabemos onde ele está. Ele pode estar ferido, com fome, ou pior. Não! Eu faço outra oração silenciosa para Deus. Por favor, deixe Joseph estar bem. Por favor, deixe Joseph estar bem. Eu repito, mais e mais, na minha cabeça, é o meu mantra, a minha tábua de salvação, algo concreto para me agarrar no meu desespero. Recuso-me a pensar no pior. Não, não vou lá. Há esperança.

— Você é minha salvação.

As palavras de Joseph voltam para me assombrar. Sim, há sempre esperança. Eu não devo me desesperar. Suas palavras ecoam em minha mente.

— Agora eu sou um firme defensor de gratificação imediata. Carpe diem, Demi.

Por que eu não aproveitei o dia?

— Eu estou fazendo isso porque eu, finalmente, encontrei alguém com quem quero passar o resto da minha vida.

               Eu fecho meus olhos em oração silenciosa, balançando suavemente. Por favor, deixe o resto de sua vida não ser tão curto. Por favor, por favor. Nós não tivemos tempo suficiente... precisamos de mais tempo. Nós fizemos tanto nas últimas semanas, chegamos tão longe. Isso não pode acabar. Todos os momentos suaves: o batom, quando ele fez amor comigo pela primeira vez no hotel Olympic, de joelhos na minha frente oferecendo-se para mim, eu, finalmente, tocando-o.

— Eu sou o mesmo, Demi. Eu te amo e eu preciso de você. Toque-me. Por favor.

Oh, eu o amo tanto. Eu não seria ninguém sem ele, nada mais do que uma sombra, toda a luz se eclipsou. Não, não, não... meu pobre Joseph.

— Este sou eu, Demi. Tudo de mim... e eu sou todo seu. O que devo fazer para você perceber isso? Para fazer você ver que eu quero você de qualquer maneira que eu a possa ter. Que eu te amo.

E eu também, meu Cinquenta Tons.

               Abro os olhos e olho cegamente para o fogo, mais uma vez, as memórias do nosso tempo juntos, voando em minha mente: a sua alegria infantil quando estávamos navegando e planando, seu suave e sofisticado olhar quente como o inferno, no baile de máscaras; a dança, ah, sim, dançando aqui no apartamento, com Sinatra, girando ao redor da sala; sua calma, a ansiosa esperança ontem com
a casa e sua deslumbrante vista.

— Vou colocar o meu mundo aos seus pés, Demetria. Eu quero você, corpo e alma, para sempre.

Oh, por favor, deixe-o ficar bem. Ele não pode ter partido. Ele é o centro do meu universo.  Um soluço involuntário escapa da minha garganta, e eu ponho a minha mão na boca. Não. Eu devo ser forte. José, de repente, está ao meu lado, ou ele tem estado há algum tempo? Eu não tenho ideia.


— Você quer chamar a sua mãe ou seu pai? — Ele pergunta gentilmente.


                Não! Eu sacudo a cabeça e José segura a minha mão. Eu não posso falar, eu sei que vou desmoronar se eu o fizer, mas o calor e o aperto gentil da sua mão, não me oferece nenhum consolo. Oh, mamãe. Meu lábio treme ao pensar em minha mãe. Devo chamá-la? Não. Eu não poderia lidar com a reação dela. Talvez Ray, ele não iria se emocionar, ele nunca se emociona, nem mesmo quando os Mariners perdem. Denise sobe para se juntar aos meninos, distraindo-me. Este deve ser o mais longo tempo que ela ficou sentada. Mia chega para sentar ao meu lado e agarra a outra mão.

— Ele vai voltar, — ela diz, sua voz inicialmente determinada, mas rachando na última palavra. Seus olhos estão arregalados e avermelhados, o seu rosto está pálido e deprimido pela falta de sono.


               Eu olho para Ethan, que está assistindo Mia e Elliot e tem seus braços em volta de Denise. Olho para o relógio. Bem depois das onze horas, quase meia-noite. Maldito tempo! A cada hora que passa, o vazio se expande, consumindo-me, sufocando-me. Eu sei que lá no fundo, eu estou me preparando, me preparando para o pior. Eu fecho meus olhos e ofereço outra oração silenciosa, apertando tanto a mão de Mia, quanto a mão de José. Abrindo-os novamente, eu olho para as chamas mais uma vez. Eu posso ver seu sorriso tímido, a minha favorita de todas as suas expressões, um vislumbre do verdadeiro Joseph, o meu verdadeiro Joseph. Para muitas pessoas ele é: maníaco controlador, CEO, espreitador, deus do sexo, dominador, e ao mesmo tempo, um menino com seus brinquedos. Eu sorrio. Seu carro, seu barco, seu avião... Charlie Tango... não... não... o meu menino perdido, verdadeiramente perdido agora. Meu sorriso desaparece e a dor me atravessa. Lembro-me dele no chuveiro, limpando as marcas de batom.

