sábado, 24 de agosto de 2013

cap.07- 3ª temporada (1/4) hot

— Você acha? — Joseph pergunta surpreso.


— É a linha do maxilar dele. — Eu aponto na tela.
— E os brincos, e o formato dos seus ombros. Ele tem a forma certa, também. Ele deve estar usando uma peruca, ou ele cortou e tingiu o cabelo.


— Barney, você está pegando isso? — Joseph abaixa o fone na sua mesa e muda para o viva-voz.
— Você parece ter estudado o seu ex-chefe detalhadamente, Sra. Jonas — ele murmura, soando desagradado. Eu faço uma cara feia para ele, mas sou salva pelo Barney.


— Sim, senhor. Eu ouvi a Sra. Jonas. Eu estou utilizando o software de reconhecimento de face em todas as imagens digitalizadas da CCTV agora mesmo. Ver onde mais esse idiota, desculpe-me senhora, este homem esteve na organização.


Olho ansiosamente para Joseph, que ignora o palavrão de Barney. Ele está estudando a imagem da CCTV de perto.


— Porque ele faria isso? — Eu pergunto a Joseph. Ele encolhe os ombros.

Vingança, talvez. Eu não sei. Você não pode imaginar o porquê algumas pessoas se comportam da maneira que elas se comportam. Eu só fico bravo porque você trabalhou tão próxima a ele. — A boca de Joseph está pressionada em uma linha fina e dura e ele me abraça pela cintura com os seus braços.


— Nós temos os arquivos do disco rígido dele também, senhor, — Barney acrescenta.



— Sim, eu me lembro. Você tem o endereço do Sr. Hyde? — Joseph diz duramente.


— Sim, senhor, eu tenho.


— Avise Welch.


— Claro, eu irei. Eu também irei escanear a CCVT da cidade e ver se eu consigo rastrear os seus movimentos.


— Verifique qual o veiculo que ele tem.


— Senhor.


— Barney pode fazer tudo isso? — Eu sussurro.


Joseph assente e me dá um sorriso presunçoso.


— O que estava no disco rígido dele? — Eu sussurro.


O rosto de Joseph fica mais duro e ele balança a cabeça.

— Nada de mais, — ele diz, os lábios fechados, seu sorriso desaparecendo.


— Conte-me.


— Não.



— Era sobre você, ou sobre mim?



— Sobre Mim.
— Ele suspira.


— Que tipo de coisas? Sobre o seu estilo de vida?

Joseph balança a cabeça e põe o dedo indicador sobre os meus lábios para me silenciar. Eu faço uma cara feia para ele. Mas ele aperta os olhos e é um aviso claro de que eu devo segurar a minha língua.


— É um Camaro 2006. Eu vou enviar os detalhes da licença para Welch também, — Barney diz animadamente no telefone.


— Ótimo. Deixe-me saber onde mais aquele desgraçado esteve no meu prédio. E verifique essa imagem com a do seu arquivo pessoal na SIP. — Joseph olha para mim com ceticismo.
— Eu quero ter certeza que nós temos uma confirmação.


— Já fiz isso Sr. e a Sra. Jonas está correta. É Jack Hyde.

Eu sorrio. Viu? Eu posso ser útil. Joseph esfrega suas mãos pelas minhas costas.

— Muito bem, Sra. Jonas. — Ele sorri e o seu rancor anterior desaparece. Para o Barney, ele diz,
— Deixe-me saber quando você rastrear todo o movimento na HQ. Cheque também se ele teve acesso a alguma outra propriedade do JEH e avise a equipe de seguranças para que eles façam outra varredura em todos os prédios.

— Senhor.

— Obrigado, Barney. — Joseph desliga.

— Bem, Sra. Jonas, parece que você não é apenas decorativa, mas útil também. — Os olhos de Joseph se iluminam divertidos. Eu sei que ele está provocando.

— Decorativa? — Eu zombo, provocando ele de volta.

— Muito, — ele diz baixo, dando-me um suave e doce beijo.

— Você é muito mais decorativo do que eu, Sr. Jonas.

Ele sorri e me beija com mais força, enrolando minha trança em seus pulsos e envolvendo seus braços em volta de mim. Quando nós paramos para recuperar o fôlego, meu coração está acelerado.

— Com fome? — Ele pergunta.

