quarta-feira, 6 de novembro de 2013

Cap 13- 3 ° temporada (3\4)


Cap 13- 3°temporada(3\4)

Meus olhos se abrem. Algo está errado. Joseph não está na cama, embora ainda esteja escuro. Olhando para o alarme, vejo que são três e vinte da manhã. Onde está Joseph? Então eu ouço o piano.
Rapidamente escorrego para fora da cama, pego meu roupão e corro pelo corredor para a grande sala. A música que está tocando é tão triste, um lamento triste que eu já o ouvi tocar antes. Faço uma pausa na porta e o vejo em uma aura de luz, enquanto a música dolorosamente triste enche o quarto. Ele termina depois começa a peça novamente. Por que uma melodia tão melancólica? Eu envolvo meus braços em volta de mim e ouço encantada enquanto ele toca. Mas meu coração dói. Joseph, por que tão triste? É por causa de mim? Será que eu faço isso? Quando ele termina, para começar pela terceira vez, eu não posso mais suportar isso. Ele não olha para cima à medida que eu me aproximo do piano, mas vai para o lado para que eu possa sentar ao seu lado no banco do piano. Ele continua a tocar, e eu coloco minha cabeça em seu ombro. Ele beija meu cabelo, mas não para de tocar até terminar a peça. Eu dou uma olhadinha para ele e ele está olhando para mim, com cautela.
— Acordei você? — Ele pergunta.
— Só porque tinha saído. Como essa peça se chama?
— É Chopin. É um de seus prelúdios em Mi menor. — Joseph faz uma pausa. —
Se chama Suffocation...
Eu alcanço sua mão. — Você está realmente abalado com tudo isso, não é?
Ele bufa. — Um idiota demente entra no meu apartamento para seqüestrar a minha mulher. Ela não faz o que promete. Ela me deixa louco. Ela usa a palavra de segurança comigo. — Ele fecha os olhos brevemente, e quando ele abre novamente, eles são gritantes.
— Sim, estou muito abalado.
Eu aperto a mão dele. — Eu sinto muito.
Ele pressiona a testa contra a minha. — Eu sonhei que você estava morta, — ele sussurra.
O quê?
— Deitada no chão, tão fria, e você não acordava.
Oh, Cinqüenta.
— Ei, foi apenas um sonho ruim. — Eu coloco minhas mãos em sua cabeça. Seus olhos queimam nos meus, a angústia é preocupante. — Eu estou aqui e eu fico fria sem você na cama. Volte para a cama, por favor. — Eu tomo sua mão e fico em pé, esperando para ver se ele vai me seguir. Por fim, ele também se levanta. Ele está usando a calça do pijama, ela fica um pouco caída, e eu quero passar meus dedos ao longo do interior da calça em sua cintura, mas eu resisto e o levo de volta para o quarto.

