quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Cap.01- 3ª temporada hot

                Eu admiro através de aberturas no guarda-sol o azul do céu, azul do verão, azul do Mediterrâneo com um suspiro de satisfação. Joseph está ao meu lado, deitado numa espreguiçadeira. Meu marido, meu lindo marido, gostoso, sem camisa, em uma bermuda - lendo um livro que prevê o colapso do sistema bancário ocidental. Como todo mundo diz, é super excitante. Eu nunca o vi ficar tão parado, nunca. Ele parece mais um estudante do que o poderoso CEO (diretor executivo) de uma das maiores empresas privadas nos Estados Unidos. Na etapa final da nossa lua-de-mel, nós descansamos no sol da tarde da praia chamada de Beach Plaza Monte Carlo, em Mônaco, embora nós não estamos realmente se hospedados no hotel. Abro os olhos e contemplo a Fair Lady ancorado no porto. Nós estamos, é claro, a bordo de um iate luxuoso. Construída em 1928, ela flutua majestosamente sobre a água, rainha do todo os iates no porto. Ela parece um barco de dar corda de brinquedo. Joseph a ama - suspeito que ele está tentado a comprá-la. Como sempre, garotos e seus brinquedos. Sento, eu ouço a playlist de Joseph no meu iPod novo e cochilo sob o sol da tarde, lembrando de seu pedido de casamento. Oh seu maravilhoso pedido de casamento na casa de barcos... Eu quase posso sentir o cheiro das flores do campo...

flashback on

— Podemos casar amanhã? — Joseph murmura baixinho no meu ouvido. Estou deitada no seu peito sob o arco florido na casa de barcos, saciada depois de fazer apaixonante amor.

— Hmm.

— Isso é um sim? — Eu ouço sua voz cheia de esperança.

— Hmm.

— É um não?

— Hmm. Sinto o seu sorriso.
— Miss Lovato, você está incoerente?

Eu sorrio.

— Hmm.

Ele ri e me abraça com força, beijando o topo da minha cabeça.

— Vegas, amanhã, então.

Sonolenta, eu levanto a cabeça.

— Eu não acho que meus pais ficariam muito felizes com isso.

Ele toca as pontas dos dedos acima e abaixo das minhas costas nuas, me acariciando gentilmente.

— O que você quer, Demetria? Vegas? Um grande casamento com todos os enfeites? Diga-me.

— Não grande... Apenas amigos e familiares. — Eu olho para ele movida pela silenciosa súplica em seus brilhantes olhos cinzentos. O que ele quer?

— Tudo bem. — Ele acena.
— Onde?

Eu dou de ombros.

— Podemos fazer isso aqui? — ele pergunta hesitante.

— Na casa dos seus pais? Será que eles concordam? Ele bufa.

— Minha mãe iria para o céu de tanta felicidade.

— Ok, aqui então. Tenho certeza que minha mãe e meu pai preferem assim. Ele acaricia o meu cabelo. Eu poderia estar mais feliz?

— Então, nós decidimos onde, agora, quando?

— Certamente você deve perguntar a sua mãe.

— Hmm. — O sorriso de Joseph aumenta.
— Ela tem um mês, e apenas isso. Eu quero você demais para esperar algum tempo a mais.

— Joseph, você tem a mim. Você me tem faz um tempo. Mas tudo bem, um mês então. — Eu beijo seu peito, com um beijo suave, e sorrio para ele.


flashback off


— Você vai se queimar. — Joseph sussurra na minha orelha, acordando-me do meu cochilo.

— Só para você. — Eu dou-lhe o meu sorriso mais doce. O sol da tarde se mudou, e agora está em seu brilho total. Ele sorri e, em um rápido movimento puxa minha espreguiçadeira para a sombra do guarda-sol.

— Fique longe do sol do Mediterrâneo, Sra. Jonas.

— Obrigado por seu altruísmo, Sr. Jonas.

— Meu prazer, Sra. Jonas, e eu não estou sendo altruísta. Se você se queimar, eu não serei capaz de tocar em você. — Ele levanta uma sobrancelha, os olhos brilhando de alegria, e meu coração se expande.

— Mas eu suspeito que você sabe disso e você está rindo de mim.

— Como eu poderia rir de você? — Eu suspiro, fingindo inocência.

— Sim, você faria e você faz. Muitas vezes. É uma das muitas coisas que eu amo sobre você. — Ele se inclina e beija-me, mordendo meu lábio inferior.

— Eu estava esperando você passar mais um pouco de protetor solar em mim. — Eu digo contra seus lábios.

— Sra. Jonas é um trabalho obsceno... mas isso é uma oferta que não posso recusar. Sente-se, — ele ordena, sua voz rouca. Eu faço o que ele disse, e com golpes lentos meticulosos de dedos fortes e flexíveis, ele me cobre com protetor solar.

— Você realmente é muito linda. Eu sou um homem de sorte, — ele murmura enquanto seus dedos passam sobre meus seios, espalhando a loção.

— Sim, você é, Sr. Jonas. — Eu olho timidamente para ele através de meus cílios.

— Você é a modéstia em pessoa, Sra. Jonas. Vire. Eu quero passar em suas costas. Sorrindo, viro e ele desfaz a alça de trás do meu terrivelmente caro biquíni.

— Como você se sentiria se eu fizesse topless, como as outras mulheres na praia? — Eu pergunto.

— Não ficaria muito feliz, — diz ele, sem hesitar. — Eu não estou muito feliz com você usando tão pouca roupa agora. — Ele se inclina e sussurra em meu ouvido. — Não abuse da sorte.

