segunda-feira, 15 de julho de 2013

Cap.8 (2/2) - 2ª temporada HOT

Eai gatonas, pra quem perguntou do acidente.. estou bem, foi uma batida, a moto bateu na porta do passageiro e eu me machuquei um pouco, bati a cabeça  e machuquei o pé e estou com alguns hematomas, apaguei e nem lembro muita coisa, estou com dores, mas normal né?! Estou me cuidando. Ai vai o capítulo, amanhã tenho consulta se der tempo posto, mas se nao na sexta tem cap... anonys, coloquem o nome nos coments só pra eu saber ok? Enfim, bjs gatonas :)




              As ruas de Seattle estão desertas, e Joseph entra na Quinta Avenida em direção à I-5. Uma vez nas interestaduais, ele pisa no acelerador, em direção ao norte. Ele acelera tão depressa que eu fui momentaneamente jogada de volta no meu lugar. Eu dou uma olhadinha para ele. Ele esta num pensamento profundo, irradiando um silêncio mortal. Ele não respondeu minha pergunta. Olha com frequência no espelho retrovisor, e eu percebo que ele esta verificando se não estamos sendo seguidos. Talvez seja por isso que estamos na I-5. Eu pensava que o hotel Fairmont só existia em Seattle. Eu olho para fora da janela, tentando racionalizar, minha mente está exausta e hiperativa. Se ela queria me machucar, ela teve muita oportunidade no quarto.

— Não. Não é o que eu espero, não mais. Pensei que era óbvio. — Joseph interrompeu minha introspecção, sua voz era suave.

Eu pisco para ele, puxando sua jaqueta jeans em volta de mim, e eu não sei se o frio esta emanando dentro de mim, ou do meio ambiente.

— Preocupa-me que, você sabe. . . Que eu não seja suficiente.

— Você é mais que suficiente. Pelo amor de Deus, Demetria, o que mais eu tenho que fazer?

Diga-me sobre você. Diga que me ama.

— Por que você acreditou que eu iria te deixar quando eu disse que Dr. Flynn tinha me dito tudo o que havia para saber sobre você?

Ele suspira profundamente, fecha os olhos por um momento, e durante um tempo ele não responde.

— Você não pode entender as profundezas da minha depravação, Demetria. E não é algo que eu quero compartilhar com você.

— E você realmente acha que eu o deixaria, se eu soubesse? — Minha voz é alta, incrédula. Ele não entende que eu amo ele?
— Você pensa tão pouco de mim?

— Eu sei que você vai me deixar. — Ele disse, infelizmente.

— Joseph. . . Eu acho muito improvável. Eu não posso me imaginar sem você. — Nunca. . .

— Você me deixou uma vez e eu não quero que aconteça novamente.

— Elena disse que viu você no sábado passado. — Eu sussurro baixinho.

— Eu não a vi. — Ele franziu a testa.

— Você não foi vê-la, quando eu saí?

— Não. — Ele disse irritado.
— Eu já disse que não gosto de ser posto em dúvida. — Ele me repreende.
— Eu não fui a qualquer lugar na semana passada. Sentei-me e fiz o planador que você me deu. Levou-me uma eternidade. — Acrescenta ele calmamente.

Meu coração se aperta de novo. A Sra. Robinson disse que o viu. Ele foi ou não foi? Ela está mentindo. Por quê?

— Ao contrário do que Elena pensa, eu não corro para ela com todos os meus problemas, Demetria. Eu não corri para ninguém. Você pode não ter notado, mas eu não sou muito de conversa. — Ele aperta suas mãos no volante.

— Paul me disse que você não falou durante dois anos.

— Ele disse? — A boca de Joseph fica tensa, numa linha dura.

— Eu meio que lhe bombardeei para obter informações. — Envergonhada, eu encaro meus dedos.

— Então, o que mais papai disse?

— Ele disse que sua mãe era a médica que o examinou quando foi trazido para o hospital. Depois que você foi descoberto no seu apartamento.

A expressão de Joseph permaneceu cuidadosamente. . . Inexpressiva.

— Ele disse que aprender a tocar piano o ajudou. E Mia.

Seus lábios enrolaram em um sorriso apaixonado, na menção do nome dela. Depois de um momento ele me diz.

— Ela tinha cerca de seis meses de idade, quando cheguei. Fiquei emocionado, Elliot ficou menos. Ele já tinha que lidar com a minha chegada. Ela era perfeita. — O temor, doce e triste em sua voz estava afetando-o.

— Exceto agora, é claro. — Ele resmunga, e me lembro de suas tentativas bem-sucedidas para impedir nossas intenções lascivas. Começo a rir.

Joseph me dá um olhar de relance.

— Você acha divertido, Srta. Lovato?
— Ela parecia determinada em nos manter afastados.

