quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Cap. 12- 3° temporada (2\4)

Capitulo 12 (2\4)


Eu acordo num sobressalto, desorientada. Onde eu estou? O quarto de jogos. As luzes ainda estão acesas, suavemente iluminando as paredes vermelho-sangue. Joseph geme de novo, e eu percebo que isso é o que me acordou.
— Não, — ele geme. Ele está deitado ao meu lado, com a cabeça para trás, os olhos apertados, o rosto contorcido de angústia.
Puta merda. Ele está tendo um pesadelo.
— Não! — Ele grita novamente.
— Joseph, acorde. — Eu me esforço para me sentar, chutando o lençol. Ajoelhada ao seu lado, eu agarro seus ombros e o sacudo, enquanto lágrimas surgem em meus olhos.
— Joseph, por favor. Acorde!
Seus olhos se abrem, cinzas e selvagens, suas pupilas dilatadas com medo. Ele olha distraidamente para mim.
— Joseph, você está tendo um pesadelo. Você está em casa. Você está seguro. Ele pisca, olha ao redor freneticamente, e franze a testa enquanto ele assimila o
ambiente. Então, os seus olhos estão de volta nos meus. — Demi, — ele respira, e sem qualquer preâmbulo ele agarra meu rosto com as duas mãos, me puxa para baixo de seu peito, e me beija. Duro. Sua língua invade minha boca, e ele tem um gosto de desespero e necessidade. Mal me dando a chance para respirar, ele rola, os lábios colados aos meus de modo que ele me pressiona no colchão duro. Uma de suas mãos aperta minha mandíbula, a outra se espalha em cima da minha cabeça, me mantendo imóvel enquanto seu joelho separa minhas pernas e ele se aninha, ainda vestido seu jeans, entre as minhas coxas.
— Demi, ele suspira, como se não pudesse acreditar que eu estou lá com ele. Ele olha para mim por uma fração de segundo, permitindo-me um momento para respirar. Em seguida, seus lábios estão nos meus novamente, saqueando minha boca, levando tudo o que tenho para dar. Ele geme alto, flexionando os quadris para mim. Sua ereção revestida pelo jeans empurra minha carne macia. Oh... Eu gemo, e toda a tensão sexual reprimida de antes entra em erupção, ressurgindo como uma vingança, enchendo meu corpo de desejo e
necessidade. Impulsionado por seus demônios, ele desesperadamente beija meu rosto,
meus olhos, minhas bochechas, ao longo da minha mandíbula.
— Eu estou aqui, — sussurro, tentando acalmá-lo, nossas respirações quentes e ofegantes se misturando. Eu envolvo meus braços ao redor de seus ombros, enquanto eu aliso minha pélvis contra a sua em sinal de boas-vindas.
— Oh, Demi, — ele arfa, sua voz áspera e baixa. — Eu preciso de você.
— Eu, também, — sussurro urgente, meu corpo desesperado por seu toque. Eu quero ele. Quero ele agora. Quero curá-lo. Quero me curar... Eu preciso disso. Sua mão se estende para baixo até sua braguilha, mexendo rapidamente, e liberando sua ereção.
Puta merda. Eu estava dormindo menos de um minuto atrás.
Ele muda de posição, olhando para mim por uma fração de segundo, suspenso acima de mim.
— Sim. Por favor, — respiro, minha voz rouca e necessitada. E em um movimento rápido, ele enterra-se dentro de mim.
— Ah! — Eu grito, não de dor, mas de surpresa pelo seu entusiasmo.
Ele geme, e seus lábios encontram os meus novamente, enquanto ele empurra para dentro de mim, mais e mais, sua língua me possuindo, também. Ele se move freneticamente, impulsionado pelo seu medo, sua luxúria, seu desejo, seu amor? Eu não sei, mas eu o aceito, impulso por impulso.
— Demi, — ele rosna quase inarticuladamente, e goza com força, derramando-se em mim, o rosto tenso, seu corpo rígido, antes de ele cair com todo seu peso sobre mim, ofegante, e ele me deixa sufocada... novamente.
Puta merda. Esta não é minha noite. Minha deusa interior está se preparando para estripar a si mesma. Eu o seguro, dando uma golfada de ar e praticamente me contorcendo com a necessidade embaixo dele. Ele me segura por alguns minutos... muitos minutos. Finalmente, ele balança a cabeça e inclina-se sobre os cotovelos, levando o seu peso. Ele olha para mim como se me visse pela primeira vez.
— Oh, Demi. Meu Deus. — Ele se inclina e me beija ternamente.
— Você está bem? — Eu respiro, acariciando seu rosto adorável. Ele acena, mas ele parece abalado e definitivamente mais agitado. Meu pobre menino. Ele franze a testa e olha atentamente dentro dos meus olhos como se, finalmente, registrando onde ele está.
— Você? — Pergunta ele, a preocupação em sua voz.
— Hmm... — Eu me contorço debaixo dele, e depois de um momento ele sorri, um sorriso carnal.
— Sra. Jonas, você tem necessidades, — ele murmura. Ele me beija rapidamente, então corre para fora da cama.
Ajoelhado no chão no final da cama, ele estica os braços e me agarra um pouco acima dos joelhos, puxando-me para ele, de modo que minhas costas ficam na beirada da cama.
— Sente-se, — ele murmura. Luto para conseguir ficar sentada na posição, meu cabelo caindo como um véu em torno de mim, até meus seios. Seu olhar cinza está parado em meus olhos, enquanto ele gentilmente empurra minhas pernas até ficarem tão afastadas quanto eu consigo. Eu me inclino para trás em minhas mãos, sabendo muito bem o que ele vai fazer. Mas... Ele é tão... Hmm...
— Você é bonita pra caralho, Demi, — ele respira, e o vejo mergulhar sua cabeça de cabelos cor de cobre e plantar uma trilha de beijos até minha coxa direita, em direção ao meu norte. Meu corpo inteiro aperta em antecipação. Ele olha para mim, seus olhos escurecendo através dos longos cílios.
— Veja, — ele diz e então sua boca está em mim.
Oh meu. Eu grito como se o mundo estivesse concentrado no ápice das minhas coxas, e é tão erótico vê-lo. Assistindo sua língua contra o que parece ser a parte mais sensível do meu corpo. E ele não tem piedade, provocações e insultos, me adorando. Meu corpo fica rígido e meus braços começam a tremer da tensão de ficar de pé.
— Não... ah, — murmuro. Gentilmente, ele coloca um longo dedo dentro de mim, e eu não posso suportar mais, caindo de costas na cama, saboreando essa boca e esse dedo em mim. Lenta e suavemente, ele massageia aquele ponto doce, dentro de mim. E é isso, foi. Eu explodo em volta dele, gritando uma interpretação incoerente de seu nome enquanto meu intenso orgasmo me faz arquear as costas para fora da cama. Eu acho que vejo estrelas, é um sentimento tão visceral e primitivo... Vagamente fico ciente de que ele está acariciando minha barriga, me dando suaves, doces beijos. Descendo as mãos, eu acaricio seu cabelo.
— Eu não terminei com você ainda, — ele murmura. E antes que eu tenha vindo inteiramente de volta para Seattle, Planeta Terra, ele está chegando em mim, segurando