— Isso é um desafio, Sr. Jonas?

— Não. Isso é apenas um fato, Sra. Jonas.

Eu suspiro e balanço a cabeça. Oh, Joseph... Meu possessivo, controlador Joseph. Quando ele terminou, ele bateu em meu traseiro.

— Você vai fazer, garota.

Seu sempre presente, sempre ligado BlackBerry vibra. Eu faço uma careta e ele sorri.

— Para meus olhos apenas, Sra. Jonas. — Ele levanta a sobrancelha brincando, dá um tapa no meu traseiro, mais uma vez, e se senta novamente em sua espreguiçadeira para atender a chamada.

Minha deusa interior ronrona. Talvez esta noite poderíamos fazer algum tipo de show para seus olhos apenas. Ela sorri para si mesma, arqueando uma sobrancelha. Eu sorrio com o pensamento e volto para o meu cochilo da tarde.

"Mam'selle? Un Perrier pour moi, un luz Coca-Cola derramar ma femme, s'il vous plait. Et quelque chose a manger... laissez-moi voir la carte".

Hmm... Joseph falando francês fluente me acorda. Meus cílios se agitam por causa do brilho do sol, e eu vejo Joseph me olhando, enquanto uma mulher jovem de uniforme vai embora, sua bandeja erguida, seu rabo de cavalo alto loiro balançando provocativamente.

— Com sede? — pergunta ele.

— Sim, — eu murmuro sonolenta.

— Eu poderia olhar para você o dia inteiro. Cansada? Eu ruborizo.
— Eu não dormi muito na noite passada.

— Eu também não. — Ele sorri, coloca o seu BlackBerry, e levanta. Seus shorts caem um pouco... De forma que revelava um pouco de sua sunga. Joseph tira seus shorts, saindo de seus chinelos. Eu perco minha linha de pensamento.

— Vem mergulhar comigo. — Ele estende a mão enquanto eu olho para ele, atordoada.
— Nadar? — diz ele de novo, inclinando a cabeça para um lado, uma expressão divertida em seu rosto. Quando eu não respondo, ele balança a cabeça lentamente.

— Eu acho que você precisa de um toque de despertar. — De repente, ele se lança e levanta-me em seus braços enquanto eu grito, mais de surpresa do que de alarme.

— Joseph! Coloque-me no chão! — Eu grito. Ele ri.

— Só no mar, baby.

Vários banhistas na praia olham rindo com desinteresse tão típico, agora eu percebo, o francês enquanto Joseph leva-me ao mar, rindo, e caminha contra a força da correnteza. Eu coloco meus braços ao redor de seu pescoço.

— Você não faria isso. — Eu digo sem fôlego, tentando abafar meu sorriso. Ele sorri.

— Oh, Demi, querida, você não aprendeu nada no pouco tempo que nos conhecemos? — Ele me beija, e eu aproveito minha oportunidade, correndo os dedos através de seu cabelo, agarrando duas mechas e beijando-o para trás, enquanto invadindo sua boca com a minha língua. Ele inala bruscamente e se inclina para trás, os olhos nublados, mas cauteloso.

— Eu conheço o seu jogo, — ele sussurra e lentamente afunda na água fria, transparente, levando-me com ele encontrando seus lábios com os meus mais uma vez. O frio do Mediterrâneo é logo esquecido, quando eu envolvo meus braços em meu marido.

— Eu pensei que você queria nadar, — murmuro contra sua boca.

— Você é bastante distraível. — Joseph roça os dentes ao longo do meu lábio inferior.
— Mas eu não tenho certeza se quero o bom povo de Monte Carlo veja a minha esposa no clímax da paixão.

Eu corro meus dentes ao longo de sua mandíbula, a barba faz cócegas contra a minha língua, não me importando nem um pouco para o bom povo de Monte Carlo.

— Demi, — ele geme. Ele envolve meu rabo de cavalo em seu pulso e puxa suavemente, inclinando minha cabeça para trás, expondo minha garganta. Ele arrasta beijos do meu ouvido ao meu pescoço.

— Devo levá-la ao mar? — ele respira.

— Sim, — eu sussurro.

Joseph se afasta e olha para mim, os olhos quentes, cheios de desejo e divertidos.

— Sra. Jonas, você é insaciável e muito descarada. Que tipo de monstro tenho criado?

— Um monstro feito para você. Gostaria de me ter de outra maneira?

— Eu a teria em qualquer lugar que eu pudesse, você sabe disso. Mas não agora. Não com o público.— Ele empurra a cabeça na direção da praia.

O quê?

Com certeza, vários banhistas na praia abandonaram sua indiferença e agora nos olham com interesse. De repente, Joseph me agarra ao redor da minha cintura e me lança para o ar, deixando-me cair na água e afundar nas ondas para a areia macia abaixo. Eu vou para a superfície, tossindo, cuspindo e rindo.

— Joseph, — eu xingo, olhando para ele. Eu pensei que íamos fazer amor no mar... E marcar ainda uma outra — primeira vez. Ele morde o lábio inferior para abafar sua risada. Eu jogo água nele, e ele também espirra água em mim.

— Temos a noite toda, — ele diz, sorrindo como um idiota.
— Mais tarde, baby. — Ele mergulha sob o mar e aparece na superfície três metros longe de mim, então em graciosos movimentos, nada para longe da costa, longe de mim.