Ele ri desconsolado.

— Sim, ela é bem assim. — Ele aperta o meu joelho. 
— Mas conseguimos, lá no final. — Ele sorri, então olha no espelho retrovisor, mais uma vez.
— Eu não acho que nós fomos seguidos. — Ele sai da I-5 e volta para o centro de Seattle.

— Posso te perguntar uma coisa sobre Elena?— Estávamos parados em um semáforo.

Ele olha para mim com cautela.

— Se você quer. — Ele resmunga emburrado, mas eu não me deixo dissuadir com sua irritabilidade.

— Você me disse há muito tempo que ela te amava de uma maneira que você encontrou aceitável. O que isso significa?

— Não é óbvio? — Ele pergunta.

— Não para mim.

— Eu estava fora de controle. Eu não suportava ser tocado. Eu não posso suportá-lo agora. Para um garoto de quinze anos de idade adolescente com os hormônios em fúria, foi um tempo difícil. Ela me mostrou uma maneira de desabafar.

Oh.

— Mia me disse que você era um brigão.
— Cristo, o que há com a minha família tagarela? Na verdade, é você. — Paramos em mais um sinal e ele aperta os olhos para mim.

— Você seduziu as pessoas para conseguir informações. — Ele balança a cabeça com um desgosto
simulado.

— Mia me ofereceu essa informação. Na verdade, ela foi muito aberta. Ela estava preocupada com a possibilidade de começar uma briga na marquise, se você não me ganhasse no leilão. — Eu resmungo indignada.

— Oh, bebê, não havia perigo. Em hipótese alguma eu deixaria alguém dançar com você.

— Você deixou o Dr. Flynn.

— Ele é sempre uma exceção à regra.

               Joseph entra na entrada de automóvel impressionantemente arborizada do Hotel Fairmont Olympic e para perto da porta da frente, ao lado de uma fonte de pedra singular.

— Venha. — Ele sai do carro e recupera nossa bagagem.

Um manobrista correu em nossa direção, olhando surpreso, sem dúvida a nossa chegada tardia. Joseph atira-lhe as chaves do carro.

— Em nome de Taylor. — Ele diz.

               O manobrista acena com a cabeça e não pode conter sua alegria quando salta para o R8 e vai embora. Joseph pega a minha mão e vamos para o saguão. Quando estou ao lado dele no balcão da recepção, sinto-me completamente e totalmente ridícula. Aqui estou eu, no mais prestigiado hotel de Seattle, vestindo uma jaqueta jeans grande demais, usando um moletom grande demais, e uma velha camiseta, ao lado deste elegante e bonito deus grego. Não é de admirar que a recepcionista esteja olhando para mim e para o Joseph como se a equação não tivesse sentido. Claro, ela está super impressionada pelo Joseph. Eu desvio o olhar enquanto ela fica rubra e gagueja. Caramba, até mesmo suas mãos estão tremendo.

— Você. . . Você precisa de ajuda. . . Com as suas malas, Sr. Taylor? — Ela pergunta, ficando escarlate novamente.

— Não, a Sra. Taylor e eu podemos levar.

A Sra. Taylor! Mas eu não estou usando um anel. Eu coloco minhas mãos atrás das costas.

— Você está na Suíte Cascata, Sr. Taylor, décimo primeiro andar. O nosso funcionário irá ajudar com as malas.

— Nós estamos bem. — Joseph diz secamente.

— Onde estão os elevadores?

                A Senhorita-rubor-carmesim explica, e Joseph pega minha mão mais uma vez. Olha brevemente ao redor do átrio, impressionante suntuoso cheio de cadeiras estofadas, que está deserto, exceto por uma mulher de cabelos escuros sentada em um sofá aconchegante, alimentando seu cachorro. Ela olhou para
cima e sorriu para nós, nós nos encaminhando para o elevadores. Assim, o hotel permite animais de estimação? Estranho para um lugar tão grandioso!
                A suíte tem dois quartos, uma sala de jantar formal, e se completa com um piano de cola. A lareira arde na sala principal enorme. Eita. . . Esta suíte é maior que meu apartamento.

— Bem, Sra. Taylor, eu não sei sobre você, mas eu realmente gostaria de uma bebida. — Joseph murmura, fechando a porta da frente de forma segura.

               No quarto, ele coloca meu casaco e sua mochila sobre a poltrona ao pé da cama king-size com dossel e me leva pela mão até a sala principal, onde o fogo estava queimando brilhantemente. É uma visão bem-vinda. Eu paro para aquecer minhas mãos, enquanto Joseph pega uma bebida.

— Conhaque?

— Por favor.

Depois de um momento, ele se junta a mim a beira do fogo e me dá um copo de conhaque de cristal.

— Foi um longo dia, hein?

