segunda-feira, 26 de agosto de 2013

cap.07- 3ª temporada (3/4)

              A reunião dura duas horas. Todos os coordenadores estavam presentes, além de Roach e Elizabeth. Nós discutimos o pessoal, estratégia, segurança e o final do ano. Conforme a reunião progredia, eu me sentia mais e mais desconfortável.Houve uma brusca mudança em como os meus colegas estão me tratando, uma distância e diferença que não havia antes de eu sair para a minha lua de mel. E de Courtney, que dirige a divisão de não ficção, há uma hostilidade franca. Talvez eu esteja paranóica, mas isso explica de alguma forma a risada estranha de Elizabeth essa manhã. Minha mente volta para o iate, então para o quarto de jogos e para o R8 fugindo do Dodge misterioso na I-5. Talvez Joseph esteja certo... talvez eu não possa mais fazer isso. Essa idéia é deprimente, isso é tudo que eu sempre quis fazer. Se eu não fizer isso, o que eu farei? Enquanto eu volto para a minha sala, eu tento afastar esses pensamentos ruins. Quando eu sento na minha mesa, rapidamente checo os meus e-mails. Nada de Joseph. Checo meu BlackBerry... nada ainda. Bom. Pelo menos ele não teve nenhuma reação contrária ao meu e-mail. Talvez nós discutamos isso essa noite, conforme o meu pedido. Eu acho difícil de acreditar, mas ignorando essa sensação desagradável, eu abro o plano de marketing que me foi dado na reunião. Seguindo o nosso ritual das segundas, Hannah entra na minha sala com um prato para o meu lanche preparado pela Sra. Jones, e nós sentamos para comer nossos lanches juntas, discutindo quais os objetivos da semana. Ela me atualiza sobre as fofocas do escritório também, o que, considerando que eu estive fora por três semanas, é muita coisa. Enquanto estamos conversando, alguém bate à porta.

— Entre.

Roach abre a porta, e parado atrás dele está Joseph. Eu momentaneamente travo. Joseph me dá um olhar ardente e entra, antes sorrindo educadamente para Hannah.

— Olá, você deve ser Hannah. Eu sou Joseph Jonas, — ele diz. Hannah se embaralha com os pés e estende a mão.

— Sr. Jonas. É-é um prazer te conhecer, — ela gagueja com as mãos tremendo.
— Eu posso te oferecer um café?

— Por favor, — ele diz calmamente. Com um rápido olhar intrigado para mim, ele olha para o escritório atrás de Roach, que está tão mudo quanto eu na porta da minha sala.

— Se você me der licença Roach, eu gostaria de ter uma palavra com a Srta. Lovato. — Joseph reforça o "ita"… sarcasticamente.

É por isso que ele está aqui... Merda!

— Claro Sr. Jonas. Demi, — Roach murmura, fechando a porta da minha sala conforme ele sai. Eu recupero a fala.

— Sr. Jonas, que bom vê-lo. — Eu sorrio, muito docemente.

— Srta. Lovato, eu posso me sentar?

— É a sua empresa. — Eu indico a cadeira em que Hannah estava sentada.

Sim, é. — Ele me dá um sorriso arisco, um sorriso que não chega aos seus olhos. Seu tom é seco. Ele está inquieto de tensão, eu posso senti-la à minha volta. Merda. Meu coração encolhe.

— Seu escritório é bem pequeno, — ele diz, conforme senta em frente à minha mesa.

— Serve para mim.

Ele me olha com neutralidade, mas eu sei que está bravo. Eu dou um longo suspiro. Isso não vai ser divertido.

— O que eu posso fazer por você, Joseph?

— Eu só estou verificando os meus bens.

— Seus bens? Todos eles?

— Todos eles. Alguns precisam de um reposicionamento.

— Reposicionamento? Em que sentido?

— Eu acho que você sabe. — Sua voz é ameaçadoramente calma.

— Por favor, não me diga que você interrompeu o seu dia depois de três semanas afastado para vir aqui e brigar comigo a respeito do meu nome. — Eu não sou uma droga de propriedade!

Ele se mexe e cruza as pernas.

— Não exatamente brigar. Não.

— Joseph, eu estou trabalhando.