              Gah! Cinqüenta, tentador! Eu protejo os olhos do sol enquanto eu o vejo ir. Ele é uma provocação... O que posso fazer para recuperá-lo? Enquanto eu nado de volta para a costa, eu contemplo minhas opções. Nossas bebidas chegaram, e eu tomo um gole rápido de Coca-Cola. Joseph é um ponto pequeno distante. Hmm... Deito-me de barriga pra baixo e, me atrapalhando com o fecho, tiro a parte de cima de meu biquíni e o coloco casualmente na espreguiçadeira de Joseph. Pronto... Veja o quão descarada eu posso ser, Sr. Jonas. Engula isso. Fechei os olhos e deixei o sol aquecer a minha pele... Aquecer meus ossos, e relaxo sob seu calor, meus pensamentos se voltando para o dia do meu casamento.

flashback on


— Pode beijar a noiva, — o reverendo Walsh anuncia. Olho para o meu marido.

— Finalmente, você é minha, — ele sussurra e puxa-me em seus braços e me beija amavelmente nos lábios.

Sou casada. Eu sou a Sra. Joseph Jonas. Estou tonta de tanta alegria.

— Você está linda, Demi, — ele murmura e sorri, seus olhos brilhando com amor... E algo mais escuro, algo sexy.
— Não deixe ninguém tirar seu vestido, que não seja eu, entendeu? — Seu sorriso aquece quando acaricia seus dedos no meu rosto, inflamando o meu sangue.

Puta merda... Como ele faz isso, mesmo aqui com todas essas pessoas olhando para nós?

                Concordo com a cabeça em silêncio. Eita, espero que ninguém possa nos ouvir. Felizmente Reverendo Walsh deu um passo para trás discretamente. Eu olho para a multidão reunida em suas roupas de casamento... Minha mãe, Ray, Bob, e os Jonas's estão todos aplaudindo - até Miley, minha dama de honra, que está linda em rosa pálido ao lado de Elliot, irmão de Joseph. Quem saberia que mesmo Elliot poderia melhorar tanto? Todos mostram seus sorrisos mais bonitos, mais radiante, exceto radiante Denise, que chora graciosamente em um branco delicado lenço.

— Pronta para a festa, Sra. Jonas? — Joseph murmura, dando-me seu sorriso tímido. Eu derreto. Ele parece um deus em um smoking preto simples com colete prata e gravata. Ele é tão... impetuoso.

— Nunca estive tão pronta. — Eu sorrio, com um sorriso totalmente bobo no meu rosto.


               Mais tarde, a festa de casamento está no auge... Paul e Denise foram para cidade. Eles arrumaram a tenda novamente e está maravilhosamente decorada em rosa pálido, prata e marfim com seus lados abertos, de frente para a baía. Fomos abençoados com bom tempo, e o sol da tarde brilha sobre a água. Há uma pista de dança de um lado da marquise, um luxuoso buffet no outro. Ray e minha mãe estão dançando e rindo juntos. Eu me sinto muito feliz em vê-los juntos. Espero que Joseph e eu dure mais tempo do que eles duraram. Eu não sei o que eu faria se ele me deixasse. Espero não me arrepender de ter casado tão depressa, tão cedo. Assombrações dizem na minha cabeça. Miley está ao meu lado, e está linda em seu vestido de seda longo. Ela olha para mim e franze a testa.

 — Ei, isso era para ser o dia mais feliz de sua vida, — ela me repreende.

— É, — eu sussurro.

— Oh, Demi, o que há de errado? Você está assistindo a sua mãe e Ray? Concordo com a cabeça, tristemente.

— Eles estão felizes.
— Mais felizes longe um do outro.

— Você está com dúvidas? — Miley pergunta, alarmada.

— Não, nem um pouco. É só... Eu o amo muito. — Eu congelo, sem poder controlar meus medos.

— Demi, é óbvio que ele te adora. Eu sei que você teve um início pouco convencional para seu relacionamento, mas eu posso ver o quão feliz vocês dois estavam no mês passado. — Ela agarra minhas mãos, apertando-as.
— Além disso, agora é tarde demais, — ela acrescenta com um sorriso. Eu rio. Confio na Miley para me dizer o que eu já sei. Ela me puxa para um Miley Cyrus Abraço Especial.
— Demi, você vai ficar bem. E se ele ferir um cabelo em sua cabeça, ele vai ter que responder a mim.— Me soltando, ela sorri para quem está atrás de mim.

— Oi, amor. — Joseph coloca os braços em volta de mim, me surpreendendo, e beija minha testa.
— Miley, — ele acena. Ele ainda é frio em sua presença, mesmo depois de seis semanas.

— Olá de novo, Joseph. Eu estou tentando achar o seu irmão. — Com um sorriso para nós dois, ela se dirige até Elliot, que está bebendo com seu irmão Ethan e nosso amigo José.

— Hora de ir, — murmura Joseph.

— Já? Esta é a primeira festa que eu já fui que eu não me importo de ser o centro das atenções. — Afasto-me de seus braços para encará-lo.

— Você merece ser. Você está deslumbrante, Demetria.

— Você também. Ele sorri, seu sorriso quente.

— Este vestido fica lindo em você.

— Essa coisa velha? — Eu coro timidamente e mexo na fita rendada do meu vestido de noiva desenhado para mim pela mãe de Miley. Eu adoro a parte em que a renda é caída no ombro, recatado, mas sedutor, eu espero.

Ele se curva e me beija.

— Vamos. Eu não quero dividir você com todos estas pessoas mais.

— Podemos deixar o nosso próprio casamento?

— Baby, é a nossa festa, e nós podemos fazer o que quisermos. Nós vamos cortar o bolo. E agora, eu gostaria de levá-la longe e ter você só para mim.

Eu rio.