— Eu não sou nada, Demetria. Eu sou uma casca de um homem. Eu não tenho um coração.

               O nó na garganta se expande. Oh, Joseph, você tem, você tem um coração e é meu. Eu quero amá-lo para sempre. Mesmo que ele seja tão complexo e difícil, eu o amo. Eu sempre o amarei. Nunca haverá mais ninguém. Nunca. Lembro-me de estar sentada na Starbucks, pesando os meus prós e contras com Joseph. Todos os contras, mesmo aquelas fotografias que eu encontrei hoje de manhã, derretem na insignificância, agora. O importante é somente ele e se ele vai voltar. Oh, por favor, Senhor, traga-o de volta, por favor, deixe-o ficar bem. Eu vou à igreja... Eu farei qualquer coisa. Oh, se eu o tiver de volta, vou aproveitar o dia. Sua voz ecoa em volta da minha cabeça mais uma vez:

— Carpe diem, Demi.

Eu olho mais uma vez para o fogo, as chamas ainda estão lambendo e ondulando em torno de si, brilhando intensamente. Então ouço os gritos de Denise, e tudo fica em câmera lenta.

— Joseph!

                 Eu viro a minha cabeça a tempo de ver Denise movimentar-se velozmente para o outro lado da sala grande, de onde ela havia estado andando, em algum lugar atrás de mim, e na entrada está um Joseph desanimado. Ele está vestido apenas com a camisa e a calça do terno, e ele está segurando o paletó azul marinho, sapatos e meias. Ele parece cansado, sujo e absolutamente lindo. Puta merda... Joseph. Ele está vivo. Eu olho entorpecida para ele, tentando descobrir se eu estou alucinando ou se ele está realmente aqui.
Sua expressão é um de absoluto espanto. Ele deposita o paletó e os sapatos no chão a tempo de pegar Denise, que joga seus braços ao redor de seu pescoço e o beija duro na bochecha.

— Mãe?

Joseph olha para ela, completamente perdido.

— Eu pensei que nunca iria vê-lo novamente, — Denise sussurra, expressando o medo coletivo.

— Mãe, eu estou aqui. — Eu ouço a consternação em sua voz.

— Eu morri mil mortes hoje, — ela sussurra, sua voz quase inaudível, ecoando os meus pensamentos. Ela suspira e soluça, não consegue mais segurar as lágrimas. Joseph faz uma careta, horrorizado ou mortificado, não sei qual, depois de um momento, envolve-a em um abraço enorme, segurando-a perto.

— Oh, Joseph, — ela engasga, envolvendo os braços em volta dele, chorando em seu pescoço, sem autocontenção e esquecendo que Joseph não gosta de ser tocado. Ele só a abraça, balançando para lá e para cá, confortando-a.

Uma piscina de lágrimas quentes se forma em meus olhos. Paul grita do corredor.

— Ele está vivo! Merda você está, aqui! — Ele aparece da sala de Taylor, segurando o celular, e abraça os dois, de olhos fechados em um doce alívio.

— Pai?

                Mia grita algo ininteligível do meu lado, então ela corre, juntando-se a seus pais, abraçando todos eles, também. Finalmente, as lágrimas começam cair em cascata pelas minhas bochechas. Ele está aqui, ele está bem. Mas não posso me mover. Paul é o primeiro a afastar-se, enxugando os olhos e dando palmadinhas no ombro de Joseph. Mia libera-os e Denise dá uns passos para trás.

— Desculpe, — ela murmura.

— Ei, mamãe, está tudo bem, — Joseph diz, com uma consternação evidente em seu rosto.

— Onde você estava? O que aconteceu? — Denise chora e pega a sua cabeça nas mãos dela.

— Mãe, — Joseph murmura. Ele puxa-a em seus braços novamente e beija o topo de sua cabeça.
— Eu estou aqui. Eu estou bem. É só que levei muito tempo para voltar de Portland. Por que o comitê de recepção? — Ele olha para cima e faz a varredura do ambiente, até que seus olhos travam com os meus.