— Para mim parece que você estava fofocando com a sua assistente.

Meu rosto queima.

— Nós estávamos repassando as nossas tarefas. — Eu vocifero.
— E você não respondeu a minha pergunta.

Há uma batida na porta.

— Entre! — Eu grito, alto demais.

Hannah abre a porta e traz uma pequena bandeja. Jarro de leite, um pote de açúcar, café em uma máquina francesa. Ela trouxe tudo. Ela coloca a bandeja na minha mesa.

— Obrigada Hannah, — eu murmuro, envergonhada por ter gritado tão alto.

— Você precisa de algo mais, Sr. Jonas? —Ela pergunta sem fôlego. Eu quero virar os meus olhos para ela.

— Não, obrigado. Isso é tudo. — Ele dá o seu sorriso deslumbrante, o sorriso de derrubar calcinha para ela. Ela cora e sai afetada. Joseph volta sua atenção para mim.

— Agora, Srta. Lovato, onde nós estávamos?

— Você estava rudemente interrompendo o meu dia de trabalho para brigar comigo a respeito do meu nome.

Joseph pisca uma vez, surpreso, eu acho, pela veemência na minha voz. Habilmente, ele pega um pedaço de linha invisível no seu joelho com seus dedos longos e habilidosos. Distração. Ele está fazendo isso de propósito. Eu estreito meus olhos para ele.

— Eu gosto de fazer visitas surpresas. Isso mantém empregados atentos, esposas nos seus lugares. Você sabe. — Ele encolhe os ombros, sua boca fechada em uma linha arrogante.

Esposas nos seus lugares!

— Eu não tinha ideia de que você tem tempo de sobra, — eu respondo. Seus olhos esfriam.

— Porque você não quer mudar o seu nome aqui? —Ele pergunta, sua voz mortalmente calma.

— Joseph, nós temos que discutir isso agora?

— Eu estou aqui. Não vejo porque não.

— Eu tenho uma tonelada de trabalho para fazer, fiquei longe por três semanas. — Ele olha para mim, seus olhos frios e avaliadores, distantes até. Me admira que ele possa parecer tão frio após a noite passada, depois das últimas três semanas. Droga. Ele deve estar muito bravo, realmente bravo. Quando ele vai aprender a não exagerar na reação?

— Você está com vergonha de mim? — Ele pergunta, sua voz enganosamente suave.

— Não! Joseph, claro que não! —Eu franzo as sobrancelhas.
— Isso é sobre mim, não sobre você. — Jesus, ele é irritante às vezes. Bobo megalomaníaco controlador.

— Como isso não é sobre mim? — Ele inclina sua cabeça para um lado, genuinamente perplexo, a sua indiferença se esvaindo enquanto ele me olha atentamente, e eu percebo o que ele está sentido. Puta merda. Eu o magoei. Oh não... Ele é a ultima pessoa que eu quero magoar. Eu tenho que fazê-lo ver a minha lógica. Eu tenho que explicar as minhas razões para ele.

— Joseph, quando eu assumi esse trabalho, eu tinha acabado de te conhecer, — eu digo pacientemente, lutando para encontrar as palavras certas.
— Eu não sabia que você ia comprar a empresa. — O que eu posso dizer a respeito desse momento na nossa história? Suas razões insanas para fazer isso, sua necessidade de controle absurda, sua tendência de perseguir ao extremo e sem controle, tudo porque ele é tão rico. Eu sei que ele quer me manter segura, mais é o fato de ele ser dono da SIP o principal problema aqui. Se ele nunca tivesse interferido, eu poderia continuar normalmente e não ter que enfrentar as recriminações sussurradas e descontentes dos meus colegas. Eu coloco minha cabeça entre as minhas mãos só para quebrar o contato com ele.

— Porque isso é tão importante pra você? — Eu pergunto, tentando desesperadamente manter o meu desgastado temperamento. Eu olho para o seu olhar impassível, seus olhos estão luminosos, não revelando nada, a sua mágoa anterior agora escondida. Mas mesmo enquanto eu faço a pergunta, lá no fundo eu sei a resposta antes mesmo dele dizer.

— Eu quero que todos saibam que você é minha.