— Você tem-me para toda a vida, Sr. Jonas.

— Estou muito feliz em ouvir isso, Sra. Jonas.

— Oh, que lindos vocês dois são! Esses pombinhos.

Eu rio prazerosamente... A mãe de Denise nos encontrou.

— Joseph querido, mais uma dança com a sua avó? Joseph sorri.
— É claro que sim, vovó.

— E você, linda Demetria, vá e faça um velho feliz, dance com o Theo.

— Theo, Sra. Jonas?

— Vovô Jonas. E eu acho que você pode me chamar de vovó. Agora, vocês dois precisam começar a trabalhar nos meus bisnetos. Não vou durar muito mais tempo. — Ela nos dá um sorriso.

Joseph pisca para ela em horror.

— Vem, vovó, — diz ele, às pressas tomando-lhe a mão e levando-a para a pista de dança. Ele olha para mim, praticamente fazendo beicinho, e revira os olhos.

— Depois, baby.

Quando eu ando em direção ao vovô Jonas, José se aproxima de mim.

— Eu não vou te pedir outra dança. Eu acho que monopolizei seu tempo na pista de dança o suficiente... Estou feliz em vê-la feliz, mas eu estou falando sério, Demi. Eu vou estar aqui... Se você precisar de mim.

— José, obrigado. Você é um bom amigo.

— Eu estou falando sério. Seus olhos escuros brilham com sinceridade.

— Eu sei. Obrigado, José. Agora, por favor, me dê licença, eu tenho um encontro com um idoso.

Ele franze sua testa em confusão.

— Avô de Joseph, — eu digo.

Ele sorri.

— Boa sorte então, Dems. Boa sorte com tudo.

— Obrigado, José.

Depois da minha dança com o sempre encantador avô de Joseph, fico junto às portas francesas, observando o sol mergulhar lentamente sobre Seattle, lançando sombras sobre a baía.

— Vamos — Joseph ordena.

— Eu tenho que trocar de roupa — eu agarro suas mãos, com a intenção de puxá-lo pelas portas francesas para o andar superior. Ele franze a testa, sem entender, e tira suas mãos suavemente de minhas mãos, interrompendo-me.

— Eu pensei que você queria ser o único a tirar esse vestido, — eu explico. Seus olhos acendem.

— Certo — ele sorri.
— Mas eu não vou despir você aqui. Nós não sairíamos até... Eu não sei... — Ele acena com seus dedos longos, deixando a frase inacabada, mas o significado dela muito claro. Eu coro e largo a sua mão.

E não solte seu cabelo também — ele murmura sombriamente.

— Mas...

— Sem mais, Demetria. Você está linda. E eu quero ser o único a despir você.

Oh. Eu franzo a testa.

— Arrume suas roupas de viagem, — ele ordena
— Você vai precisar delas. Taylor já pegou sua mala principal.

— Tudo bem. — O que ele tem planejado? Ele não me disse para onde estamos indo. Na verdade, eu acho que ninguém sabe para onde estamos indo. Nem Mia nem Miley conseguiram arrancar alguma informação dele. Viro-me para onde minha mãe e Miley estão.

— Eu não vou me trocar.

— O quê? — Minha mãe diz.

— Joseph não quer que eu me troque. — Eu dou de ombros, como se isso explicasse tudo. Sua testa franze brevemente.

— Você não prometeu obedecer, — ela me lembra. Miley tenta disfarçar sua intromissão com uma tosse. Eu estreito meus olhos para ela. Nem ela nem minha mãe têm ideia da briga que Joseph e eu tivemos sobre isso. Não quero ter que refazer meu argumento. Meu Cinqüenta pode ficar de mau humor... E ter pesadelos. A lembrança é incômoda.

— Eu sei, mãe, mas ele gosta deste vestido, e eu quero agradá-lo.

Sua expressão suaviza. Miley revira os olhos e discretamente se afasta para deixar- nos sozinhas.

— Você está linda, querida. — Dianna toca suavemente uma mecha solta do meu cabelo e acaricia meu queixo.
— Estou tão orgulhosa de você, querida. Você vai fazer Joseph um homem muito feliz. — Ela me puxa para um abraço.

Oh, mãe!

— Eu não posso acreditar o quão crescida você está agora. Começando uma nova vida... Não se esqueça que os homens são de um planeta diferente, e você vai ficar bem.

Eu rio. Joseph é de um universo totalmente diferente, se ela soubesse.

— Obrigado, mãe.

Ray se une a nós, sorrindo docemente para minha mãe e eu.

— Você fez uma linda menina, Dianna, — ele diz, com os olhos brilhando com orgulho. Ele está muito elegante em seu smoking preto e colete rosa pálido. Lágrimas invadem meus olhos. Oh, não... Até agora eu consegui não chorar.

— E você a ajudou a crescer, Ray, — a voz da Dianna é melancólica.

— E eu adorei cada minuto. Você é umas das noivas mais bonitas que eu já vi, Dems. — Ray coloca um fio de cabelo atrás da minha orelha.

— Oh, papai... — Eu abafo um soluço, e ele me abraça do seu jeito estranho.

— Você vai fazer Joseph muito feliz também — ele sussurra, com a voz rouca. Quando me solta, Joseph está novamente ao meu lado.

Ray aperta sua mão calorosamente. “Cuide bem de minha menina, Joseph”.

— Essa é minha intenção, Ray. Dianna. — Ele acena para meu padrasto e beija minha mãe.

O resto dos convidados fazem um arco com seus braços na frente da casa.

— Pronto? — Joseph diz.

— Sim.