Concordo com a cabeça e seus olhos cinzentos olham para mim minuciosamente preocupados.

— Eu estou bem. — Eu sussurro de forma tranquilizadora.
— E você?

— Bem, agora eu gostaria de beber isso e, então, se você não estiver muito cansada, levá-la para a cama e me perder em você.

— Eu acho que isso pode ser arranjado, Sr. Taylor. — Eu sorrio timidamente, enquanto ele retirava seus sapatos e suas meias.

— Sra. Taylor, pare de morder o lábio. — Ele sussurra.

                 Eu coro. O conhaque é delicioso, deixando um calor queimante enquanto desliza suavemente em minha garganta. Quando eu olho para Joseph, ele esta tomando seu conhaque, me olhando, com seus olhos escuros com fome.

— Você nunca deixa de me surpreender, Demetria. Depois de um dia como hoje ou ontem, você não se lamentou ou fugiu para as montanhas gritando. Eu a respeito. Você é muito forte.

— Você é um bom motivo para ficar. — Murmurei.
— Eu disse a você, Joseph, eu não vou a lugar nenhum, não importa o que você fez. Você sabe
como me sinto sobre você.

                  Sua boca se torce enquanto ele duvida de minhas palavras, e sua testa franze como se o que eu estava dizendo fosse doloroso para ele ouvir. Oh, Joseph, o que eu tenho que fazer para fazer você perceber como me sinto? O deixe bater em você, meu subconsciente tira onda com minha cara. Eu faço uma cara feia interiormente para ele.

— Onde você vai pendurar os retratos que José tirou de mim? — Eu digo tentando aliviar o clima.

— Isso depende. — Ele contrai os lábios demonstrando que, obviamente, este é um tema de conversa muito mais saboroso para ele.

— Do quê?
— Das Circunstâncias. — Diz ele misteriosamente.
— A exposição dele ainda não acabou. Então eu não tenho que decidir logo.

Eu coloco minha cabeça para o lado e estreito os olhos.

— Você pode me olhar com a severidade que quiser Sra. Taylor. Eu não estou dizendo nada.— Ele brinca.

— Eu posso conseguir a verdade torturando você.

Ele levanta uma sobrancelha.

— Realmente, Demetria, eu não acho que você deve fazer promessas que não pode cumprir.

              Oh meu Deus, é isso que ele acha? Eu coloco meu copo em cima da lareira, chego mais perto, e para surpresa de Joseph, tomo o seu copo e coloco ao meu lado.

— Nós teremos que trabalhar nisso. — Murmuro.

               Muito corajosamente, encorajada pelo conhaque, sem dúvida, pego a mão de Joseph e o puxo para o quarto. Ao pé da cama eu paro. Joseph está tentando esconder sua diversão.

— Agora você me tem aqui, Demetria, o que você vai fazer comigo? Ele brinca, em voz baixa.

— Eu vou começar a despir você, quero terminar o que comecei mais cedo. — Começo pelas lapelas de sua jaqueta, cuidando para não tocá-lo, e ele não se mexe, mas está prendendo a respiração.
Suavemente, eu empurro seu casaco sobre os ombros, e seus olhos se mantém fixos aos meus, agora sem os traços de humor, a medida que crescem, queimando dentro de mim, cautelosos e necessitados? Há tantas interpretações de seu olhar. O que ele está pensando? Coloco o casaco sobre a poltrona.

— Agora a sua camisa. — Eu sussurro e a levanto pela barra.

                Ele coopera, erguendo os braços e recuando, tornando mais fácil para eu retirá-la. Uma vez fora, ele olha para mim, intensamente, vestindo apenas jeans que penduram de forma tão provocante em seus quadris. A borda das cuecas boxer é visível. Meus olhos se movem avidamente em sua barriga esticada para os restos da linha de batom, desbotada e manchada, então até o peito. Eu não quero nada mais do que correr a minha língua por meio de seu peito cabeludo para saborear o seu gosto.

— E agora? — Sussurra com os olhos brilhando.

— Eu quero beijar você aqui. — Eu levo meu dedo à sua barriga. Seus lábios partem quando ele respira fortemente.

— Eu não vou impedir. — Ele respira.

Tomo sua mão.

— É melhor você se deitar então. — Eu murmuro e o levo ao lado da cama de dossel.

               Ele parece desnorteado, e me ocorre que talvez ninguém assumiu a liderança com ele desde então... Ela. Não, não vou pensar nisto. Ele se senta na beirada da cama, olhando para mim, esperando... Sua expressão está cautelosa e séria. Eu estou diante dele e tiro minha jaqueta jeans e deixo cair no chão, então eu tiro suas calças de moletom. Ele esfrega o polegar sobre as pontas de seus dedos. Ele está louco para me tocar, eu posso dizer, mas ele suprime o desejo. Respiro profundamente e com coragem, alcanço a barra da minha camiseta e a levanto sobre minha cabeça, ficando nua diante dele. Seus olhos não deixam os meus, mas ele engole e abre seus lábios.