— Eu sou sua, olhe. — Eu levando a minha mão esquerda, mostrando as minhas alianças de casamento e de noivado.

— Isso não é o bastante.

— Casar com você não é o bastante? — Minha voz é quase um suspiro.

Ele pisca, percebendo o horror no meu rosto. Onde mais eu posso ir a partir daqui? O que mais eu posso fazer?

— Não foi isso o que eu quis dizer, — ele responde e passa a mão pelos seus cabelos longos demais de forma que um pedaço cai na sua testa.

Ele engole.

— Eu quero que o seu mundo comece e termine comigo, — ele diz, sua expressão clara.

O seu comentário me desestabiliza. É como se ele tivesse me dado um soco forte no estomago, atingindo-me e me ferindo. E eu vejo um pequeno e assustado garoto de cabelos negros e olhos cinzentos, vestindo roupas sujas, descoordenadas e mal ajustadas.

— É assim, — eu digo sem pestanejar, porque é verdade.
— Eu só estou tentando estabelecer uma carreira, e eu não quero fazê-la em seu nome. Eu tenho que fazer algo Joseph. Você não pode me aprisionar no Escala ou na casa nova sem nada para fazer. Eu vou ficar louca. Eu vou sufocar. Eu sempre trabalhei, e sempre gostei. Esse é o emprego dos meus sonhos; é o que eu sempre quis. Mas fazer isso não significa que eu te ame menos. Você é o mundo para mim. — Minha garganta seca e há lágrimas nos meus olhos. Eu não devo chorar, não aqui.

Eu repito sem parar na minha cabeça. Eu não devo chorar. Eu não devo chorar. Ele me olha sem dizer nada. Então algo passa pela sua cabeça, como se ele estivesse considerando o que eu disse.

— Eu te sufoco? — Sua voz é um sussurro, e é um eco da pergunta que ele me fez anteriormente.

— Não... sim... não. — Essa é uma conversa tão cansativa, não a que eu queria ter agora, aqui. Eu fecho os olhos e esfrego a testa, tentando imaginar como nós chegamos a isto.

— Olhe, nós estamos falando sobre o meu nome. Eu quero manter o meu nome aqui porque eu quero colocar uma distancia entre mim e você... mas só aqui, e é isso. Você sabe que todo mundo pensa que eu conquistei esse trabalho por sua causa, quando a realidade é, — Eu paro, quando os seus olhos se arregalam. Oh não... Isso é por causa dele?

— Você quer saber porquê você ganhou esse emprego, Demetria?

Demetria? Droga.

— O quê? O que você quer dizer?

Ele se mexe na cadeira como se estivesse se preparando. Eu quero saber?

— O gerente aqui deu o emprego do Hyde pra você cuidar. Eles não queriam o gasto de ter de contratar um executivo sênior enquanto a empresa estava quase vendida. Eles não tinham a menor ideia do que o novo dono iria fazer quando tomasse posse, então sabiamente, eles não quiseram um gasto extra. Então eles te deram a vaga do Hyde para tomar conta até o novo dono— ele para, e me dá um sorriso irônico
— que sou eu, tomar posse.

Puta merda!

— O que você está falando? — Então foi por causa dele. Droga! Eu estou horrorizada.

Ele sorri e balança a cabeça com a minha surpresa.

— Calma. Você está mais do que à altura do desafio. Você está se saindo muito bem. — Há um pequeno toque de orgulho na sua voz, e quase me destrói.

— Oh, — eu murmuro de forma incoerente, absorvendo essa novidade. Eu sento direito na minha cadeira, a boca aberta, encarando-o. Ele se mexe de novo.

— Eu não quero te sufocar Demi. Eu não quero te por numa gaiola dourada. Bem... — Ele para, sua expressão mais sombria.
— Bom, o meu lado racional não quer. — Ele esfrega o seu queixo como se estivesse elaborando um plano.

Oh, aonde ele vai com isso? Joseph olha para cima de repente, como se ele tivesse um insight.

— Então, uma das razões pelas quais eu estou aqui, sem contar para lidar com a minha esposa errante, — ele diz, apertando os seus olhos,
— é para discutir o que eu vou fazer com essa empresa.