                Tomando minha mão, ele me conduz pelo arco humano, enquanto nossos convidados gritam boa sorte e parabéns e jogam arroz sobre nós. No final do arco estão Denise e Paul nos esperando com um sorriso no rosto. Denise fica toda emotiva quando nós nos despedimos deles. Taylor está esperando para nos levar embora no Audi SUV. Enquanto Joseph abre a porta do carro para mim, eu me viro e jogo meu buquê de flores para a multidão de mulheres que se reuniram. Mia triunfante agita o buquê, sorrindo de orelha a orelha. Quando eu deslizo para o SUV rindo da audaciosa pegada de Mia, Joseph se curva para pegar a barra do meu vestido. Assim que eu estou em segurança, ele acena para a multidão em despedida.

Taylor tem a porta do carro aberta para ele.

— Parabéns, senhor.

— Obrigado, Taylor, — Joseph responde quando se senta ao meu lado.

Assim que Taylor se afasta, nossos convidados começam a regar o veículo com arroz. Joseph agarra minha mão e beija meus dedos.

— Tudo ótimo até agora, Sra. Jonas?

— Até agora, tudo maravilhoso, Sr, Jonas. Para onde estamos indo?

— Sea-Tac, — ele diz simplesmente e sorri um sorriso de orelha a orelha.

Hmm... O que ele está planejando?

Taylor não dirige para o terminal de embarque como eu esperava, e sim para um portão de segurança e depois diretamente sobre a pista de vôo. O quê? E então eu vejo, o jato de Joseph... Jonas Enterprises Holdings Inc. Em letras azuis grandes em toda a sua fuselagem.

— Não me diga que você está fazendo mau uso da propriedade da empresa de novo!

— Oh, eu espero que sim, Demetria — Joseph sorri.

Taylor para ao pé dos degraus que levam até o avião e sai do Audi para abrir a porta de Joseph. Eles têm uma breve discussão, em seguida Joseph abre minha porta e, em vez de recuar para me dar espaço para sair, ele inclina-se e leva-me em braços.

Uau!

— O que você está fazendo? — Eu pergunto.

— Te carregando até o jato, — ele diz.

— Ah. — Isto não se é para fazer em casa?

Ele sobe os degraus, me carregando sem esforços, e Taylor segue com minha mala. Ele a deixa no limiar do avião antes de retornar ao Audi. Dentro da cabine, eu reconheço Stephan, piloto de Joseph, em seu uniforme.

— Bem-vindo a bordo, Sr, Sra. Jonas. — Ele sorri.

Joseph me coloca no chão e aperta a mão de Stephan. Ao lado dele está uma mulher de cabelos escuros com seus trinta e poucos anos. Ela também está de uniforme.

— Parabéns a ambos, — Stephan continua.

— Obrigado Stephan, Demetria, você conhece Stephan. Ele é o nosso capitão hoje e esta é a primeira oficial Beighley.

Ela cora e pisca rapidamente. Eu rolo meus olhos. Outra fêmea completamente cativada pelo meu marido bonito-demais-para-seu-próprio-bem.

— Prazer em conhecê-la —diz Beighley. Sorrio gentilmente para ela. Afinal, agora ele é meu.

— Tudo pronto para a decolagem? — Joseph pergunta-lhes enquanto eu olho ao redor da cabine. O interior é todo em madeira de bordo pálido e couro creme claro. É lindo. Outra jovem de uniforme está de pé na outra extremidade da cabine – uma morena muito bonita.

— O tempo está limpo e está bom daqui até Boston.

Boston?

— Turbulência?

— Não antes de Boston. Há uma frente fria sobre Shannon, que pode nos dar uma viagem difícil.

Shannon? Irlanda?

— Entendo. Bem, espero dormir durante isso, — diz Joseph com naturalidade.

Dormir?

— Nós já vamos decolar, senhor, — diz Stephan.
— Vamos deixá-lo aos cuidados de Natália, a comissária de bordo. — Joseph olha em sua direção e franze a testa, mas se volta para Stephan com um sorriso.

— Excelente, — ele diz. Segurando minha mão, ele me leva para um dos confortáveis bancos de couro. Não devem ter nem doze no total.

— Sente-se, — ele diz enquanto tira seu casaco e seu colete. Sentamos nos dois assentos individuais, um de frente para o outro com uma pequena mesa entre nós.

— Bem-vindo a bordo, senhor, senhora, e parabéns. — Natalia está ao nosso lado, oferecendo para nós um copo de champanhe rosé.

— Obrigado, — Joseph diz, e ela sorri educadamente para nós e vai para dentro.

— Um brinde para uma vida conjugal feliz, Demetria. — Joseph brinda comigo. O champanhe é delicioso.

— Bollinger? — eu pergunto.

— Esse mesmo.

— A primeira vez que eu bebi isso, foi em xícaras, — eu sorrio.

— Eu me lembro bem desse dia. Sua formatura.

— Para onde vamos? — Eu sou incapaz de conter a minha curiosidade por mais

tempo.

— Shannon — Joseph diz, com os olhos brilhando de emoção. Ele parece um menino.

— Na Irlanda? — Nós estamos indo para a Irlanda!

— Para reabastecer — ele acrescenta, brincando.

— E depois? — Eu pergunto.

Seu sorriso aumenta e ele inclina a cabeça.

— Joseph!

— Londres — ele diz, olhando fixamente para mim, tentando avaliar minha reação. Eu suspiro. Puta merda. Pensei que estaria indo para Nova York ou Aspen ou talvez o Caribe. Eu mal posso acreditar. Minha vida inteira eu sonhei em visitar a Inglaterra.