meus quadris e me puxando para fora da cama para onde ele está ajoelhado, para seu colo
e sua ereção à minha espera.
Eu suspiro enquanto ele me preenche. Puta merda...
— Oh, baby, — ele respira enquanto envolve seus braços em volta de mim e para, segurando minha cabeça e beijando meu rosto. Ele flexiona seus quadris, e sinto picos de prazer quente e duro dentro de mim. Ele alcança minhas costas e me levanta, balançando sua virilha para cima.
— Ah, — eu lamento, e seus lábios estão novamente nos meus enquanto ele lentamente, tão lentamente me empurra com força, de novo e de novo. Eu jogo meus braços em volta do pescoço, entregando-me ao seu ritmo suave e para onde quer que ele me leve. Eu flexiono minhas coxas, montando-o... Ele é tão bom. Me inclinando, eu jogo a cabeça para trás, minha boca aberta em uma expressão silenciosa de prazer, me deleitando com seu amor doce.
— Demi, — ele respira, e se inclina para baixo, beijando minha garganta. Segurando-me apertado, lentamente dentro e fora, me empurrando mais alto... Cada vez mais alto...
Tão primorosamente cronometrado, uma força carnal. Um prazer feliz irradia profundamente, dentro de mim, enquanto ele me segura tão intimamente.
— Eu te amo, Demi, — ele sussurra perto do meu ouvido, sua voz baixa e áspera, e ele me levanta outra vez pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo. Eu enrolo minhas mãos em torno de seu pescoço em seu cabelo.
— Eu te amo, também, Joseph. — Abrindo os olhos, vejo que ele está olhando para mim, e tudo que eu vejo é o seu amor, brilhando forte na luz suave do quarto de jogos, seu pesadelo aparentemente esquecido. E à medida que eu sinto o meu corpo construindo minha libertação eu percebo que isso é o que eu queria, esta conexão, esta demonstração do nosso amor.
— Goze para mim, baby, — ele sussurra, com voz baixa. Eu aperto meus olhos enquanto meu corpo se contrai com o som baixo de sua voz, e eu gozo em voz alta, em um clímax intenso. Ele silencia, sua testa contra a minha, enquanto ele sussurra suavemente o meu nome, envolvendo seus braços em volta de mim, e encontra sua própria libertação.
Ele me levanta delicadamente e me coloca na cama. Eu deito em seus braços, torcida e finalmente saciada. Ele cheira o meu pescoço.
— Melhor agora? — Ele sussurra.
— Hmm.
— Devemos ir para a cama, ou você quer dormir aqui?
— Hmm.
— Sra. Jonas, fale comigo. — Ele soa divertido.
— Hmm.
— É o melhor que você pode fazer?
— Hmm.
— Venha. Me deixe colocá-la na cama. Eu não gosto de dormir aqui. Relutantemente, eu viro o rosto para olhar para ele. — Espere, — sussurro. Ele
pisca para mim, olhando de olhos arregalados e inocentes, e ao mesmo tempo completamente fodido e satisfeito consigo mesmo.
— Você está bem? — Eu pergunto.
Ele acena, sorrindo presunçosamente como um adolescente. — Eu estou agora.
— Oh, Joseph, — eu o repreendo e gentilmente acaricio seu rosto adorável. — Eu estava falando sobre o seu pesadelo.
Sua expressão congela momentaneamente, em seguida, ele fecha os olhos e aperta seus braços ao redor de mim, enterrando seu rosto no meu pescoço.
— Não, — ele sussurra, sua voz rouca e crua. Meu coração se aperta mais uma vez no meu peito, e eu o agarro com força, passando minhas mãos por suas costas e por seu cabelo.
— Sinto muito, — sussurro, alarmada com a reação dele. Puta merda, como posso acompanhar essas mudanças de humor? Que diabos foi seu pesadelo? Eu não quero lhe causar mais dor, fazendo-o reviver os detalhes. — Está tudo bem, — murmuro baixinho, desesperada para trazê-lo de volta para o menino brincalhão de um momento atrás. —
Está tudo bem, — repito mais e mais suavemente.
— Vamos para a cama, — ele diz em voz baixa depois de um tempo, e se afasta de mim, me deixando vazia e dolorida enquanto ele se levanta da cama. Eu levanto depois dele, mantendo o lençol de cetim em volta de mim, e agacho para pegar minhas roupas.
— Deixe-as, — ele diz, e antes que eu saiba, ele me pega em seus braços. — Eu não quero que você tropece nesse lençol e quebre seu pescoço. — Eu coloco meus braços em torno dele maravilhada que ele recuperou a compostura, e o acaricio enquanto ele me leva para o quarto no andar de baixo.



By Karoline Nunes...
COMENTÁRIOS RESPONDIDOS
Olá meninas obrigada pela confiança e pelas orações para a Lua...Beeeeeeeeeijos
Espero terminar o capitulo 12 nesse fim de semana...
Beeeeeeeijos

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Cap. 12- 3° temporada (1\4)

Capítulo 12  (1\4)



— Eu achei que você tivesse nascido aqui em Seattle, — murmuro. Minha mente corre. O que isso tem a ver com Jack? Joseph levanta o braço cobrindo o rosto e agarra um dos travesseiros, colocando-o abaixo da sua cabeça. Ele se recosta e me olha com uma expressão cautelosa. Depois de um momento ele balança a cabeça.
— Não. Elliot e eu fomos adotados em Detroit. Nos mudamos para cá logo após minha adoção. Denise queria morar na costa oeste, longe da expansão urbana, e ela conseguiu um emprego no Hospital Northwest. Eu tenho poucas memórias desse período. Mia foi adotada aqui.
— Então Jack é de Detroit?

— Sim.
Oh... — Como você sabe?
— Eu fiz uma verificação dos seus antecedentes quando você foi trabalhar para ele. Claro que ele fez. — Você tem um arquivo sobre ele, também? — Eu sorrio.
A boca de Joseph torce enquanto ele esconde seu sorriso. — Eu acho que é azul claro. — Seus dedos continuam a correr pelos meus cabelos. É calmante.
— O que há no arquivo dele?
Joseph pisca. Descendo ele acaricia minha bochecha. — Você realmente quer
saber?
— É tão ruim assim?
— Ele dá de ombros. — Eu conheço piores, — ele sussurra.
Não! Ele está se referindo a ele? E a imagem de Joseph como um pequeno menino perdido, sujo, amedrontado me vem à mente. Eu me enrolo em volta dele, segurando-o com mais força, puxando o lençol sobre ele, deito minha bochecha contra seu peito.
— O que? — Ele pergunta, intrigado com a minha reação.
—Nada, — murmuro.
— Não, não. Isso funciona para os dois lados, Demi. O que é?
— Olho para avaliar sua expressão apreensiva. Descansando minha bochecha sobre seu peito mais uma vez, eu decido contar a ele. — Às vezes eu imagino você como uma criança... antes de você ter vindo morar com os Jonass.
Joseph endurece. — Eu não estava falando de mim. Eu não quero sua pena, Demetria. Essa parte da minha vida já se foi. Passou.
— Não é pena, — sussurro, horrorizada. — É simpatia e tristeza, tristeza por alguém fazer isso com uma criança. — Eu respiro firme e profundamente enquanto meu estômago se contorce e lágrimas surgem em meus olhos mais uma vez. — Essa parte de sua vida não se foi, Joseph. Como você pode dizer isso? Você vive todos os dias com o seu passado. Você mesmo me disse, Cinqüenta Tons, lembra? — Minha voz é quase inaudível.
Joseph bufa e corre sua mão livre pelo cabelo, mas ele permanece quieto e tenso debaixo de mim.


— Eu sei que é por isso que você sente necessidade de me controlar. Manter-me segura.
— E ainda assim você opta por me desafiar, — ele murmura perplexo, passando a mão em meu cabelo.
Eu franzo a testa. Puta merda! Eu faço isso deliberadamente? Meu subconsciente remove seus óculos de meia-lua e mastiga o fim, apertando os lábios e balançando a cabeça. Eu o ignoro. Isto é confuso, eu sou sua esposa, não sua submissa, não uma empresa que ele adquiriu. Eu não sou a prostituta viciada em crack que era sua mãe...
Foda-se. O pensamento é revoltante. As palavras do Dr. Flynn me vem à mente:
"Basta continuar fazendo o que está fazendo. Joseph está virado de cabeça para baixo... É uma delícia de se ver."
É isso aí. Eu só estou fazendo o que eu sempre fiz. Não é isso que Joseph achava atraente em primeiro lugar?
Oh, esse homem é tão confuso.
— Dr. Flynn disse que eu deveria lhe dar o benefício da dúvida. Eu acho que eu dou, não tenho certeza. Talvez seja a minha maneira de trazê-lo para o aqui e agora, longe do seu passado, — sussurro. — Eu não sei. Eu simplesmente não consigo saber como você vai reagir.
Ele está em silêncio por um momento. — Foda-se Flynn, —resmunga para si mesmo.