Esposa errante! Eu não sou errante, eu não sou uma propriedade. Eu o encaro novamente e a ameaça das lágrimas desaparece.

— E quais são os seus planos? — Eu inclino a minha cabeça para o lado, repetindo o seu gesto, e não posso evitar o tom sarcástico. Seus lábios se transformam em um quase sorriso. Jesus, mudança de humor, de novo! Como eu posso acompanhar o Sr. Temperamental?

— Eu vou renomear a empresa, para Publicações Jonas.

Puta merda.

— E no prazo de um ano, ela será sua.

Fico de boca aberta de novo, mais aberta dessa vez.

— Esse é o meu presente de casamento para você.

Eu fecho a boca então a abro novamente, tentando articular alguma coisa, mas não consigo. Minha mente está em branco.

— Então, será que eu tenho que mudar o nome para Publicações Lovato? — Ele está sério. Caramba.

— Joseph, — eu sussurro, quando a minha mente finalmente se reconecta com a minha boca.
— Você me deu um relógio... Eu não posso comandar um negócio.

Ele vira a sua cabeça para o lado novamente e me dá um olhar de censura.

— Eu toco o meu próprio negocio desde que tinha vinte e um anos.

— Mas você é... você. Louco por controle e um jovem prodígio. Jesus, Joseph, você cursava economia em Harvard antes de desistir. Pelo menos você tem alguma noção. Eu vendi tinta e cabos por três anos em meio período, pelo amor de Deus. Eu conheço tão pouco do mundo e eu sei quase nada! — Minha voz se eleva, ficando mais alta conforme eu termino o meu discurso.

— Você também é a pessoa com mais conhecimento que eu conheço, — ele aponta sinceramente.
Você adora um bom livro. Você não conseguia largar o seu trabalho nem durante a lua de mel. Você leu quantos manuscritos? Quatro?

— Cinco, — eu sussurro.

— E você escreveu relatórios completos de todos eles. Você é uma jovem brilhante, Demetria. Eu tenho certeza de que você consegue comandar.

— Você é louco?

— Louco por você, — ele murmura.

E eu bufo, porque é a única coisa que o meu corpo consegue fazer. Ele estreita os olhos.

— Você vai ser motivo de piada. Comprar uma empresa para uma pequena mulher, que só tinha tido um emprego de meio período por alguns meses da sua vida adulta.

— E você dá a mínima pro que as pessoas pensam? Além disso, você não estará sozinha.

Eu olho para ele. Ele realmente perdeu a noção dessa vez.

— Joseph, eu... — Eu coloco a minha cabeça entre as minhas mãos, minhas emoções estão em frangalhos. Ele é doido? E de algum lugar escuro e profundo eu tenho a repentina e inapropriada vontade de rir. Quando eu olho para ele, ele está com os olhos arregalados.

— Tem algo te divertindo, Srta. Lovato?

— Sim. Você.

Seus olhos se abrem mais, chocados, mas também divertidos.

— Rindo do seu marido? Nunca faça isso. E você está mordendo o lábio. — Seus olhos se tornam mais profundos... Daquele jeito. Oh não, eu conheço esse olhar. Misterioso, sedutor, devasso...

Não, não, não! Não aqui.

— Nem pense nisso, — eu aviso, o alarme claro em minha voz.

— Pensar no que, Demetria?

— Eu conheço esse olhar. Nós estamos no trabalho.

Ele se inclina para frente, seus olhos grudados nos meus, cinza escuros e famintos. Puta merda! Eu engulo instintivamente.

— Nós estamos em uma pequena sala, razoavelmente a prova de som, e com uma porta com tranca.

— Falta moral grave. — Eu digo cada palavra com cuidado.

— Não com o seu marido.

— Com o chefe do chefe do meu chefe, — eu sibilo.

— Você é minha mulher.

— Joseph, não. Eu falo sério. Você pode me foder em sete tons de domingo essa noite. Mas não agora. Não aqui!

Ele pisca e seus olhos se estreitam mais uma vez. Então, inesperadamente, ele ri.

— Sete tons de domingo? — Ele arqueia a sobrancelha, intrigado.
— Eu posso te cobrar isso, Srta. Lovato.