— Não.

— Eu estou.

— De quê?

— Bem, comida de verdade, Sra. Jonas.

— Eu vou preparar algo para você. — Eu rio.

— Eu amo esse som.

— De eu te oferecendo comida?

— Você rindo. — Ele beija o meu cabelo e eu me levanto.

— Então o que você gostaria de comer, senhor? — Eu pergunto docemente. Ele aperta os olhos.
— Você está sendo fofa, Sra. Jonas?

— Sempre, Sr. Jonas... senhor. Ele me dá um sorriso indecifrável.

— Eu ainda posso te colocar nos meus joelhos, — ele sussurra sedutor.

— Eu sei. — Eu sorrio. Colocando as minhas mãos nos braços da sua cadeira, eu me abaixo e o beijo.
— Essa é uma das coisas que eu adoro em você. Mas guarde a sua palma com espasmos, você está faminto.

Ele sorri o seu sorriso tímido e meu coração aperta.

— Oh, Sra. Jonas, o que eu vou fazer com você?

— Você vai responder a minha pergunta. O que você gostaria de comer?

— Algo leve. Surpreenda-me, — ele diz, repetindo as minhas palavras ditas anteriormente no quarto de jogos.

— Eu verei o que posso fazer. — Eu saio do seu escritório e vou para a cozinha. Meu coração afunda quando eu vejo que a Sra. Jones está lá.

— Olá, Sra. Jones.

— Sra. Jonas. Você está pronta para comer algo?

— Hmm...

Ela está mexendo algo em uma panela no fogão que cheira muito bem.

— Eu ia fazer uns lanches para o Sr. Jonas e para mim.

Ela para por um segundo.

— Claro, — ela diz. — Sr. Jonas gosta de pão francês, há alguns cortados no freezer já no comprimento de lanche. Eu ficaria feliz de fazer para você, senhora.

— Eu sei. Mas gostaria de fazer isso.

— Eu entendo. Eu te darei espaço.

— O que você estava cozinhando?

— Isso é um molho bolonhesa. Pode ser comido quando quiser. Eu irei congelar. — Ela sorri calorosamente e desliga o fogão.

— Hmm, então o que o Joseph gosta em um... lanche? — Eu franzo a testa, impressionada com o que eu acabei de dizer. Será que a Sra. Jones entendeu a referência?

— Sra. Jonas, você pode colocar qualquer coisa em um sanduíche, contanto que seja em um pão francês, que ele comerá. — Nós sorrimos uma para a outra.

— Ok, obrigada. — Eu vou ao freezer e encontro o pão francês cortado em sacos Ziplock. Eu coloco dois em um prato, levo ao micro-ondas e então programo para descongelar.

              A Sra. Jones desapareceu. Eu franzo a testa enquanto volto para a geladeira para procurar ingredientes. Eu acho que dependerá de mim estabelecer os parâmetros pelos quais eu e a Sra. Jones iremos trabalhar juntas. Eu gosto da ideia de cozinhar para Joseph nos finais de semana. A Sra. Jones é mais do que bem-vinda a fazer isso durante a semana, a última coisa que eu quero fazer quando chego em casa do trabalho é cozinhar. Hmm... Um pouco como a rotina de Joseph com as suas submissas. Eu balanço a cabeça. Eu não devo pensar demais nisso. Eu acho um presunto na geladeira e no gavetão um abacate perfeitamente maduro. Quando eu estou colocando um pouco de sal e limão no abacate amassado, Joseph surge do escritório com os planos para a nova casa em suas mãos. Ele os coloca na bancada de café da manhã, passeia em minha direção e coloca os braços a minha volta, beijando o meu pescoço.

— Descalça e na cozinha, — ele murmura.

—Eu não deveria estar descalça e grávida na cozinha? — Eu sorrio. Ele para, todo o seu corpo tenso contra o meu.

— Ainda não, — ele diz a apreensão clara na sua voz.

— Não! Ainda não! Ele relaxa.

— Nisso nós concordamos, Sra. Jonas.

— Você quer crianças, no entanto, não quer?

— Claro, sim. Eventualmente. Mas eu ainda não estou pronto pra dividir você. — Ele beija o meu pescoço novamente.

Oh... dividir?