— Ele disse que eu deveria continuar a me comportar da maneira que eu sempre me comportei com você.
— Agora ele diz isso? — Joseph diz secamente.
Ok. Isso não vai levar a nada. — Joseph, eu sei que você amava sua mãe, e você não poderia salvá-la. Não era seu trabalho fazer isso. Mas eu não sou ela.
Ele congela novamente. — Não, — ele sussurra.
— Não, ouça. Por favor. — Eu levanto minha cabeça para olhar nos olhos cinzentos que estão paralisados com medo. Ele está segurando a respiração. Oh, Joseph... Meu coração aperta. — Eu não sou ela. Eu sou muito mais forte do que ela. Eu tenho você, e você é muito mais forte agora, e eu sei que você me ama. Eu te amo, também, — sussurro.
Ele contrai a testa como se minhas palavras não fossem o que ele esperava. — Você ainda me ama? — Ele pergunta.
— Claro que sim. Joseph, eu sempre vou te amar. Não importa o que você fez para mim. — É esta certeza que ele quer?
Ele exala e fecha os olhos, colocando o braço sobre seu rosto, mas me abraça para mais perto, também.
— Não se esconda de mim. — Chegando mais perto, agarro sua mão e puxo seu braço para longe de seu rosto. — Você passou a vida escondendo. Por favor, não, não de mim.
Ele olha para mim com incredulidade e franze a testa. — Escondendo?
— Sim.
Ele muda de posição de repente, rola para o lado, movendo-me para que eu fique ao lado dele na cama. Ele chega mais perto, tira o cabelo do meu rosto e coloca uma mecha atrás de minha orelha.
— Você me perguntou hoje mais cedo se eu te odiava. Eu não entendi o por que, e agora — ele para, olhando para mim como se eu fosse um enigma completo.
— Você ainda acha que eu te odeio? — Agora minha voz é incrédula.
— Não. — Ele balança a cabeça. — Agora não. — Ele parece aliviado. — Mas eu preciso saber... por que você usou a palavra de segurança, Demi?
Eu empalideço. O que eu posso dizer a ele? Que ele me assustou. Que eu não sabia se ele ia parar. Que eu implorei e ele não parou. Que eu não queria que as coisas se intensificassem... como, como aquela vez aqui. Eu tremo ao lembrar dele me batendo com o cinto.
Eu engulo. — Porque... porque você estava tão irritado e distante e... frio. Eu não sabia o quão longe você iria.
Sua expressão é ilegível.
— Você ia me deixar gozar? — Minha voz é apenas um sussurro, e eu sinto minhas bochechas corarem, mas eu sustento meu olhar.
— Não, — ele diz eventualmente.
Puta merda. — Isso é... duro.
Os nós dos seus dedos roçam suavemente minha bochecha. — Mas eficaz, — ele murmura. Ele olha para mim como se estivesse tentando ver dentro da minha alma, seus olhos escurecendo. Depois de uma eternidade, ele murmura: — Estou feliz que você fez.
— Sério? — Eu não entendo.

Seus lábios torcem em um sorriso triste. — Sim. Eu não quero te machucar. Eu me empolguei. — Ele se abaixa e me beija. — Perdido no momento. — Ele me beija outra vez.
— Acontece muito com você.
Oh? E por alguma razão bizarra a idéia me agrada... Eu sorrio. Por que isso me faz feliz? Ele sorri, também.
— Eu não sei por que você está sorrindo, Sra. Jonas.
— Nem eu.
Ele envolve-se em torno de mim e coloca a cabeça no meu peito. Somos um emaranhado de membros nus e lençóis de cetim vermelho. Eu afago suas costas com uma mão e corro os dedos da outra mão pelo seu cabelo. Ele suspira e relaxa em meus braços.
— Isso significa que eu posso confiar em você... para me parar. Eu nunca quis magoar você, — ele murmura. — Eu preciso — ele para.
— Você precisa de quê?
— Eu preciso de controle, Demi. Como eu preciso de você. É a única maneira que eu conheço. Eu não posso mudar isso. Eu não posso. Eu tentei... e ainda assim, com você... —
Ele balança a cabeça, exasperado.
Eu engulo. Este é o coração do nosso dilema, a sua necessidade de controle e sua necessidade por mim. Eu me recuso a acreditar que estes são mutuamente exclusivos.
— Eu preciso de você, também, — eu sussurro, abraçando-o com mais força. — Eu vou tentar, Joseph. Vou tentar ser mais atenciosa.
— Eu quero que você precise de mim, — ele murmura.
Puta merda!
— Eu preciso! — Minha voz é apaixonada. Eu preciso muito dele. Eu o amo tanto.
— Eu quero cuidar de você.
— Você cuida. O tempo todo. Eu senti tanto sua falta enquanto você estava fora.
— É mesmo? — Ele parece surpreso.
— Sim, é claro. Eu odeio você indo embora.
Sinto seu sorriso. — Você poderia ter vindo comigo.
— Joseph, por favor. Não vamos discutir novamente esse argumento. Eu quero trabalhar.
Ele suspira enquanto eu passo meus dedos suavemente pelo seu cabelo.
— Eu te amo, Demi.

— Eu te amo, também, Joseph. Eu sempre vou te amar.
Nós dois permanecemos deitados calmo e tranquilamente depois da nossa tempestade. Ouvindo as batidas do seu coração, eu caio exausta no sono.



By Karoline Nunes...

Oie meninas desculpa a demora para postar mais fiquei esperando a Lua chegar em casa e ver se ela queria postar a fic,mais ela pediu que eu continuasse...
Mais noticia boa ela já está em casa e está se recuperando bem...
E ela está de olho heim,que coisa não gostaram de mim eh?
Só 7 comentários...Vamos lá queridas comentem...
Beeeeeeeeeeeeeeeeeijos

As 7 queridas que comentaram dedico esse capitulo em especial a vocês...

domingo, 20 de outubro de 2013

Cap 11- 3° temporada + final do hot

 
Olá a todo do blo Jemi 50 tons de cinza...
Para quem não me conhece,meu nome e Karoline Nunes eu também sou lovatic e tenho um blog "JEMI"...
Bom como todo mundo sabe a Lua está internada,ela passou e está passando por um momento muito difícil sem a mamãe dela...A tristeza tentou eu disse tentou consumir nosso amiga,então ela está com uma anemia grave junto com um resfriado muito forte,combinou os dois e a Luazita ficou fraquinha e teve de ser hospitalizada...
Mais sabe uma coisa que pode dar força a ela,os somentários de todas vocês...
Comentem queridas,mandem energias positivas,pensamentos bons e muita muita força...
Muitas vezes a Lua pensou em desistir,ai ela pensou em nóis, em como gostamos dela e de sua fic, e isso muitas vezes deu a força necessária para ela seguir em frente...QUEM NUNCA PRECISOU DE UMA PALAVRA AMIGA?
Sozinhas somos um pequeno sopro mais juntas somos um vendaval...
Ai vão minha palavras para Lua!
Lua sua pestinha,não nós deixe...Luta garota,só os vencedores partem para guerra...
Papai do céu te deu de presente para sua mãe e só ele no seu tempo pode tirar isso dela,sabe por que aonde quer que ela esteja ela deseja sua felicidade,sua vitória,sua vida...sim sua vida por que foi ela que te pós no mundo ela não gostaria de ser o motivo de você deixa-la...
Conte sempre sempre sempre comigo subrinha...
Beeeeeeeeeeeeijos te amo minha pestinha...
 