— Você é Afrodite, Demetria. — Ele murmura.

                Eu aperto seu rosto em minhas mãos, inclino sua cabeça para cima, e dobro para beijá-lo. Ele geme baixo em sua garganta. Enquanto eu coloco minha boca na sua, ele agarra meus quadris, e antes que eu perceba, estou presa debaixo dele, suas pernas forçam as minhas a se separarem de modo que ele está embalado contra o meu corpo entre as minhas pernas. Ele está me beijando, devastando minha boca, nossas línguas entrelaçadas. Sua mão percorre minha coxa, por cima do meu quadril, ao longo da minha barriga, em meu seio, apertando, amassando, e puxando tentadoramente no meu mamilo. Eu gemo e inclino minha pélvis involuntariamente contra ele, encontro um atrito delicioso contra a emenda de sua braguilha e sua ereção crescente. Ele para de me beijar e olha para baixo para mim confuso e sem fôlego. Ele flexiona os
quadris empurrando sua ereção para mim... Sim. Bem ali. Eu fecho meus olhos e gemo, e ele faz isso de novo, mas desta vez eu empurro de volta, saboreando seu gemido enquanto ele me beija outra vez. Ele
continua o movimento delicioso lentamente, esfregando e me torturando. E ele está certo, perdo-me, é inebriante não pensar em mais nada. Todas as minhas preocupações são apagadas. Eu estou com ele neste momento, meu sangue bate em minhas veias, vibrando alto em meus ouvidos, misturado com o som de nossas respirações ofegantes. Eu enterro as minhas mãos em seu cabelo, segurando-o à minha boca,
consumindo-o, a minha língua ansiando pela sua. Eu arrasto meus dedos para baixo, até a parte inferior das costas para o cós da calça jeans e empurro minhas mãos gananciosas, pedindo-lhe uma outra vez, para que esqueçamos de tudo, exceto nós.

— Você vai me matar, Demi. — Ele sussurra de repente, se afastando e ajoelhando-se. Ele rapidamente puxa para baixo a calça jeans e me entrega um pacote de papel alumínio.

— Você me quer bebê, e eu com certeza eu quero você. Você sabe o que fazer.

                   Com ansiedade, meus dedos hábeis rasgam o envelope e desenrolo o preservativo sobre ele. Ele sorri para mim, a boca aberta, com olhos nebulosos e cheia de promessas carnais. Debruçando-se sobre mim, ele esfrega o nariz contra o meu, de olhos fechados, e deliciosamente, pouco a pouco, ele entra em mim. Eu agarro seus braços e inclino o meu queixo para cima, desfrutando da sensação esquisita e plena de sua posse. Ele corre os dentes ao longo do meu queixo, se retrai, e então desliza em mim de novo, tão lento, tão doce, tão terno, seu corpo pressionando-me, os cotovelos e as mãos de cada lado do meu rosto.

— Você me faz esquecer tudo. Você é a melhor terapia. — Ele respira, movendo a um ritmo dolorosamente lento, saboreando cada centímetro de mim.

— Por favor, Joseph rápido. — Murmuro, querendo mais, agora.

— Oh não, bebê. Eu preciso disto lento. — Ele me beija docemente, suavemente morde meu lábio inferior, absorvendo meus gemidos suaves. Eu passo as minhas mãos em seu cabelo e me entrego ao seu ritmo lento, e seguramente meu corpo sobe mais e mais alto, em seguida, cai forte e rápido.

— Oh, Demi. — Ele respira enquanto solta meu nome numa bênção, em seus lábios enquanto ele encontra a sua libertação.

                Sua cabeça repousa sobre minha barriga, os braços em volta de mim. Meus dedos cobrem seus cabelos indisciplinados, e nós nos encontramos assim não sei por quanto tempo. É tão tarde e eu estou tão cansada, mas eu só quero desfrutar dessa calma serena após o fulgor de fazer amor com Joseph Jonas, porque é isso que fizemos: Amor, suave e doce. Ele percorreu um longo caminho, como eu, em tão pouco tempo. É quase demais para absorver. Com todas as coisas fodidas, eu estou perdendo de vista sua jornada, simples e honesta comigo.

— Eu nunca me canso de você. Não me deixe. — Ele murmura e beija a minha barriga.

— Eu não vou a lugar nenhum, Joseph, e eu me lembro de que eu queria beijar sua barriga. — Eu resmungo sonolenta.

Ele sorri na minha pele.

— Nada impede você agora, bebê.

— Eu não acho que eu posso me mover. Eu estou tão cansada.