— O que você está fazendo? Parece bom. — Ele beija atrás da minha orelha, e eu sei que é para me distrair. Um delicioso arrepio viaja pela minha espinha.

— Sanduíche. — Eu sorrio, recuperando o meu senso de humor.

Ele sorri contra o meu pescoço e belisca minha orelha.

— Meu favorito.

Eu o empurro com o meu ombro.

— Sra. Jonas, você me feriu. — Ele se aperta como se sentisse dor.

— Covarde. — Eu murmuro com desaprovo.

— Covarde? — Ele diz sem acreditar. Ele dá um tapa na minha bunda, fazendo-me gritar.
— Rápido com a minha comida, meretriz. E depois eu irei te mostrar quão covarde eu posso ser.— Ele me dá outro tapa de forma divertida e vai para a geladeira.

— Gostaria de uma taça de vinho? — Ele pergunta

— Por favor.

Joseph olha os planos de Gia do outro lado da bancada de café da manhã. Ela realmente tem idéias espetaculares.

— Eu adoro a proposta de fazer toda a parede da parte de baixo de vidro, mas...

— Mas? — Joseph fala. Eu suspiro.

— Eu não quero tirar toda a personalidade da casa.

— Personalidade?

— Sim. O que Gia propõe é bastante radical, mas... bem... eu me apaixonei pela casa como ela é... verrugas e tudo.

Joseph franze as sobrancelhas como se isso fosse uma maldição para ele.

— Eu meio que gosto do jeito que está, — eu sussurro. Será que isso o deixará bravo? Ele me considera de forma constante.

— Eu quero esta casa para ser do jeito que você quiser. O que você quiser. É sua.

— Eu quero que você goste também. Para ser feliz, também.

— Eu vou ser feliz onde quer que esteja. É simples assim, Demi. — Seu olhar segura o meu. Ele é totalmente, absolutamente sincero. Eu pisco para ele conforme o meu coração se enche. Caramba, ele realmente me ama.

— Bem — eu engulo, lutando com o pequeno nó de emoção preso na minha garganta
— Eu gosto da parede de vidro. Talvez nós pudéssemos pedir para ela incorpora-la na casa com um pouco mais de simpatia.— Joseph sorri.

— Claro. O que você quiser. E sobre os planos para o andar de cima e o porão?

— Estou tranquila com eles.

— Bom.

Ok... Eu me seguro para fazer a pergunta de um milhão de dólares.

— Você quer colocar um quarto de jogos? — Eu sinto o tão familiar rubor tomar o meu rosto assim que eu pergunto. As sobrancelhas de Joseph se juntam.

— Você quer? — Ele responde, surpreso e divertido ao mesmo tempo. Eu encolho.

— Hmm... se você quiser. Ele considera por um momento.
— Vamos deixar as nossas opiniões abertas por um momento. Além do que, esta vai ser uma casa de família.

Eu fico surpresa com a pontada de desapontamento que sinto. Eu acho que ele está certo... Se bem que, quando nós teremos uma família? Pode demorar anos.

— Se bem que nós podemos improvisar. — Ele sorri.

— Eu gosto de improviso, — eu sussurro. Ele ri.

— Isso é algo que eu quero discutir. — Joseph aponta o quarto principal, e nós começamos uma detalhada discussão sobre banheiros e closet separados.

Quando terminamos, é nove e meia da noite.

— Você vai voltar a trabalhar? — Eu pergunto enquanto Joseph enrola os projetos.

— Não se você não quiser. — Ele sorri.
— O que você gostaria de fazer?

— Nós poderíamos assistir TV. — Eu não quero ler, e não quero ir para a cama... ainda.

— Ok, — Joseph concorda voluntariamente, e eu o sigo para a sala de TV.

Nós estivemos aqui três, talvez quatro vezes ao todo, e Joseph normalmente lê livros. Ele não está interessado na TV de forma alguma. Eu me encolho ao lado dele no sofá, enfiando minhas pernas debaixo de mim e descansando minha cabeça nos seus ombros. Ele aponta o controle remoto para a TV de tela led e olha desinteressado para os canais.

— Alguma baboseira especifica que você quer ver?

— Você não gosta muito de TV né? — Eu digo com ironia. Ele balança a cabeça.

— Perda de tempo. Mas eu vou assistir algo com você.

— Eu pensei que nós podíamos dar uns amassos.