 
Prazer em conhecer vocês meninas,se quiserem me conhecer melhor passem lá no meu blog...
Mais enquanto eu estiver aqui me esforçarei ao máximo para não desapontar vocês...
Beeeijos Bom domingo e boa noite...
WARRIOR!




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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

cap.11- 3ª temporada + começo do hot



— Porque eu posso.

— Então você está indo pra cozinha? — Dou-lhe um sorriso incrédulo.

— Oh, tenha um pouco de fé, Sra. Jonas. Feche seus olhos.

Uau. Eu pensei que íamos ter uma briga, e aqui estamos nós, jogando na cozinha.

— Feche, — ele ordena.

Eu rolo primeiro, e depois fecho.

— Hmm.. Não é bom o suficiente, — ele resmunga. Abro um olho e vejo-o tomar um lenço cor de ameixa de seda para fora do bolso de trás da calça jeans. Ele coincide com o meu vestido. Santo Deus. Eu olho para ele com curiosidade. Quando foi que ele pegou isso?

— Feche, — ele ordena novamente.
— E não espie.

— Você está me vendando? — Murmuro, chocada. De repente eu estou sem fôlego.

— Sim.

— Joseph... — Ele coloca um dedo nos meus lábios, silenciando-me.

Eu quero falar.

— Nós vamos conversar mais tarde. Eu quero que você coma agora. Você disse que estava com fome. — Ele beija levemente meus lábios. A seda do lenço é macia contra minhas pálpebras enquanto ele a amarra firmemente na parte de trás da minha cabeça.

— Você pode ver? — Ele pergunta.

— Não, — eu resmungo, figurativamente revirando os olhos. Ele ri baixinho.

— Eu posso dizer quando você está rolando seus olhos... e você sabe como eu me sinto quando você faz isso.

Eu sorrio.

— Podemos começar e acabar logo com isso? — Eu digo.

 Essa impaciência, Sra. Jonas. Tão ansiosa para falar. — Seu tom é lúdico.

—Sim!

— Eu devo alimentá-la primeiro, — ele diz e roça seus lábios sobre a minha têmpora, acalmando-me instantaneamente.

Ok... Vamos fazer à sua maneira. Eu resigno ao meu destino e escuto seus movimentos em torno da cozinha. A porta da geladeira se abre, e Joseph coloca vários pratos na bancada atrás de mim. Ele vai para o microondas, coloca alguma coisa dentro, e liga. Minha curiosidade esta aguçada. Eu ouço a alavanca da torradeira, a virada do controle e do timer. Hmm, torrada?

— Sim. Estou ansiosa para conversar, — murmuro, distraída. Uma variedade de espécies exóticas, aromas picantes enchem a cozinha, e eu me desloco na minha cadeira.

— Esteja ainda, Demetria, — ele murmura, e ele está perto de mim de novo.
— Eu quero que você se comporte...— ele sussurra.

Oh meu. Meu interior congela e minha deusa nem sequer pisca.

— E não morda seu lábio. — Gentilmente ele puxa meu lábio inferior livrando dos meus dentes, e eu não posso ajudar o meu sorriso.

Em seguida, eu escuto o som de uma rolha sendo liberada a partir de uma garrafa e o suave som do vinho que está sendo derramado em um copo. Em seguida, um momento de silêncio, seguido de um clique tranqüilo e o silvo suave de ruído dos alto-falantes do som me cerca enquanto eles vêm à vida. O som forte de uma guitarra começa uma música que eu não conheço. Joseph gira o volume até ficar ao nível de fundo. Um homem começa a cantar, sua voz profunda, baixa e sexy.

— Primeiro bebida, eu acho, — Joseph sussurra, desviando-me da canção.
— Cabeça para trás. — Eu coloco minha cabeça para trás.
— Mais, — ele pede.

Eu forço, e seus lábios estão nos meus. Vinho fresco flui em minha boca. Eu engulo reflexivamente. Oh meu. Memórias invadem minha mente trazendo de volta lembranças de um tempo não muito distante. Eu amarrada na minha cama em Vancouver antes de me formar, Joseph não apreciando meu e-mail. Hmm... O tempo mudou? Não muito. Só que agora eu reconheço o vinho, o favorito de Joseph, Sancerre.

— Hmm, — murmuro em apreciação.

— Você gosta do vinho? — Ele sussurra, seu hálito quente na minha bochecha. Estou banhada em sua proximidade, sua vitalidade, o calor que irradia de seu corpo, mesmo que ele não me toque.

— Sim, — eu respiro.

— Mais?

— Eu sempre quero mais, com você.

Eu quase posso ouvir seu sorriso. Isso me faz sorrir também.

— Sra. Jonas, você está flertando comigo?

— Sim.

Seu anel de casamento faz um pequeno click contra o vidro enquanto ele toma mais um gole de vinho. Agora que é um som sexy. Desta vez, ele puxa a minha cabeça de volta, segurando-me. Ele me beija mais uma vez, e avidamente eu engulo o vinho que ele me dá. Ele sorri enquanto ele me beija novamente.

— Com fome?

— Eu acho que nós já estabelecemos que sim, Sr. Jonas.

O trovador no iPod está cantando sobre jogos perversos. Hmm... Como é apto.

O microondas silva, e Joseph me libera. Sento-me na posição vertical. A comida tem cheiro picante: alho, hortelã, orégano, alecrim, e cordeiro, eu acho. A porta do microondas abre, e o cheiro apetitoso cresce mais forte.

— Merda! Cristo! — Joseph pragueja, e um prato faz barulho na bancada.

Oh Cinquenta!

— Você está bem?

— Sim! — Ele diz, com a voz firme. Um momento depois, ele está de pé ao meu lado mais uma vez.

— Eu só me queimei. Aqui. — Ele facilita o dedo indicador em minha boca.
 — Talvez você possa sugá-lo melhor.

— Oh. — Segurando sua mão, eu tiro o dedo lentamente da minha boca.

— Ali, ali,— eu acalmo, e inclinado para frente eu chupo, resfriando o dedo, em seguida, beija-o suavemente duas vezes.

             Ele para de respirar. Eu recoloco na minha boca e chupo suavemente. Ele inala bruscamente, e o som viaja direto para a minha virilha. Ele tem um gosto tão delicioso como sempre, e eu percebo que este é o seu jogo de sedução lenta com a sua esposa. Eu pensei que ele estivesse bravo, e agora...? Este homem, meu marido, é tão confuso. Mas é assim que eu gosto dele. Brincalhão. Divertido. Sexy como o inferno. Ele me deu algumas respostas, mas eu sou gananciosa. Eu quero mais, mas eu quero jogar também. Depois da ansiedade e da tensão de hoje, e o pesadelo da noite passada com Jack, esta é uma diversão bem-vinda.

— O que você está pensando? — Joseph murmura, parando meus pensamentos enquanto ele puxa o dedo da minha boca.

— Como mercurial você é.

Ele acalma ao meu lado.

— Cinquenta tons, bebê, — ele diz, eventualmente e planta um leve beijo no canto da minha boca.

— Meu Cinquenta tons, — eu sussurro. Agarrando sua camiseta, eu o puxo de volta para mim.

— Oh não, você não, Sra. Jonas. Não toque... ainda não. — Ele pega a minha mão, retirando de sua camiseta, e beija cada dedo por sua vez.

— Sente-se, — ele ordena.

Eu faço beicinho.

— Eu vou bater se você fizer beicinho. Agora abra bem a boca.—  merda. Eu abro a minha boca, e ele coloca uma garfada de cordeiro picante, quente e coberta com molho fresco de iogurte, hortelã. Mmm. Eu mastigo.

— Você gosta?

— Sim.

Ele faz um barulho apreciativo, e eu sei que ele está comendo e aproveitando, também.

— Mais?

Concordo com a cabeça. Ele me dá outra garfada, e eu mastigo com entusiasmo. Ele coloca o garfo e corta... Pão, eu acho.