— Oh, pare com isso de Srta. Lovato. — Eu digo e bato na mesa, surpreendendo a nós dois.
— Pelo amor de Deus, Joseph. Se é tão importante para você, eu vou mudar o meu nome!

Sua boca se abre enquanto ele inala pesadamente. E então ele ri, um sorriso radiante, alegre e com todos os dentes à mostra. Wow...

— Bom. —Ele bate as mãos, e de repente se levanta. O que agora?
— Missão cumprida. Agora, eu tenho que trabalhar. Se você me dá licença, Sra. Jonas.

Ah, esse homem é tão enlouquecedor!

 — Mas...

— Mas o que, Sra. Jonas? Eu cedo.

— Vá.

— Eu pretendo ir. Eu te verei essa noite. E estou ansioso para os sete tons de domingo.

Eu franzo as sobrancelhas.

— Oh, e eu tenho um monte de reuniões de negócios chegando, e eu gostaria que você me acompanhasse.

Eu olho para ele. Você simplesmente vai embora?

— Eu vou pedir para Andrea ligar para Hannah para ela colocar as datas no seu calendário. Há algumas pessoas que você precisa conhecer. Você deve pedir para a Hannah te ajudar com os seus horários daqui para frente.

— Ok, — eu murmuro, completamente confusa, desorientada e em choque.

Ele se inclina sobre a minha mesa. O que agora? Eu sou fisgada pelo seu olhar hipnotizante.

— Adoro negociar com você, Sra. Jonas. — Ele se abaixa mais enquanto eu fico sentada paralisada, e ele dá um beijo suave e carinhoso nos meus lábios.
— Até mais, tarde bebê, — ele murmura. Ele se levanta abruptamente, pisca para mim, e sai.


               Eu coloco a minha cabeça sobre a mesa, sentindo como se eu tivesse sido atingida por um trem em movimento, o trem em movimento que é o meu amado marido. Ele tem que ser o mais frustrante, irritante, contrariado homem no planeta. Eu me levanto e esfrego os olhos freneticamente. Com o que eu acabei de concordar? Ok, Demi Jonas comandando a SIP, quer dizer, Publicações Jonas. O homem é louco. Alguém bate na porta, e a cabeça de Hannah aparece.

— Você está bem? — Ela pergunta.

Eu simplesmente a encaro. Ela franze a testa.

— Eu sei que você não gosta que eu faça isso, mas eu posso te fazer um chá? Eu assinto.

— Twinings English Breakfast, preto e fraco?

Eu aceno com a cabeça.

— Já trago, Demi.

Eu encaro a tela do meu computador sem enxergar nada, ainda em choque. Como eu posso fazê-lo entender? E-mail!


De: Demetria Lovato
Assunto: NÃO UMA PROPRIEDADE!
Para: Joseph Jonas

Sr. Jonas
Da próxima vez que você vir me ver, marque um horário, assim pelo menos eu posso ter um aviso prévio da sua irritante e adolescente megalomania.
Sua Demetria >Jonas< por favor note o nome Coordenadora Editorial, SIP


De: Joseph Jonas
Assunto: Sete Tons de Domingo
Para: Demetria Lovato

Minha querida Sra. Jonas (ênfase no minha)
O que eu posso dizer em minha defesa? Eu estava na vizinhança. E não, você não é uma propriedade, você é minha esposa amada. Como sempre, você fez o meu dia.
Joseph Jonas CEO & Irritante Megalomaníaco, Jonas Enterprises Holdings, Inc.


Ele está tentando ser engraçado, mas eu não estou no humor para rir. Eu solto um suspiro profundo e volto para a minha correspondência.


           

35 comentários:

  1. Oh Jonas... A Demi não riu , mas eu ri kkkkk'

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  2. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk só o que eu tenho a dizer
    ele sabe que na marra em um local de trabalho não dá , então ele foi por ouro caminho kkkkkk #sabido o homem kkk

    posssssssta logooo

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    1. Joe é esperto, esse charme dele ainda vai convencer e irritar a demi muito kkk

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  3. So acho qe a Senhora Jonas esta P da vida cm o Joshep kkkkkkkkkkkkk
    Eu achei super fofo o presente de casamento dele pra ela gente *--* Apesar de ser irritante e megalomaníaco ela se importa demais cm ela :D Kkkk eu curto pra caramba as brigas deles dois e mais ainda a forma como eles fazem as pazes kkkk
    Bjos - Marina

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    1. amo as brigas, são engraçadas dms kkkkkkkk

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  4. Primeira , adorei o capitulo .
    Esse marido em ! Eu não quero não . ( mentindo nem que vc me amarre eu quero vc Joseph Adam Jonas ) . Mentira gente até no serviço ?! Não sei não em .
    Beijo .