Quando eu acordo ele está enrolado em volta de mim, dormindo tranquilamente. Eu relaxo e desfruto de seu envolvimento caloroso, sua pele na minha pele. Eu fico praticamente imóvel, não querendo perturbá-lo.
Rapaz, que noite. Eu sinto como se tivesse sido atropelada por um trem, o trem de carga que é o meu marido. É difícil de acreditar que o homem deitado ao meu lado, parecendo tão sereno e jovem durante o sono, foi tão torturado na noite passada... E me torturou na noite passada. Eu olho para o teto, e ocorre-me que eu sempre acho que Joseph é tão forte e dominador, mas a realidade é que ele é tão frágil, meu pobre menino. E a ironia é que ele olha para mim como frágil, e eu não acho que eu sou. Comparada a ele, eu sou forte.
Mas sou forte o suficiente por nós dois? Forte o suficiente para fazer o que eu disse e dar-lhe um pouco de paz de espírito? Eu suspiro. Ele não está pedindo muito de mim. Eu penso na nossa conversa de ontem à noite. Será que decidimos alguma outra coisa além de ambos nos esforçarmos mais? A questão é que eu amo esse homem, e eu preciso traçar um curso para nós dois. Um que me permita manter minha integridade e independência, mas ainda ser mais para ele. Eu sou o seu mais, e ele é o meu. Eu resolvo fazer um esforço especial neste fim de semana e não lhe dar motivo para se preocupar. Joseph se agita e levanta a cabeça do meu peito, olhando sonolento para mim.
— Bom dia, Sr. Jonas. — Eu sorrio.
— Bom dia, Sra. Jonas. Dormiu bem? — Ele se estica ao meu lado.
— Depois que meu marido parou de fazer aquele barulho terrível no piano, sim, eu dormi bem.
Ele sorri seu sorriso tímido, e eu derreto. — Barulho terrível? Eu vou me certificar de mandar um e-mail para Srta. Kathie para lhe contar.
— Srta. Kathie?
— Minha professora de piano.
Eu rio.
— Isso é um som adorável, — ele diz. — Vamos ter um dia melhor hoje?
— Ok, eu concordo. — O que você quer fazer?
— Depois de fazer amor com minha esposa, e ela me preparar o café da manhã, vou levá-la para Aspen.
Eu engasgo. — Aspen?
— Sim.
— Aspen, Colorado?
— Isso mesmo. A não ser que eles tenham mudado. Afinal de contas, você pagou 24 mil dólares por essa experiência.
Eu sorrio para ele. — Era o seu dinheiro.
— Nosso dinheiro.
— Foi o seu dinheiro, quando eu fiz a proposta. — Eu reviro meus olhos.
— Oh, Sra. Jonas, você e seus olhos revirando, — ele sussurra enquanto passa a mão na minha coxa.
— Não vai demorar horas para chegar ao Colorado? — Eu pergunto para distraí-lo.
— Não de jatinho, — ele diz suavemente enquanto sua mão me alcança por trás. Claro, meu marido tem um jatinho. Como eu poderia esquecer? Sua mão continua
a roçar meu corpo, levantando minha camisola, e logo eu esqueço de tudo.
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Taylor dirige até a pista no Sea-Tac e ao redor de onde o jatinho GEH está esperando. É um dia cinzento em Seattle, mas eu me recuso a deixar que o tempo tire o meu bom humor. Joseph está com o humor muito melhor. Ele está animado com algo, iluminado como o Natal e se contorcendo como um menino pequeno com um grande segredo. Gostaria de saber quais são seus planos. Ele parece sonhador, com o cabelo desgrenhado, camiseta branca e calça jeans preta. Realmente ele não se parece com um CEO hoje. Ele pega a minha mão quando Taylor para próximo a escada do jatinho.
— Eu tenho uma surpresa para você, — ele murmura e beija meus dedos. Eu sorrio para ele. — Surpresa boa?
— Eu espero que sim. — Ele sorri calorosamente.
— Hmm... O que pode ser?
 

Sawyer pula na frente e abre a porta para mim. Taylor abre a de Joseph e então pega nossa bagagem no porta malas. Stephan está esperando no topo da escada quando entramos no avião. Eu olho para a cabine e vejo a primeira oficial Beighley mexendo nos interruptores do imponente painel de instrumentos.
Joseph e Stephan apertam as mãos. — Bom dia, senhor. — Stephan sorri.

— Obrigado por fazer isso em tão pouco tempo. — Joseph sorri de volta. — Os nossos convidados estão aqui?

— Sim, senhor.
Convidados? Me viro ofegante. Miley, Elliot, Mia e Ethan estão todos sorrindo e sentados nos assentos de couro de cor creme. Wow! Eu giro em torno de Joseph.
— Surpresa! — Ele diz.
— Como? Quando? Quem? — Murmuro inarticuladamente, tentando conter minha alegria e euforia.
— Você disse que não vê seus amigos o suficiente. — Ele dá de ombros e me dá um sorriso torto de desculpa.
— Oh, Joseph, obrigada. — Eu jogo meus braços em volta de seu pescoço e o beijo duro na frente de todos. Ele coloca as mãos sobre meus quadris, enganchando os polegares através das presilhas de meu jeans, e aprofunda o beijo.
Oh meu.
— Continue assim e vou arrastá-la para o quarto, — ele murmura.
— Você não ousaria, — eu sussurro contra seus lábios.
— Oh, Demetria. — Ele sorri, balançando a cabeça. Ele me solta e sem preâmbulo se abaixa, pega minhas coxas, e me levanta sobre seu ombro.
— Joseph, me coloca no chão! — Eu bato em seu traseiro.
Brevemente vejo um sorriso em Stephen quando ele se vira e vai para a cabine. Taylor está de pé na porta tentando abafar seu sorriso. Ignorando minha luta inútil, Joseph atravessa rapidamente a estreita cabine passando por Mia e Ethan que estão cara a cara nos assentos individuais, passa por Miley e Elliot, que está gritando como um gibão demente.
— Se vocês me dão licença, — ele diz aos nossos quatro convidados. — Eu preciso falar com minha mulher em particular.
— Joseph! — Eu grito. — Coloque-me no chão!
 