Joseph suspira e se move com relutância, chegando ao meu lado com a cabeça no cotovelo e arrastando as cobertas sobre nós. Ele olha para mim, seus olhos brilhando, caloroso, amoroso.

— Durma agora, bebê. — Ele beija meu cabelo e mantém o braço em volta de mim e eu fico à deriva.




               Quando eu abro meus olhos, a luz está enchendo a sala, fazendo-me piscar. Minha cabeça está confusa com a falta de sono. Onde eu estou? Oh no hotel. . .

— Oi. — Joseph murmura, sorri carinhosamente para mim. Ele está ao meu lado, completamente vestido, em cima da cama. Há quanto tempo ele está aqui? Será que ele estava me estudando? De repente, eu me sinto incrivelmente tímida e meu rosto aquece sob o seu olhar firme.

— Oi. — Murmuro grata que eu estou deitada com a barriga para baixo.
—Há quanto tempo você está me olhando?

— Eu podia ver você dormir por horas, Demetria. Mas eu só estive aqui cerca de cinco minutos.
— Ele se inclina e me beija suavemente.

— Dra. Greene estará aqui em breve.
— Ah. — Eu tinha esquecido a intervenção inadequada de Joseph.

— Você dormiu bem? — Ele indaga levemente.
— Certamente, pareceu para mim, depois do tanto que você roncou.

Oh, provocações do brincalhão Cinquenta.

— Eu não ronco! — Eu faço um beicinho petulante.

— Não. Você não ronca. — Ele sorri para mim. A linha tênue do batom vermelho ainda é visível no pescoço.

— Será que você já tomou banho?

— Não. Estou esperando por você.

— Oh. . . Tudo bem.
— Que horas são?

— Dez e quinze. Eu não tive coragem de acordá-la cedo.

— E você me disse que não tinha um coração.

Ele sorri, mas infelizmente não responde.

— O café da manha está aqui. Panquecas e bacon. Venha, levante-se, eu estou me sentido solitário na sala. — Ele bate e esmaga fortemente meu traseiro, fazendo-me saltar, e levantar da cama.
Hmm. . .Versão Joseph de afeto.

               Enquanto eu me estico, fico ciente que estou toda dolorida . . . Sem dúvida, um resultado de todo o sexo, dança e caminhadas em caros sapatos de salto alto. Eu cambaleio para fora da cama e caminho para o suntuoso banheiro, listando os acontecimentos do dia anterior na minha mente. Quando eu saio, eu visto um dos roupões de banho super-macios que estava pendurado num cabide de bronze no banheiro. Leila, a menina que se parece comigo, essa é a imagem mais surpreendente que meu cérebro conjura, a sua presença estranha no quarto de Joseph. O que ela queria? Eu? Joseph? Para fazer o quê? E por que diabos ela destruiu meu carro? Joseph disse que eu teria outro Audi, como todas as suas submissas. O pensamento é indesejado. Como eu fui tão generosa com o dinheiro que ele me deu, não posso fazer nada. Ando pelo quarto principal da suíte sem sinal de Joseph. Finalmente o localizo na sala de jantar. Eu pego um assento e fico grata pelo pequeno e impressionante café da manhã colocado diante de mim. Joseph está lendo os jornais de domingo e bebendo café, o café da manhã terminou. Ele sorriu para mim.

— Coma. Você vai precisar de sua força hoje. — Ele brinca.

— Mas por quê? Você vai me trancar no quarto? — Aos empurrões minha deusa interior acorda de repente, toda desgrenhada, com um olhar somente puto.

— Apesar dessa ideia ser atraente, eu pensei em sair hoje. Pegar um pouco de ar fresco.

— É seguro? — Eu pergunto inocentemente, tentando e não conseguindo manter a ironia da minha voz.

O rosto de Joseph cai e pressiona a boca em uma linha.

— Para onde vamos, é. E este assunto não é para se brincar. — Acrescenta severamente, estreitando os olhos.

               Eu olho para o meu pequeno café da manhã. Não acho que deva ser repreendida após todo o drama vivido na noite anterior. Eu como meu café da manhã em silêncio, me sentindo petulante. Meu subconsciente está balançando a cabeça para mim. Cinquenta não brincar sobre minha segurança, eu deveria saber disso agora. Eu quero virar meus olhos para ele, mas me contenho. Ok, eu estou cansada e irritada. Tive um longo dia ontem e não dormi o suficiente. Por que, oh por que ele começa a parecer tão fresco como uma margarida? A vida não é justa. Alguém bate na porta.

— Deve ser a doutora. — Joseph resmunga, obviamente, ainda chateado com a minha ironia. Ele sai da mesa.