Ele vira para mim.

— Amassos? — Ele olha para mim como se eu tivesse nascido com duas cabeças. Ele para de piscar sem parar, deixando a TV ligada numa novela espanhola.

— Sim. — Porque ele está tão horrorizado?

— Nós podemos ir para a cama e dar uns amassos.

— Nós fazemos isso o tempo todo. Quando foi a ultima vez que você ficou com alguém em frente à TV? — Eu pergunto, tímida e ansiosa ao mesmo tempo.

Ele franze a testa e balança a cabeça ao mesmo tempo. Apertando o controle remoto novamente, ele pula alguns canais antes de parar em um antigo episódio de Arquivo X.

— Joseph?

— Eu nunca fiz isso, — ele diz baixo.

— Nunca?

— Não.

— Nem com a Sra. Robinson?

Ele bufa.

— Bebê, eu fiz um monte de coisas com a Sra. Robinson. Dar amassos não foi uma delas. — Ele sorri para mim e me olha com curiosidade.

— Você já?

Eu coro.

— É claro. — Bem, meio que...

— O quê! Com quem?

Oh não. Eu não quero ter essa conversa.

— Conte-me, — ele insiste.

Eu olho para baixo e cruzo os meus dedos. Ele gentilmente cobre as minhas mãos com a dele. Quando eu o olho, ele está sorrindo para mim.

— Eu quero saber. Então eu posso reduzir quem quer que seja a nada.—Eu rio.

— Bom, a primeira vez...

— A primeira vez! Tem mais que um idiota? — Ele rosna. Eu rio novamente.

— Porque tão surpreso Sr. Jonas?

Ele franze a testa rapidamente, passa a mão pelo cabelo e olha para mim como se me visse por uma luz completamente diferente. Ele dá de ombros.

— Eu só estou. Quero dizer, dada a sua falta de experiência.

Eu coro.

— Eu certamente tenho melhorado desde que te conheci.

— Você tem. — Ele ri.
— Conte-me. Eu quero saber.

Eu olho para os seus pacientes olhos cinzas, tentando captar seu humor. Isso fará ele ficar bravo ou ele genuinamente quer saber? Eu não o quero de mau humor... Ele é impossível quando está de mau humor.

— Você realmente quer eu te conte?

Ele assente lentamente uma vez, e seus lábios se contorcem em um sorriso divertido e arrogante.

— Eu tinha acabado de chegar em Vegas com minha mãe e o marido número três. Eu estava no 1º ano do médio. Seu nome era Bradley e ele era meu parceiro no laboratório de física.

— Quantos anos você tinha?

— Quinze.

— E o que ele está fazendo agora?

— Eu não sei.

— Até onde ele foi?

— Joseph! — Eu grito, e de repente ele agarra os meus joelhos, depois os meus tornozelos e me puxa e eu caio de costas no sofá. Ele desliza devagar sobre mim, me prendendo abaixo dele, sua perna entre as minhas. Fiquei tão surpresa que grito. Ele agarra minhas mãos e as levanta acima da minha cabeça.

— Então, esse Bradley, ele chegou à primeira base? — Ele murmura, correndo o seu nariz pelo meu. Ele me dá beijos suaves no canto da minha boca.

— Sim, — eu murmuro contra os seus lábios. Ele solta uma das suas mãos de forma que ele possa pegar o meu queixo enquanto sua língua invade a minha boca, e eu fico surpresa com o seu beijo ardente.

— Dessa forma? — Joseph respira quando ele toma ar.

— Não... não dessa forma, — eu respondo como se todo o sangue do meu corpo fosse para o sul. Soltando o meu queixo, ele passa as suas mãos pelo meu corpo e para no meu seio.

— Ele fez isso? Ele te tocou dessa forma? — Seu dedo aperta o meu mamilo através da minha camisola, delicadamente, repetidamente e ele endurece em resposta ao seu toque experiente.

— Não. — Eu me contorço embaixo dele.

— Ele chegou à segunda base? — Ele murmura no meu ouvido. Suas mãos se movem pelas minhas costelas, passando pela minha cintura para os meus quadris. Ele morde o lóbulo da orelha e gentilmente puxa.

— Não. — Eu respiro.