— Tudo há seu tempo, baby.
Eu tenho uma visão breve de Mia, Miley e Elliot rindo. Droga! Isto não é engraçado, é constrangedor. Ethan olha para nós, com a boca aberta e totalmente chocado, e nós desaparecemos para dentro da cabine.
Joseph fecha a porta da cabine atrás dele e me solta, deixando-me deslizar para baixo de seu corpo lentamente, de modo que eu sinto cada tendão duro e cada músculo. Ele me dá seu sorriso de menino, completamente satisfeito consigo mesmo.
— Isso foi um show, Sr. Jonas, — murmuro, cruzando os braços com falsa indignação.
— Isso foi divertido, Sra. Jonas. — E seu sorriso se alarga. Oh garoto. Ele parece tão
jovem.
— Você vai dar continuidade? — Eu arco uma sobrancelha, sem saber como me sinto sobre isso. Quer dizer, os outros vão nos ouvir, pelo amor de Deus. De repente, eu me sinto tímida. Olhando ansiosamente para a cama, eu sinto minhas bochechas corarem ao lembrar da nossa noite de núpcias. Nós conversamos tanto ontem, fizemos tanta coisa ontem. Eu sinto como se nós tivéssemos saltado algum obstáculo desconhecido, mas esse é o problema. É desconhecido. Meus olhos encontram o olhar intenso, mas divertido de Joseph, e eu sou incapaz de manter uma cara séria. Seu sorriso é muito contagiante.
— Eu acho que pode ser rude deixar nossos convidados esperando, — ele diz suavemente a medida que caminha em minha direção. Quando ele começou a se importar com o que as pessoas pensam? Eu dou um passo para trás contra a parede da cabine e ele me aprisiona, o calor de seu corpo me segurando no lugar. Ele se inclina para baixo e corre o nariz junto ao meu.
— Boa surpresa? — Ele sussurra, e há um toque de ansiedade em sua voz.
— Oh, Joseph, surpresa fantástica. — Eu corro minhas mãos até seu peito, enrolando-as em torno de seu pescoço, e o beijo.
— Quando você organizou isso? — Pergunto quando eu me afasto dele, acariciando seu cabelo.
— Ontem à noite, quando eu não conseguia dormir. Eu mandei um e-mail para Elliot e Mia, e aqui estão eles.
— É muito consideração. Obrigada. Eu tenho certeza que vai ser maravilhoso.

— Eu espero que sim. Eu pensei que seria mais fácil evitar a imprensa em Aspen do que em casa.

Os paparazzi! Ele está certo. Se tivéssemos ficado no Escala, estaríamos aprisionados. Um arrepio percorre minha espinha ao recordar as câmeras e flashes dos poucos fotógrafos. Taylor acelerou através deles esta manhã.
— Venha. É melhor nos sentarmos, Stephan decolará em breve. — Ele me oferece sua mão e juntos caminhamos de volta à cabine.
Elliot aplaude quando entramos. — Esse certamente foi um serviço de bordo rápido! — Ele fala zombeteiramente.
Joseph o ignora.
— Por favor, sentem-se, senhoras e senhores, em breve começaremos a taxiar para a decolagem. — A voz de Stephan ecoa com calma e autoridade ao redor da cabine. A mulher morena, Natalie, que estava no vôo da nossa noite de núpcias aparece a partir da cozinha e reúne as xícaras de café descartáveis. Natalia... O nome dela é Natalia.
— Bom dia, Sr. Jonas, Sra. Jonas, — ela diz com um ronronar. Por que ela me deixa desconfortável? Talvez seja porque ela é morena. Como Joseph mesmo admitiu, ele não costuma empregar morenas porque ele as acha atraentes. Ele dá um sorriso educado a Natalia enquanto desliza por trás da mesa e se senta de frente para Elliot e Miley. Eu rapidamente abraço Miley e Mia e dou um aceno a Ethan e Elliot antes de sentar-me ao lado de Joseph. Ele põe a mão no meu joelho e o aperta afetuosamente. Ele parece relaxado e feliz apesar de termos companhia. À toa, eu me pergunto por que ele não pode ser sempre assim, não controlar a todos.
— Espero que você tenha trazido suas botas de caminhada, — ele diz, com a voz quente.
— Nós não vamos esquiar?
— Isso seria um desafio, em agosto, — ele diz, divertido.
Oh, é claro.
— Você esquia, Demi? Elliot nos interrompe.
— Não.
Joseph move a mão do meu joelho para segurar a minha mão.
— Tenho certeza que meu irmão pode te ensinar. — Elliot pisca para mim. — Ele é muito rápido nas pistas, também.