                Não podemos apenas ter uma manhã calma e normal? Eu suspiro pesadamente, deixando metade do meu café da manhã e levanto para cumprimentar a Doutora Depo-Provera. Estamos no quarto, e a Dra. Greene está me olhando de boca aberta. Ela está vestida mais casualmente do que a última vez, um conjunto duplo cashmere rosa pálido e calças pretas, e seu cabelo bem loiro está solto.

— E você apenas parou de tomá-lo? Como assim?

Eu me sinto uma tola.

— Sim. — Poderia minha voz ser mais baixa?

— Você poderia estar grávida. — Ela diz com naturalidade.

O quê! O mundo caiu aos meus pés. Meu subconsciente caiu no chão vomitando, e eu acho que vou ficar doente também. Não!

— Aqui, vá fazer xixi. — Ela é toda negócios hoje, sem levar nenhum prisioneiro.

               Humildemente, eu aceito o pequeno recipiente de plástico que ela me oferece e ando em direção ao banheiro. Não. Não. Não. De jeito nenhum. De jeito nenhum... Por favor, não. Não. O que Cinquenta vai fazer? Eu estou pálida. Ele vai enlouquecer. Não, por favor! Eu sussurro numa oração silenciosa. Eu dou a Dra. Greene minha amostra, e ela coloca cuidadosamente um pequeno bastão branco nele.

— Quando começou seu período?

Como é que eu vou pensar sobre essas peculiaridades, quando tudo o que posso fazer é olhar ansiosamente para o bastão branco?

— Er. . . Quarta-feira? Não a passada, a anterior.

— E quando você parou de tomar a pílula?

— Domingo. No domingo passado.

Ela franze os lábios.

— Você deve estar bem. — Diz ela bruscamente.
— Eu posso dizer pela sua expressão que uma gravidez não planejada não seria uma boa notícia. Então medroxiprogesterona é uma boa ideia se você não consegue se lembrar de tomar a pílula todos os dias. — Ela me dá um olhar severo, e eu cedo sob seu brilho autoritário. Pegando o bastão branco, ela olha para ele.

— Você está limpa. Você não ovulou ainda, então desde que você tenha tomado ás devidas precauções, você não deve estar grávida. Agora, deixe-me aconselhá-la sobre esse fato. Nós descartamos da última vez por causa dos efeitos colaterais, mas, francamente, os efeitos colaterais de uma criança são de longo alcance e dura anos. — Ela sorri satisfeita consigo mesma de sua piada, mas eu não posso responder estou muito atordoada.

               Dra. Greene começa a falar sobre os efeitos colaterais, e eu fico paralisada com o alívio, sem prestar a atenção ao que ela fala. Toleraria qualquer quantidade de mulheres estranhas no pé da minha cama, em vez de confessar a Joseph que eu possa estar grávida.

— Demi! — Dra. Greene me chama.
— Vamos fazer isso. — Ela me puxa para fora de meu devaneio, e eu de bom grado arregaço a manga.

Joseph fecha a porta atrás dela e olha para mim com cautela.

— Tudo bem? — Ele pergunta.

Aceno mudamente, e ele inclina a cabeça para um lado, seu rosto tenso de preocupação.
— Demetria, o que é? O que a Dra. Greene disse?

Sacudo a cabeça.

— Você está pronto para ir em sete dias. — Eu murmuro.

— Sete dias?

— Sim.

— Demi, o que há de errado?

Eu engulo.

— Não, nada para se preocupar. Por favor, Joseph, apenas deixe para lá.

Joseph aparece na minha frente. Ele agarra meu queixo, inclinando a cabeça para trás, e olha enfaticamente nos meus olhos, tentando decifrar o meu  pânico.

— Diga-me. — Ele se encaixa com insistência.

— Não há nada para contar. Eu gostaria de me vestir. — Eu puxo meu queixo para fora de seu alcance.

Ele suspira e passa a mão pelos cabelos, franzindo a testa para mim.

— Vamos para o chuveiro. — Ele diz finalmente.

— Claro. — Eu murmuro, distraída, e ele torce sua boca.

— Venha. — Ele diz, amuado, apertando minha mão com firmeza. Ele vai em direção ao banheiro enquanto eu me arrasto atrás dele. Eu não sou a única de mau humor, aparentemente. Aquecendo a ducha, Joseph rapidamente sai antes de ligar para mim.

— Eu não sei o que está chateando você, ou se você está apenas malhumorada por falta de sono. — Ele diz, enquanto solta meu manto.
— Mas eu quero que você me diga. Minha imaginação está fugindo de mim, e eu não gosto disso.

Reviro os olhos para ele, e ele me encara de volta, estreitando os olhos.

Merda! Ok. . . Aqui vai.

— Dra. Greene me repreendeu sobre não ter tomado a pílula. Ela disse que eu poderia estar grávida.

— O quê? — Ele empalidece, e congela as mãos quando olha para mim, de repente pálido.