               Ele pisca e olha brevemente para José, que solta a minha mão. A boca de Joseph aperta. Eu bebo na visão dele e um alívio me atravessa, me deixando gasta, exausta, e completamente eufórica. No entanto, as minhas lágrimas não param. Joseph volta a sua atenção para a sua mãe, novamente.

— Mãe, eu estou bem. O que há de errado? — Joseph diz tranquilizador.

Ela coloca as mãos em cada lado do seu rosto.

— Joseph, você estava desaparecido. Seu plano de vôo, você nunca chegou em Seattle. Por que você não entrou em contato conosco?

As sobrancelhas de Joseph sobem com a surpresa.

— Eu não achei que levaria tanto tempo.

— Por que você não ligou?

— Não tinha sinal no meu celular.

— Você não parou... ligasse a cobrar?

— Mãe, é uma longa história.

— Oh, Joseph! Não faça isso comigo de novo! Você entende? — Ela meio que grita com ele.

— Sim, mamãe. — Ele enxuga suas lágrimas com o polegar e a abraça mais uma vez. Quando ela se compõe, ele entrega o seu abraço para Mia, que lhe dá um tapa forte no peito.

— Você nos deixou tão preocupados, — ela deixa escapar e também está em lágrimas.
— Estou aqui agora, pelo amor de Deus, — Joseph murmura.

               Como Elliot vem à frente, Joseph abandona Mia, que vai para Paul, que já tem um braço em volta de sua esposa. Ele enrola o outro em torno de sua filha. Elliot abraça brevemente Joseph, para grande surpresa de Joseph e lhe bate com força nas costas.

— Ótimo ver você. — Elliot diz em voz alta, um pouco bruscamente, tentando esconder sua emoção.

               Enquanto o fluxo de lágrimas cai pelo meu rosto, eu posso ver tudo. A grande sala é banhada por um amor incondicional por ele. Ele tem amor de sobra, ele apenas nunca aceitou isso antes, e mesmo agora, ele está totalmente perdido. Olhe, Joseph, todas essas pessoas te amam! Talvez agora você vá começar a acreditar nisso. Miley está de pé atrás de mim, ela deve ter deixado a sala de TV e ela
gentilmente acaricia o meu cabelo.

— Ele está realmente aqui, Demi, — murmura confortadoramente.

— Eu vou dizer oi para a minha menina agora, — Joseph diz para seus pais. Ambos concordam, sorriem e o deixam passar. Ele se move em minha direção, com os olhos cinza, brilhantes, embora cansado e ainda confuso. De algum lugar profundo, acho forças para cambalear para os meus pés e correr para os seus braços abertos.

— Joseph, — eu soluço.

— Calma, — ele diz e me abraça, enterrando o rosto no meu cabelo e inalando profundamente. Eu levanto o meu rosto molhado de lágrimas para ele, que me beija muito brevemente.

— Oi, — ele murmura.

— Oi, — eu sussurro de volta, o nó na parte de trás da minha garganta queima.

— Sentiu minha falta?

— Um pouco.

Ele sorri.

— Eu vejo. — E com um toque suave de sua mão, ele enxuga as lágrimas que se recusam a parar de correr pelo meu rosto.

— Eu pensei... Eu pensei... — eu engasgo.

— Eu posso ver. Calma... Eu estou aqui. Sinto muito. Mais tarde... — ele murmura e me beija novamente castamente.

— Você está bem? — Pergunto, liberando-o e tocando-lhe no peito, braços, cintura, oh, eu o sinto quente, vital, o homem sensual sob os meus dedos, me assegura que ele está aqui, em pé na minha frente. Ele está de volta. Ele não recua. Ele só me olha atentamente.

— Eu estou bem. Eu não vou a lugar nenhum.

— Oh, graças a Deus, — eu o abraço em volta de sua cintura novamente, e ele me abraça mais uma vez.
— Você está com fome? Você precisa de algo para beber?

— Sim.

Eu recuo para buscar-lhe algo, mas ele não me deixar ir. Ele enfia-me debaixo do braço e estende a mão para José.

— Sr. Jonas, — José diz uniformemente.

Joseph bufa.

— Joseph, por favor, — ele diz.

— Joseph, bem-vindo de volta. Que bom que você está bem... e um... obrigado por me deixar ficar.