E eu não posso evitar de corar. Quando eu olho para Joseph, ele está olhando impassivelmente para Elliot, mas acho que ele está tentando reprimir a sua alegria. O avião se move e começa a taxiar para a pista.
Natalia executa os procedimentos de segurança do avião em voz alta e clara. Ela está vestida com uma camisa azul marinho de manga curta e saia lápis combinando. Sua maquiagem é impecável, ela é realmente muito bonita. Meu subconsciente levanta uma sobrancelha para mim.
— Você está bem? — Miley me pergunta. — Eu quero dizer, após o negócio do
Hyde?
Concordo com a cabeça. Eu não quero pensar ou falar sobre Hyde, mas Miley parece ter outros planos.
— Então, por que ele foi demitido? — Ela pergunta em seu estilo inimitável. Ela joga o cabelo para trás enquanto se prepara para investigar o assunto.
Olhando-a friamente, Joseph dá de ombros. — Eu chutei a bunda dele, — ele diz sem rodeios.
— Oh? Por quê? — Miley inclina a cabeça para o lado, e eu sei que ela está em pleno modo de Nancy Drew.
— Ele deu em cima de mim, — murmuro. Eu tento chutar o tornozelo de Miley debaixo da mesa, mas erro. Merda!
— Quando? — Miley olha para mim.
— Anos atrás.
— Você nunca me disse que ele deu em cima de você! — Ela fala precipitadamente. Eu dou de ombros, me desculpando.
— Isso não pode ser apenas um rancor sobre isso, com certeza. Quero dizer, a reação dele é muito extrema, — Miley continua, mas agora ela direciona suas perguntas para Joseph. — Ele é mentalmente instável? E sobre todas as informações que ele tem sobre vocês, Jonass? — Ela atormentando Joseph desse jeito me irrita terrivelmente, mas ela já estabeleceu que eu não sei nada, então não pode perguntar a mim. O pensamento é irritante.

— Acreditamos que há uma conexão com Detroit, — Joseph diz suavemente. Muito suavemente. Oh, não, Miley, por favor, desista por agora.
— Hyde é de Detroit, também?
Joseph concorda.
O avião acelera, e eu aperto a mão de Joseph. Ele me dá um olhar tranqüilizador. Ele sabe que eu odeio pousos e decolagens. Ele aperta minha mão e acaricia meus dedos com seu polegar, me acalmando.
— O que você sabe sobre ele? — Elliot pergunta, alheio ao fato de que estamos arremessando para a pista em um pequeno jatinho prestes a lançar-se para o céu, e igualmente alheio a exasperação crescente de Joseph com Miley. Miley se inclina para a frente, ouvindo atentamente.
— Isso deve ficar em sigilo, — Joseph diz diretamente a ela. A boca de Miley se define em uma linha sutil, mais fina. Eu engulo. Oh merda.
— Nós sabemos pouco sobre ele, — Joseph continua. — Seu pai morreu em uma briga de bar. Sua mãe bebeu no esquecimento. Ele vivia dentro e fora dos lares adotivos...
dentro e fora de problemas, também. Principalmente carros veloses. Passou um tempo no reformatório. Sua mãe ficou para trás e Hyde entrou na linha. Ganhou uma bolsa de estudos em Princeton.
— Princeton? A curiosidade de Miley é despertada.
— Sim. Ele é um menino brilhante. — Joseph dá de ombros.
— Não tão brilhante. Ele foi pego, — Elliot murmura.
— Mas certamente ele não armou essa façanha sozinho? — Miley pergunta. Joseph endurece ao meu lado. — Nós não sabemos ainda. — Sua voz é muito
tranqüila. Puta merda! Poderia alguém trabalhar com ele? Viro-me e fico boquiaberta com horror para Joseph. Ele aperta minha mão mais uma vez, mas não me olha nos olhos. O avião levanta suavemente no ar, e eu tenho essa sensação horrível no estômago.
— Quantos anos ele tem? — Pergunto a Joseph, inclinando-me de modo que somente ele pode ouvir. Por mais que eu queira saber o que está acontecendo, não quero encorajar as perguntas de Miley. Eu sei que elas estão irritando Joseph, e eu tenho certeza que ela está em sua lista negra desde o dia das bebidas.
— Trinta e dois. Por quê?
— Só curiosidade.
Joseph aperta a mandíbula. — Não fique curiosa sobre Hyde. Estou feliz pelo
filho da puta estar preso. — É quase uma repreensão, mas escolho ignorar seu tom.