— Mas eu não estou. Ela fez um teste. Foi um choque, isso é tudo. Eu não posso acreditar que eu fui tão estúpida.

Ele visivelmente relaxa.

— Você tem certeza que não está?

— Sim.

Ele toma uma respiração profunda.

— Ótimo. Sim, eu posso ver que notícias como essa poderia ser muito perturbadora.

Eu franzo a testa. . . . Perturbador?

— Eu estava mais preocupada com sua reação.

Ele enrugou a testa para mim, perplexo.

— Minha reação? Bem, naturalmente eu estou aliviado. . . Seria um grande descuido e falta de modos engravidá-la.

— Então, talvez devêssemos ficar em abstinência. — Eu desabo.

Ele olha para mim por um momento, perplexo, como se eu fosse algum tipo de experimento científico.

— Você definitivamente, está de mau humor esta manhã.

— Foi apenas um choque, ok. — Repito petulante.

Juntando as lapelas do meu manto, ele me puxa para um abraço, beija meu cabelo e aperta minha cabeça contra seu peito. Fico distraída com os cabelos no seu peito que me faziam cócegas no rosto. Oh, se eu pudesse apenas lhe acariciar!

— Demi, eu não estou acostumado a isso. — Ele murmura.
— Minha inclinação natural é te dar umas batidinhas, mas eu duvido seriamente que você queira isso.

Puta merda.

— Não, não gostaria. Isso ajuda. — O aperto em um abraço e é estranho estar com Joseph nu e eu envolta em uma manta. Fico mais uma vez afetada pela sua honestidade. Ele não sabe nada sobre relacionamentos, e nem eu, exceto o que eu aprendi com ele. Bem, ele pediu para eu ter fé e paciência, talvez eu devesse fazer o mesmo.

— Venha, vamos ao chuveiro. — Diz Joseph, eventualmente, liberando-me.

               Voltando atrás, ele tira minha manta, e eu o sigo até a água que cai em cascata, segurando meu rosto para a torrente. Há espaço para nós dois sob o chuveiro gigantesco. Joseph pega o xampu e começa a lavar o cabelo. Entrega para mim e eu sigo o exemplo. Oh, isso parece bom. Fechando os olhos, eu sucumbo à limpeza e à água aquecida. Enquanto enxaguo o xampu, sinto as mãos em mim, ensaboando meu
corpo, meus ombros, meus braços, meus seios, minhas costas. Delicadamente, ele gira em torno de mim e me puxa contra ele, enquanto ele continua no meu corpo, minha barriga, os dedos hábeis entre as minhas pernas hum meu traseiro. Oh, me sinto tão, é tão intimo. Ele me vira para encará-lo novamente.

— Aqui. — Ele diz calmamente, entregando-me a bucha.
— Eu quero que você lave os restos do batom.

Meus olhos se abrem espantados e olho rapidamente os seus. Ele está me olhando atentamente, todo molhado e bonito, seus gloriosos e brilhantes olhos cinzentos não dando nada de graça.

— Não se desvie muito da linha, por favor. — Ele resmunga firmemente.

— Ok. — Eu sussurro, tentando absorver a enormidade do que ele me pediu para fazer. Para tocá-lo na borda da zona proibida.

                Eu espremo uma pequena quantidade de sabão na minha mão, esfrego uma na outra para criar espuma, em seguida, coloco sobre seus ombros e lavo cuidadosamente afastando da linha de batom em cada lado. Ele se acalma e fecha os olhos, o rosto impassível, mas ele está respirando rapidamente, e eu sei que não é a luxúria, mas medo. Com dedos trêmulos, eu cuidadosamente sigo a linha para o lado do peito,
ensaboando e esfregando suavemente, e ele engole, sua mandíbula tensa, com os dentes estão cerrados. Oh! Meu coração se contrai e minha garganta se aperta. Oh não, eu vou chorar. Eu paro para adicionar mais sabão na minha mão e sinto-o relaxar em frente de mim. Eu não posso olhar para ele. Eu não posso suportar ver sua dor é demais. Eu engulo.

— Pronto? — Murmuro e a tensão é alta e clara na minha voz.

— Sim. — Ele sussurra com sua voz rouca, misturada com medo.

              Gentilmente, eu coloco minhas mãos em cada lado do peito, e ele congela novamente. É muito. Estou impressionada com a sua confiança em mim, dominada pelo medo, pelo dano causado a este belo homem. Lágrimas piscam em meus olhos e derramam pelo meu rosto, perdendo-se na água do chuveiro. Oh, Joseph! Quem fez isso com você? Seu diafragma move-se rapidamente com cada respiração superficial, seu corpo está todo tenso, rígido irradiando dele em ondas enquanto minhas mãos se movem ao longo da linha, apagando-a. Oh, se eu pudesse apagar sua dor, eu o faria, faria qualquer coisa, eu apenas gostaria de beijar cada cicatriz de seu corpo, para afastar aqueles anos terríveis de negligência. Mas eu sei que não posso, e minhas lágrimas caem espontaneamente pelo meu rosto.