— Não tem problema. — Joseph aperta os olhos, mas ele é distraído pela Sra. Jones, que de repente, está ao seu lado. Só agora me ocorre que ela não está com seu uniforme habitual. Eu não tinha notado isso antes. Seu cabelo está solto, e ela está com calça legging, cinza suave e uma camiseta cinza, com a estampa dos
WSU Cougars na frente. Ela parece anos mais jovem.

— Posso lhe pegar algo, Sr. Jonas? — Ela enxuga os olhos com um lenço.

Joseph sorri carinhosamente para ela.

— Uma cerveja, por favor, Gail, Budvar e algo para comer.

— Eu vou buscar, — eu murmuro, querendo fazer algo pelo meu homem.

— Não. Não vá, — ele diz em voz baixa, apertando o braço em volta de mim.

               O resto de sua família está perto, Ethan e Miley se juntam a nós. Joseph aperta a mão de Ethan e dá um beijo rápido na bochecha de Miley. A Sra. Jones retorna com uma garrafa de cerveja e um copo. Ele pega a garrafa, mas balança a cabeça para o copo. Ela sorri e retorna para a cozinha.

— Estou surpreso por não querer algo mais forte,— Elliot murmura.
 — Então que inferno aconteceu com você? Eu soube pelo papai, que me ligou, para
dizer que o triturador estava desaparecido.

— Elliot! — Denise repreende.

— Helicóptero, — Joseph rosna, corrigindo Elliot, que sorri, e eu suspeito que isso seja uma piada familiar.
— Vamos sentar e eu vou contar. — Joseph puxa-me para o sofá, e todo mundo se senta, todos com os olhos em Joseph. Ele toma um longo gole de sua cerveja. Ele espia Taylor pairando na entrada e acena.

Taylor acena de volta.

— Sua filha?

— Ela está bem agora. Falso alarme, senhor.

— Bom. — Joseph sorri.

Filha? O que aconteceu com a filha de Taylor?

— Que bom que você está de volta, senhor. Isso é tudo?

— Nós temos um helicóptero para recolher.

Taylor acena com a cabeça.

— Agora? Ou pode ser feito pela manhã?

— De manhã, eu acho, Taylor.

— Muito bem, Sr. Jonas. Qualquer outra coisa, senhor?

Joseph balança a cabeça e eleva a garrafa a ele. Taylor lhe dá um raro sorriso, acho que mais raro do que Joseph, e dirige-se, presumivelmente, para o seu escritório ou para o seu quarto.

— Joseph, o que aconteceu? — Paul Pergunta.

                Joseph conta a sua história. Ele estava voando com Ros, a sua assistente número dois no Charlie Tango para lidar com uma questão de financiamento na WSU em Vancouver. Eu mal posso entender, estou tão confusa. Eu só seguro a mão de Joseph e olho para as unhas bem cuidadas, seus dedos longos, os vincos em seus dedos, seu relógio de pulso, um Omega com três mostradores pequenos. Eu olho para seu perfil bonito, enquanto ele continua seu conto.

— Ros nunca tinha visto o Mount St. Helens, então no caminho de volta como uma celebração, fizemos um pequeno desvio. Eu ouvi que o TFR29 foi retirado há algum tempo e eu queria dar uma olhada. Bem, foi a nossa sorte. Estávamos voando baixo, cerca de 200 pés30 AGL31, quando o painel de instrumentos iluminou. Nós tivemos um incêndio na cauda, eu não tinha escolha a não ser cortar todos os eletrônicos e posar. — Ele balança a cabeça.
— Eu desci em Silver Lake, Ros saiu, e conseguiu apagar o fogo.

— Um incêndio? Em ambos os motores? — Paul ficou horrorizado.

— Sim.

— Merda! Mas eu pensei...

— Eu sei, — interrompe Joseph.
— Foi pura sorte que eu estivesse voando tão baixo, — ele murmura.

Eu tremo. Ele solta a minha mão e coloca o braço em volta de mim.

— Está com frio? — Ele pergunta. Eu sacudo a cabeça.

— Como você apagou o fogo? — Miley pergunta, com seus instintos de Carl Bernstein chutando dentro. Nossa, ela parece concisa às vezes.

— Extintores. Temos que levá-los, por lei. — Joseph responde calmamente.

Suas palavras estão a um longo tempo, circundando a minha mente.