— Abra, — ele ordena.

Desta vez é um pedaço de pão e hummus. Sei que foi a Sra. Jones que fez, ou talvez fosse mesmo Joseph, ele foi fazer compras na delicatesse que descobri cerca de cinco semanas há apenas duas quadras do Escala. Eu mastigo com gratidão. Joseph em um clima lúdico aumenta meu apetite.

— Mais? — Ele pergunta.

Concordo com a cabeça.

— Mais de tudo. Por favor. Estou morrendo de fome.

Eu ouço seu sorriso encantador. Lento e pacientemente ele me alimenta, ocasionalmente beijando um bocado de comida a partir do canto da minha boca ou limpando com os dedos. Intermitente, ele me oferece um gole de vinho em sua forma única.

— Abri, então morde, — ele murmura. Eu sigo o seu comando. Hmm, um dos meus favoritos, recheado de folhas de videira. Mesmo frio eles são deliciosos, apesar de eu preferi-los aquecidos, mas eu não quero correr o risco de Joseph se queimar novamente. Ele me alimenta lentamente, e quando eu termino eu lambo os dedos para limpar.

— Mais? — Ele pergunta, com a voz baixa e rouca.

Eu balanço minha cabeça. Eu estou cheia.

— Bom, — ele sussurra em meu ouvido,
— porque chegou a hora do meu prato favorito claro. Você. — Ele me coloca em seus braços, surpreendendo-me tanto que eu grito.

— Posso tirar a venda dos olhos?

— Não.

Eu quase faço beicinho, então me lembro de sua ameaça e penso melhor.

— Quarto de jogos, — ele murmura.

Oh... eu não sei se isso é uma boa idéia.

— Você está pronta para o desafio? Ele pergunta. E porque ele está acostumado a palavra desafio, não posso dizer que não.

— Sim, — eu murmuro, e algo que eu não quero citar passa pelo meu corpo. Ele me leva através da porta, em seguida, sobe as escadas para o segundo andar.

— Eu acho que você perdeu peso, — resmunga com desaprovação. Perdi? Bom. Me lembro do seu comentário quando chegamos da nossa lua de mel, e o quanto me machucou. Puxa, isso foi apenas há uma semana?

              Fora do quarto de jogos, ele me desliza para baixo de seu corpo e me coloca em pé, mas mantém o braço em volta da minha cintura. Rapidamente ele abre a porta. Ela cheira sempre a mesma: madeira polida e citros. Está realmente se tornando um cheiro reconfortante. Liberando-me, Joseph gira em torno de mim até que eu estou de costas para ele. Ele desfaz o lenço, e eu pisco para a luz suave. Gentilmente, ele puxa os grampos do meu cabelo e minha trança cai livre. Ele agarra e puxa suavemente então eu tenho que voltar contra ele.

— Eu tenho um plano, — ele sussurra no meu ouvido, provocando arrepios deliciosos na minha espinha.

— Eu pensei que tivesse, — respondo. Ele beija embaixo da minha orelha.

— Oh, Sra. Jonas, eu tenho. — Seu tom é suave, hipnotizante. Ele puxa minha trança para o lado e planta uma trilha de beijos suaves na minha garganta.

— Primeiro temos que deixá-la nua. — Sua voz cantarola baixo em sua garganta e ressoa através do meu corpo.

Eu quero isso, o que ele planejou. Eu quero nos ligar da forma que sabemos. Ele para me encarando. Eu olho para o jeans, o botão superior ainda aberto, e eu não posso parar. Eu coloco o meu dedo indicador ao redor da cintura, evitando sua camiseta, sentindo os cabelos da sua trilha feliz fazendo cócegas na minha junta. Ele inala bruscamente, e eu olho para encontrar seus olhos. Eu paro no botão desabotoado. Seus olhos escurecem a um profundo cinza.. Oh meu.

— Você deve manter estes, — eu sussurro.

— É essa a intenção, Demetria.

              E ele se move, me agarrando com uma mão na parte de trás do meu pescoço e a outra em torno de meu traseiro. Ele me puxa contra ele, em seguida sua boca esta sobre a minha, e ele está me beijando como se sua vida dependesse disso. Uau! Ele anda para trás, nossas línguas entrelaçadas, até que eu sinto a cruz de madeira atrás de mim. Ele se inclina para mim, os contornos de seu corpo pressionando o meu.

— Vamos nos livrar deste vestido, — ele diz, levantando meu vestido até minhas coxas, meus quadris, minha barriga... Deliciosamente, lentamente, o tecido desliza sobre minha pele, sobre os meus seios.

— Incline-se, — diz ele.

              Eu cumpro, e ele puxa meu vestido sobre a minha cabeça e deixa-o no chão, deixando-me em minhas sandálias, calcinhas e sutiã. Seus olhos brilham quando ele agarra as duas mãos e as levantam sobre a minha cabeça. Ele pisca uma vez e inclina a cabeça para o lado, e eu sei que ele está pedindo a minha autorização. O que ele vai fazer comigo? Eu engulo, então aceno a cabeça, e um traço de sorriso de admiração, quase orgulhoso, toca seus lábios. Ele prende meus pulsos nas algemas de couro na barra acima e coloca o lenço mais uma vez.

— Penso que você já viu o suficiente, — ele murmura.

             Ele envolve-o em torno de minha cabeça, me vendando, e eu sinto um frisson me percorrer, todos os meus outros sentidos aguçados, o som de sua respiração suave, minha própria resposta animada, o sangue pulsando em meus ouvidos, o cheiro de Joseph misturado com o do quarto, todos estão em foco mais nítido porque eu não posso ver. Seu nariz toca o meu.
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Vocês não comentaram, por isso não postei. Alterei a capa, uma seguidora fez pra mim e eu adorei...
Muito obrigada!

Enfim, dividi o hot por pura maldade mesmo, foram muitos poucos comentários... Enfim, comentem e terão continuação kkkk bjs lua

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

capítulo bônus

É você agora? — Eu sussurro. Minha boca está mais seca ainda, meu coração batendo em meu peito. Por que ele está vestido assim? O que significa isso? Ele ainda está de mau humor?

— Sou eu. — Sua voz é como um gatinho suave, mas ele está sorrindo enquanto passeia perto de mim.

Puta merda ele parece quente, a calça jeans pendurada no caminho de seus quadris. Oh não, eu não vou ser distraída pelo Mr. Sexo. Tento avaliar seu estado de espírito enquanto ele caminha em minha volta. Raiva? Brincalhão? Lascivo? Ah! É impossível dizer.

— Eu gosto do seu jeans, — murmuro.

Ele sorri um sorriso que não alcançou seus olhos. Merda, ele ainda está irritado. Ele está usando isto para me distrair. Ele para diante de mim, e eu estou queimado com sua intensidade. Ele olha para baixo, seus olhos bem ilegíveis queimam nos meus. Eu engulo.

— Eu entendo que você tem problemas, Sra. Jonas, — ele diz suavemente, e ele puxa algo do bolso de trás da calça jeans.

Eu não posso tirar meu olhar do seu, mas posso ouvi-lo desdobrar um pedaço de papel. Ele mantém-se, e olhando rapidamente em sua direção, eu reconheço meu e-mail. Meu olhar retorna ao seu, enquanto seus olhos brilham com brilhante raiva.

— Sim, eu tenho problemas, — eu sussurro, sentindo-me sem fôlego.

Eu preciso de distância se vamos discutir isso. Mas antes que eu possa voltar, ele se inclina para baixo e corre o nariz junto a mim. Meus olhos ficam trêmulos, enquanto congratulo-me com o seu toque inesperado, suave.

— Eu também, — ele sussurra contra a minha pele, e eu abro meus olhos com suas palavras. Ele se endireita e olha fixamente para mim, mais uma vez.

— Eu acho que eu estou familiarizado com seus problemas, Joseph. — Minha voz é irônica, e ele aperta os olhos, diversão suprimida e há faíscas momentaneamente.