Felicidade ilumina o meu rosto.

— Depois Paris.

O quê?

— Depois, o sul da França. Uau!

— Eu sei que você sempre sonhou em ir para a Europa, — ele diz em voz baixa.
— Eu quero tornar seus sonhos realidade, Demetria.

— Você é o meu sonho, Joseph.

— E você o meu, — ele sussurra.

Oh meu...

— Aperte o cinto.

Eu sorrio e faço o que ele diz. Quando o avião decola da pista, bebemos nosso champanhe, sorrindo um para o outro. Eu não posso acreditar. Aos vinte e dois anos de idade, eu finalmente estou deixando os Estados Unidos e indo para a Europa, para Londres. Assim que estamos no ar, Natalia no serve mais champanhe e prepara nosso banquete de casamento. E que banquete – salmão defumado, seguido por perdiz assado com uma salada de feijão verde e batatas dauphinoise, todos preparados e servidos pela eficiente Natalia.

— Sobremesa, Sr. Jonas? — Ela pergunta.

Ele balança a cabeça e corre o dedo em seu lábio inferior quando ele olha interrogativamente para mim, sua expressão escura e ilegível.

— Não, obrigada, — murmuro, incapaz de quebrar o contato visual com ele. Seus lábios se abrem em um pequeno sorriso e Natalia se retira.

— Bom, — ele murmura.
— Eu prefiro ter você para a sobremesa.

Oh... Aqui?

— Venha, — ele diz, levantando-se da mesa e me oferecendo sua mão. Ele me leva para a parte traseira da cabine.

— Há um banheiro aqui. — Ele aponta para uma pequena porta, em seguida leva-me para um corredor curto e abre uma porta no final dele.

Eita... Um quarto. A cabine é creme e revestida de madeira e uma pequena cama de casal está coberta de almofadas douradas. Parece muito confortável. Joseph se vira e puxa-me em seus braços, olhando para mim.

— Eu pensei que nós podíamos passar nossa noite de núpcias à 35 mil pés. É algo que eu nunca fiz antes.

Puta merda... Outra primeira vez. Eu o encaro, meu coração batendo... Sexo nas alturas. Eu já ouvi sobre isso.

— Mas primeiro eu tenho que tirar você desse vestido lindo. — Seus olhos brilham com amor e algo mais sombrio, algo que eu amo... Algo que chama a minha deusa interior. Ele tira meu fôlego.

— Vire-se. — Sua voz é baixa, autoritária e sexy.

Como ele pode prometer tanto com duas palavras? Voluntariamente eu cumpro e suas mãos acariciam meu cabelo. Gentilmente ele puxa para fora cada um dos grampos, um de cada vez, com seus peritos dedos. Meu cabelo cai sobre meus ombros, cobrindo minhas costas e meus seios. Eu tento ficar parada e não me mexer, mas eu estou ansiando por seu toque. Após um dia longo e cansativo e emocionante, eu quero ele, tudo dele.

— Você tem um cabelo tão bonito, Demi. — Sua boca está perto do meu ouvido e eu sinto sua respiração, embora seus lábios não me toquem. Quando meu cabelo está livre de grampos, ele corre seus dedos através dele, massageando suavemente o couro cabeludo...

Oh meu... Eu fecho meus olhos e saboreio a sensação. Seus dedos vão mais para baixo, empurrando minha cabeça para trás, expondo minha garganta.

— Você é minha — ele respira e seus dentes mordem minha orelha. Eu gemo.

— Silêncio agora, ele adverte.

Ele varre meu cabelo sobre meu ombro e trilha um dedo na parte superior das costas de ombro a ombro seguindo a borda do meu vestido. Eu tremo em antecipação. Ele planta um beijo carinhoso em minhas costas acima do primeiro botão do meu vestido.

— Tão bonita — ele diz enquanto habilmente desabotoa o primeiro botão.
— Você me fez o homem mais feliz do mundo hoje. — Com uma lentidão infinita, ele desabotoa cada botão do vestido até minhas costas.
— Eu te amo tanto — Trilhando beijos em minha nuca até a borda do meu ombro. Entre cada beijo, ele murmura
— Eu. Te. Desejo. Muito. Quero. Estar. Dentro. De. Você.Você. É. Minha.

Cada palavra é inebriante. Eu fecho meus olhos e inclino minha cabeça, dando-lhe acesso ao meu pescoço, e eu caio sob o feitiço de Joseph Jonas, meu marido.

— Minha — ele sussurra mais uma vez. Ele desce meu vestido por meus braços para que ele caia em meus pés, em uma nuvem de marfim de seda e rendas.

— Vire-se, — ele sussurra, sua voz repentinamente rouca. Eu o faço e ele suspira. Eu estou vestida com um apertado espartilho de cetim rosa com cintas ligas, combinando, calcinha rendada e meias de seda branca. Os olhos de Joseph viajam avidamente pelo meu corpo, mas ele não diz nada. Ele só olha pra mim, os olhos arregalados de desejo.

— Você gosta? — Eu sussurro consciente do rubor tímido em minhas bochechas.

— Mais do que gosto, baby. Você está maravilhosa. Aqui. — Ele estende a mão e eu a pego, saindo do meu vestido.

— Fique quieta, — ele murmura e sem tirar os olhos escuros dos meus, ele corre o dedo médio sobre os meus seios, seguindo a linha do meu espartilho. Minha respiração falha e ele repete a viagem sobre meus seios, mais uma vez, seu dedo tentador mandando arrepios até minha espinha. Ele para e gira o dedo indicador no ar, indicando que ele quer que eu vire. Para ele, agora, eu faria qualquer coisa.