 "Eu agradeço a divina providência, a cada dia, por ter sido você que veio me entrevistar e não Miley Ray Cyrus."

— Por que você não ligou ou utilizou o rádio? — Denise pergunta.

Joseph balança a cabeça.

— Quando desliguei os eletrônicos, ficamos sem rádio. E eu não ia ligá-los e correr o risco de incêndio. O GPS ainda estava funcionando no Blackberry, então eu fui capaz de navegar até a estrada mais próxima. Mas isso nos custou quatro horas de caminhada. Ros estava de saltos. — A boca de Joseph ficou em uma linha plana, de desaprovação.

— Não tínhamos sinal de celular. Não havia cobertura em Gifford. A bateria de Ros foi a primeira a morrer. A minha acabou no caminho.

Santo inferno. Eu estou tensa e Joseph puxa-me para o seu colo.

— Então, como vocês voltaram para Seattle? — Denise pergunta, piscando um pouco, com a visão de nós dois, sem dúvida. Eu fico ruborizada.

— Nós reunimos os nossos recursos. Entre nós, Ros e eu, tínhamos seiscentos dólares, pensamos que teríamos que pagar alguém para nos trazer de volta, mas um motorista de caminhão parou e concordou em nos trazer para casa. Ele recusou o dinheiro e compartilhou seu almoço conosco.  — Joseph balançou a cabeça em consternação com a memória. 
— Levou uma eternidade. Ele não tinha um celular, estranho, mas é verdade. Eu não sabia... — Ele pára, olhando para sua família.

— Que me preocuparia? — Denise zomba.
— Oh, Joseph! — Ela o repreende.
— Quase ficamos doidos!

— Você virou notícia, mano.

Joseph revira os olhos.

— Sim. Percebi, quando cheguei e encontrei está recepção e um punhado de fotógrafos lá fora. Desculpe-me, mamãe, eu deveria ter pedido para o motorista parar para que eu pudesse telefonar. Mas eu estava ansioso para voltar. — Ele olha para José.

Oh, por isso, porque José vai ficar aqui. Eu faço uma careta só com o pensamento. Caramba, é tudo o que lhe preocupa.

Denise balança a cabeça.

— Estou feliz por você estar de volta e inteiro, querido.

Eu começo a relaxar, descanso a minha cabeça contra seu peito. Ele cheira a ar livre, um pouco suado, a corpo lavado, e Joseph, o cheiro muito bem-vindo no mundo. Lágrimas começam a escorrer por meu rosto, lágrimas de gratidão.

— Ambos os motores? — Paul diz novamente, franzindo o cenho, incrédulo.

— Vai entender. — Joseph encolhe os ombros e passa a mão nas minhas costas.
— Ei, — ele sussurra. Ele coloca os seus dedos embaixo do meu queixo e inclina a cabeça para trás.
— Pare de chorar.

Eu limpo meu nariz com as costas da minha mão, do modo mais grosseiro.

— Pare de desparecer. — Eu suspiro e seus lábios se levantam caprichosamente.

— Falha elétrica... muito estranho, certo? — Paul diz novamente.

— Sim, passou pela minha mente, também, pai. Mas agora, eu só gostaria de ir para a cama e pensar sobre toda essa merda amanhã.

— Então, a mídia sabe que Joseph Jonas foi encontrado são e salvo? — Miley pergunta.

— Sim. Andrea e meu pessoal do PR, vão lidar com a mídia. Ros ligou depois que chegou em casa.

— Sim, Andrea me ligou para avisar que ainda estavam vivos. — Sorriu Paul

— Eu tenho que dar um aumento para aquela mulher. Claro, já é tarde, — disse Joseph.

— Acho que isso é uma dica, Senhoras e Senhores, meu querido irmão precisa seu sono de beleza, — Elliot zomba sugestivamente. Joseph faz caretas para ele.

— Papa, meu filho está certo. Você pode me levar para casa agora.

Papa? Denise olha com adoração para o marido.

— Sim. Eu acho que nós poderíamos dormir um pouco, — Paul responde, sorrindo para ela.

— Fique, — Joseph oferece.

Não, meu querido, eu quero chegar em casa. Agora que eu sei que você está seguro.

Joseph, relutantemente, coloca-me no sofá e levanta. Abraça Denise mais uma vez, pressiona a cabeça contra o seu peito e fecha os olhos, aliviada. Ele envolve seus braços em torno dela.