Será que vamos brigar? Eu dou um passo atrás de precaução. Devo fisicamente me distanciar dele, do seu cheiro, seu olhar, seu corpo perturbador naquelas calças quentes. Ele franze a testa enquanto eu me movo.

— Por que você voltou de Nova York? — Eu sussurro. Vamos acabar logo com isso.

— Você sabe por quê. — Seu tom carrega um anel de aviso.

— Porque eu saí com Miley?

— Porque você voltou atrás em sua palavra, e você me desafiou, colocando-se em um risco desnecessário.

— Voltei com a minha palavra? É assim que você vê? — Eu suspiro, ignorando o resto de sua sentença.

— Sim.

Puta merda. Falar sobre reação exagerada! Eu começo a revirar os olhos mas paro quando ele faz cara feia para mim.

— Joseph, eu mudei de ideia, — eu explico devagar, pacientemente como se ele fosse uma criança.
— Eu sou uma mulher. Somos famosas por isso. Isso é o que nós fazemos.

Ele pisca para mim como se não compreendesse isto.

— Se eu tivesse pensado por um minuto que você cancelaria sua viagem de negócios... — Faltam-me palavras.

Eu percebo que não sei o que dizer. Estou momentaneamente catapultada de volta para a discussão sobre nossos votos. Eu nunca prometi obediência, Joseph. Mas eu seguro minha língua, porque no fundo eu estou feliz que ele voltou. Apesar de sua fúria, eu estou feliz que ele esteja aqui com raiva latente e na minha frente.

— Você mudou de idéia? — Ele não pode esconder sua descrença desdenhosa.

— Sim.

— E você não pensou em me contar? — Ele me olha, incrédulo, antes de continuar.
— O que é mais, você deixou a equipe de segurança aqui e colocou Ryan em risco.

Oh. Eu não tinha pensado sobre isso.

— Eu deveria ter ligado, mas eu não queria preocupá-lo. Se eu tivesse, eu tenho certeza que você teria me proibido de ir e eu sinto saudade de Miley. Eu queria vê-la. Além disso, me manteve fora do caminho quando Jack esteve aqui. Ryan não deveria ter deixado ele entrar. — Isso é tão confuso. Se Ryan não tivesse, Jack ainda estaria lá fora.

Os olhos de Joseph brilham descontroladamente, então se fecha, apertando seu rosto como se sentisse dor. Oh, não. Ele balança a cabeça, e antes que eu perceba, ele me toma em seus braços, puxando-me com força contra ele.

— Oh Demi, — ele sussurra enquanto ele aperta seus braços sobre mim e eu mal possa respirar.
— Se algo tivesse acontecido com você — sua voz é apenas um sussurro.

— Não, — eu consigo dizer.

— Mas poderia ter. Eu já morri mil mortes hoje pensando sobre o que poderia ter acontecido. Eu estava tão bravo, Demi. Bravo com você. Bravo comigo. Bravo com todos. Não me lembro de estar com medo... exceto — ele para novamente.

— Exceto? — Eu pergunto.

— Uma vez em seu antigo apartamento. Quando Leila estava lá.

Oh. Eu não quero pensar sobre isso.

— Você estava tão frio esta manhã, — murmuro.

Minha voz se quebra na última palavra enquanto eu me lembro da sensação horrorosa de rejeição no chuveiro. Suas mãos se movem para minha nuca, soltando seu aperto em mim, e eu respiro profundamente. Ele puxa minha cabeça para trás.

— Eu não sei como lidar com essa raiva. Eu não acho que quero te machucar, — ele diz, os olhos arregalados e cautelosos.
— Esta manhã, eu queria punir você, mal e — ele para, sem palavras eu acho, ou com muito medo de dizê-las.

— Você estava preocupado em me machucar? — Eu termino a frase para ele, não acreditando que ele me machucaria por um minuto, mas aliviada, também. Uma pequena parte de mim temia que fosse porque ele não me queria mais.

— Eu não confio em mim, — ele diz calmamente.

— Joseph, eu sei que você nunca me machucaria. Não fisicamente, de qualquer maneira. — Eu fecho a cabeça entre as mãos.

— Você acha? — Ele pergunta, e não há ceticismo em sua voz.

— Sim. Eu sabia que o que você disse era uma ameaça, vazia e ociosa. Eu sei que você não vai bater em mim.

— Eu queria.

— Não, você não queria. Você apenas acha que queria.

— Eu não sei se isso é verdade, — ele murmura.

— Pense nisso, — eu insisto, envolvendo meus braços em torno dele mais uma vez e me encostando no seu peito pela camiseta preta.

— Sobre como você se sentiu quando eu saí. Você tem me dito muitas vezes o que isso fez com você. Como aquilo alterou sua visão do mundo, de mim. Eu sei o que você deu para mim. Pense em como você se sentia em relação às marcas de algema na nossa lua de mel.


              Ele acalma, e eu sei que ele está processando essa informação. Eu aperto meus braços em torno dele, as minhas mãos em suas costas, sentindo seus tensos músculos tonificados sob sua camiseta. Aos poucos, ele relaxa enquanto a tensão lentamente se esvai. É isso que está preocupando ele? Que ele vai me machucar? Por que eu tenho mais fé nele do que ele tem em si mesmo? Eu não entendo, certamente nós temos que deixar isso pra lá. Ele é normalmente tão forte, tão no controle, mas sem isso, ele está perdido. Oh, Cinquenta, Cinquenta, Cinquenta, sinto muito. Ele beija meu cabelo, viro meu rosto para o seu, e seus lábios encontram os meus, buscando, agradável, dando, implorando pra que, eu não sei. Eu só quero sentir sua boca na minha, e retribuo seu beijo apaixonadamente.

— Você tem tanta fé em mim, — ele sussurra depois que para.

— Eu tenho. — Ele acaricia meu rosto com as costas de seus dedos e a ponta de seu polegar, olhando fixamente nos meus olhos. Sua raiva se foi. Meu Cinqüenta está de volta a partir de onde ele esteve. É bom vê-lo. Olho-me timidamente e sorrio.

— Além disso, — eu sussurro,
— você não tem a papelada.

Sua boca aberta cai em choque divertido, e ele agarra-me ao seu peito novamente.

— Você está certa. Eu não tenho. — Ele ri.

Estamos no meio da grande sala, trancados em nosso abraço, apenas segurando um ao outro.

— Venha pra cama, — ele sussurra, depois de só Deus sabe quanto tempo.

Oh meu...

— Joseph, nós precisamos conversar.

— Mais tarde, — ele insiste em voz baixa.

— Joseph, por favor. Fale comigo.

Ele suspira.

— Sobre o quê?

— Você sabe. Você me mantém no escuro.

— Eu quero proteger você.

— Eu não sou uma criança.

— Estou plenamente consciente disso, Sra. Jonas. — Ele passa as mãos pelo meu corpo e aperta meu traseiro. Flexionando seus quadris, ele pressiona sua ereção crescente em mim.

— Joseph, — eu ralho.
— Fale comigo.

Ele suspira mais uma vez com exasperação.

— O que você quer saber? — Sua voz esta resignada enquanto me libera. Eu penso, eu não quis dizer que você tem que me soltar.

Tomando minha mão, ele se abaixa para pegar o meu e-mail que estava no chão.

— Muitas coisas, — murmuro, enquanto deixo ele me levar para o sofá.

— Sente, — ele ordena. Algumas coisas nunca mudam, eu devaneio, fazendo o que ele mandou. Joseph senta ao meu lado, e inclinando-se para frente, coloca sua cabeça em suas mãos. Oh não. Isto é muito difícil para ele? Então ele se senta, passando ambas as mãos através de seu cabelo, e se vira para mim, com expectativa para se reconciliar com seu destino.

— Me pergunte-me, — ele diz simplesmente.