— Pare, — ele diz. Eu estou encarando a cama, longe dele. Seu braço envolve minha cintura, puxando-me contra ele, e ele roça seu nariz em meu pescoço. Gentilmente ele acaricia meus seios, brincando com ele, enquanto faz círculos com seus polegares sobre os mamilos para que eles sobressaiam sobre o tecido do meu espartilho.

— Minha, — ele sussurra.

— Sua, — eu respiro.

Deixando meus seios, ele passa as mãos pelo meu estômago, sobre a minha barriga, e até minhas coxas, roçando seu polegar em meu sexo. Eu abafo um gemido. Seus dedos deslizam abaixo de cada liga, e com sua destreza habitual, ele simultaneamente tira cada uma de minhas meias. Suas mãos viajam para trás.

— Minha — ele respira com as mãos estendidas em toda a minha parte traseira, as pontas de seus dedos roçando meu sexo.

— Ah.

— Quieta. — Suas mãos percorrem as costas das minhas coxas, e mais uma vez ele desfaz minhas ligas.

Inclinando-se, ele puxa a colcha da cama.

— Sente-se.

Eu faço o que me pede e ele se ajoelha aos meus pés, tirando cada par do meu Jimmy Choo branco. Ele agarra o topo da minha meia esquerda e lentamente a retira, correndo os polegares para baixo da minha perna... Oh meu. Ele repete o processo com minha outra meia.

— Isso é como desembrulhar meu presente de Natal. — Ele sorri para mim através de seus longos cílios escuros.

— Um presente que você já tinha...

Ele franze a testa em advertência.

— Oh, não, querida. Desta vez é realmente meu.

— Joseph, eu sou sua desde que disse sim. — Eu me inclino para frente, colocando seu rosto em minhas mãos.
— Eu sou sua. Eu sempre vou ser sua, meu marido. Agora, eu acho que você está vestindo roupas demais. — Eu me curvo para beijá-lo, e de repente ele se inclina para cima, beija meus lábios, e agarra minha cabeça com as mãos, os dedos em meu cabelo.

— Demi, — ele respira
— Minha Demi. — Seus lábios dizem meu nome mais uma vez, sua língua invasivamente persuasiva.

— Roupas, — eu sussurro, nossa respiração se misturando enquanto tento tirar seu colete e ele me ajuda, liberando-me por um momento. Ele faz uma pausa, olhando para mim, os olhos arregalados de desejo.

— Deixe-me, por favor. — Minha voz é suave e persuasiva. Quero despir meu marido, meu Cinqüenta.

Ele se agacha, e inclinado para frente, eu agarro sua gravata – sua gravata cinza listrada, minha gravata favorita – e lentamente a desfaço e a tiro. Ele levanta o queixo para me deixar desabotoar o colarinho de sua camisa branca, em seguida, uma vez que é desfeita, eu passo para as suas abotoaduras. Ele está usando abotoaduras gravadas com um D entrelaçado com um J – meu presente de casamento para ele. Quando as removo, ele as pega de mim e as coloca na mão. Então ele as beija e as coloca no bolso da calça.

— Sr. Jonas, tão romântico.

— Para você, Sra. Jonas, coração e flores. Sempre.

Eu pego a sua mão e olhando-o através de meus cílios, eu beijo sua aliança de casamento. Ele geme e fecha os olhos.

— Demi, — ele sussurra e meu nome é uma oração.

Chegando ao seu segundo botão da camisa, olhando para ele antes, planto um beijo suave em seu peito enquanto eu desfaço cada um dos botões e sustentando entre cada beijo,

— Você. Me. Faz. Tão. Feliz. Eu. Te. Amo.

Ele geme, e em um movimento rápido, me aperta pela cintura e me levanta sobre a cama, me seguindo. Seus lábios encontram os meus, suas mãos enrolando em torno da minha cabeça, me segurando firme enquanto nossas línguas se entrelaçam entre si. Joseph se ajoelha abruptamente, me deixando sem fôlego e querendo mais.

— Você é tão bonita... Esposa. — Ele passa as mãos pelas minhas pernas, então agarra meu pé esquerdo. — Você tem pernas encantadoras. Eu quero beijar cada centímetro delas. Começando aqui. — Ele pressiona seus lábios contra meu dedão do pé. Tudo abaixo da minha cintura convulsiona. Sua língua desliza até meu peito do pé, minha panturrilha, suaves beijos molhados. Eu me movo debaixo dele.

— Fique quieta, Sra. Jonas, — ele avisa, e de repente me deixa de bruços, continuando sua jornada com a boca até minhas panturrilhas, para minhas coxas, minhas costas, e então ele para. Eu gemo.

— Por favor...

— Eu te quero nua — ele murmura e lentamente abre meu espartilho, um fecho de cada vez. Sobre a superfície plana da cama, ele corre a língua por todo o comprimento da minha espinha.

— Joseph, por favor.

— O que você quer, Sra. Jonas? — Suas palavras são suaves e próximas ao meu ouvido. Ele está quase deitado em cima de mim... Eu posso sentir sua ereção contra meu traseiro.

— Você.

— E eu a você, meu amor, minha vida... — ele sussurra, e antes que eu me dê conta, ele me vira de frente para ele. Ele se levanta rapidamente e em um movimento eficiente, se livras das calças e cuecas boxer, de modo a ficar gloriosamente nu e ameaçador sobre mim. A pequena cabine é eclipsada por sua beleza deslumbrante e sua necessidade e desejo por mim. Ele se inclina e tira minha calcinha, então olha para baixo e me encara.