— Eu estava tão preocupada, querido, — ela sussurra.

— Eu sei mãe, está tudo bem.

Ela se inclina para trás e estuda-o atentamente, enquanto ele a segura.

— Sim. Acho que você está, — ela diz lentamente, olha para mim e sorri. Eu coro.

                 Seguimos Paul e Denise, enquanto eles fazem seu caminho para o hall de entrada. Atrás de mim, eu estou ciente, que Mia e Ethan estão tendo uma conversa sussurrada, aquecida, mas não posso ouvi-los.
Mia está sorrindo timidamente para Ethan, e ele está boquiaberto para ela e balançando a cabeça. De repente, ela cruza os braços e gira sobre os calcanhares. Ele esfrega a testa com uma mão, obviamente frustrado.

— Mamãe, Papai, esperem por mim, — Mia chama de mau humor. Talvez ela seja tão volúvel como seu irmão.

Miley abraça-me com força.

— Eu poderia dizer que alguma coisa séria esteve acontecendo, enquanto eu estive alegremente ignorante em Barbados. É meio óbvio que vocês dois são loucos um pelo outro. Fico feliz que ele está seguro. Não só por ele, Demi, por você também.

— Obrigado, Miley, — eu sussurro.

— Sim. Quem poderia dizer que iríamos encontrar o amor, ao mesmo tempo? — Ela sorri. Uau. Ela admitiu.

— Com os irmãos! — Eu dei uma risadinha.

— Poderemos acabar cunhadas, — ela brinca.

Eu estou tensa, então mentalmente me chuto, quando Miley se volta e me olha com o seu olhar ‘o que você não está me contando, Lovato’. Eu ruborizo. Droga, devo dizer a ela que ele me pediu?

— Vamos lá, querida, — Elliot chama por ela, do elevador.

— Vamos conversar amanhã, Demi. Você deve estar exausta.

Eu estou aliviada.

— Claro. Você, também, Miley, vocês viajaram uma longa distância hoje. 

                Abraçamos-nos mais uma vez, então ela e Elliot seguem os Jonas para dentro do elevador. Ethan aperta a mão de Joseph e dá-me um abraço rápido. Ele parece distraído, mas ele segue-os para o elevador e as portas se fechem. José está parado no corredor quando nós voltamos para dentro.

— Olhe. Vou me virar... deixar vocês — ele diz.

Eu coro. Caramba, por que isso é estranho?

— Você sabe para onde ir? — Joseph pergunta.

José concorda.

— Sim, a funcionária da casa...

— A Sra. Jones, — eu digo.

— Sim, a Sra. Jones, ela me mostrou anteriormente. Você tem muito espaço por aqui, Joseph.

— Obrigado, — diz Joseph educadamente, enquanto ele vem para ficar ao meu lado, colocando o braço em volta dos meus ombros. Debruçando-se, ele beija o meu cabelo.

— Eu vou comer o que a Sra. Jones colocou para mim. Boa noite, José. — Joseph caminha de volta para a sala grande, deixando José e eu na entrada.

Opa! A sós com José.

— Bem, boa noite. — José parece desconfortável, de repente.

— Boa noite, José, e agradeço-lhe por ficar.

— Claro, Demi. Toda vez que o seu namorado rico, figurão lhe faltar... Vou estar lá.

— José!— Eu o adverti.

— Somente brincando. Não fique com raiva. Eu vou sair de manhã cedo, será que vou ver você em algum momento? Eu sinto falta de você.

— Claro, José. Em breve, espero. Desculpe esta noite foi assim... de merda. — Eu sorrio me desculpando.

— Sim. — Ele sorri.
— Merda. — Ele me abraça.
— Sério, Demi, eu estou feliz por você estar feliz, mas eu estou aqui se precisar de mim.

Eu olho para ele.

— Obrigada.

                 Ele dá-me um sorriso triste, amargo, e, em seguida, ele sobe as escadas. Eu volto para o quarto grande. Joseph está ao lado do sofá, me olhando com uma expressão indecifrável no rosto. Nós estamos finalmente sozinhos e olhamos um para o outro.

— Ele ainda quer você, você sabe, — ele murmura.

— E como você sabe disso, Sr. Jonas?

— Eu reconheço os sintomas, Srta. Lovato. Eu acredito que tenho a mesma aflição.

— Eu pensei que nunca iria ver você de novo, — eu sussurro. Pronto, as palavras saíram. Todos os meus piores medos, embalados ordenadamente, em uma frase curta, agora exorcizada.