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  5. Lindo perfeito amei mais Joe e mesmo maluco
    de verdae ele para um adolescente mimado e Demi a lindo garota que roubou seu coracao
    Linda tou diseluidida afinal capitulo era para ser didicado a min mais nao faz mal a sua pequena irritante ja nao vai te encomodar mais
    Nao tou zangada nem triste era so um bricadeira
    bj

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    1. aaaaaaaaaaaa eu dediquei, mas não foi minhas notas finais do capítulo :( desculpa

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  6. divulga?
    http://fanmadehistorias.blogspot.com.br/
    é muito bom ta no começa ainda,vejam esse blog e comentem bastante.

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    1. vc ta em anony, quando a autora pedir divulgo ;)

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  7. Este comentário foi removido pelo autor.

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  8. - Cara, eu preciso de um Joseph Jonas urgentemente! Eu não sei direito, mas acho que vou fazer administração, aí eu vou poder trabalhar nas Publicações Jonas :D SQN KKKKKK ! Joe é muito inteligente e do mesmo jeito que ele negocia ele é Romântico ! Sete Tons de Domingo é a+ KKKKK
    Espero ansiosamente o próximo capítulo (:

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    1. KKKKKKKKKKKKK BOA, ATÉ EU QUERO TRABALHAR PRA ALGUÉM ASSIM!!!!

      Posto hoje

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  9. Sua fic é tão boa, impossível não viciar, porém to achando tudo muito perfeito agora, tudo indo muito bem, já ta na hora de acontecer algo emocionante, alguma trama sei lá, mas eu amo sua fic, nunca pare de postar, é a unica fic que eu consigo gostar tanto. PS: Por mais que a Demi resista ela sempre cai nos encantos do Joe kkk, mas ela parece meio brava, anciosa pra o procimo capitulo!

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    1. Olha que vai acontecer ein, algo pesado...

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  10. Nunca li 50 tons, você escreve exatamente como o livro ou você faz algumas mudanças? Sua história é muito boa, parabéns.

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  11. kkkkk a Demi não riu mas eu ri kkkk caraca o Joe é bom em convencer as pessoas, no jeitinho só dele , Demi super boladaa

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  12. Sete tons de Domingo... (s/ mais comentários)

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    1. hahaha como se eles fizessem só sete tons né? é hot toda hora rs

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  13. na verdade eu não entendi o "sete tons de domingo"

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    1. eles vão transar até que a demi tenha sete tons diferentes, uma lembrança de uma dia preguiçosa de domingo...

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  14. Joseph sempre consegue o que ele quer ksksks EU NECESSITO DE UM JOSEPH URGENTE ks
    esse homem me surpreende a cada capitulo
    Luaaaa ta tudo pfto, capitulo maravillhoso
    posta logo
    beijos, nanda

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    1. JOSEPH PERFEITO!!!!!

      Obrigada, posto daqui a pouco

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  15. Joseph sempre consegue o que quer na maior cara de pau. kkkkkkkkk, ta tudo muito perfeito.
    Divulga pra mim?- mechamoilusao-fanficjemi.blogspot.com-
    Beijos.

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    1. sim, ele n tem um pingo de vergonha... divulgo :)

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  16. Oiee,
    Tem um selinho pra vc
    http://amor4everjemi.blogspot.com.br/p/selinhos_19.html
    bjuss

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  17. Adoro essas discussões deles hehe
    Joe sempre tão controlador. A Demi finge, mas ela gosta!! Mas quem não ia gostar também né kkkk,
    Posta logo ^^
    Beijos~

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    1. Quem não cai nos encantos do senhor Jonas? Posto hoje de tarde ;)

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  18. Este comentário foi removido pelo autor.

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