— Minha — ele sussurra.

— Por favor — eu imploro, e ele sorri... Um lascivo, mau, e tentador sorriso aberto. Ele rasteja de volta para a cama e beija minha perna direita desta vez... Até que ele atinge o ápice de minhas coxas. Ele abre minhas pernas.

— Ah... minha esposa, — ele murmura e então sua boca está em mim. Eu fecho meus olhos e me rendo à sua língua tão hábil. Minhas mãos se fecham em seu cabelo enquanto meus quadris vão e voltam, escravos de seu ritmo. Em seguida, se debatem contra a pequena cama. Ele agarra meus quadris para me acalmar... Mas não acaba com a tortura deliciosa. Estou perto, muito perto.

— Joseph — eu gemo.

— Ainda não — ele respira e se move para cima do meu corpo, sua língua mergulhando em meu umbigo.

— Não! — Merda! Sinto o seu sorriso contra a minha barriga enquanto sua viagem continua subindo por meu corpo.

— Tão impaciente, Sra. Jonas. Temos tempo até desembarcarmos na Ilha Esmeralda. — Reverencialmente ele beija meus seios e contrai meu mamilo esquerdo entre os lábios. Olhando para mim, seus olhos são escuros como uma tempestade tropical enquanto ele me provoca.

Oh meu... Eu tinha esquecido. Europa.

— Marido, eu quero você. Por favor.

Ele paira por cima de mim, seu corpo cobrindo o meu, descansando seu peso em seus cotovelos. Ele corre o nariz para baixo do meu, e eu corro minhas mãos por suas fortes flexíveis costas para o resto de seu maravilhoso corpo.

— Sra. Jonas... esposa. Nosso objetivo é agradar. — Seus lábios comprimem.
— Eu te amo.

— Eu te amo, também.

— Olhos abertos. Eu quero ver você.

— Joseph... Ah... — Eu choro, enquanto ele lentamente afunda em mim.

— Demi, oh Demi — ele respira e começa a se mover.

flashback off

— Que diabos você pensa que está fazendo? — Joseph grita, despertando-me do meu sonho muito agradável. Ele está parado, todo molhado e bonito, no fim da minha espreguiçadeira e olhando para mim.

O que eu fiz? Oh não... Estou deitada de costas. Porcaria, porcaria, porcaria e ele está bravo. Merda. Ele está realmente furioso.



Continua...

Começando com chave de ouro e um flashback do hot de casamento deles.... E agora, lua de mel, Demi super descarada, Joseph mais hot que nunca. Muitas coisas irão acontecer, comentem...

11 comentários:

  1. "Cuide bem de minha menina, Joseph”." — Essa é minha intenção, Ray." FOI TÃOOOO FOFO *-----* Amei amei amei amei, sério, esse capitulo foi simplismente uma perfeição! E a Demi descarada e o Jonas ficou afetado kkk' Perfeito <3 Mal posso esperar até o próximo!

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    1. Demi está descaraderríma!!! Demi ta demais ein... O casamento foi uma mistura gostosa de fofo com hot rs

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  2. Eiiiitaaaa, a Demi e a melhor kkkk joseph ficou puto kkkkkkk aaaa ta muito lindo, ppsta logo Lua , obg ppr divulgar o meu blog

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    1. Demi se libertou... eles se resolvem na cama, ou em qualquer outro lugar que o desejo fale mais alto rs
      Obrigada por comentar!

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  3. Tem como ficar mais perfeito???...Não, não tem. Lua, sinceramente, eu já cansei de entrar no blog e ficar procurando palavras para descrever cada capitulo. É TUDO maravilhoso!!! Esperando o cap de amanhã!!!! Beijos

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    1. awwwww que linda, nossa ninguém nunca me falou isso kkk obrigada por ler, gostar e expressar a sua opinião aqui. Obrigada pelos elogios e se sinta a vontade pra reclamar se nao gostar de algo <3

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  4. Genteeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeee é muita fofura mistura cm safadeza ao mesmo tempo :D Amo isso nos seus capitulos *---* Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk vixi a Sra. Jonas esta lascada agra :o
    Ta perfeito o capitulo moça - como sempre né :D
    Bjos - Marina

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    1. Nada que um bom sexo nao resolva essa "briga" deles kkaj

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  5. "Sra. Jonaa" "Oi, amor" "Esposa" "Marido"
    e os meus sentimentos, lua? Que lindo eles! Vou chorar...
    Que ouzadia é essa? - eu adoro - Amando mais esses safados!
    Lua pelo amor de Deua posta esses capitulos logo ou se não eu vou ter um colapsoou vou morrer sdflkjç
    Já me perguntaram por que eu li chorando "50 tons.." , dai eu pensei: cara é jemi. Eu sinto tanta falta desse casal.
    Domingo vai ter tca e jonas, miley, demi e selena vão estar lá, será que é pedir demais uma foto juntos ou até uma musica? Eu iria amar!
    Entao é isso diva lua, continue sendo essa flor que escreve muito bem nessa terceira temporada.
    Beijos, aqui é pfto <3
    Nanda

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    1. aw, eu também consigo imaginar jemi... Bom quero, diley demais!!! Acho que vai ter nemi pois eles são amigos, mas jemi ou jonato juntos precisamos torcer...
      Obrigada por comentar <3

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  6. Desculpa me intrometer mas....
    Divulga pra mim?
    http://minifics-jemi.blogspot.com.br/
    Agradeço desde já :)
    Posta Logo!!!!

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