— Não foi tão ruim quanto parece.

Eu pego o paletó e os sapatos de onde estão no chão e se movo em direção a ele.

— Vou levar isso, — ele sussurra, pegando seu casaco.

Joseph olha para mim como se eu fosse a sua razão de viver e espelha o meu olhar, eu tenho certeza. Ele está aqui, realmente aqui. Ele puxa-me em seus braços e envolve-se em torno de mim.

— Joseph, — me engasgo, e minhas lágrimas começar de novo.

— Calma, — ele me acalma, beijando o meu cabelo.
— Você sabe... nos poucos segundos de puro terror, antes de desembarcar, todos os meus pensamentos foram para você. Você é o meu talismã, Demi.

— Eu pensei que tivesse perdido você, — eu respiro. Estamos, abraçados, reconectados e tranquilizando um ao outro. Eu aperto os meus braços em torno dele, percebo que ainda estou segurando seus sapatos. Eu os deixo cair ruidosamente ao chão.

— Venha tomar banho comigo, — ele murmura.

Ok. — Eu olho para ele. Eu não quero ir. Ele inclina meu queixo para cima com os dedos.

— Você sabe, mesmo molhada de lágrimas, você é linda, Demi Lovato. — Ele se inclina e beija-me suavemente.

— E os teus lábios são tão macios. — Beija-me outra vez, profundamente.

Oh meu Deus... e pensar que eu poderia tê-lo perdido.. não... Eu paro de pensar e me entrego.

— Eu preciso tirar o meu casaco, — ele murmura.

— Deixe-o, — eu murmuro contra seus lábios.

— Eu não posso.

Eu me inclino para trás para olhar para ele intrigada.

Ele sorri para mim.

— É por isso. — Do bolso de dentro, no peito, ele tira a caixa pequena que eu lhe dei, que contém o meu presente. Ele atirou o casaco sob o encosto do sofá e colocou a caixa em cima.

Aproveite o dia, Demi, meu subconsciente me estimula. Bem, já é mais de meia noite, então tecnicamente já é seu aniversário.

— Abra-o, — eu sussurro, e meu coração começa a disparar.

— Eu estava esperando que você dissesse isso, — ele murmura.
— Isso estava me deixando louco.

                Eu sorrio endiabrada para ele. Caramba, eu me sinto tonta. Ele me dá um sorriso tímido, e eu derreto, apesar do meu coração disparado, deleitando-me com a sua expressão divertida ainda intrigado. Com seus hábeis dedos longos, ele desembrulha e abre a caixa. Sua testa enruga quando ele tira um pequeno chaveiro, retangular de plástico, tendo uma imagem composta por pixels minúsculos que acendem e apagam em uma tela de LED. Ela retrata a linha do horizonte de Seattle, focando o Space Needle, com a palavra SEATTLE escrita através de toda a paisagem, piscando. Ele olha para o chaveiro por um momento e então olha para mim confuso, e uma careta estraga a sua testa adorável.

— Vire-o, — eu sussurro, prendendo a respiração.

Ele o faz, e seus olhos disparam para os meus, arregalados e cinza, com viva admiração e alegria. Seus lábios se abrem, ele está incrédulo. A palavra sim pisca, ligando e desligando no chaveiro.

— Feliz aniversário, — eu sussurro.

Bom, faltam apenas 3 capítulos e ADEUS segunda temporada :(
E esse presente? Conseguiram entender? COMENTEM, COMENTEM BASTANTE! <3

34 comentários:

  1. Ela aceitou o pedido de casamento, e ele esta vivo aaaaaaaaaaaaaaaaaa

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  2. Valeu a pena o desespero, aaaa gracas a Deus.... Nao acredito que ja ta acabando :/ vou sentir falta dessa fic, aaaaawnnnnn lindo.demais esse capitulo

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    1. JFFMFMDSMF VCS AINDA VÃO SE SURPREENDER

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  3. FINALMENTE!! ELA ACEITOU!!! Começo tristee final perfeito!!! <3

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  4. Esse foi melhor o presente do que uma noite hot... Inesquecivel

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    1. ah, mas n se preocupe ainda vao ter muitos hots

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  5. Meu Deus, não acredito que faltam três cap para o fim da temporada... Como ela vai terminar???? Essa temporada ta muitoo fofa... Perfeita Posta logo Lua!!!!?