— Você acha que ele está trabalhando com alguém? — O pensamento de que mais alguém pode estar envolvido me deixa doente. Significaria que isto não acabou.

— Eu não sei, — responde Joseph, e sua mandíbula aperta mais uma vez.
— Talvez alguém que tem um ressentimento contra você? — Eu sugiro. Puta merda. Espero que não seja a vadia. — Como Elena? — Eu sussurro. Eu percebo que murmuro o nome dela em voz alta, mas só ele pode ouvir. Olho ansiosamente para Miley, mas ela conversa com Elliot que parece chateado com ela. Hmm.
— Você gosta de demonizar ela, não é? — Joseph revira os olhos e balança a cabeça em desgosto. — Ela pode guardar rancor, mas ela não faria esse tipo de coisa. —
Ele me encara com um olhar firme cinza. — Não vamos discutir sobre ela. Eu sei que ela
não é o seu tema preferido de conversa.
— Você já confrontou ela? — Sussurro, não tenho certeza se realmente quero saber.
— Demi, eu não tenho falado com ela desde a minha festa de aniversário. Por favor, esqueça isso. Eu não quero falar sobre ela. — Ele levanta minha mão e passa meus dedos em seus lábios. Seus olhos queimam nos meus, e eu sei que não deveria seguir esta linha de questionamento agora.
— Arrumem um quarto, — Elliot brinca. — Oh, certo, você já tem, mas você não precisa dele por muito tempo. — Ele sorri.
Joseph encara Elliot com o olhar frio. — Foda-se, Elliot, — ele diz, sem maldade.
— Cara, só estou dizendo como deve ser. — Os olhos de Elliot se iluminam com alegria.
— Como se você soubesse, — Joseph murmura ironicamente, levantando uma sobrancelha.
Elliot sorri curtindo a brincadeira. — Você se casou com sua primeira namorada. —
Elliot aponta para mim.
Oh merda. Onde isso vai parar? Eu coro.
— Você pode me culpar? — Joseph beija a minha mão.
— Não. — Elliot ri e balança a cabeça. Eu coro, e Miley dá um tapa na coxa Elliot.
— Pare de ser um idiota, — ela o repreende.
— Ouça sua namorada, — Joseph diz a Elliot, sorrindo, e sua preocupação anterior parece ter desaparecido. Meus ouvidos estalam enquanto ganhamos altitude, e a

tensão na cabine desaparece. Miley faz careta para Elliot. Hmm... é alguma coisa entre eles? Não tenho a certeza.

Elliot está certo. Eu ronco com a ironia. Eu sou, fui, a primeira namorada de Joseph, e agora sou sua mulher. As 15 e a Sra. Robinson do mal, elas não contam. Mas então Elliot não sabe sobre elas, e claramente Miley não disse a ele. Eu sorrio para ela, e ela me dá uma piscadela cúmplice. Meus segredos estão seguros com Miley.
— Ok, senhoras e senhores, vamos voar a uma altitude de cerca de 32.000 pés, e nosso tempo de vôo estimado é de uma hora e 56 minutos, — Stephan anuncia. — Vocês agora estão livres para se mover na cabine.
Natalia aparece abruptamente.
— Alguém aceita um café? — Ela pergunta.

By Karoline Nunes...
Desculpa a demora meninas mais minha semana está um caco...
Tô refriada...
Meu filho tá ligado no 220...
Travei na minha fic...
Enfim uma catasfrofe...
Beeeeeeeeeeijos e me desculpem...


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5 comentários:

  1. Vai tudo se acertar tia, ta lindo o capitulo arrazouu, manda um abraço pra Lua... super anciosa pra ver o q vai acontecer

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  2. Quero mais por favor não nos abandone ! Isso é tão prefeito quero muitas brigas que eles se separem e depois que a reconciliação seja a melhor possível.

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  3. Td bem amor,cap muito bom o joe bem descontraido gostei muito,cap perfeito posta logo n gosto de ficar sem essa fic e muito boa n da pra ficar dia sem,bjs

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  4. capitulo mais que perfeito, mal posso esperar pelo próximo,bjss linda manda um bj pra lua também :D <3.

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  5. Vão Ler Cinquenta tons de cinza(Triologia) A Historia dela esta igualzinha ao livro, serio mesmo!! Tenha criatividade e faça a sua.

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