— Não. Por favor, não chore. — Ele murmura, a voz angustiada enquanto ele me envolve firmemente em seus braços.
— Por favor, não chore por mim. — E eu explodo em desabrochados soluços, enterrando meu rosto contra o pescoço, pensando no menino perdido em um mar de medo e dor, negligenciado, abusado,
machucado além de toda a paciência. Afastando-se, ele aperta minha cabeça com as duas mãos inclinam para trás, e se abaixa para me beijar.

— Não chore. Demi, por favor. — Ele murmura contra a minha boca.
— Foi há muito tempo. Estou dolorido por você tocar em mim, mas eu simplesmente não posso suportar isso. É muito. Por favor, por favor, não chore.

— Eu quero tocar em você também. Mais do que você jamais saberá. Para vê-lo assim. . . Tão machucado e com medo, Joseph. . . Fere-me profundamente. Eu te amo tanto.

Ele corre o dedo no meu lábio inferior.

— Eu sei. Eu sei. — Ele sussurra.

— Você é muito fácil de amar. Você não vê isso?

— Não, querida, eu não sou.

— É. E o amo assim como sua família. Assim como Elena e Leila, eles têm uma maneira estranha de mostrar isso, mas elas o amam. Você é digno.

— Pare. — Ele coloca o dedo sobre meus lábios e balança a cabeça, uma expressão angustiada no rosto. — Eu não posso ouvir isso. Eu não sou nada, Demetria. Eu sou a sombra de um homem. Eu não tenho um coração.

— Sim, você tem. E eu quero tudo isso. Você é um bom homem, Joseph, um homem muito bom. Nunca duvide disso. Olhe para o que você fez. . . O que você conseguiu. — Eu soluço.
— Olhe o que você fez para mim. . . O que você virou as costas, para mim. — Eu sussurro.
— Eu sei. Eu sei como você se sente sobre mim.

               Ele olha para mim, os olhos arregalados e em pânico, e tudo o que podemos ouvir é o fluxo contínuo de água que flui sobre nós no chuveiro.

— Você me ama. — Eu sussurro.

Seus olhos aumentam ainda mais e sua boca se abre. Ele respira muito profundamente, como se estivesse sem fôlego. Ele me olha torturado e vulnerável.


— Sim. — Ele sussurra. 
— Eu a amo.






COMENTEM... 
OLHA O JOE QUE ❤❤❤❤

17 de julho tem MADE IN THE USA JDFNSNN FINALMENTE!!!

15 comentários:

  1. Aaaaaaaaaaaa ele disse q a ama, lindoooooooooo perfeito, arrazouuuu. Caraca vc e dez

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigada!!!! Joseph é um <3333333

      Excluir
    2. De nada , aiwn mt lindo, chorei ta rss falta mt pra historia acabar ? Espero q demore nao quero q ess a fic acabe

      Excluir
    3. Depende de vocês... essa história tem 3 temporadas

      Excluir
  2. Eu ainda te mato por para, vc simplesmente parou, serio onde vc mora???? Eu juro que vo ai e... da uma raiva quando vcs param na melhor parte

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. desculpa? kkkkkkkkk moro em sp gata, mas não me mate... quem vai continuar a fic? hahah o proximo é hot

      Excluir
  3. Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa pelo amor de Deus qe capitulo perfeito foi esse menina :o ???
    Ta lindo demais principalmente esse final cm essa declaração do Joseph <3 Haha quero só ver a reação da dona Demitria no proximo cap
    Afs acho que terei um Heart Attack até o dia 17 o/
    Qe bom qe vc ja esta melhor, fiquei preocupada contigo (:
    Ps.: Meu nome é Marina, Bjos ;**

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. A e como é o seu nome qe eu tbm nao sei ?? kkkk

      Excluir
    2. OBRGADA, OBRIGADA! PODE ME CHAMAR DE LUA... O próximo cap é demais!

      Excluir
  4. aaaaa ele disse que ama ela!! que amor mds anskanaksnakan to morrendo posta logo -Cah

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. disse sim jldfdkmd ja vou postar, outro hot!!!

      Excluir
  5. Que lindo *-*!
    Esta perfeitoo. Assim meu coração não aguenta!
    Made in the usa dia 17 mal posso espera, e vc tambem não demora a postar se não eu morro.
    Esta perfeito bjs.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. obrigada!!! Não morra, daqui a pouco tem cap bjs

      Excluir
  6. queeeee lindooooooooooooo JOE AMA ELA !!

    #Lindos

    ResponderExcluir