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    1. aaaaaaaah n posso contar, só posso dizer que miley, elena e denise estão relacionadas nos últimos caps...
      como sempre, CAUSANDO!!!

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  6. Vai dar pra postar mais um hj ??? Se nao.der td bem rs.

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    1. hmmmmm, da sim... mas n posso... pois se adiantar um hoje, segunda n tenho nada pronto :( e vou sair tbm

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  7. eu to meio djsnsçkfnasdiajdsfsd
    eu ja entendi o presente <33
    to irradiando amor aqui sdnfkçasd
    posta logooo

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    1. ljfmnsdfm segunda, amanhã é minha folga kkkk

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  8. Terca ou quarta vc a vai postar a 3 temporada ? Vc ja tem uma historia em mente quando.acabar essa fic maravilhosa na 3 temporada ?

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    1. não tenho nada em mente, e nem faço ideia do dia que vai acabar essa temporada, depende de vocês comentando...

      talvez depois dessa história eu declare o fim do blog, muitas coisas boas se passaram aqui.. mas vou voltar com tudo pros estudos nesse terceiro bimestre... ano que vem tenho vestibular e preciso focar em uma coisa de cada vez, gosto das minhas coisas perfeitas, e blog e estudos ao mesmo tempo é dose. Quem tem blog sabe...

      Bom, eu realmente espero ter novas ideias e quem sabe terminar minhas fics inacabadas pra postar. N]ao dou garantia de continuação do blog e nem se ele vai acabar!

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    2. E verdade e complicadp, mas nao desativa o blog pq sempre vou querer ler novamente :/ sao muitas lembracas rs

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    3. vamos ver né? postei um aviso que fala sobre isso a outras seguidoras e bom... nunca se sabe né?

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  9. Quantos capitulos tem a 3 temporada ??? Ta lindo demaiiiiiiiiis, finalmente ela aceitouuu, e ele ta vivo

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    1. capítulos indefinidos....

      ENWMWNEF ELE TA VIVOOOO <3

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  10. Sabe o que eu queria? Um flashback de quando eles se conheceram só que na visão do joe
    Cê faz isso por favor
    E o presente da demi tá perfeito posta logoooooo

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    1. Isso iria atrapalhar o contexto da fic :( desculpa!

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  11. Awwww tava na hora né?

    Que coisa fofa *-*
    Acho que vou chorei.


    Foi ontem que ela ainda era virgem e hoje eles vão se casar OH MEU DEUS.

    Esse negócio de falha nos dois motores, tá muito mal contada, sinto que ainda vai dar treta.

    Ansiosa demais para a terceira temporada

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    1. kjdfnsmd passou tão rápido, orgulho desses dois!

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  12. "só posso dizer que miley, elena e denise estão relacionadas nos últimos caps..."

    COMO ASSIM? O QUE VOCÊ QUER DIZER COM ISSO?
    POR FAVOR ME DIGA QUE ELAS NÃO TEM NADA HAVER COM ESSE ACIDENTE PELO AMOR DE DEUS.
    ELAS NÃO SERIAM CAPAZES DE ACABAR COM A FELICIDADE DOS DOIS NÉ? MEU DEUS.

    PS. Tô vendo que vou me surpreender com esse fim de temporada.

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    1. miley vai descobrir umas coisas, denise também... e elena, bom essa mulher é uma puta!

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  13. NOSSA SENHORA DAS FICS MARAVILHOSAS, ME SEGURA!
    Já esta acabando que triste, vou sentir tanta falta e como outras leitoras ja pediram vou pedir tbm não desativa o blog pfv.
    Capitulo perfeito! Esse final então...
    Bjs

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    1. não é certeza ainda, vamos viver o momento e aproveitar a reta final da 2 temporada

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  14. QUASE MORRI EM LÁGRIMAS!
    MEU DEUS, Q PFTO, ELA ACEITOU!
    EU SABIAAAAAAAA, Q PFTO, MDS, SCRR, PRECISO DE AR!!!!!!!
    Voce me surpreende a cada capitulo. Estou chorosa por que já esta acabando mas essa historia vai ficar smp no meu coracao <3
    Nanda

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    1. SIIIIM ELA ACEITOU!!!!!
      Vamos ter outra temporada! :)

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  15. MENINA JA É SEGUNDA, ACHO QUE JA TA NA HORA DE POSTAAAAAAAR

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