Vozes vindas da TV falam sobre os mais procurados pelo FBI. Joseph para, se inclina para cima e aperta o botão de mudo do controle. Ele olha para baixo para mim.

— E sobre o Zé Ninguém número dois? Ele passou da segunda base?

Seus olhos estão ardentemente quentes... Bravos? Excitados? É difícil de dizer qual. Ele vira para o meu lado e desliza sua mão para baixo da minha calça de moletom.

— Não. — Eu sussurro, preza pelo seu olhar carnal. Joseph sorri perversamente.

— Bom. — Suas mãos envolvem o meu sexo.
— Sem calcinha, Sra. Jonas. Eu aprovo. — Ele me beija novamente enquanto os seus dedos tecem mais mágica, seu dedos pressionando o meu clitóris, tentando-me, enquanto ele empurra o seu dedo indicador dentro de mim com uma requintada lentidão.

— Era para a gente dar uns amassos. — Eu gemo.

Joseph para.

— Eu achei que nós estávamos?

— Não. Sem sexo.

— O quê?

— Sem sexo...

— Sem sexo, huh? — Ele retira a mão do meu moletom.
— Aqui. — Ele passa o seu dedo indicador pelos meus lábios, e eu sinto a minha salgada excitação. Ele empurra seu dedo dentro da minha boca, repetindo o que estava fazendo um pouco antes. Então se vira e ele está entre as minhas pernas, e pressiona a sua ereção contra mim. Ele investe uma vez, duas, e de novo. Eu suspiro conforme a minha calça de moletom raspa no lugar certo. Ele empurra mais uma vez, se esfregando em mim.

— Isso é o que você quer? — Ele murmura e move os seus quadris ritmicamente, se chocando contra mim.

— Sim. — Eu gemo.

Suas mãos se movem para se concentrar no meu mamilo mais uma vez e seus dentes raspam na minha mandíbula.

— Você sabe quão gostosa você é, Demi? — Sua voz está rouca conforme ele se esfrega mais pesado contra mim. Eu abro a minha boca para articular uma resposta e falho completamente, gemendo alto. Ele alcança a minha boca mais uma vez, puxando o meu lábio inferior com os seus dentes antes de mergulhar a sua língua dentro da minha boca novamente. Ele solta o meu outro pulso e minhas mãos viajam avidamente pelos seus ombros e pelo seu cabelo enquanto ele me beija. Quando eu puxo seu cabelo, ele geme e levanta seus olhos para os meus.

— Ah...

— Você gosta que eu te toque? — Eu sussurro.

Suas sobrancelhas franzem rapidamente como se ele não tivesse entendido a pergunta. Ele para rangendo contra mim.

— Claro que eu gosto. Eu amo que você me toque, Demi. Eu sou como um homem faminto em um banquete quando se refere ao seu toque. — Sua voz soa com uma sinceridade apaixonante.

Minha nossa...

Ele se ajoelha entre as minhas pernas e me levanta, tirando a minha blusa. Eu estou nua por baixo. Segurando a barra da sua camiseta, ele tira pela cabeça e joga no chão, então me puxa sobre o seu colo, seus braços apertando as minhas costas.

— Toque-me, — ele suspira.

               Oh meu... eu o toco e passo as pontas dos meus dedos através dos pelos no seu tórax, sobre o seu esterno, sobre as suas cicatrizes de queimadura. Ele inala mais rapidamente e suas pupilas dilatam, mas não é de medo. É uma resposta sensual ao meu toque. Ele me olha atentamente enquanto os meus dedos flutuam delicadamente pela sua pele, de um mamilo para o outro. Eles se encolhem ao meu toque. Avançando, eu dou suaves beijos no seu peito, e minhas mãos movem-se para seus ombros, sentido as duras e esculpidas linhas de músculo e tendões. Nossa... ele está em boa forma.

— Eu quero você, — ele murmura e é o sinal verde para a minha libido. Meus dedos entrelaçam o seu cabelo, puxando-o para trás e eu clamo pela sua boca, o fogo queimando mais quente e mais forte no meu ventre. Ele geme e me empurra de volta no sofá. Ele se senta e arranca minhas calças junto com as dele.

— Home run, — ele suspira, e rapidamente me preenche.

— Ah... — Eu gemo e ele para, agarrando meu rosto entre as suas mãos.