Oh. Bem, isso foi mais fácil do que eu pensei.

— Por que a segurança adicional para sua família?

— Hyde era uma ameaça para eles.

— Como você sabe?

— A partir do seu computador. Estavam armazenados detalhes pessoais sobre mim e o resto da minha família. Especialmente Paul.

— Paul? Por que ele?

— Eu não sei ainda. Vamos para a cama.

— Joseph, diga-me!

— Dizer o quê?

— Você é tão... exasperante.

— Igual a você. — Ele me olha.

— Você não mandou segurança quando descobriu que havia informações sobre sua família no computador. Então o que aconteceu? Por que agora?

Joseph estreita os olhos para mim.

— Eu não sabia que ele estava indo para tentar queimar meu prédio, ou... — Ele para.
— Nós pensamos que era uma obsessão indesejável, mas você sabe, — ele dá de ombros
— Quando você está nos olhos do público, as pessoas estão interessadas. Foi coisas aleatórias: notícias sobre mim de quando eu estava em Harvard, minha rotina, a minha carreira. Relatórios sobre Paul, seguindo sua carreira, seguindo a carreira da minha mãe, em certa medida, Elliot e Mia.

Que estranho.

— Você disse ou, — eu induzo.

— Ou o quê?

— Você disse, tentar queimar meu prédio, ou... Como se estivesse indo dizer outra coisa.

— Você está com fome?

O quê? Eu faço uma careta para ele, e meu estômago ronca.

— Você comeu hoje? — Sua voz esta severa e seu olhar gelado. Eu sou traída pela minha vermelhidão.

— Como eu pensei. — Sua voz esta cortante.
— Você sabe como me sinto sobre você não comer. Venha, — ele diz. Ele se levanta e estende a mão.
— Me deixe te alimentar. — E ele muda de novo... Desta vez sua voz cheia de promessa sensual.

— Alimentar-me? — Eu sussurro enquanto todo sul de meu umbigo derrete.

Inferno. Isto é como uma diversão tipicamente mercurial do que temos vindo a discutir. É isso? É que tudo que eu vou conseguir dele agora? Levando-me até a cozinha, Joseph pega um banquinho do bar e anda ao redor para o outro lado da ilha.

— Sente, — ele diz.

— Onde está a Sra. Jones? — Eu pergunto, notando a sua ausência pela primeira vez enquanto eu sento no banco.

— Eu dei a ela e Taylor a noite de folga.

Oh.

— Por quê?

Ele olha para mim por um instante, e sua diversão arrogante está de volta.
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Comentários respondidos, olhem lá... 

Hot chegando, Elena ainda não deu as caras né? Mas logo, logo ela vem causar rs... Comentem babes bjs xx

terça-feira, 1 de outubro de 2013

cap.10- 3ª temporada (3/3) + aviso

Prescott e eu tomamos o elevador de serviço até a garagem, a fim de evitar a mídia lá fora. A prisão de Jack e o fato de que ele foi preso em nosso apartamento são agora de conhecimento público. Enquanto eu entro no Audi, gostaria de saber se há mais paparazzi esperando na SIP como no dia em que nosso noivado foi anunciado. Nós dirigimos um tempo em silêncio até que me lembro de ligar primeiro para Ray e depois para minha mãe para tranquilizá-los de que Joseph e eu estamos seguros. Felizmente, ambas as chamadas são curtas, e eu desligo assim que nós chegamos na SIP. Como eu temia, há uma pequena multidão de repórteres e fotógrafos à espreita. Eles se viram, olhando com expectativa para o Audi.

— Tem certeza de que quer fazer isto, Sra. Jonas? — Taylor pergunta.

              Parte de mim quer ir para casa, mas isso significa passar o dia com o Sr. Fúria. Eu espero que, com um pouco de tempo, ele ganhe alguma perspectiva. Jack está sob custódia da polícia, assim Cinquenta deveria estar feliz, mas ele não está. Parte de mim entende o porquê; muito disso está fora de seu controle, incluindo eu, mas não tenho tempo pra pensar nisso agora.

— Leve-me ao redor da entrada de entrega, por favor, Taylor.

— Sim, madame.







É 13:00 e eu consegui mergulhar no trabalho toda a manhã. Há uma batida e Elizabeth coloca a cabeça pela porta.

— Posso ter um minuto? — Ela pede brilhantemente.

— Claro, — eu murmuro, surpresa com sua visita não programada.

Ela entra e senta-se, lançando seu longo cabelo preto por cima do ombro.

— Eu só queria ver se você está bem. Roach me pediu para lhe fazer uma visita, — acrescenta apressadamente enquanto seu rosto fica vermelho.
— Eu quero dizer, com tudo o que passou ontem à noite.

A notícia de Jack Hyde está em todos os jornais, mas ninguém parece ter feito a ligação ainda com o fogo no JEH.

— Eu estou bem, — respondo, tentando não pensar muito profundamente sobre o que sinto.

Jack queria me prejudicar. Bem, isso não é novidade. Ele tentou antes. É com Joseph que estou mais preocupada. Eu olho logo meu e-mail. Ainda não há nada dele. Eu não sei se lhe envio um e-mail, e eu apenas acabo provocando mais o Sr. Fúria.

— Bom, — responde Elizabeth, e seu sorriso realmente toca os olhos por um momento.
— Se há alguma coisa que eu possa fazer, qualquer coisa que você precise, deixe-me saber.

—Vai saber.

Elizabeth destaca.

— Eu sei como você está ocupada, Demi. Eu vou deixar você voltar para o trabalho.

— Hmm... obrigado.

Isso tem que ter sido a reunião breve mais inútil no Hemisfério Ocidental hoje. Por que Roach mando-a aqui? Talvez ele esteja preocupado, dado que sou a esposa de seu chefe. Eu sacudo os pensamentos obscuros e checo o meu BlackBerry, na esperança de que possa haver uma mensagem de Joseph. Quando eu faço, abro meu e-mail de trabalho.


De: Joseph Jonas
Assunto: Declaração
Para: Demetria Jonas

Demetria, detetive Clark vai visitar seu escritório hoje às 3 da tarde para tomar seu depoimento. Tenho insistido que ele deve ir até você, pois eu não quero que você vá até a delegacia.

Joseph Jonas CEO, Jonas Enterprises Holdings Inc.


Eu olho para o seu e-mail por um total de cinco minutos, tentando pensar em uma resposta leve e espirituosa para levantar o seu humor. Eu desenho um branco total, e opto por brevidade.


De: Demetria Jonas
Assunto: Declaração
Para: Joseph Jonas

Ok. D x

Demetria Jonas. Editora de Comissionamento, SIP


                Eu fico olhando para a tela por mais cinco minutos, ansiosa por sua resposta, mas não há nada. Joseph não está com vontade de jogar hoje. Sento-me de volta. Posso culpá-lo? Meu pobre Cinqüenta está provavelmente frenético, de volta nas primeiras horas desta manhã. Então, um pensamento me ocorre. Ele estava em seu smoking quando acordei esta manhã. Que hora ele decidiu voltar de Nova York? Ele normalmente deixa funções entre 10 e 11. Na noite passada, há essa hora, eu estava ainda no bar com Miley. Será que Joseph estava voltando para casa porque eu estava fora, ou por causa do incidente com Jack? Se ele voltou porque eu estava fora, ele não teria nenhuma ideia sobre Jack, sobre a polícia, nada, até que ele desembarcou em Seattle. De repente é muito importante para mim descobrir. Se Joseph voltou apenas porque eu estava fora, então ele estava exagerando. Meu subconsciente suga os dentes, vestindo seu rosto harpia. Ok, eu estou feliz que ele voltou, talvez isso, seja irrelevante. Mas ainda assim, Joseph deve ter tido um inferno de um choque quando ele pousou. Não é à toa que ele está tão confuso hoje. Suas palavras anteriores, voltam para mim. Eu ainda estou fodendo de raiva de você, Demetria. Você está me fazendo questionar meu julgamento. Eu tenho que saber, se ele voltou, por causa de um coquetel ou por causa do lunático, porra?