— Eu te amo, Sra. Jonas, — ele sussurra e bem devagar, gentilmente, ele faz amor comigo até eu arrebentar pelas costuras, chamando por ele e me agarrando a ele, querendo nunca deixá-lo ir.

Eu deito esparramada no seu peito. Estamos no chão da sala de TV.

                                                                                                              

Comentem... Eae gatonas, gostaram? Dividi em 4 partes, assim tempo mais tempo de betar os outros... 

Divulgação: http://jemiamorentreirmaos.blogspot.com/
http://jemiamorentreirmaos.blogspot.com/ 

Esqueci de alguém? Acho que não, enfim... Vi que uma seguidora tava perdida, perdica com o que gatona? Comentários respondidos, bjs lua


15 comentários:

  1. woooooooooooooooooow , "o pesadelo jemi ta apenas começando." nossa ... que sinistro essa frase kkkkkkkkkkkkkkkk #horror ! estou até imaginando o inferno que Jemi vai passar, ai deus , e esse Jack tem que se ferrar muito feio ! para aprender.

    Que fofo o Joe dizendo que ama o toque da Demi ^^ nem parece o mesmo Joe das outras temporadas kkk e a Demi falando de filhos ( Tão *Ownnnnt*) ! #ameeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeei


    posssssta logooo

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    1. Desculpa a frase sinistra kkkkkkk

      Joe ainda vai sofrer com o humor da Demi e Demi vai sofrer com uma coisinha que mais pra frente a senhorita descobre...

      Amanhã não sei se posto, mas segunda é certeza... bjs

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  2. Esse capitulo foi tão fofo!!! Joe falando que quer ter filhos foi... perfeito <33

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    1. awn eles querem, mas ainda não estão prontos

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  3. mds, de coraçao, esse capitulo ta mais que pfto, juro. Kra eu amei muito, sabia que é dificil entrar aqui nesse blog e encontrar alguma imperfeição? Sabia que eu nunca vou achar uma imperfeição nessa fic? amo tanto aqui que vc n imagina haha
    posta logo lua diva da fic ksks
    bjs, nanda

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    1. Aw, esse blog de longe é perfeito, mas fico feliz que goste o importante é isso...

      Amanhã não se se posso postar, segunda eu posto..

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  4. É que pensei que era uma mulher no carro . Agora De repente é um homem . Sabe o que é eu sou um pouco lerda . Mas esqueci .
    O que achou do meu blog ?
    Poste logo .
    Acho sua história bem interessante ...
    Cala a boca linda Shirlene . Ta bom shirlene2

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    1. Ninguém sabe quem realmente estava na perseguição. Pode ser um homem disfarçado ou uma mulher disfarçada. Isso a gente descobre la pra frente... Posto hoje se conseguir, ou só amanhã :)

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  5. muito obriga lindaaaa amei o capitulo
    posta logooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo e mais acho que helena e jack se juntaram para vingaca

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    1. Talvez Elena tente fazer vingança de outra maneira.... ou não. Quem sabe?

      Se der, posto hoje :)

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    2. Linda que frase sinistra foi aquela e aí posta looooogooo mais gente sua fique me viciou tou morrendo para ver outro capitulo mais mão quero que a história acaba porque vou sentir saudades da história MAIS AGORA FALANDO SERIO VOCÊ ME ENFEITIÇOU DE ALGUMA FORMA(morrendo por um capitulo novo) beijo LUA( posso te chamar assim) posta logo postaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaass loggggggggg

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    3. Sou feiticeira sabia? kkkk n

      To betando o capítulo, mas daqui a pouco vou sair... se terminar a tempo posto hoje ok?
      To dividindo todos os capítulos em 4 ou 3 partes, assim consigo postar todos os dias (de segunda a sexta) se não fizer isso só posto 2 vezes por semana...

      Pode me chamar de lua sim, bjs mel

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    4. Meu nome e shirley mel e minha Bff mas pode me chamar danger bj

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  6. Aaaaaaa que hot perfeito, mas o capitulo ao todo está perfeito como sempre Lua, vc arrasa como sempreee, amo o seu blog e amo vc tb ;)
    Posta logo, desculpe por demorar a comentar

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    1. Oi iza, aw mt mt mt obrigada. Eu não arraso como vc diz, mas fico feliz que goste, bjs :)

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