De: Demetria Jonas
Assunto: Seu vôo
Para: Joseph Jonas

A que horas você decidiu voltar para Seattle ontem?

Demetria Jonas. Editora de Comissionamento, SIP



De: Joseph Jonas
Assunto: Seu vôo
Para: Demetria Jonas

Por quê?

Joseph Jonas. CEO, Jonas Enterprises Holdings Inc.



De: Demetria Jonas
Assunto: Seu vôo
Para: Joseph Jonas

Apenas curiosidade.

Demetria Jonas. Editora de Comissionamento, SIP



De: Joseph Jonas
Assunto: Seu vôo
Para: Demetria Jonas

A curiosidade matou o gato.

Joseph Jonas. CEO, Jonas Enterprises Holdings Inc.


De: Demetria Jonas
Assunto: Hein?
Para: Joseph Jonas

O que é essa referência oblíqua? Outra ameaça? Você sabe onde eu estou indo com isso, não é?

Que você decidiu voltar porque eu saí para tomar uma bebida com minha amiga depois que me pediu para não ir, ou você voltou porque um louco estava em seu apartamento?

Demetria Jonas. Editora de Comissionamento, SIP


Eu olho para a tela. Não há resposta. Eu olho para o relógio do computador. 13:45 e ainda sem resposta.


De: Demetria Jonas
Assunto: Aqui está a coisa...
Para: Joseph Jonas

Eu vou tomar o seu silêncio como uma admissão de que você, de fato, voltou para Seattle PORQUE EU MUDEI DE IDEIA. Eu sou uma mulher adulta e fui tomar uma bebida com a minha amiga. Eu não entendia as ramificações de segurança de MUDAR A MINHA MENTE porque VOCÊ NUNCA ME DISSE NADA. Eu descobri pela Miley que a segurança de fato, foi reforçada para todos os Jonas, e não apenas para nós. Eu acho que você geralmente reage de mais sobre a minha segurança, e eu entendo o porquê, mas você é como um menino lobo chorando. Eu nunca tenho a menor ideia sobre o que é uma preocupação real ou apenas algo que é percebido como uma preocupação por você. Eu tinha dois dos seguranças comigo. Pensei que nos duas, Miley e eu estaríamos seguras. Fato é, que eram mais seguranças naquele bar que no apartamento. Se eu tivesse sido PLENAMENTE INFORMADA da situação, eu teria tomado um curso de ação diferente. Eu entendo suas preocupações, é algo a ver com o material que estava no computador de Jack, é no que Miley acredita. Você sabe como é chato descobrir que a minha melhor amiga sabe mais sobre o que está acontecendo com você do que eu sei? E eu sou sua ESPOSA. Então, você vai me dizer? Ou você vai continuar a tratar-me como uma criança, garantindo que eu continue a se comportar como uma? Você não é o único que está fodendo chateado. Ok? 
Demi

Demetria Jonas Editora de Comissionamento, SIP


Eu clico em enviar. Há, pegue isso em seu cachimbo e fume, Jonas. Eu tomo uma profunda respiração. Eu tenho trabalhado em completa raiva de mim mesmo. Aqui estava eu, me sentindo triste e culpada por me comportar mal. Bem, não mais.


De: Joseph Jonas
Assunto: Aqui está a coisa...
Para: Demetria Jonas

Como sempre, Sra. Jonas, tão direta e desafiadora no e-mail. Talvez possamos discutir isso quando você chegar em casa no NOSSO apartamento. Você deve prestar atenção a sua linguagem. Eu ainda estou fodendo chateado, também.

Joseph Jonas. CEO, Jonas Enterprises Holdings Inc.


Olhar minha linguagem! Eu faço cara feia para meu computador, percebendo que isto não está levando a lugar nenhum. Eu não respondo, mas pego um manuscrito que recebi recentemente de um autor promissor e começo a ler.


Meu encontro com o detetive Clark é monótono. Ele está menos resmungão do que a noite passada, talvez porque ele conseguiu dormir um pouco. Ou talvez ele simplesmente prefira trabalhar durante o dia.

— Obrigado por sua declaração, Sra. Jonas.

— De nada, detetive. Hyde está sob custódia policial ainda?

— Sim, senhora. Ele foi liberado do hospital esta manhã. Com o que ele é acusado, ele deve ficar conosco por um tempo. — Ele sorri, seus olhos escuros enrugados no canto.

— Ótimo. Este tem sido um tempo ansioso para o meu marido e eu.

— Falei longamente com o Sr. Jonas esta manhã. Ele está muito aliviado. Homem interessante, seu marido.

Você não tem idéia.

— Sim, acho que sim. — Eu lhe ofereço um sorriso educado, e ele sabe que está sendo liberado.

— Se você lembrar de alguma coisa, você pode me chamar. Aqui está meu cartão. — Ele luta para tirar um cartão de sua carteira e entrega para mim.

— Obrigado, detetive. Eu vou fazer isso.

— Bom dia para você, Sra. Jonas.

— Bom dia.



              Quando ele sai, eu me pergunto exatamente do que Hyde foi acusado. Sem dúvida Joseph não vai me dizer. Eu mordo meus lábios. Nós vamos em silêncio para o Escala. Sawyer está dirigindo, Prescott ao seu lado, e meu coração cresce mais e mais pesado com a volta. Eu sei que Joseph e eu vamos ter uma poderosa briga, e eu não sei se tenho energia. Quando eu entro no elevador da garagem com Prescott ao meu lado, eu tento clarear meus pensamentos. O que eu quero dizer? Eu acho que eu disse tudo no meu e-mail. Talvez ele vá me dar algumas respostas. Espero que sim. Eu não posso ajudar os meus nervos. Meu coração está batendo forte, minha boca está seca e minhas mãos estão suadas. Eu não quero brigar. Mas às vezes ele é tão difícil, e eu preciso defender meu lado. As portas do elevador se abrem, revelando o hall de entrada, e está mais uma vez puro e arrumado. A mesa esta reta e um vaso novo no lugar com lindas e pálidas peônias rosa e branca. Eu rapidamente verifico as pinturas enquanto entramos, todas as Madonnas estão intactas. A porta da sala quebrada está fixa e operacional mais uma vez e Prescott gentilmente abre para mim. Ela está tão quieta hoje. Acho que a prefiro dessa maneira. Eu largo minha pasta no hall e vou para a sala grande. Eu paro. Puta merda.

— Boa noite, Sra. Jonas, — Joseph diz baixinho.

               Ele está de pé ao lado do piano, vestido com uma apertada camiseta preta e jeans... aquele jeans, o que ele usa no quarto de jogos. Oh meu. Eles são mais lavados em um pálido azul, confortável, rasgado no joelho e quente. Ele anda em volta de mim, os pés descalços, o botão de cima do jeans aberto, seus olhos ardentes nunca deixando os meus.


— É bom ter você em casa. Eu estive esperando por você.



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Gatonas mais uma vez obrigada pela força, sério... vocês são demais... Olha gente, teve um comentário que me incomodou muito...

Assim, a pessoa que postou sabe quem é, eu não obrigo ninguém a ler minha história e muito menos dou motivos pra alguém se cortar. Se isso foi uma brincadeira, e você gosta de fazer brincadeira sobre cortes... faça, mas em momento algum envolva meu nome, mas se você se corta mesmo e vem falar que a culpa é minha, por favor não comenta mais aqui, sério. Eu to passando por uma fase e muita gente entende e respeita e sabe o porque da minha demora, não to afim de fazer um drama, mas sério. Se não quiser que eu de uma resposta bem mal educada, presta bem atenção nas coisas que você envolve meu nome.







Desculpa as meninas que sempre me dão apoio e que não precisavam ler isso, posto um capítulo sem falta na quinta ok? bjs